Dos tempos que era permitido dirigir de salto alto...
De fato não é o calçado recomendado pra conduzir um veículo, mas se você souber dos riscos, já está acostumada com as precauções necessárias e já dirigiu bastante de salto alto, por que não?
Eu lembro de uma vez o Izzy Nobre comentando como os libertários são os primeiros a serem contra leis que obrigam os motoristas a usarem certos dispositivos de segurança e também as que obrigam as fabricantes a botar esses dispositivos logo de fábrica, além de toda a conduta do motorista descrita no Código de Trânsito Brasileiro. E basicamente espantalhando que libertários querem que todos conduzam veículos inseguros de forma insegura.
Isso é uma infantilização do indivíduo. Quem escreve e defende tais regulações está basicamente dizendo "não podemos confiar no seu cálculo de risco, nós que temos um raciocíno superior iremos dizer como você deve se comportar."
Por que o desejo de infantilizar o indivíduo? Pois o nome nos dá uma dica: Margem para criar-se uma figura paterna. Daí, o paternalismo que nós conhecemos bem. Mas como praticamente todas as pessoas já possuem uma figura paterna na vida, como adicionar mais uma? Ora, existe uma organização com todos os meios pra isso: O estado.
Substituir e jogar pra escanteio o cálculo de risco do indivíduo, e força-lo a agir de acordo com o cálculo de risco dos legisladores. O exemplo da condução de um veículo é fácil, mas existem inúmeras áreas onde o estado se mete como nova figura paterna e lhe força a agir de acordo com suas decisões, frequentemente frutos de meras opiniões e achismos. Você não é mais visto como um adulto responsável por suas ações, e sim como uma boneca a ser mexida e remexida ao bel-prazer da lei atual.
Nem todo mundo curte esse nível de putaria.
De fato não é o calçado recomendado pra conduzir um veículo, mas se você souber dos riscos, já está acostumada com as precauções necessárias e já dirigiu bastante de salto alto, por que não?
Eu lembro de uma vez o Izzy Nobre comentando como os libertários são os primeiros a serem contra leis que obrigam os motoristas a usarem certos dispositivos de segurança e também as que obrigam as fabricantes a botar esses dispositivos logo de fábrica, além de toda a conduta do motorista descrita no Código de Trânsito Brasileiro. E basicamente espantalhando que libertários querem que todos conduzam veículos inseguros de forma insegura.
Isso é uma infantilização do indivíduo. Quem escreve e defende tais regulações está basicamente dizendo "não podemos confiar no seu cálculo de risco, nós que temos um raciocíno superior iremos dizer como você deve se comportar."
Por que o desejo de infantilizar o indivíduo? Pois o nome nos dá uma dica: Margem para criar-se uma figura paterna. Daí, o paternalismo que nós conhecemos bem. Mas como praticamente todas as pessoas já possuem uma figura paterna na vida, como adicionar mais uma? Ora, existe uma organização com todos os meios pra isso: O estado.
Substituir e jogar pra escanteio o cálculo de risco do indivíduo, e força-lo a agir de acordo com o cálculo de risco dos legisladores. O exemplo da condução de um veículo é fácil, mas existem inúmeras áreas onde o estado se mete como nova figura paterna e lhe força a agir de acordo com suas decisões, frequentemente frutos de meras opiniões e achismos. Você não é mais visto como um adulto responsável por suas ações, e sim como uma boneca a ser mexida e remexida ao bel-prazer da lei atual.
Nem todo mundo curte esse nível de putaria.
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A queixa dos libertários não é superficial assim, versando apenas sobre os detalhes das regulações. Versa sobre o controle agressivo que está implícito nestas regulações.
E sim, essa infantilização é uma forma de coletivismo. Ignora completamente as diferenças entre as pessoas, sempre aplicando um modelo tamanho único. Esquecem que uns são melhores motoristas que outros, e pra estes certos dispositivos de segurança são absolutamente inúteis no melhor cenário, e um obstáculo à sua boa condução no pior (o que tem de gente que odeia dirigir com cinto não tá no gibi). Mas você é uma criança. Você deve obedecer os metidos a adultões que legislam e mandam homens mais fortes que eles fazerem valer o que eles rabiscaram no papel, agredindo inocentes no processo. Experimente discutir a lei com o policial pra ver quantos tapas ou empurrões você leva antes de ser conduzido pra delegacia e ter o seu veículo guinchado.
Também é uma futurologia. Já supõem que sem tais regulações, os indivíduos de repente iriam ter zero apreço pela vida e iriam de propósito colocar si e outros em perigo à toa. Portanto, a lei e seus agentes devem ativamente vigiar os indivíduos e preventivamente puni-los quando pegos fora das regulações, mesmo quando ainda não causaram dano ou mal à ninguém.
Este é o ordenamento jurídico atual: Vários crianções que se acham alguma coisa porque foram eleitos propõem, votam e aprovam novas formas de tentar te controlar, você que é um mero mortal descartável perante eles, na visão deles. E então mandam o braço armado do estado atuar, porque esses crianções não têm coragem deles mesmos irem atrás de inocentes para agredir.
Essa tentativa de infantilização da população é também uma projeção. Adultos com cabeça de criança querendo transformar os outros em crianças também.
