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JAIR ASMODEUS BOLSONARO E SEUS ATOS
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Desinteligente é você que confunde o receio de vacinas específicas, como as contra Covid, e o receio de vacinas em geral, como os exemplos de Sarampo e Polio que você deu. Duvidar de uma vacina não é duvidar de todas. Não querer tomar vacina contra Covid não te torna um anti-vaxxer automaticamente. Não sei se essa generalização idiota foi uma das burrices padrão Izzy Nobre ou se é ele sendo desonesto assim de propósito.
E não sei quais números ele viu, mas o Izzy Nobre não conseguiria explicar por exemplo a Irlanda ou Israel ou Singapura, países muito bem vacinados e numa nova onda de casos. Será que essas são as excessões que ele menciona? Me parecem excessões grandes. E se falar que é por causa de variantes, aí fudeu. Vamos ter múltiplas campanhas de vacinação em paralelo? Uma pra cada variante? Não vai acabar nunca essa bosta? 1 vacina pra gripe e 47 pra coronga?
A Covid não tem nem 2 anos de idade, as vacinas menos ainda. É perfeitamente razoável não querer tomar por não saber os efeitos a longo prazo.
E não sei quais números ele viu, mas o Izzy Nobre não conseguiria explicar por exemplo a Irlanda ou Israel ou Singapura, países muito bem vacinados e numa nova onda de casos. Será que essas são as excessões que ele menciona? Me parecem excessões grandes. E se falar que é por causa de variantes, aí fudeu. Vamos ter múltiplas campanhas de vacinação em paralelo? Uma pra cada variante? Não vai acabar nunca essa bosta? 1 vacina pra gripe e 47 pra coronga?
A Covid não tem nem 2 anos de idade, as vacinas menos ainda. É perfeitamente razoável não querer tomar por não saber os efeitos a longo prazo.
E casos raros é o caralho, né?
Se o que não falta é gente famosa 100% vacinada que morreu de Covid, gente com visibilidade, que todo mundo acompanha e que todo mundo fica sabendo, imagine quantos casos iguais não devem existir entre a população comum, invisível, que ninguém conhece e ninguém fica sabendo.
Estamos falando de fabricantes que fizeram os testes in vitro, em animais e em humanos ao mesmo tempo, tudo corrido mesmo (por pressão de gente assustada, em pânico e histéricas igual o Izzy Nobre). É óbvio que vai ter uma boa parcela da população que vai ter efeitos colaterais graves até que essas vacinas com o tempo melhorem de qualidade e sejam confiáveis igual as outras vacinas do calendário de vacinação que estão aí com décadas ou mais de refinamento.
Por que as mortes de Covid devem ser expostas mas as mortes por efeitos colaterais das vacinas devem ser escondidas? Izzy Nobre, por que algumas vidas merecem mais empatia que outras?
Esse culto à vacina me dá nos nervos. O coronga tem uma taxa de sobrevivência pós-contágio de 97%, com esses 3% cheios de gente idosa e obesa, gente que já estava comprometida antes da pandemia. Mas não, se você não se vacinar é porque você gosta de ver pessoas entubadas e sofrendo num leito de UTI. Malditos sejam os não-vacinados!
Se o que não falta é gente famosa 100% vacinada que morreu de Covid, gente com visibilidade, que todo mundo acompanha e que todo mundo fica sabendo, imagine quantos casos iguais não devem existir entre a população comum, invisível, que ninguém conhece e ninguém fica sabendo.
Estamos falando de fabricantes que fizeram os testes in vitro, em animais e em humanos ao mesmo tempo, tudo corrido mesmo (por pressão de gente assustada, em pânico e histéricas igual o Izzy Nobre). É óbvio que vai ter uma boa parcela da população que vai ter efeitos colaterais graves até que essas vacinas com o tempo melhorem de qualidade e sejam confiáveis igual as outras vacinas do calendário de vacinação que estão aí com décadas ou mais de refinamento.
Por que as mortes de Covid devem ser expostas mas as mortes por efeitos colaterais das vacinas devem ser escondidas? Izzy Nobre, por que algumas vidas merecem mais empatia que outras?
