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Forwarded from Filocalia
"No mundo, costuma-se ocultar o Céu e o inferno: o Céu, porque, se lhe conhecêssemos a beleza, quereríamos ir para ele a todo custo; deixaríamos o mundo tranquilo! O inferno porque, se lhe conhecêssemos os tormentos, quereríamos evitá-los custasse o que custasse”.
São João Maria Vianney
São João Maria Vianney
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Forwarded from 𝐂𝐨𝐨𝐩𝐞𝐫𝐚𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐕𝐞𝐫𝐢𝐭𝐚𝐭𝐢𝐬
A Regra impõe o silêncio exterior como meio de atingir um fim mais elevado, o recolhimento interior.
De nada serve, aliás, calar-se com os homens, ser sóbrio de conversas se, por detrás do mutismo dos lábios, fazem algazarra as vozes interiores!
Mais que aos lábios, a Regra quer impor silêncio aos sentidos, à imaginação, à sensibilidade.
— Pe. Vincent-Marie Bernadot, O.P., La Orden de Predicadores
𝐂𝐨𝐨𝐩𝐞𝐫𝐚𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐕𝐞𝐫𝐢𝐭𝐚𝐭𝐢𝐬
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Forwarded from Terço Diário - Ao Vivo + Catolicismopostagem ❤️🔥
🔴 ESTAMOS AO VIVO rezando os Mistérios Dolorosos!
https://news.1rj.ru/str/tercoaovivo?livestream=cad264f7a4f2b5072d
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Forwarded from Catholic Icons (Timóteo)
Santa Ângela de Mérici, fundadora das Ursulinas, ora pro nobis!
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Catholic Icons
Santa Ângela de Mérici, fundadora das Ursulinas, ora pro nobis!
Hoje é celebrada santa Ângela de Mérici, fundadora das ursulinas
“Se alguém, por seu estado de vida, não pode viver sem riquezas e posição, pelo menos, mantenha seu coração vazio do amor a estas”, costumava dizer santa Ângela de Mérici, fundadora da primeira ordem de mulheres dedicada ao ensino, chamada as ursulinas. Sua festa é celebrada hoje (27).
Santa Ângela nasceu em Desenzano, perto de Brescia, no norte da Itália, por volta de 1470 ou 1474. Aos 10 anos, ficou órfã, então, ela, sua irmã e irmão foram criados por um tio com muito dinheiro.
Sua irmã mais velha morreu de repente e a santa ficou muito preocupada porque ela tinha morrido sem os sacramentos. Foi assim que, certo dia, teve sua primeira experiência de êxtase na qual a Virgem Maria lhe apareceu.
Aos 13 anos, tornou-se terciária franciscana e viveu com muita austeridade, alimentando-se apenas de pão e vegetais em certas ocasiões. Não queria ter bens, nem uma cama, assim como Jesus, que não tinha onde recostar a cabeça.
Quando tinha 20 anos, seu tio morreu e santa Ângela voltou para sua terra natal, onde deu catecismo aos pobres. Sua baixa estatura não lhe impediu de servir a Deus com grande amor. Em uma ocasião, viajou para a Terra Santa e perdeu a visão em Creta, mas manteve sua devoção na viagem, e a recuperou no mesmo lugar em que a perdeu.
Em 1525, foi a Roma e se encontrou com o papa Clemente VII. O papa lhe pediu que se encarregasse de um grupo de enfermeiras em Roma, mas a santa lhe revelou que havia tido uma visão na qual donzelas subiam ao céu em uma escada de luz. Isto a inspirou a formar um noviciado informal.
Na visão, as santas virgens estavam acompanhadas por anjos que tocavam doces melodias com arpas douradas. Todas tinham coroas com pedras preciosas. Mas, de repente, a música parou e Jesus em pessoa a chamou por seu nome e lhe disse para criar uma sociedade de mulheres.
Dessa maneira, o papa lhe outorgou a permissão para formar a comunidade. Santa Úrsula lhe apareceu e santa Ângela a nomeou padroeira da comunidade.
Em 25 de novembro de 1535, na igreja de Santa Afra de Brescia, Ângela e 28 companheiras mais jovens se uniram diante de Deus para entregar suas vidas ao serviço da educação das meninas. Foi assim que surgiu a Companhia das Ursulinas.
