Hoje, no dia 28 de Novembro, comemoramos 6 anos de aniversário do projeto do Cabo das Tormentas.
Primeiramente, gostaríamos de agradecer a cada um dos inscritos, simpatizantes, colaboradores e amigos ao longo de toda essa caminhada.
Nessa meia dúzia de anos de existência, agora certos de que a nossa maior força é a nossa Comunidade - ou seja, todos nós envolvidos, dos porta vozes aos inscritos e leitores- viemos nos conduzindo no sentido de prover mais atividades e interações entre todos os envolvidos.
Expandimos nossas redes para outras plataformas e estamos cada vez mais estimulando os integrantes a darem voz às suas próprias produções - principalmente textos - nas nossas redes, o que tem gerado novos conteúdos com a qualidade sempre esperada.
Além disso, também é de nosso interesse integrar cada vez mais os que chegam até nós, seja por meio de e-mails ou de nossas redes, em uma estrutura que possibilite cada vez mais o envolvimento direto de cada um, seja por meio das atividades próprias do CdT como um clube político, seja na nossa Associação Esportiva, sempre havendo espaço para cada um. A união faz a força, e sozinhos pereceremos.
Com todos esses avanços em mente, buscamos nos firmar no futuro como uma comunidade organizada, altiva e unida em ação para que seja apta a não só restaurar a vida anterior à tribulação, mas também de fundar uma nova realidade para a América Ibérica.
Um parabéns a todos, e até a vitória!
Primeiramente, gostaríamos de agradecer a cada um dos inscritos, simpatizantes, colaboradores e amigos ao longo de toda essa caminhada.
Nessa meia dúzia de anos de existência, agora certos de que a nossa maior força é a nossa Comunidade - ou seja, todos nós envolvidos, dos porta vozes aos inscritos e leitores- viemos nos conduzindo no sentido de prover mais atividades e interações entre todos os envolvidos.
Expandimos nossas redes para outras plataformas e estamos cada vez mais estimulando os integrantes a darem voz às suas próprias produções - principalmente textos - nas nossas redes, o que tem gerado novos conteúdos com a qualidade sempre esperada.
Além disso, também é de nosso interesse integrar cada vez mais os que chegam até nós, seja por meio de e-mails ou de nossas redes, em uma estrutura que possibilite cada vez mais o envolvimento direto de cada um, seja por meio das atividades próprias do CdT como um clube político, seja na nossa Associação Esportiva, sempre havendo espaço para cada um. A união faz a força, e sozinhos pereceremos.
Com todos esses avanços em mente, buscamos nos firmar no futuro como uma comunidade organizada, altiva e unida em ação para que seja apta a não só restaurar a vida anterior à tribulação, mas também de fundar uma nova realidade para a América Ibérica.
Um parabéns a todos, e até a vitória!
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Oswald Spengler traça paralelos entre os caudilhos americanos e os chefes germânicos ou conquistadores asiáticos, o que não é de todo descabido se considerarmos que a América foi "feudalizada como o continente europeu após a queda de Roma" (uma expressão também usada por Bolívar referindo-se à queda do Império Espanhol): "No mundo germânico, os espíritos de Alarico e Teodorico serão ressuscitados, dos quais o aparecimento de Cecil Rhodes nos dá um vislumbre, e os governantes exóticos do início do período russo, de Gengis Khan a Trotsky, não são muito diferentes de muitos pretendentes das repúblicas românicas da América Central, cujas lutas privadas há muito anularam a era formalista do Barroco espanhol".
- Alejandro Perdomo Fermin em "Los Fundamentos Ideológicos del Socialismo Bolivariano".
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Neste próximo sábado, ocorrerá no servidor do Discord do Cabo das Tormentas uma apresentação sobre o autor Eduardo Prado e sua obra "A Ilusão Americana". Estão convidados!.
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O Bolsonarismo descobre hoje o que Eduardo Prado já alardeava há mais de cem anos: os EUA não são amigos de ninguém; os EUA têm seus próprios interesses e farão valer esses interesses. Trump não é amigo de Bolsonaro, Trump não se importa com Bolsonaro; Trump tem seus próprios interesses. Não há como depositar quaisquer esperanças nos Estados Unidos, pois este sempre agiu de forma insidiosa em relação à América Ibérica. Nesse viés, não podemos esperar nada dos gringos; não podemos nos tornar capachos morais, intelectuais e políticos de estrangeiros; ninguém irá nos salvar. Neste momento, faz-se necessária a estrita observância do verdadeiro significado do eterno grito de Almacave: “Nos liberi sumus, Rex noster liber est, manus nostrae nos liberverunt.” Independência ou morte.