Esse culto à vacina me dá nos nervos. O coronga tem uma taxa de sobrevivência pós-contágio de 97%, com esses 3% cheios de gente idosa e obesa, gente que já estava comprometida antes da pandemia. Mas não, se você não se vacinar é porque você gosta de ver pessoas entubadas e sofrendo num leito de UTI. Malditos sejam os não-vacinados!
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Tá aí o problema. A forma que você interpreta o libertarianismo tá toda errada.
Mas antes, pega essa falácia do unicórnio e enfia no cu. Não vivemos numa sociedade de leis privadas e o estado está aí proibindo justiça privada. Temos que lidar com violações de propriedade com o que temos disponível no momento. O Izzy Nobre parece aqueles retardados que falam que ancap não pode chamar a polícia ou não pode andar na rua porque isso seria contraditório pois estamos utilizando meios estatais para os nossos fins. É igual criticar um escravo por comer a comida que o dono lhe dá ao invés de magicamente conjurar comida que não venha dele, pro escravo ser coerente com o seu abolicionismo.
E falar das big-techs sem falar das suas relações com o estado é sinal de ignorância ou filhadaputagem. O que tem delas fazendo lobby e o que tem de político metido nessas empresas não tá no gibi.
Mas foda-se, jogue tudo no mesmo balde chamado "empresas privadas" e bosteje mesmo. A Google funciona igual a mercearia do Zé.
Mas antes, pega essa falácia do unicórnio e enfia no cu. Não vivemos numa sociedade de leis privadas e o estado está aí proibindo justiça privada. Temos que lidar com violações de propriedade com o que temos disponível no momento. O Izzy Nobre parece aqueles retardados que falam que ancap não pode chamar a polícia ou não pode andar na rua porque isso seria contraditório pois estamos utilizando meios estatais para os nossos fins. É igual criticar um escravo por comer a comida que o dono lhe dá ao invés de magicamente conjurar comida que não venha dele, pro escravo ser coerente com o seu abolicionismo.
E falar das big-techs sem falar das suas relações com o estado é sinal de ignorância ou filhadaputagem. O que tem delas fazendo lobby e o que tem de político metido nessas empresas não tá no gibi.
Mas foda-se, jogue tudo no mesmo balde chamado "empresas privadas" e bosteje mesmo. A Google funciona igual a mercearia do Zé.
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Você me garante que a gente concordou com essas regras? Você perguntou pra todo mundo pra poder afirmar isso? Toda essa treta sobre as regras já não prova que no mínimo não existe tanta concordância assim?
Sabe outra coisa que faz parte da convivência em sociedade além de regras? Não ficar mudando essas regras no meio do jogo. "Imagino que na sua casa não seja assim", e não é mesmo. Eu não posso receber visitas na minha casa mediante certas condições e de repente começar a punir elas por interpretações absurdas das minhas próprias condições. Você também não gostaria de viver numa sociedade onde as regras são incertas porque o aplicador das regras as interpreta ao seu bel-prazer o tempo todo.
E só o Izzy Nobre mesmo pra conseguir traçar um paralelo entre o Código de Hamurabi (unilateral) e os termos de uso do Twitter (bilateral). Mas né, são duas listas de regras, então devem ser a mesma coisa.
Sabe outra coisa que faz parte da convivência em sociedade além de regras? Não ficar mudando essas regras no meio do jogo. "Imagino que na sua casa não seja assim", e não é mesmo. Eu não posso receber visitas na minha casa mediante certas condições e de repente começar a punir elas por interpretações absurdas das minhas próprias condições. Você também não gostaria de viver numa sociedade onde as regras são incertas porque o aplicador das regras as interpreta ao seu bel-prazer o tempo todo.
E só o Izzy Nobre mesmo pra conseguir traçar um paralelo entre o Código de Hamurabi (unilateral) e os termos de uso do Twitter (bilateral). Mas né, são duas listas de regras, então devem ser a mesma coisa.
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Caralho, imagine que bosta seria ter aula de libertarianismo com o Izzy Nobre. O cara aprendeu o que é libertarianismo ou com soça ou vendo liberteen no Twitter, não é possível.