As mulheres da ordem não usavam hábito, mas um simples vestido preto; não faziam votos, não tinham vida de clausura, nem vida comunitária. Dedicavam-se à educação religiosa de meninas, especialmente as pobres, e ao cuidado dos doentes. As ursulinas foram reconhecidas pelo papa Paulo III em 1544 e se organizaram como congregação em 1565.
Santa Ângela morreu em 1540, quatro anos depois da fundação e não pôde ver grande parte do crescimento da congregação, mas seu exemplo de paciência e amabilidade com os pobres, enfermos e as pessoas de pouca ou quase nenhuma instrução ficaria para sempre na história.
Ao morrer, suas últimas palavras foram o nome de “Jesus” e um raio de luz brilhou sobre a santa. Santa Ângela de Mérici, rogai por nós!
“Se alguém, por seu estado de vida, não pode viver sem riquezas e posição, pelo menos, mantenha seu coração vazio do amor a estas”, costumava dizer santa Ângela de Mérici, fundadora da primeira ordem de mulheres dedicada ao ensino, chamada as ursulinas. Sua festa é celebrada hoje (27).
Santa Ângela nasceu em Desenzano, perto de Brescia, no norte da Itália, por volta de 1470 ou 1474. Aos 10 anos, ficou órfã, então, ela, sua irmã e irmão foram criados por um tio com muito dinheiro.
Sua irmã mais velha morreu de repente e a santa ficou muito preocupada porque ela tinha morrido sem os sacramentos. Foi assim que, certo dia, teve sua primeira experiência de êxtase na qual a Virgem Maria lhe apareceu.
Aos 13 anos, tornou-se terciária franciscana e viveu com muita austeridade, alimentando-se apenas de pão e vegetais em certas ocasiões. Não queria ter bens, nem uma cama, assim como Jesus, que não tinha onde recostar a cabeça.
Quando tinha 20 anos, seu tio morreu e santa Ângela voltou para sua terra natal, onde deu catecismo aos pobres. Sua baixa estatura não lhe impediu de servir a Deus com grande amor. Em uma ocasião, viajou para a Terra Santa e perdeu a visão em Creta, mas manteve sua devoção na viagem, e a recuperou no mesmo lugar em que a perdeu.
Em 1525, foi a Roma e se encontrou com o papa Clemente VII. O papa lhe pediu que se encarregasse de um grupo de enfermeiras em Roma, mas a santa lhe revelou que havia tido uma visão na qual donzelas subiam ao céu em uma escada de luz. Isto a inspirou a formar um noviciado informal.
Na visão, as santas virgens estavam acompanhadas por anjos que tocavam doces melodias com arpas douradas. Todas tinham coroas com pedras preciosas. Mas, de repente, a música parou e Jesus em pessoa a chamou por seu nome e lhe disse para criar uma sociedade de mulheres.
Dessa maneira, o papa lhe outorgou a permissão para formar a comunidade. Santa Úrsula lhe apareceu e santa Ângela a nomeou padroeira da comunidade.
Em 25 de novembro de 1535, na igreja de Santa Afra de Brescia, Ângela e 28 companheiras mais jovens se uniram diante de Deus para entregar suas vidas ao serviço da educação das meninas. Foi assim que surgiu a Companhia das Ursulinas.
As mulheres da ordem não usavam hábito, mas um simples vestido preto; não faziam votos, não tinham vida de clausura, nem vida comunitária. Dedicavam-se à educação religiosa de meninas, especialmente as pobres, e ao cuidado dos doentes. As ursulinas foram reconhecidas pelo papa Paulo III em 1544 e se organizaram como congregação em 1565.
Santa Ângela morreu em 1540, quatro anos depois da fundação e não pôde ver grande parte do crescimento da congregação, mas seu exemplo de paciência e amabilidade com os pobres, enfermos e as pessoas de pouca ou quase nenhuma instrução ficaria para sempre na história.
Ao morrer, suas últimas palavras foram o nome de “Jesus” e um raio de luz brilhou sobre a santa. Santa Ângela de Mérici, rogai por nós!
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