pi pi pi po po po mi mi mi cloroquina isso e cloquina isso e não sei o que lá e não sei o que aquilo blá blá blá
Pra qualquer problema médico, cada caso é um caso. Cada ser humano tem um corpo diferente do outro e viveu uma vida diferente do outro. Nunca vai existir na história da humanidade um momento em que basta você entrar num hospital ou num software, informar os seus sintomas, aferir seus sinais vitais, e boom! você já recebe uns diagnósticos e umas receitas. Não importa o nível de tecnologia, você sempre vai precisar descobrir ou informar muito mais informações que isso pra encontrar um tratamento preciso pra sua enfermidade percebida, o limite óbvio sendo toda a informação de toda a sua existência nesse mundo. Nunca vai existir uma solução X fixa pra um problema Y fixo. Se até as doenças se manifestam de formas diferentes pra pessoas diferentes, por que o tratamento delas deveria ser tamanho único?
A princípio, sempre deve prevalecer o consenso entre o médico e o paciente. Violar ou querer diminuir a importância desse acordo é sempre um atentado contra a saúde das pessoas. Querer impor ou restringir tratamentos médicos (salvo fraudes, obviamente) é um exemplo disso.
É a fraude, é o crime que deve ser combatido. Não o tratamento. E toda a polêmica do uso da cloroquina deveria ser isso: se é fraude ou não. E ao que tudo indica, quando utilizada de forma precoce funciona uns 2/3 das vezes. Agora, "médico" que diz que cloroquina é cura, este sim está fraudando os seus pacientes. Quando você ouve que algo é uma cura, entende-se que pode funcionar em qualquer estágio da doença, mas a cloroquina faz pouca diferença se você já está hospitalizado. Aí sim, querer receitar cloroquina não só é fraude (prometer uma coisa e entregar outra), mas também imperícia (falta de habilidade técnica esperada) e negligência (deixar de fazer o que você se dispôs a fazer), já que o dito "médico" falhou em analisar seu paciente corretamente e falhou em prover o tratamento adequado.
Pra qualquer problema médico, cada caso é um caso. Cada ser humano tem um corpo diferente do outro e viveu uma vida diferente do outro. Nunca vai existir na história da humanidade um momento em que basta você entrar num hospital ou num software, informar os seus sintomas, aferir seus sinais vitais, e boom! você já recebe uns diagnósticos e umas receitas. Não importa o nível de tecnologia, você sempre vai precisar descobrir ou informar muito mais informações que isso pra encontrar um tratamento preciso pra sua enfermidade percebida, o limite óbvio sendo toda a informação de toda a sua existência nesse mundo. Nunca vai existir uma solução X fixa pra um problema Y fixo. Se até as doenças se manifestam de formas diferentes pra pessoas diferentes, por que o tratamento delas deveria ser tamanho único?
A princípio, sempre deve prevalecer o consenso entre o médico e o paciente. Violar ou querer diminuir a importância desse acordo é sempre um atentado contra a saúde das pessoas. Querer impor ou restringir tratamentos médicos (salvo fraudes, obviamente) é um exemplo disso.
É a fraude, é o crime que deve ser combatido. Não o tratamento. E toda a polêmica do uso da cloroquina deveria ser isso: se é fraude ou não. E ao que tudo indica, quando utilizada de forma precoce funciona uns 2/3 das vezes. Agora, "médico" que diz que cloroquina é cura, este sim está fraudando os seus pacientes. Quando você ouve que algo é uma cura, entende-se que pode funcionar em qualquer estágio da doença, mas a cloroquina faz pouca diferença se você já está hospitalizado. Aí sim, querer receitar cloroquina não só é fraude (prometer uma coisa e entregar outra), mas também imperícia (falta de habilidade técnica esperada) e negligência (deixar de fazer o que você se dispôs a fazer), já que o dito "médico" falhou em analisar seu paciente corretamente e falhou em prover o tratamento adequado.
C19Early: COVID-19 Early Treatment Analysis
COVID-19 early treatment: real-time analysis of 5,882 studies
COVID-19 early treatment: real-time analysis of 5,882 studies for 172 treatments
"Eu vi que alguns estão dizendo que chamar ativistas de "Lumena" seria racismo, o que eu não sei se concordo muito."
Como assim "não sabe" se é racismo ou não? Qualquer pessoa que não tem gelatina de framboesa onde deveria estar seu cérebro se toca na hora que não se trata de uma questão racial, e sim uma social.
Estão falando do tipinho de pessoa que a Lumena é, não da raça dela. Se a Lumena fosse uma ruiva de olhos verdes e mais pálida que um cadáver, mas tivesse a mesma personalidade e tratasse os outros da mesma forma, duvido que alguém aceitaria "só estão reclamando porque são racistas" como desculpa pras suas ações. Inclusive acho que ele seria o primeiro a apontar esse ridículo se fosse o caso. Não existem questões raciais aqui.
Izzy Nobre burro PRA CARALHO. Esse é o efeito do Canadá na mente das pessoas. Aí depois reclama quando chamam ele de sojado, SJW ou esquerdalha.
Como assim "não sabe" se é racismo ou não? Qualquer pessoa que não tem gelatina de framboesa onde deveria estar seu cérebro se toca na hora que não se trata de uma questão racial, e sim uma social.
Estão falando do tipinho de pessoa que a Lumena é, não da raça dela. Se a Lumena fosse uma ruiva de olhos verdes e mais pálida que um cadáver, mas tivesse a mesma personalidade e tratasse os outros da mesma forma, duvido que alguém aceitaria "só estão reclamando porque são racistas" como desculpa pras suas ações. Inclusive acho que ele seria o primeiro a apontar esse ridículo se fosse o caso. Não existem questões raciais aqui.
Izzy Nobre burro PRA CARALHO. Esse é o efeito do Canadá na mente das pessoas. Aí depois reclama quando chamam ele de sojado, SJW ou esquerdalha.
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KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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