Ninguém com leitura básica vai defender que empresas possam fazer qualquer coisa, muito menos que isso seja o "ethos libertário" ou coisa parecida. Com a livre associação, mesma coisa. A história não começa nem termina aí, tem um monte de coisa que vem antes. O que o libertarianismo defende é que é errado violar a auto-propriedade do coleguinha e que é impossível argumentar contra essa afirmação sem cair em contradição. Observe que até a "bronca" com o estado só vem depois disso, depois de descobrirmos o que é certo e o que é errado, depois de termos uma base pra definir o que é uma agressão ou não, e aí sim a gente observa o estado e vemos que seus membros cometem crimes pra caralho e uma instituição assim não deveria existir.
Como sempre, Izzy Nobre profundo feito um pires.
Ninguém com leitura básica vai defender que empresas possam fazer qualquer coisa, muito menos que isso seja o "ethos libertário" ou coisa parecida. Com a livre associação, mesma coisa. A história não começa nem termina aí, tem um monte de coisa que vem antes. O que o libertarianismo defende é que é errado violar a auto-propriedade do coleguinha e que é impossível argumentar contra essa afirmação sem cair em contradição. Observe que até a "bronca" com o estado só vem depois disso, depois de descobrirmos o que é certo e o que é errado, depois de termos uma base pra definir o que é uma agressão ou não, e aí sim a gente observa o estado e vemos que seus membros cometem crimes pra caralho e uma instituição assim não deveria existir.
Como sempre, Izzy Nobre profundo feito um pires.
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Não. Vá tomar no cu, Peter.
É bom sim desejar que algumas empresas quebrem e deixem de existir, especialmente empresas filhas da puta igual a Rede Globo. Seria igualmente saudável as pessosas desejarem a falência de uma farmácia filha da puta. E não acho que a sociedade vai sofrer muito por não ter mais a opção de assistir a programação de uma empresa que só cresceu até o tamanho que tem por causa de dinheiro do governo.
Se a Globo quebrar, os seus estúdios bonitos não vão cair num buraco negro e seus funcionários não vão explodir e pintar o chão de vermelho. Toda a capacidade de produção áudio-visual dela não vai se perder. Seus estúdios e equipamentos serão comprados por outras empresas do mesmo ramo e os seus empregados irão levar seus talentos e expertises pra servir novas audiências. Simples realocação de recursos. Acontece de forma natural no mercado.
Nós não precisamos gastar saliva ou teclado defendendo a perpetuação da Rede Globo ao longo das gerações.
É bom sim desejar que algumas empresas quebrem e deixem de existir, especialmente empresas filhas da puta igual a Rede Globo. Seria igualmente saudável as pessosas desejarem a falência de uma farmácia filha da puta. E não acho que a sociedade vai sofrer muito por não ter mais a opção de assistir a programação de uma empresa que só cresceu até o tamanho que tem por causa de dinheiro do governo.
Se a Globo quebrar, os seus estúdios bonitos não vão cair num buraco negro e seus funcionários não vão explodir e pintar o chão de vermelho. Toda a capacidade de produção áudio-visual dela não vai se perder. Seus estúdios e equipamentos serão comprados por outras empresas do mesmo ramo e os seus empregados irão levar seus talentos e expertises pra servir novas audiências. Simples realocação de recursos. Acontece de forma natural no mercado.
Nós não precisamos gastar saliva ou teclado defendendo a perpetuação da Rede Globo ao longo das gerações.
Políticos só mandam. Políticos sempre vão depender da obediência dos braços armados do estado.
É o Lula que vai na tua casa cumprir mandado de busca e apreensão? Não, é a polícia civil. É o Bolsonaro que vai ignorar os teus documentos em ordem e te prender por porte ilegal de arma mesmo assim? Não, é a PM/PRF. É algum político qualquer que vai pessoalmente te barrar de ter alguma arma de calibre restrito? Não, é o exército.
