O que importa antes de tudo é despertar em Portugal a consciência adormecida da Nação e levá- la a aceitar deliberadamente a solução orgânica da Monarquia, - mas da verdadeira Monarquia, da tradicional. No olvido das nossas virtudes ancestrais, impõe-se-nos uma como que segunda fundação da pátria, — pelo menos, no seu superior conceito moral. Desnaturámo-nos, incaracterizámo-nos. Há que volver, portanto, às orígens imortais da Raça e redimirnos pelos poderes ocultos da nossa história. Sebastianismo ? E porque não ? A acção, para ser fecunda, carece sempre de ser conduzida por uma labareda de fé alta e imarcessível. Assim se apresenta para a mocidade lusitana o problema trágico dos nossos destinos. Assim, de coração erguido, andamos a preparar a jornada heroica em que se há-de alcançar, pela constância da vontade e pelo fervor da inteligência, a redenção da terra querida que, em herança sagrada, recebemos dos nossos maiores.
-António Sardinha em A Aliança Peninsular.
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Forwarded from Geopolítica Mundial
Hj as 19hrs, vídeo treta do mês:
https://youtu.be/yb93HXXjYU8
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A Direita Brasileira AINDA não entendeu os Estados Unidos
O debate sobre política externa no Brasil tem sido conduzido de forma intelectualmente pobre, emocionalmente carregada e estrategicamente suicida. Em meio à intensificação da disputa estrutural entre Estados Unidos e China, o país não apenas falha em construir…
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Um senador americano propôs um projeto de lei que autoriza o Presidente assinar Cartas de Corso (pirataria legalizada) para combater os cartéis fora do território dos EUA.
Não se trata de uma política excepcional, mas, como o próprio senador disse, a um retorno à normalidade histórica: os países anglo-saxônicos sempre utilizaram piratas nacionais como ponta de lança para fazer valer seus interesses. Só que agora a diferença é que estão largando atrás dos iemenitas e dos chineses.
Recentemente falamos sobre a nova política americana para com a América Ibérica a busca da reafirmação de sua hegemonia perante o hemisfério ocidental. Enquanto os EUA legalizam a pirataria para si mesmos, as nossas lideranças se preocupam com a ameaça dos "redpills", ao invés de sermos tão ferozes quanto nossos inimigos, nossas elites escolhem se sentar e discutir as mais banais das frivolidades.
Não se trata de uma política excepcional, mas, como o próprio senador disse, a um retorno à normalidade histórica: os países anglo-saxônicos sempre utilizaram piratas nacionais como ponta de lança para fazer valer seus interesses. Só que agora a diferença é que estão largando atrás dos iemenitas e dos chineses.
Recentemente falamos sobre a nova política americana para com a América Ibérica a busca da reafirmação de sua hegemonia perante o hemisfério ocidental. Enquanto os EUA legalizam a pirataria para si mesmos, as nossas lideranças se preocupam com a ameaça dos "redpills", ao invés de sermos tão ferozes quanto nossos inimigos, nossas elites escolhem se sentar e discutir as mais banais das frivolidades.
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Caros amigos e simpatizantes, colaboramos nesse número da Revista Colombeia, editada e publicada por nossos amigos do Idearium Caribe, confiram!
https://www.ideariumcaribe.com/p/colombeia-n-2
https://www.ideariumcaribe.com/p/colombeia-n-2
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Caros amigos, segue abaixo o link de uma playlist contendo as chamadas realizadas este ano no servidor do Discord do Cabo das Tormentas!
https://www.youtube.com/playlist?list=PLw-tY-TDRd8ED_Zq9MQU6UKvh_4dLDUQy
https://www.youtube.com/playlist?list=PLw-tY-TDRd8ED_Zq9MQU6UKvh_4dLDUQy
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Como dito em outra ocasião, a captura de Maduro sinaliza uma mudança clara na política externa americana para com a América Ibérica, agora pautada pela lógica do big stick. Aqueles que não se curvarem aos interesses de Washington serão esmagados ou prensados até a submissão.
Hoje, o cadáver pútrido do chavismo sofreu um duro golpe. No entanto, isso está longe de representar o seu fim. As estruturas burocráticas, militares e os sistemas de lealdade que permitiram a ascensão de Maduro ao poder — e que sustentaram o chavismo no comando da Venezuela até os dias atuais — permanecem intactos e já se movimentam nos bastidores.
O destino da Venezuela, portanto, permanece incerto e apenas o futuro poderá esclarecê-lo. Contudo, aqueles que conhecem a história venezuelana sabem que o colapso institucional, a instabilidade crônica e longos períodos de guerra civil não são estranhos à terra de Bolívar.
Hoje, o cadáver pútrido do chavismo sofreu um duro golpe. No entanto, isso está longe de representar o seu fim. As estruturas burocráticas, militares e os sistemas de lealdade que permitiram a ascensão de Maduro ao poder — e que sustentaram o chavismo no comando da Venezuela até os dias atuais — permanecem intactos e já se movimentam nos bastidores.
O destino da Venezuela, portanto, permanece incerto e apenas o futuro poderá esclarecê-lo. Contudo, aqueles que conhecem a história venezuelana sabem que o colapso institucional, a instabilidade crônica e longos períodos de guerra civil não são estranhos à terra de Bolívar.
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