🇷🇺🇲🇿Embaixada da Rússia em Moçambique – Telegram
🇷🇺🇲🇿Embaixada da Rússia em Moçambique
381 subscribers
610 photos
32 videos
1 file
135 links
Últimas notícias sobre a Rússia e relações russo-moçambicanas
Download Telegram
💬 Trechos de comunicado do Ministério da Defesa da Federação da Rússia sobre o progresso da operação militar especial no território da Ucrânia

- 14 de julho de 2022 -

🔸As Forças Armadas da Federação da Rússia continuam a realizar a operação militar especial no território da Ucrânia.

🔸O inimigo está a sofrer perdas significativas. Ataques com ármas de alta precisão nas áreas de Bereznegovatoe (região de Nikolaev), Kostantynovka e Kramatorsk (República Popular de Donetsk) atingiram os pontos de estacionamento temporário das unidades da 35ª brigada de fuzileiros navais, 54ª brigada mecanizada, 81ª brigada aeromóvel e da 109ª brigada de defesa territorial ucranianas. As perdas totais dessas brigadas atingiram até mil pessoas e mais de 100 peças de equipamentos militares.

🔸 Nos últimos tempos, o número dos conflitos e confrontos entre os combatentes nacionalistas envolvendo armas tem aumentado. Em 13 de julho, mais de 200 combatentes da 226ª formação nacionalista "Kraken" recusaram-se a cumprir a ordem do seu comando para se mudarem para a área da cidade de Kramatorsk (República Popular de Donetsk) e declararam sua "transferência" para a defesa territorial de Kharkov. Seis militantes foram mortos na briga com os comandantes que finalizou em tiroteio.

🔸 Durante batalhas entre as unidades de artilharia foram destruídos: uma bateria de vários lançadores múltiplos de foguetes perto da cidade de Slavyansk, um pelotão de lançadores múltiplos de foguetes na área de Nikolayeka (República Popular de Donetsk), e um pelotão de canhões M777 de fabricação norte-americana nas suas posições perto de Pervomaiskiy (região de Kharkov).

🔸A aviação do nível operacional e tático, tropas de misseis e artilharia russas atingiram: 19 postos de comando das tropas das forças armadas ucranianas, 78 posições de artilharia ucraniana, assim como 232 grupos de militares e áreas de concentração de equipamentos militares do adversário.
Caças das Forças Aeroespaciais da Rússia abateram duas aeronaves da força aérea ucraniana no ar: um caça-bombardeiro "Su-24" perto da cidade de Slavyansk e um caça "MiG-29" perto de Troitskoye (República Popular de Donetsk).

Desde o início da operação militar especial foram destruídos:
249 aeronaves;
137 helicópteros;
1534 veículos aéreos não tripulados;
354 sistemas de mísseis antiaéreos;
4050 tanques e outros veículos de combate blindados;
744 lançadores múltiplos de foguetes;
3145 peças de artilharia de campanha e morteiros;
4292 veículos militares especiais.

@MFARussia
@Ministerstvo_oborony
@embaixadarussa
👍3
🛰 Em 15 de julho de 1975, exatamente 47 anos atrás, a União Soviética e os Estados Unidos realizaram um vôo espacial experimental conjunto sob o programa Soyuz-Apollo.

Nesta missão, os cosmonautas e astronautas se reuniram pela primeira vez na órbita da Terra, efetuaram uma acoplagem e uma série de experimentos conjuntos. Aí se deram o famoso "aperto de mão no espaço" e o primeiro vôo espacial de representantes de diferentes países.

🎥📸Durante os intercâmbios de pessoal entre naves espaciais, realizaram-se reportagens na TV, filmagens e fotografações, troca de bandeiras da URSS e dos EUA, passagem da bandeira da ONU, troca de lembranças, assinatura do certificado da Federação Aeronáutica Internacional por ocasião do primeiro acoplamento de duas espaçonaves pertencentes a diferentes países na órbita, assim como um almoço conjunto.

🤝 Os participantes do vôo conseguiram se tornar amigos, mantiveram contato por muitos anos e se encontraram regularmente. Tom Stafford e Alexei Leonov eram especialmente próximos, visitando-se um ao outro até o falecimento do cosmonauta russo.