Entra político, sai político, não importa. Quem de fato tem o poder de te foder são os membros do braço armado do estado. Você não precisa se proteger de políticos, e sim destes. E se você consegue se defender ou se esconder ou se esquivar destes, você é livre, não importa o quanto um político chore e esperneie.
Não vou negar, a politicagem do dia-a-dia é interessante e divertida, e até certo ponto não pode ser ignorada. Basta ver as postagens no meu canal pra ver como eu gosto de gastar teclado pra falar mal de político. Mas eu vejo muito libertário focando só nessa politicagem e esquecem completamente dos membros do braço armado do estado (ao ponto de ficar parecendo que nem existem). São esses policiais e soldados que irão, em maior ou menor grau, aplicar nas pessoas essas leis injustas que esses políticos tiram do cu.
Inclusive, se eles quiserem, podem decidir quais leis aplicarem, de forma bem seletiva mesmo. E o que um político vai fazer sobre isso? A ALESP tem 94 deputados. A PMESP tem mais de 300.000 policiais. Qual lado ganha num tiroteio? Se a PMESP decidir não obedecer mais, fim de papo. Daí só pedindo socorro pro Exército Brasileiro.
Enfim, não vejo ancaps/libertários o suficiente discutindo sobre os membros do estado que de fato são os responsáveis por cumprir as leis absurdas de que tanto reclamamos. Falamos só de quem as escrevem, mas papel e tinta não têm poderes mágicos. Eles precisam de outras pessoas (pessoas armadas) pra que seus escritos mirabolantes tenham algum efeito na vida real das pessoas. O máximo que fazemos é ficar com raiva quando assistimos vídeos de guardas municipais batendo e confiscando os produtos de algum ambulante. Não discutimos por exemplo que o ato de assassinar um policial na verdade sempre se trata de um caso de legítima defesa, independente das circunstâncias. Provavelmente por medo de algum policial ficar sabendo que você defende isso e ir atrás de você pra te dar uma acelerada, e portanto provando o meu ponto.
Políticos não têm poder. Eles não fazem nada além de mandar. Preste atenção em quem está de farda e funcional, não de terno e gravata.
É o Lula que vai na tua casa cumprir mandado de busca e apreensão? Não, é a polícia civil. É o Bolsonaro que vai ignorar os teus documentos em ordem e te prender por porte ilegal de arma mesmo assim? Não, é a PM/PRF. É algum político qualquer que vai pessoalmente te barrar de ter alguma arma de calibre restrito? Não, é o exército.
Entra político, sai político, não importa. Quem de fato tem o poder de te foder são os membros do braço armado do estado. Você não precisa se proteger de políticos, e sim destes. E se você consegue se defender ou se esconder ou se esquivar destes, você é livre, não importa o quanto um político chore e esperneie.
Não vou negar, a politicagem do dia-a-dia é interessante e divertida, e até certo ponto não pode ser ignorada. Basta ver as postagens no meu canal pra ver como eu gosto de gastar teclado pra falar mal de político. Mas eu vejo muito libertário focando só nessa politicagem e esquecem completamente dos membros do braço armado do estado (ao ponto de ficar parecendo que nem existem). São esses policiais e soldados que irão, em maior ou menor grau, aplicar nas pessoas essas leis injustas que esses políticos tiram do cu.
Inclusive, se eles quiserem, podem decidir quais leis aplicarem, de forma bem seletiva mesmo. E o que um político vai fazer sobre isso? A ALESP tem 94 deputados. A PMESP tem mais de 300.000 policiais. Qual lado ganha num tiroteio? Se a PMESP decidir não obedecer mais, fim de papo. Daí só pedindo socorro pro Exército Brasileiro.
Enfim, não vejo ancaps/libertários o suficiente discutindo sobre os membros do estado que de fato são os responsáveis por cumprir as leis absurdas de que tanto reclamamos. Falamos só de quem as escrevem, mas papel e tinta não têm poderes mágicos. Eles precisam de outras pessoas (pessoas armadas) pra que seus escritos mirabolantes tenham algum efeito na vida real das pessoas. O máximo que fazemos é ficar com raiva quando assistimos vídeos de guardas municipais batendo e confiscando os produtos de algum ambulante. Não discutimos por exemplo que o ato de assassinar um policial na verdade sempre se trata de um caso de legítima defesa, independente das circunstâncias. Provavelmente por medo de algum policial ficar sabendo que você defende isso e ir atrás de você pra te dar uma acelerada, e portanto provando o meu ponto.
