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"Mas, Rothbard não apenas dedicou-se a esclarecer a necessidade de um movimento libertário, ele inclusive indicou a necessidade real e veemente de possuirmos uma vanguarda libertária. Uma série de pessoas que não apenas se especializam, mas se
profissionalizam na defesa do libertarianismo."
- Manual da Ação Libertária, por John Galt, Universidade Libertária.
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- Manual da Ação Libertária, por John Galt, Universidade Libertária.
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Trago verduras.
Taque o foda-se sim. Tenho 5 anos de um maravilhoso namoro como testemunho.
Se você não confia no teu macho e desenvolve essa neura e ela fica te atiçando o tempo todo e você fica se remoendo por dentro e as vezes descontando nele, saiba que o teu relacionamento já está com os dias contados.
Não sei quem é essa aí. Só vi no Twitter e decidi trazer pro Telegram.
Taque o foda-se sim. Tenho 5 anos de um maravilhoso namoro como testemunho.
Se você não confia no teu macho e desenvolve essa neura e ela fica te atiçando o tempo todo e você fica se remoendo por dentro e as vezes descontando nele, saiba que o teu relacionamento já está com os dias contados.
Não sei quem é essa aí. Só vi no Twitter e decidi trazer pro Telegram.
Num gráfico de pizza que representa os integrantes do movimento feminista, em vermelho temos as mulheres e oportunistas em azul.
O gráfico é apenas um círculo roxo.
O gráfico é apenas um círculo roxo.
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*Imola 2022
Eu adoro ver os pilotos batendo papo e dando risada depois da corrida. Significa que eles sabem separar a briga de facão na pista da vida social fora dela. O Leclerc e o Verstappen já se conhecem desde os tempos de kart, isso facilita as coisas também.
Como eu disse antes, esse ano tem tudo pra ser uma temporada limpase a Mercedes não decidir começar a cagar tudo .
Eu adoro ver os pilotos batendo papo e dando risada depois da corrida. Significa que eles sabem separar a briga de facão na pista da vida social fora dela. O Leclerc e o Verstappen já se conhecem desde os tempos de kart, isso facilita as coisas também.
Como eu disse antes, esse ano tem tudo pra ser uma temporada limpa
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Muitas vezes já me perguntaram como foi a minha jornada desde os meus tempos de novinha nazista no ensino médio até onde estou hoje, libertária e com poucos anos faltando até bater os meus 30 de idade. Pra eu não ter que ficar re-escrevendo a história a cada vez que me perguntam ou ter que ficar fuçando mensagem pra dar forward, vou logo escrever um post pra servir de registro pra qualquer um que queira ouvir a minha história.
É importante entender que nem todo nazista foi criado igual. Sabem como fazem a distinção entre liberal e liberal clássico? Pois bem, pra entender o que eu era no ensino médio eu posso inventar de fazer uma distinção entre neo-nazista e nazista clássico. Eu era uma nazista clássica. O meu rolê era com gente mais calma, que se inspirava diretamente no NSDAP da Alemanha das décadas de 30 e 40 como exemplo e fonte de soluções para os vários problemas do Brasil. Já os neo-nazistas, pelo menos os que eu via e conhecia daqui de Curitiba, pareciam estar mais preocupados em bater em preto, tretar com os punks e apanhar da PM. Já os meus irmãos e irmãs nazistas clássicas optavamos por apenas comprar algumas cervejas, algumas drogas, e pegar um lugar quieto pra sentar e ficar falando bigodices uns pros outros. Não vou negar, era divertido e as vezes sinto saudades.
Dito isso, o que o rolê ficava discutindo? Uma das obviedades era que não é possível fazer um transplante da Alemanha da década de 30 para o Brasil atual e achar que vai dar certo. Adaptações são necessárias. Várias. Pra não me extender, apenas o maior exemplo: Lebensraum. O Brasil precisava de espaço vital? Não. Na minha opinião, nós nem terminamos de desbravar e colonizar a América do Sul. Ainda tem muito chão aqui no Novo Mundo em que nenhum ser humano sequer chegou perto. Mesmo se nós nos limitarmos ao Brasil, terra boa para expansão não falta. Basta não cagar no pau e a comida e habitação para as gerações futuras está garantida. Lebensraum? Absolutamente desnecessário.
E assim foi. Conforme os anos se passaram, fomos vendo que várias coisas que eram de fundamental importância e preocupação para o NSDAP já não eram grandes coisas para o Brasil. Por exemplo, eles precisavam de um plano para reconstruir um país recém devastado por uma hiperinflação pós-guerra. O Brasil já tinha feito o Plano Real. Eu lembro que a minha mãe me comprava Kinder Ovo por R$2 no mercado. Bons tempos. Então focamos no estado e na administração pública. Mais especificamente, no que ele deveria focar e como se manter de pé contra aqueles que visavam destrui-lo ou subverte-lo, caso um dia um governante nazista clássico como nós chegasse ao poder. Basicamente tentavamos criar um plano de governo, similar àqueles que os candidatos a presidente apresentam durante suas campanhas.
O começo de tudo foi perceber que manter a integridade e a força do estado contra seus inimigos é uma atividade que exige muitos recursos, e portanto não deveria gasta-los com inutilidades. O Bolsa Família por exemplo nós o entendiamos como uma recompensa aos fracos por serem fracos, tudo custeado pelos fortes. Deveria ser cortado imediatamente. Qualquer despesa que não ajudasse diretamente o partido ou o estado contra inimigos domésticos e estrangeiros deveria ser eliminada. Mesmo nós ainda querendo encontrar formas pra transformar os brasileiros fracos em brasileiros fortes, de pouquinho em pouquinho fomos percebendo que a maioria dos programas sociais eram inúteis, assim como a maioria dos esforços do estado para fortalecer e impulsionar a economia. Em retrospecto, a gente também teve que admitir que vários dos planos econômicos do NSDAP só não mostraram suas falhas porque a guerra chegou antes do boleto. Mais uma adaptação necessária da situação alemã do passado para a brasileira do presente.