#Russia #Espaço #Voosespaciais #cosmonautas #astronautas

@MFARussia
@LAD_MAERusia
@embaixadarussa
🔥1
Forwarded from Sputnik Brasil
Medvedev: Rússia atingirá os objetivos da operação especial, até países ocidentais reconhecem isso

O vice-presidente do Conselho de Segurança russo sublinhou que Moscou não vê a Ucrânia como inimiga, mas que a política de Kiev representa uma ameaça à Rússia.

© Foto: Sputnik / Ekaterina Shtukina

https://br.sputniknews.com/20220717/23654719.html

Siga a @sputnikbrasil no Telegram e tenha acesso a temas não abordados pela grande mídia brasileira
2🔥1
Trechos do artigo do Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia Serguei Lavrov "Sobre a Encenação como Método da Política do Ocidente", agência "Izvestia"

🔷️Atualmente, as Forças Armadas russas e as milícias das Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk estão a resolver com firmeza as tarefas no âmbito de uma operação militar especial (OME), procurando pôr fim à discriminação flagrante e ao genocídio dos russos e eliminar as ameaças diretas à segurança da Federação da Rússia criada, durante anos, pelos EUA e os seus satélites em território ucraniano. Perdendo no campo de batalha, o regime ucraniano e os seus patronos ocidentais não hesitam em encenar "banhos de sangue" para demonizar o nosso país aos olhos da opinião pública internacional. As encenações feitas em Bucha, Mariupol, Kramatorsk e Kremenchuk são uma prova disso. O Ministério da Defesa da Rússia avisa regularmente com factos nas mãos sobre a preparação de novas encenações.

🔷️É nisso que reside o algoritmo da política ocidental: fabricar uma notícia falsa, apresentá-la como tragédia de dimensão planetária, bloquear o acesso às informações e avaliações de fontes alternativas e ignorar os factos que, apesar do bloqueio, vêm ao conhecimento da opinião pública ou mencioná-los nas últimas páginas dos noticiários em letras pequenas.

🔷️O Ocidente coletivo deve voltar do mundo de ilusão. As encenações, por mais que se façam, não funcionarão. Chegou o momento de jogar limpo, sem trapaças, com base no direito internacional. Quanto mais cedo todos perceberem que não existe alternativa aos processos históricos objetivos de formação de um mundo multipolar com base no respeito pelo princípio da igualdade soberana dos Estados, que é fundamental para a Carta das Nações Unidas e para toda a ordem mundial, tanto melhor.

🔗Versão completa disponível pelo link: https://mid.ru/pt/foreign_policy/news/1822333/
👍1
O Presidente da Rússia Vladimir Putin após a visita de trabalho para o Irão fez várias declarações importantes para a imprensa. Oferecemos trechos desta conferência coletiva.

Sobre a situação no mercado de hidrocarbonetos na Europa:

A Gazprom sempre cumpriu, está a cumprir e pretende cumprir todas as suas obrigações. O facto de os nossos parceiros tentam transferir os seus próprios erros para a Rússia, para a Gazprom, não tem qualquer fundamento.

O que se passa com o fornecimento de combustíveis? Em 2020 o gás na Europa custou 100 euros por 1.000 metros cúbicos. Na primeira metade do ano passado, foram 250 euros. Hoje em dia são 1700 euros por mesmo volume.

Não sei se tenho de falar sobre as políticas energéticas dos países europeus, que optaram por ignorar a importância das fontes de energia tradicionais e por confiar em fontes renováveis, como a energia solar e eólica. Mas o Inverno acabou por ser longo, não houve vento. E o investimento em capital fixo em energia tradicional caiu devido as decisões políticas anteriores: os bancos não financiam, as companhias de seguros não seguram, e as autoridades locais não atribuem terrenos para novos desenvolvimentos, os óleo- e gasodutos não se desenvolvem. Este é o resultado das políticas da década anterior. É esta a raiz, não foi por causa de quaisquer ações da Rússia e da Gazprom.
Até há pouco tempo, fornecemos 170 mil milhões de metros cúbicos de gás natural à Europa: 55 mil milhões via Nord Stream-1, 33 mil milhões via gasoduto Yamal-Europa e o resto via mais dois gasodutos através da Ucrânia. Fornecemos também cerca de 12 mil milhões de metros cúbicos adicionais através da Turquia via Turkish Stream.