Políticos não têm poder. Eles não fazem nada além de mandar. Preste atenção em quem está de farda e funcional, não de terno e gravata.
Meu avô era policial militar. Quando eu era pequena ele já estava aposentado e foi uma das figuras paternas que eu tive na minha vida. Me criou muito bem e eu tenho muito, mas muito a agradecer a ele. Tudo que ele me ensinou, todas as broncas que ele me deu, todos os elogios que ele me fez, muita coisa importantíssima pra uma criança crescer bem. É um dos homens que eu mais respeitei e mais sinto falta na minha vida.
Mas eu seria uma tremenda hipócrita se eu não reconhecesse que, apesar de tudo isso, ele foi um jagunço armado do estado. Eu não sei quantas leis injustas ele cumpriu ou quantos inocentes ele conduziu a uma delegacia. Mas que deve ter feito, muito provavelmente fez. E eu tenho que viver sabendo que eu fui criada bem por uma pessoa má. Eu tenho que viver sabendo que parte da pessoa que sou hoje é por influência direta de um criminoso.
Quando eu falo que policial tem mais é que morrer mesmo, eu não falo isso toda feliz ou com um sorriso no nosto. Policial também tem nome, sobrenome, tem pai, tem mãe, muitos têm filhos, ainda são seres humanos com história, personalidade, sonhos, medos. Carne e alma igual todos nós.
Mas enquanto ele faz parte da corporação, eu não tenho opção senão considera-lo um inimigo.
Se meu avô ainda estivesse vivo hoje em dia e ainda fosse policial, eu não teria força nem coragem de puxar o gatilho. Eu viveria não só como uma hipócrita, mas também como uma covarde que não põe em prática o que prega. Todo bom dia dado seria um lembrete disso.
É a tragédia maior por trás de tudo isso. Pelas histórias que a minha mãe, a minha avó, o meu tio-avô (que serviu na PMPR junto com ele) me contaram, o meu avô era "puliça" mesmo. Tava lá pra pegar vagabundo de verdade. Ele era aquele sargento chato que não passava pano pra esqueminha criminoso de outros PMs, e sempre andava armado por causa disso, mesmo em pleno regime militar. Pensem comigo: quem tem os talentos, as habilidades e aptidões ótimas pra exercer a ação policial (que não é sinônimo de ser policial ou parte da corporação), igual o meu avô tinha, quantas opções essa pessoa tem pra botar em prática essas coisas? Existe a polícia estatal, e existe bico de segurança privado, que não é tão privado assim porque eles ainda têm que obedecer certas regras estatais. Na inexistência de polícias privadas, quantas pessoas não foram iludidas a entrarem para a polícia estatal achando que estavam fazendo a coisa certa? Quantos deixariam de entrar se entendessem que a própria polícia estatal já é uma organização criminosa em si mesma?
O estado é uma instituição que sobrevive assim mesmo. Na base da mentira, da manipulação, da coerção, da violência pura e simples, de botar inocentes contra inocentes, de transformar pessoas boas em pessoas más. Meu avô uma vítima dessa última. Não vamos a lugar nenhum enquanto ficarmos só discutindo se XYZ fere ou não a bosta do PNA e houver um embargo na discussão sobre o uso da força contra membros do estado.
Mas eu seria uma tremenda hipócrita se eu não reconhecesse que, apesar de tudo isso, ele foi um jagunço armado do estado. Eu não sei quantas leis injustas ele cumpriu ou quantos inocentes ele conduziu a uma delegacia. Mas que deve ter feito, muito provavelmente fez. E eu tenho que viver sabendo que eu fui criada bem por uma pessoa má. Eu tenho que viver sabendo que parte da pessoa que sou hoje é por influência direta de um criminoso.