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Forwarded from O Último Arconte ♄
Descobrimento
— Alberto Buela
Gustavo Bueno definirá que a comunidade política tem início a partir da relação com o solo, a isso denomina "camada basal" de um Estado. É clara para nós a importância do Descobrimento. Ele alterou a camada basal hispânica, engendrando nessa cultura uma potencialidade imperial antes inexistente. Para nós, iberoamericanos, só significa uma coisa: a vocação imperial da Pátria Grande, com capacidade de voltar a si mesma. Esta é a perfeição das potências de fundo basal da Hispania. Por outro lado, a essas terras a hispanidade trouxe a possibilidade de unidade. Hispania e América, a combinação base da Civilização Austral.
https://www.youtube.com/watch?v=JOpf5gSxGNE&list=RDJOpf5gSxGNE&start_radio=1
"O sentido continental nasce com a descoberta hispânica da América, dado que antes da descoberta não existia tal sentido. É o mundo ibérico que introduz a noção de pertença a uma ecúmene cultural de caráter continental como o é a América Ibérica".
— Alberto Buela
Gustavo Bueno definirá que a comunidade política tem início a partir da relação com o solo, a isso denomina "camada basal" de um Estado. É clara para nós a importância do Descobrimento. Ele alterou a camada basal hispânica, engendrando nessa cultura uma potencialidade imperial antes inexistente. Para nós, iberoamericanos, só significa uma coisa: a vocação imperial da Pátria Grande, com capacidade de voltar a si mesma. Esta é a perfeição das potências de fundo basal da Hispania. Por outro lado, a essas terras a hispanidade trouxe a possibilidade de unidade. Hispania e América, a combinação base da Civilização Austral.
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O que importa antes de tudo é despertar em Portugal a consciência adormecida da Nação e levá- la a aceitar deliberadamente a solução orgânica da Monarquia, - mas da verdadeira Monarquia, da tradicional. No olvido das nossas virtudes ancestrais, impõe-se-nos uma como que segunda fundação da pátria, — pelo menos, no seu superior conceito moral. Desnaturámo-nos, incaracterizámo-nos. Há que volver, portanto, às orígens imortais da Raça e redimirnos pelos poderes ocultos da nossa história. Sebastianismo ? E porque não ? A acção, para ser fecunda, carece sempre de ser conduzida por uma labareda de fé alta e imarcessível. Assim se apresenta para a mocidade lusitana o problema trágico dos nossos destinos. Assim, de coração erguido, andamos a preparar a jornada heroica em que se há-de alcançar, pela constância da vontade e pelo fervor da inteligência, a redenção da terra querida que, em herança sagrada, recebemos dos nossos maiores.
-António Sardinha em A Aliança Peninsular.
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Forwarded from Geopolítica Mundial
Hj as 19hrs, vídeo treta do mês:
https://youtu.be/yb93HXXjYU8
https://youtu.be/yb93HXXjYU8
YouTube
A Direita Brasileira AINDA não entendeu os Estados Unidos
O debate sobre política externa no Brasil tem sido conduzido de forma intelectualmente pobre, emocionalmente carregada e estrategicamente suicida. Em meio à intensificação da disputa estrutural entre Estados Unidos e China, o país não apenas falha em construir…
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Um senador americano propôs um projeto de lei que autoriza o Presidente assinar Cartas de Corso (pirataria legalizada) para combater os cartéis fora do território dos EUA.
Não se trata de uma política excepcional, mas, como o próprio senador disse, a um retorno à normalidade histórica: os países anglo-saxônicos sempre utilizaram piratas nacionais como ponta de lança para fazer valer seus interesses. Só que agora a diferença é que estão largando atrás dos iemenitas e dos chineses.
Recentemente falamos sobre a nova política americana para com a América Ibérica a busca da reafirmação de sua hegemonia perante o hemisfério ocidental. Enquanto os EUA legalizam a pirataria para si mesmos, as nossas lideranças se preocupam com a ameaça dos "redpills", ao invés de sermos tão ferozes quanto nossos inimigos, nossas elites escolhem se sentar e discutir as mais banais das frivolidades.
Não se trata de uma política excepcional, mas, como o próprio senador disse, a um retorno à normalidade histórica: os países anglo-saxônicos sempre utilizaram piratas nacionais como ponta de lança para fazer valer seus interesses. Só que agora a diferença é que estão largando atrás dos iemenitas e dos chineses.
Recentemente falamos sobre a nova política americana para com a América Ibérica a busca da reafirmação de sua hegemonia perante o hemisfério ocidental. Enquanto os EUA legalizam a pirataria para si mesmos, as nossas lideranças se preocupam com a ameaça dos "redpills", ao invés de sermos tão ferozes quanto nossos inimigos, nossas elites escolhem se sentar e discutir as mais banais das frivolidades.
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Caros amigos e simpatizantes, colaboramos nesse número da Revista Colombeia, editada e publicada por nossos amigos do Idearium Caribe, confiram!
https://www.ideariumcaribe.com/p/colombeia-n-2
https://www.ideariumcaribe.com/p/colombeia-n-2
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