A Ucrânia anunciou o encerramento de uma das duas rotas que percorrem o seu território. Ostensivamente porque a estação de bombagem de gás não está sob o seu controlo, mas sim no território da República Popular de Lugansk. Mas estava sob controlo da República Popular de Lugansk já há vários meses, e eles simplesmente fecharam-na sem qualquer fundamento. Tudo estava a funcionar normalmente ali, ninguém interferia. Na minha opinião, encerraram-na simplesmente por razões políticas.

O volume de gás no mercado europeu desceu e o preço global no mercado subiu. Todos os europeus só perderam.

A Polónia impôs sanções à Yamal-Europa. E 33 mil milhões estavam a ser bombeados para lá. Temos mais uma rota pronta a percorrer - Nord Stream 2. Pode ser lançado, mas não permitem.

O que tem a Gazprom a ver com isto? Fecharam uma via, segunda via, sancionaram várias estações de bombagem de gás. A Gazprom está pronta para fornecer tanto quanto necessita a Europa. Eles próprios fecharam tudo.

Sobre as negociações com a Ucrânia:

Houve negociações em Istambul quando chegámos a um acordo, tudo o que restava era rubricá-lo. Depois disso, a fim de criar as condições, as nossas tropas retiraram-se do centro da Ucrânia, de Kiev. Mas as autoridades ucranianas recusaram-se a implementar estes acordos. Foram, de facto, alcançados. Assim, o resultado final não depende, evidentemente, dos mediadores, mas da vontade das partes negociadoras de implementar os acordos alcançados. E hoje vemos que as autoridades de Kiev não têm esse desejo.

Material completo em inglês está disponível pelo link: http://en.kremlin.ru/events/president/news/69036

Foto: tass.ru
1
Hoje, em 20 de Julho, o Embaixador da Rússia Alexander Surikov participou na cerimónia de lançamento da Escola Diplomática criada com base na Universidade Joaquim Chissano.

No evento foram feitas intervenções por Sua Magnificência Professor Doutor José Mário Joaquim Magode, Reitor da UJC, Sua Excelência Joaquim Chissano, Antigo Presidente da República, e Sua Excelência Manuel Gonçalves, Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

No âmbito da cerimónia realizou-se a apresentação do livro “Elementos para Análise e Compreensão da Política Externa e da Diplomacia de Moçambique” por Professor Doutor Emílio Jovando Zeca.
👍2
Ontem as forças do regim nazista de Kiev perpetraram mais um ataque contra infraestrutura civil crítica.

Com uso de drones foi bombardeada a central nuclear de Zaporozhie, a maior deste tipo na Europa. Apesar do ataque, a central continua funcionamento na ordem normal, os níveis de radiação não aumentaram.

A tentativa de danificar uma central nuclear poderia ter consequências catastróficas para o meio ambiente na região para séculos. Isto demonstra mais uma vez que o único objetivo do regime de Kiev é causar o máximo número de danos e sofrimentos para a população civil, quer nas zonas controladas por eles, quer nas áreas já libertadas do nazismo.
Na véspera de visita do Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia Serguei Lavrov a vários países do Continente Africano foi publicado o artigo “Rússia e África – parceria virada para o futuro”. Oferecemos aqui alguns trechos importantes:

🔷️É importante que todos os nossos amigos africanos compreendam que a Rússia continuará a cumprir de boa fé as suas obrigações de acordo com contratos internacionais em termos de exportação de alimentos, fertilizantes, energia e outros bens essenciais para África. Todas as medidas para este fim estão a ser tomadas pela Rússia.

🔷️É bem conhecido que, já durante a “coronacríse”, o Ocidente coletivo, utilizando o mecanismo de emissão de moeda, reorientou os fluxos de mercadorias e alimentos para si próprio, agravando a situação nos países em desenvolvimento dependentes da importação de alimentos. Foi naquela altura que a difícil situação no mercado alimentar começou a tomar forma. As sanções ocidentais impostas contra a Rússia nos últimos meses exacerbaram ainda mais as tendências negativas.

🔷️Apreciamos a posição equilibrada dos Africanos sobre o que está a acontecer na Ucrânia e em torno dela. Apesar de uma pressão externa sem precedentes, os países africanos não aderiram às sanções anti-russas. Esta linha soberana merece um profundo respeito.

🔗Link para o artigo completo: https://mid.ru/pt/foreign_policy/news/1823250/