Quando eu falo que policial tem mais é que morrer mesmo, eu não falo isso toda feliz ou com um sorriso no nosto. Policial também tem nome, sobrenome, tem pai, tem mãe, muitos têm filhos, ainda são seres humanos com história, personalidade, sonhos, medos. Carne e alma igual todos nós.
Mas enquanto ele faz parte da corporação, eu não tenho opção senão considera-lo um inimigo.
Se meu avô ainda estivesse vivo hoje em dia e ainda fosse policial, eu não teria força nem coragem de puxar o gatilho. Eu viveria não só como uma hipócrita, mas também como uma covarde que não põe em prática o que prega. Todo bom dia dado seria um lembrete disso.
É a tragédia maior por trás de tudo isso. Pelas histórias que a minha mãe, a minha avó, o meu tio-avô (que serviu na PMPR junto com ele) me contaram, o meu avô era "puliça" mesmo. Tava lá pra pegar vagabundo de verdade. Ele era aquele sargento chato que não passava pano pra esqueminha criminoso de outros PMs, e sempre andava armado por causa disso, mesmo em pleno regime militar. Pensem comigo: quem tem os talentos, as habilidades e aptidões ótimas pra exercer a ação policial (que não é sinônimo de ser policial ou parte da corporação), igual o meu avô tinha, quantas opções essa pessoa tem pra botar em prática essas coisas? Existe a polícia estatal, e existe bico de segurança privado, que não é tão privado assim porque eles ainda têm que obedecer certas regras estatais. Na inexistência de polícias privadas, quantas pessoas não foram iludidas a entrarem para a polícia estatal achando que estavam fazendo a coisa certa? Quantos deixariam de entrar se entendessem que a própria polícia estatal já é uma organização criminosa em si mesma?
O estado é uma instituição que sobrevive assim mesmo. Na base da mentira, da manipulação, da coerção, da violência pura e simples, de botar inocentes contra inocentes, de transformar pessoas boas em pessoas más. Meu avô uma vítima dessa última. Não vamos a lugar nenhum enquanto ficarmos só discutindo se XYZ fere ou não a bosta do PNA e houver um embargo na discussão sobre o uso da força contra membros do estado.
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Não existe dilema, Bostantino. É você que cria esse papinho de "praças públicas" e atribui às redes sociais expectativas e obrigações que elas não têm.
E se o Twitter "cresceu como uma plataforma neutra", é porque o Twitter teve que se declarar assim porque essa distinção entre plataforma neutra e publisher é uma distinção jurídica que o estado criou. E agora o Twitter se aproveita dessa distinção a usando como escudo contra usuários que o acusam de estar agindo como publisher. A jurisprudência não é certa e o Twitter possui mais advogados que você. Quem ganha? Eles cometem a fraude de não seguirem os próprios termos, simplesmente alegam que são uma plataforma neutra, apontam que você aceitou os termos de uso, e pronto. Pau no seu cu.
"Empresas privadas podem fazer o que quiser" só nesse cenário de intervenção estatal. Discutir as arbitrariedades do Twitter sem nem mencionar o papel do estado no meio de tudo isso é sinal que você não está vendo a totalidade do problema.
E se o Twitter "cresceu como uma plataforma neutra", é porque o Twitter teve que se declarar assim porque essa distinção entre plataforma neutra e publisher é uma distinção jurídica que o estado criou. E agora o Twitter se aproveita dessa distinção a usando como escudo contra usuários que o acusam de estar agindo como publisher. A jurisprudência não é certa e o Twitter possui mais advogados que você. Quem ganha? Eles cometem a fraude de não seguirem os próprios termos, simplesmente alegam que são uma plataforma neutra, apontam que você aceitou os termos de uso, e pronto. Pau no seu cu.
"Empresas privadas podem fazer o que quiser" só nesse cenário de intervenção estatal. Discutir as arbitrariedades do Twitter sem nem mencionar o papel do estado no meio de tudo isso é sinal que você não está vendo a totalidade do problema.