É importante entender que nem todo nazista foi criado igual. Sabem como fazem a distinção entre liberal e liberal clássico? Pois bem, pra entender o que eu era no ensino médio eu posso inventar de fazer uma distinção entre neo-nazista e nazista clássico. Eu era uma nazista clássica. O meu rolê era com gente mais calma, que se inspirava diretamente no NSDAP da Alemanha das décadas de 30 e 40 como exemplo e fonte de soluções para os vários problemas do Brasil. Já os neo-nazistas, pelo menos os que eu via e conhecia daqui de Curitiba, pareciam estar mais preocupados em bater em preto, tretar com os punks e apanhar da PM. Já os meus irmãos e irmãs nazistas clássicas optavamos por apenas comprar algumas cervejas, algumas drogas, e pegar um lugar quieto pra sentar e ficar falando bigodices uns pros outros. Não vou negar, era divertido e as vezes sinto saudades.
Dito isso, o que o rolê ficava discutindo? Uma das obviedades era que não é possível fazer um transplante da Alemanha da década de 30 para o Brasil atual e achar que vai dar certo. Adaptações são necessárias. Várias. Pra não me extender, apenas o maior exemplo: Lebensraum. O Brasil precisava de espaço vital? Não. Na minha opinião, nós nem terminamos de desbravar e colonizar a América do Sul. Ainda tem muito chão aqui no Novo Mundo em que nenhum ser humano sequer chegou perto. Mesmo se nós nos limitarmos ao Brasil, terra boa para expansão não falta. Basta não cagar no pau e a comida e habitação para as gerações futuras está garantida. Lebensraum? Absolutamente desnecessário.
E assim foi. Conforme os anos se passaram, fomos vendo que várias coisas que eram de fundamental importância e preocupação para o NSDAP já não eram grandes coisas para o Brasil. Por exemplo, eles precisavam de um plano para reconstruir um país recém devastado por uma hiperinflação pós-guerra. O Brasil já tinha feito o Plano Real. Eu lembro que a minha mãe me comprava Kinder Ovo por R$2 no mercado. Bons tempos. Então focamos no estado e na administração pública. Mais especificamente, no que ele deveria focar e como se manter de pé contra aqueles que visavam destrui-lo ou subverte-lo, caso um dia um governante nazista clássico como nós chegasse ao poder. Basicamente tentavamos criar um plano de governo, similar àqueles que os candidatos a presidente apresentam durante suas campanhas.
O começo de tudo foi perceber que manter a integridade e a força do estado contra seus inimigos é uma atividade que exige muitos recursos, e portanto não deveria gasta-los com inutilidades. O Bolsa Família por exemplo nós o entendiamos como uma recompensa aos fracos por serem fracos, tudo custeado pelos fortes. Deveria ser cortado imediatamente. Qualquer despesa que não ajudasse diretamente o partido ou o estado contra inimigos domésticos e estrangeiros deveria ser eliminada. Mesmo nós ainda querendo encontrar formas pra transformar os brasileiros fracos em brasileiros fortes, de pouquinho em pouquinho fomos percebendo que a maioria dos programas sociais eram inúteis, assim como a maioria dos esforços do estado para fortalecer e impulsionar a economia. Em retrospecto, a gente também teve que admitir que vários dos planos econômicos do NSDAP só não mostraram suas falhas porque a guerra chegou antes do boleto. Mais uma adaptação necessária da situação alemã do passado para a brasileira do presente.
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Eis a grande ironia. Nas nossas tentativas de expandir o estado, as soluções que a gente encontrava sempre acabavam por limitar o escopo de atuação do estado. Cada vez mais nós aceitávamos que várias coisas deveriam ficar exclusivamente pra iniciativa privada lidar, economizando não só os recursos do estado, mas também tempo e pessoas para combater seus inimigos. Do que adianta no papel o estado ter monopólio sobre algum setor se na prática este setor está infestado de comunistas e degenerados? Nenhuma das nossas ordens seriam cumpridas. É como um braço gangrenado. Para salvar o resto do corpo, é preciso amputa-lo. Nada melhor do que um comunista desempregado e sem poder.
Inevitavelmente tive contato com outras correntes de pensamento que pregavam mais ou menos a mesma coisa e virei liberal.
A partir daí, começou o meu ceticismo contra o próprio estado e acredito que a maioria lendo isso conhece a trilha normal que um libertário ex-liberal seguiu. Você vai parando de teimar e espernear sobre questões práticas e vai dando maior importância para a ética. Você deixa de perguntar tanto "isso é viável?" e começa a perguntar mais "isso é certo?"
Ao navegar por essa linha de raciocínio, o delta desse rio é o libertarianismo.
Inevitavelmente tive contato com outras correntes de pensamento que pregavam mais ou menos a mesma coisa e virei liberal.
A partir daí, começou o meu ceticismo contra o próprio estado e acredito que a maioria lendo isso conhece a trilha normal que um libertário ex-liberal seguiu. Você vai parando de teimar e espernear sobre questões práticas e vai dando maior importância para a ética. Você deixa de perguntar tanto "isso é viável?" e começa a perguntar mais "isso é certo?"
Ao navegar por essa linha de raciocínio, o delta desse rio é o libertarianismo.
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