Cabo Das Tormentas – Telegram
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"Os Vândalos, na antiga valentia
Ainda confiados, se ajuntavam
Da cabeça de toda Andaluzia,
Que do Guadalquibir as águas lavam.
A nobre Ilha também se apercebia
Que antigamente os Tírios habitavam,
Trazendo por insígnias verdadeiras
As Hercúleas colunas nas bandeiras."


Os Lusíadas, Canto IV, Estrofe 9
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Forwarded from chiaroscuro
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Forwarded from chiaroscuro
Odoacro e São Severino de Nórica
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Forwarded from Cabo Das Tormentas (AR)
Feliz dia das Mães ❤️‍🔥
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Forwarded from Western Heritage
Gustave Doré
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Forwarded from chiaroscuro
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O sonho de Nabucodonosor.
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"Matilda colhendo flores" pintura de George Dunlop Leslie.

- Dante, Virgílio e Estácio podem ser vistos ao fundo.
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Santa Joana d’Arc, rogai por nós.
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Ó Santa Joana d’Arc, vós que cumprindo a vontade de Deus, manifestada por vozes de anjos, de espada em punho, vós lançastes à luta por Deus e pela Pátria, ajudai-me a perceber no meu íntimo as inspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e a minha Pátria. Santa Joana d’Arc ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Que nem opressões, nem ameaças, nem processos e nem mesmo a fogueira me obriguem a recuar, quando estou com a razão e a verdade.

Concedei-me, ó Pai a coragem e o espírito de sacrifício de vossa serva Joana d’Arc, a fim de que, pelo seu exemplo e fidelidade, seja eu também um soldado da causa do Evangelho. Por Jesus Cristo Nosso Senhor.
Amém.

Santa Joana d’Arc, rogai por nós.
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Forwarded from Cabo Das Tormentas (AR)
A ÚLTIMA NAU

Levando a bordo El-Rei D. Sebastião,
E erguendo, como um nome, alto o pendão
Do Império,
Foi-se a última nau, ao sol aziago
Erma, e entre choros de ânsia e de presságio
Mistério.

Não voltou mais. A que ilha indescoberta
Aportou? Voltará da sorte incerta
Que teve?
Deus guarda o corpo e a forma do futuro,
Mas Sua luz projeta-o, sonho escuro
E breve.

Ah, quanto mais ao povo a alma falta,
Mais a minha alma atlântica se exalta
E entorna,
E em mim, num mar que não tem tempo ou espaço,
Vejo entre a cerração teu vulto baço
Que torna.

Não sei a hora, mas sei que há a hora,
Demore-a Deus, chame-lhe a alma embora
Mistério.
Surges ao sol em mim, e a névoa finda:
A mesma, e trazes o pendão ainda
Do Império.

-Fernando Pessoa, em Mensagem. 2a Parte (Mar Português), Canto Sexto, IX
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