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Primeiro que se você assina alguma coisa sem ler você já começa errado, por mais que você se torne a parte certa depois. Mas eu dou uma colher de chá pro Constantino, porque os termos de uso do Twitter realmente são uma bosta. Aquilo tem mais de 60 páginas. Pra efeitos de comparação, se eu somar o meu contrato do curso de socorrista e o meu contrato do curso de bombeiro profissional civil, dão menos de 10 páginas.
Dito isso, se o Constantino sabe que os termos são estranhos, subjetivos e dão margem pro Twitter te banir por qualquer bosta, por que ele aceita participar do jogo com essas regras?
Bom, agora que aceitou, por que você não aciona a justiça contra o Twitter? Esses banimentos são uma quebra de contrato gritante. Procure meios de forçar o Twitter a explicar o seu ban ao invés de defender regulação estatal das redes sociais.
Dito isso, se o Constantino sabe que os termos são estranhos, subjetivos e dão margem pro Twitter te banir por qualquer bosta, por que ele aceita participar do jogo com essas regras?
Bom, agora que aceitou, por que você não aciona a justiça contra o Twitter? Esses banimentos são uma quebra de contrato gritante. Procure meios de forçar o Twitter a explicar o seu ban ao invés de defender regulação estatal das redes sociais.
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Não, libertários não entendem isso, porque isso é um negócio que você tirou do seu cu e ninguém tem a obrigação de entender essas merdas que saem de lá.
De onde você tirou essa condição de "por atender o público, você não pode X"? O Bostantino, que se diz ex-libertário, se ele um dia de fato foi um, ele sim deveria entender que propriedade privada implica em uso exclusivo. Isto é, nenhum outro indivíduo pode limitar ou obrigar algum fim específico aos meus meios. Se eu quiser botar uma placa no meu restaurante dizendo "não atendemos negros, gays, judeus ou cariocas", eu ainda estou perfeitamente dentro dos limites dos meus direitos de propriedade privada.
Se "na prática" (e liberal adora falar em prática e pragmatismo) isso muito provavelmente vai me causar perder vários clientes, ser ostracizada e sofrer boicotes, isso é problema meu. Cedo ou tarde eu vou ter que começar a aceitar mais tipos de pessoas no meu restaurante. Você não tem direito de meter o bedelho.
Se você não gosta ou acha feio, paciência.
De onde você tirou essa condição de "por atender o público, você não pode X"? O Bostantino, que se diz ex-libertário, se ele um dia de fato foi um, ele sim deveria entender que propriedade privada implica em uso exclusivo. Isto é, nenhum outro indivíduo pode limitar ou obrigar algum fim específico aos meus meios. Se eu quiser botar uma placa no meu restaurante dizendo "não atendemos negros, gays, judeus ou cariocas", eu ainda estou perfeitamente dentro dos limites dos meus direitos de propriedade privada.
Se "na prática" (e liberal adora falar em prática e pragmatismo) isso muito provavelmente vai me causar perder vários clientes, ser ostracizada e sofrer boicotes, isso é problema meu. Cedo ou tarde eu vou ter que começar a aceitar mais tipos de pessoas no meu restaurante. Você não tem direito de meter o bedelho.
Se você não gosta ou acha feio, paciência.
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Constantino, entenda de uma vez por todas: o Twitter não é sua propriedade privada. O Twitter é propriedade privada do Twitter. O que o Twitter faz é te oferecer um serviço de bosta e cheio de fraudes que você usa porque quer. Se é difícil pra você ir aos poucos migrando a sua base para outras redes sociais mais amigáveis, isso é problema seu.
Liberal é um ser desprezível porque é sempre assim. Toda vez que encontra alguma dificuldade, logo vai chorar pro papai estado fazer alguma coisa. A linha que divide liberais de socialistas fica mais turva a cada dia que se passa.
Se nós vivessemos num ambiente onde contratos são respeitados, ao invés desse estado democrático de direito que o Bostantino tanto ama e defende, você poderia simplesmente processar o Twitter e obter os "seus" seguidores de volta.
Liberal é um ser desprezível porque é sempre assim. Toda vez que encontra alguma dificuldade, logo vai chorar pro papai estado fazer alguma coisa. A linha que divide liberais de socialistas fica mais turva a cada dia que se passa.
