𝐎 𝐇𝐨𝐦𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐒𝐮𝐛𝐬𝐨𝐥𝐨 – Telegram
𝐎 𝐇𝐨𝐦𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐒𝐮𝐛𝐬𝐨𝐥𝐨
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Devaneios envoltos em arte, literatura, filosofia e metafísica.
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“Nada me fortaleceu, e a simples solidão quase me destruiu, mas me senti inundado pela crença de que a vida deveria significar alguma coisa - caso contrário, por que ela estava lá?”
- Morrissey, autobiografia


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Herbert F. Denman, "Nude with Lyre".


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"Em seu próprio seio você carrega seu céu e sua terra,
E tudo o que você vê, embora pareça exterior,
Está dentro, na sua imaginação,
Do qual este mundo de mortalidade é apenas uma sombra."

~ William Blake
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Forwarded from Aníbal barca
A noite:
uma mulher se banha no ventre da criação,
Com seu filho no colo se aventura nas transparentes águas,
O filho; tão ingênuo, tão pequeno....
Não percebe o mar de crueldade que está abaixo dele,
Um oceano de decepções e traições,
mas a mulher, sábia como foi e será;sabe o quão corrompido o mundo é,
e que o seu destino passará a ser levado como uma maré,
cairá nos poços do esquecimento e a não-forma será a sua existência,
mas os que estiverem acima dela; ah... Esses terão paz e luz,
um brilhar no olhar de cada um que reluz,
mas outros irão para um lugar diferente; uma espécie de inexistência longínqua do que está acima dela,
E muito mais profunda do que a terra,
O sol ilumina,
O brilho que acalma,
As gigantescas montanhas que transparecem a marcante criação,
Mas tu, ó mulher; quem és?
Não é você a dona da lua?
Mais velha que o sol?
A que se benevolentemente quiseres; detém tamanha impetuosidade maior que a mais grande das estrelas?
Sim; tens o poder de ser maior que a lua,
Mais poderosa que o sol,
Irmã do dia...
grande foste e longe os teus dias nesta dimensão,
É quem olhas para mim agora ao usar da sua gratidão?
Se aquietas ao amanhecer para os viventes fazerem o que acham de melhor,
Mas se apresentas a noite com tua grandiosíssima majestade; poderosa tu será; até o fim deste malditos dias,
E malditos pelos humanos; que por consequência de seu ódio ao criador corromperam a orgulhosa criação,
Desprezaram-na mas ela voltara para a sua mão,
algo de imenso poder que é difícil de compreender,
Uma tremenda força esmagadora que dilacera qualquer adversário com seu bem entender,
transformas o mundo em migalhas ao seu bem querer,
E a mulher sabe calmamente que ele a possui,
E se quiser; a reviverá e ela com sua glória formosa aos outros se mostrará,
Mas quem és tu criança?
Acaso é quem os filhos dele tem esperança?
Os que demonstram sua fé nas profecias a quem as mentiras deles não o arranca?
Mas poderás tu se livrar das mãos do adversário do poderoso?
tomara que saiba o que ele atenta contra ti,
Possuirá magnitude para supera-lo e arranca-lo do seu posto,
Eu ao andar nesses caminhos que normalmente trilho pelos bosques da perplexidade nesse tempo irei,
pretendo continuar minhas viagens por algo que nunca andei...
mas tu encarecida amiga; gostas de me confortar ao tempo que vejo a lua,
ah... Agradeço a você por me ajudar a superar meus desafios e a organizar cautelosamente meus devaneios,
Com sua amigável mão me ajuda,
com a intenção de eu me sobressair quanto aos meus anseios,
uma agradável inspiração sempre me surge; uma ternura calma e suave atinge meu coração.
Autor de telegram: Aníbal barca.
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Sir Lawrence Alma-Tadema, "Sappho and Alcaeus (1881).



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Francesco Hayez, "Un pensiero malinconico" (1842).



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Manuscrito de Henry de Montherlant, datado de 8 de junho de 1972. Nele se lê “O suicídio faz parte da capital da humanidade”, citação original de Ernst Jünger.
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“Toda cultura que perdeu o mito perdeu, da mesma forma, o seu poder natural de criatividade. Só um horizonte rodeado de mitos pode unificar a cultura, as forças da imaginação só são salvas pelo mito.”
- Friedrich Nietzsche em "O nascimento da Tragédia: ou Os gregos e o pessimismo".
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Entre 1880 a 1901, o pintor simbolista suíço Arnold Böcklin criou cinco versões de sua obra mais famosa, intitulada "Isle of the Dead". As três primeiras versões da pintura foram feitas no Cemitério Inglês de Florença, onde está enterrada uma das filhas de Bocklin. Em meados dos anos 30, a pintura tornou-se tão popular que o escritor russo Vladimir Nabokov escreveu no seu romance "Despair" (1936) que elas podiam ser encontradas em “todas as casas de Berlim”.


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Busto de um romano budista, século II DC. (Museu Nacional de Roma)
Do livro "Roman Empire and the Indian Ocean", R. McLaughlin.



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"Direto de seu rosto imortal no céu
Seus raios rolam pela terra. Grande beleza surge
E irradia. O ar que era sem luz brilha.
Os raios de sua coroa dourada permanecem por toda parte."
-Hino Homérico 32 - À Selene

Pintura: "Selene e Endimião", por Albert Aubletz.

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