Forwarded from A Esfera Armilar
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Leopoldo de Almeida: O Arno Breker Português
Sua artes, profundamente afiliadas com o Estado Novo, e especialmente com "as políticas de espírito" de Antônio Ferro, procurou fundir, em suas palavras, "uma definição do academicismo clássico" com traços modernizadores, como era comum a artistas de sua estirpe em toda a Europa.
Tanto a modernidade no Cineteatro Éden, quanto a glorificação do passado em uma série de reis e militares.
Fontes:
1. Leopoldo de Almeida: O Arno Brecker Português - Miguel
@AEsferaArmilar
Leopoldo de Almeida: O Arno Breker Português
Sua artes, profundamente afiliadas com o Estado Novo, e especialmente com "as políticas de espírito" de Antônio Ferro, procurou fundir, em suas palavras, "uma definição do academicismo clássico" com traços modernizadores, como era comum a artistas de sua estirpe em toda a Europa.
Tanto a modernidade no Cineteatro Éden, quanto a glorificação do passado em uma série de reis e militares.
Fontes:
1. Leopoldo de Almeida: O Arno Brecker Português - Miguel
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Lembrando que nos últimos meses, uma escalada sem precedentes de ataques por parte de judeus contra cristãos e muçulmanos começou a ocorrer em Israel, ataques a igrejas, ataques a cemitérios cristãos, ataques a peregrinos, tudo isso com o aval do governo israelense e leniência das autoridades de segurança, a situação escalou para tal nível de tensão que a igreja onde Jesus multiplicou os pães no mar da Galiléia foi incendiada por extremistas judeus, no local foram encontradas pichações com os dizeres: “etiqueta de preço”, “Jesus é lixo”, “Jesus é um macaco”, “Rei David para os Judeus” bem como “Morte aos árabes e cristãos e àqueles que odeiam Israel”, a situação calamitosa e desesperadora de uma comunidade cristã abandonada por um ocidente hipócrita e fundamentalmente dominado pela heresia sionista levou o patriarca de Jerusalém Pierbattista Pizzaballa a realizar um apelo afirmando que cristãos estariam em perigo.
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Cabo Das Tormentas
Lembrando que nos últimos meses, uma escalada sem precedentes de ataques por parte de judeus contra cristãos e muçulmanos começou a ocorrer em Israel, ataques a igrejas, ataques a cemitérios cristãos, ataques a peregrinos, tudo isso com o aval do governo israelense…
Fontes públicas:
https://www.theguardian.com/world/2023/apr/13/christians-are-in-danger-under-israeli-government-says-holy-land-patriarch
https://www.nationalgeographic.com/history/article/151224-israel-jewish-terrorism-arson-christian-church-multiplication
https://www.972mag.com/jerusalem-christians-future-israel/ https://www.nbcnews.com/news/world/church-multiplication-loaves-fishes-torched-n377626
https://www.theguardian.com/world/2023/apr/13/christians-are-in-danger-under-israeli-government-says-holy-land-patriarch
https://www.nationalgeographic.com/history/article/151224-israel-jewish-terrorism-arson-christian-church-multiplication
https://www.972mag.com/jerusalem-christians-future-israel/ https://www.nbcnews.com/news/world/church-multiplication-loaves-fishes-torched-n377626
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Feliz de Colombo e de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
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"O trecho muito citado, "amai os vossos inimigos" (Mt 5:44 ; Lc 6:27) significa "diligite inimicos vestros" ou "agapate tous echtrous hymon" e não, "diligite hostes vestros", não se fala do inimigo político. Mesmo na guerra milenar entre o Cristianismo e o Islamismo, nunca ocorreu a um cristão, por amor aos Sarracenos ou aos Turcos, ter que entregar a Europa ao Islamismo, em vez de defendê-la. Não é preciso odiar pessoalmente o inimigo no sentido político e só tem sentido amar seu "inimigo", i.e., seu adversário, na esfera privada. Aquela passagem bíblica não diz respeito à contraposição política, assim como, por exemplo, não tem a pretensão de suprimir as oposições entre Bom e Mau ou Belo e Feio. Sobretudo, ela não significa que se deve amar os inimigos de seu povo e apoiá-los contra seu próprio povo."
-Carl Schmitt, o Conceito do Político (1932).
-Carl Schmitt, o Conceito do Político (1932).
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A Imigração Portuguesa no Brasil e as regiões destes imigrantes (colonos):
No período colonial do Brasil, um país que possuía uma população de 1.200.000 milhões de habitantes no século XVI, houve uma significativa imigração de colonos brancos provenientes principalmente de Portugal. Essa imigração muitas vezes era resultado da ação coordenada pela coroa portuguesa com o objetivo de preservar sua nova terra contra influências externas, como a possibilidade de perder a região para ingleses, franceses ou holandeses por falta de povoamento adequado. Além disso, também havia cidadãos portugueses que buscavam uma vida melhor, enriquecimento através do comércio ou qualquer outra aspiração pessoal para deixar a metrópole.
Boa parte desses primeiros colonos eram provenientes da Ilha da Madeira, que por sua vez, seus habitantes possuíam origem da região Norte de Portugal (especificamente a região do Entre-o-Douro e Minho) como estabelece Joel Serrão:
"[...] A princípio, oriundos do Algarve, parece legítimo afirmar-se que a essa primeira onda colonizadora se seguiu, no decurso do século XVI, uma outra procedente do Noroeste do país desse Entre-o-Douro e Minho, cuja navegação cedo se habituara a comerciar directamente com a ilha. Dirse-ia que desse modo, e como naturalmente, dado o condicionalismo demográfico português, a corrente emigratória se orientou a partir de regiões de povoação mais densa, servidas pela barra do Douro e por outros portos nortenhos, então em plena actividade, empenhados no comércio ultramarino. Por seu turno, já no século XVI havia principado a emissão de colonos madeirenses para o Brasil, tendência essa que nos séculos seguintes aumentará gradualmente de vulto."