Se nós vivessemos num ambiente onde contratos são respeitados, ao invés desse estado democrático de direito que o Bostantino tanto ama e defende, você poderia simplesmente processar o Twitter e obter os "seus" seguidores de volta.
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É incrível como o Constantino identifica o problema, o oligopólio das big-techs, mas joga no lixo justamente o meio de quebrar esses oligopólios: a alt-tech.
Ele citou o Parler como um exemplo de perseguição contra a alt-tech, eu consigo citar mais exemplos: a Odysee (concorrente do YouTube) sendo perseguida pela SEC, o Gab (concorrente do Twitter) tendo seus servidores caçados feito cachorro, e mais recentemente aqui no Brasil já começaram a falar que o Telegram (concorrente do WhatsApp) é coisa de criminoso.
Nem por isso devemos abandonar a tentativa. Muito menos tentar usar o estado pra resolver o problema só porque estamos falando de empresas grandes, porque se você dá ao estado a permissão de regular essas redes sociais maiores, aí sim é que elas vão investir pesado em fazer lobby pra influenciar a forma dessa regulação, pra elas acabarem com termos mais favoráveis pra elas e menos favoráveis para a concorrência. Obrigações que empresas grandes podem arcar mas empresas menores não.
Ele citou o Parler como um exemplo de perseguição contra a alt-tech, eu consigo citar mais exemplos: a Odysee (concorrente do YouTube) sendo perseguida pela SEC, o Gab (concorrente do Twitter) tendo seus servidores caçados feito cachorro, e mais recentemente aqui no Brasil já começaram a falar que o Telegram (concorrente do WhatsApp) é coisa de criminoso.
Nem por isso devemos abandonar a tentativa. Muito menos tentar usar o estado pra resolver o problema só porque estamos falando de empresas grandes, porque se você dá ao estado a permissão de regular essas redes sociais maiores, aí sim é que elas vão investir pesado em fazer lobby pra influenciar a forma dessa regulação, pra elas acabarem com termos mais favoráveis pra elas e menos favoráveis para a concorrência. Obrigações que empresas grandes podem arcar mas empresas menores não.
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Monark, pare de fumar maconha, por favor, você não consegue mais formar frases que signifiquem alguma coisa.
Como assim "invadir" a sua propriedade intelectual? Como assim "ela é" a tua liberdade de expressão? Como que dá pra comparar perder a tua casa com ser banido do Twitter?
E não, liberdade de expressão não é um direito universal. Se eu quiser proibir certos assuntos de serem discutidos na minha casa e expulsar quem abrir a boca pra falar sobre eles, eu posso. Existem direitos que precedem a liberdade de expressão.
Além disso, mesmo considerando só o direito a liberdade de expressão, o que você tem é apenas o direito de se defender caso outras pessoas tentem agredir os SEUS meios, mas você não tem o direito de exigir que outros lhe dêem meios pra você se expressar. Você não tem o direito de obrigar o Twitter a lhe fornecer o serviço deles.
Não tem problema pausar por 2 segundos pra pensar antes de falar. Aí depois te chamam de maconheiro burro e palpiteiro e você não sabe o porquê.
Como assim "invadir" a sua propriedade intelectual? Como assim "ela é" a tua liberdade de expressão? Como que dá pra comparar perder a tua casa com ser banido do Twitter?
E não, liberdade de expressão não é um direito universal. Se eu quiser proibir certos assuntos de serem discutidos na minha casa e expulsar quem abrir a boca pra falar sobre eles, eu posso. Existem direitos que precedem a liberdade de expressão.
Além disso, mesmo considerando só o direito a liberdade de expressão, o que você tem é apenas o direito de se defender caso outras pessoas tentem agredir os SEUS meios, mas você não tem o direito de exigir que outros lhe dêem meios pra você se expressar. Você não tem o direito de obrigar o Twitter a lhe fornecer o serviço deles.
Não tem problema pausar por 2 segundos pra pensar antes de falar. Aí depois te chamam de maconheiro burro e palpiteiro e você não sabe o porquê.