E sim, essa infantilização é uma forma de coletivismo. Ignora completamente as diferenças entre as pessoas, sempre aplicando um modelo tamanho único. Esquecem que uns são melhores motoristas que outros, e pra estes certos dispositivos de segurança são absolutamente inúteis no melhor cenário, e um obstáculo à sua boa condução no pior (o que tem de gente que odeia dirigir com cinto não tá no gibi). Mas você é uma criança. Você deve obedecer os metidos a adultões que legislam e mandam homens mais fortes que eles fazerem valer o que eles rabiscaram no papel, agredindo inocentes no processo. Experimente discutir a lei com o policial pra ver quantos tapas ou empurrões você leva antes de ser conduzido pra delegacia e ter o seu veículo guinchado.
Também é uma futurologia. Já supõem que sem tais regulações, os indivíduos de repente iriam ter zero apreço pela vida e iriam de propósito colocar si e outros em perigo à toa. Portanto, a lei e seus agentes devem ativamente vigiar os indivíduos e preventivamente puni-los quando pegos fora das regulações, mesmo quando ainda não causaram dano ou mal à ninguém.
Este é o ordenamento jurídico atual: Vários crianções que se acham alguma coisa porque foram eleitos propõem, votam e aprovam novas formas de tentar te controlar, você que é um mero mortal descartável perante eles, na visão deles. E então mandam o braço armado do estado atuar, porque esses crianções não têm coragem deles mesmos irem atrás de inocentes para agredir.
Essa tentativa de infantilização da população é também uma projeção. Adultos com cabeça de criança querendo transformar os outros em crianças também.
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No fim das contas, não é sobre a sua segurança. Nunca foi. É sobre controle. É sobre obediência. É sobre a sua submissão perante eles. O eterno conflito entre os inocentes e os agressores. Estes últimos sempre tentando legalizar e legitimar abusos contra pessoas que só querem serem deixadas em paz.
Libertários querem sim permitir certas atitudes tidas inseguras. Mas nunca dizem que são boas, quiçá que deveriam ser o padrão. Não temos problema algum com uma vítima apontar tais atitudes como agravantes num caso, por exemplo, de acidente auto-auto, onde a vítima conduzia de forma mais segura que o outro, fortalecendo seu caso perante o juíz. E de fato isso é o correto a se fazer, e o condutor inseguro deve ser punido e restituir a vítima. Vemos aqui claramente dois indivíduos com dois cálculos de risco completamente diferentes, apenas um pior que o outro e um deles vai arcar com as consequências de ter um cálculo de risco ruim que não condizia com a realidade das ruas.
Os detalhes das regulações são absolutamente secundários. A crítica libertária é muito mais profunda que isso.
Paternalistas não entendem a distinção entre permitir, obrigar, e gostar/aprovar. Não vêem o indivíduo como uma pessoa real, de carne e osso, com nome, sobrenome, família, amigos, histórias, etc., e sim como uma abstração. Números numa planília, nomes aleatórios e insignificantes no meio de inúmeros outros num banco de dados. São incapazes de enxergar o próximo como um ser humano igual a ele.
Isso é coisa de sociopata.
Libertários querem sim permitir certas atitudes tidas inseguras. Mas nunca dizem que são boas, quiçá que deveriam ser o padrão. Não temos problema algum com uma vítima apontar tais atitudes como agravantes num caso, por exemplo, de acidente auto-auto, onde a vítima conduzia de forma mais segura que o outro, fortalecendo seu caso perante o juíz. E de fato isso é o correto a se fazer, e o condutor inseguro deve ser punido e restituir a vítima. Vemos aqui claramente dois indivíduos com dois cálculos de risco completamente diferentes, apenas um pior que o outro e um deles vai arcar com as consequências de ter um cálculo de risco ruim que não condizia com a realidade das ruas.
Os detalhes das regulações são absolutamente secundários. A crítica libertária é muito mais profunda que isso.
Paternalistas não entendem a distinção entre permitir, obrigar, e gostar/aprovar. Não vêem o indivíduo como uma pessoa real, de carne e osso, com nome, sobrenome, família, amigos, histórias, etc., e sim como uma abstração. Números numa planília, nomes aleatórios e insignificantes no meio de inúmeros outros num banco de dados. São incapazes de enxergar o próximo como um ser humano igual a ele.
Isso é coisa de sociopata.
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Nando Moura conseguiu comparar o caso do anestesista estuprador com a rachadinha do filho do Bolsonaro.
PUTA QUE PARIU
PUTA QUE PARIU
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Um sinal claro de doença mental é quando a pessoa começa a botar o crime de estupro no mesmo balde que crimes contra a administração pública.
👍10🎉2
Precisamos falar sobre a irresistível vontade humana de abrir o microondas faltando 1 segundo e apertar cancelar.
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No Bostil esse velhinho provavelmente seria multado e teria o seu carrinho apreendido, mesmo não botando ninguém em risco além dele mesmo.
No Bostil querer ser deixado sozinho em paz é um crime lesa-pátria.
No Bostil querer ser deixado sozinho em paz é um crime lesa-pátria.
👍6🔥5
Gente, vamos parar de usar o termo "Bostil"
Denigre a imagem do país e isso não é algo patriota de se fazer
Denigre a imagem do país e isso não é algo patriota de se fazer
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