A partir do século XVI, as atividades econômicas da coroa portuguesa se vêem mais distantes do Mar Índico e cada vez mais próximo do Atlântico, se orientando para terras brasileiras e virando as costas as terras indianas. Essa mudança na balança econômica foi de suma importância para a potencialização da imigração para o país (Brasil).
Fontes:
1. Serrão, Joel. “Conspecto Histórico Da Emigração Portuguesa.” Análise Social, vol 8, no. 32,1970,pp.597–617.JSTOR.
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A Imigração Portuguesa no Brasil e as regiões destes imigrantes (colonos):
No período colonial do Brasil, um país que possuía uma população de 1.200.000 milhões de habitantes no século XVI, houve uma significativa imigração de colonos brancos provenientes principalmente de Portugal. Essa imigração muitas vezes era resultado da ação coordenada pela coroa portuguesa com o objetivo de preservar sua nova terra contra influências externas, como a possibilidade de perder a região para ingleses, franceses ou holandeses por falta de povoamento adequado. Além disso, também havia cidadãos portugueses que buscavam uma vida melhor, enriquecimento através do comércio ou qualquer outra aspiração pessoal para deixar a metrópole.
Boa parte desses primeiros colonos eram provenientes da Ilha da Madeira, que por sua vez, seus habitantes possuíam origem da região Norte de Portugal (especificamente a região do Entre-o-Douro e Minho) como estabelece Joel Serrão:
"[...] A princípio, oriundos do Algarve, parece legítimo afirmar-se que a essa primeira onda colonizadora se seguiu, no decurso do século XVI, uma outra procedente do Noroeste do país desse Entre-o-Douro e Minho, cuja navegação cedo se habituara a comerciar directamente com a ilha. Dirse-ia que desse modo, e como naturalmente, dado o condicionalismo demográfico português, a corrente emigratória se orientou a partir de regiões de povoação mais densa, servidas pela barra do Douro e por outros portos nortenhos, então em plena actividade, empenhados no comércio ultramarino. Por seu turno, já no século XVI havia principado a emissão de colonos madeirenses para o Brasil, tendência essa que nos séculos seguintes aumentará gradualmente de vulto."
A partir do século XVI, as atividades econômicas da coroa portuguesa se vêem mais distantes do Mar Índico e cada vez mais próximo do Atlântico, se orientando para terras brasileiras e virando as costas as terras indianas. Essa mudança na balança econômica foi de suma importância para a potencialização da imigração para o país (Brasil).
Fontes:
1. Serrão, Joel. “Conspecto Histórico Da Emigração Portuguesa.” Análise Social, vol 8, no. 32,1970,pp.597–617.JSTOR.
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Um dos 12 Apóstolos, São Tomé, chamado Dídimo, aquele que duvidou da ressurreição de Jesus Cristo e condicionou sua fé nela aos sentidos do tato e da visão, teria velejado até a Índia em missão e lá pregado a Fé Cristã.
Lá, resistindo a um complô armado pela casta dos Brâmanes, os quais o detestavam por professar outra fé em suas terras, ressuscita o filho de um dos conspiradores, assassinado pelo próprio pai, o qual testemunha em favor de São Tomé, o que ocasionou a conversão de todos que testemunharam tal evento, inclusive a do soberano ali presente. Tal milagre é narrado por Camões no canto X dos Lusíadas. Hoje São Tomé é o padroreiro dos Cristãos Indianos.
A história foi confirmada quando os portugueses, ao atracarem no Subcontinente no Séc. XVI, teriam descoberto a sua cripta com seus restos mortais, incluindo as pontas de lança que os hindus teriam usado para martirizá-lo após um ardil, com o sangue ainda coagulado.
Lá, resistindo a um complô armado pela casta dos Brâmanes, os quais o detestavam por professar outra fé em suas terras, ressuscita o filho de um dos conspiradores, assassinado pelo próprio pai, o qual testemunha em favor de São Tomé, o que ocasionou a conversão de todos que testemunharam tal evento, inclusive a do soberano ali presente. Tal milagre é narrado por Camões no canto X dos Lusíadas. Hoje São Tomé é o padroreiro dos Cristãos Indianos.
A história foi confirmada quando os portugueses, ao atracarem no Subcontinente no Séc. XVI, teriam descoberto a sua cripta com seus restos mortais, incluindo as pontas de lança que os hindus teriam usado para martirizá-lo após um ardil, com o sangue ainda coagulado.
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"Choraram-te, Tomé, o Gange e o Indo;
Chorou-te toda a terra que pisaste;
Mais te choram as almas que vestindo
Se iam da Santa Fé que lhe ensinaste;
Mas os Anjos do Céu, cantando e rindo,
Te recebem na Glória, que ganhaste.
Pedimos-te que a Deus ajuda peças
Com que os teus Lusitanos favoreças."
Lusíadas, Canto X, verso 118.
Chorou-te toda a terra que pisaste;
Mais te choram as almas que vestindo
Se iam da Santa Fé que lhe ensinaste;
Mas os Anjos do Céu, cantando e rindo,
Te recebem na Glória, que ganhaste.
Pedimos-te que a Deus ajuda peças
Com que os teus Lusitanos favoreças."
Lusíadas, Canto X, verso 118.
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