Forwarded from The Czar's Desert Bazaar
ah, e achei uma foto do homem aranha se confessando com JP-2
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"Porque é Based!"
Foi o que um colega festeiro me disse quando perguntei por que ele era cristão. Depois daquela noite, nos tornamos amigos no facebook e vi que ele frequentemente postava memes cristãos em sua página. Ficamos nos conhecendo mais e descobri que, ao contrário do que ele disse antes, ele na verdade não frequentava a igreja e fumava maconha regularmente. O pior, essa pessoa regularmente debatia com outros cristãos no facebook sobre como sua denominação (deixo para o leitor decidir qual) era a única Igreja verdadeira.
Infelizmente, conheci muito mais pessoas assim, especialmente pelas conexões feitas por meio de meu canal e blog.
Eu chamo isso de "Cristianismo meme"
À medida que a cultura ocidental se torna cada vez mais ateísta e moralmente degenerada, o cristianismo conservador se tornou o novo punk. Os podcasters cristãos são nossas estrelas do rock. Ícones ortodoxos orientais e arte sacra medieval são a nossa declaração de moda. E, como qualquer subcultura, temos nossas próprias frases de efeito: (por exemplo, 'based', 'cringe', 'protex', 'orto-bro' e 'radtrad').
O problema é que muitas pessoas se identificam publicamente como cristãs e passam inúmeras horas nas redes sociais discutindo sobre a teologia cristã, apenas porque percebem o cristianismo como o movimento contracultural mais “based” e punk com o qual podem se alinhar. O cristianismo tem os “melhores memes”, a estética mais “tradicional” e as figuras públicas mais "based (!)”.
Mas o que está faltando? Que palavra eu não disse até agora?
Jesus.
Lembro-me de conversar com outro amigo meu que constantemente postava memes cristãos nas redes sociais. Eu disse as palavras:
"Eu amo Jesus"
E, com o canto do olho, notei que ele se encolheu. Pedi-lhe que me contasse sobre seu próprio relacionamento com Jesus e o amor que ele tinha por Deus e pro meu pesar... Ele não tinha nada a dizer. Perguntei-lhe por que ele se aproximou à fé, e ele definiu o cristianismo pelo que não era (degenerado, ateu, marxista) e não pelo que era. E então descobri que ele havia lido apenas algumas passagens da Bíblia. Mais tarde naquele dia, ele postou um meme que dizia:
“Um cristão deve argumentar com um blasfemador apenas enfiando a espada em suas entranhas o máximo que puder.”
Eu olhei para aquele meme, e parecia errado. A fé do meu amigo estava sendo moldada mais por memes do que pelas Escrituras? Quais são as consequências de ser apresentado ao Cristianismo através de memes em vez da Palavra? E o 'Jesus' que supostamente encontramos nos memes é real? E foi aí que me perguntei se há um certo ponto em que os memes se tornam blasfêmia.
Eu não quero ser chato. Ter senso de humor é ótimo, e não há razão para os cristãos não terem piadas internas, mas o problema é quando passamos muito mais tempo diante de uma tela olhando e postando piadas do que de joelhos diante do Deus vivo.
Além disso, existem alguns tópicos sobre os quais não se deve brincar. Rir sobre como os incrédulos vão para o inferno não é aceitável aos olhos daquele que disse “ame seus inimigos e ore por eles”. Provocar companheiros cristãos sobre como eles deveriam ser queimados na fogueira como seus ancestrais heréticos eram é flagrante na religião que nos ensina a ser “Um”.
Você acha que o Noivo acha engraçado que Seu povo O rejeite? Você acha que Ele sorri sobre as divisões em Seu Corpo?
Qualquer coisa pode se tornar um ídolo, e acho que para muitas pessoas é exatamente isso que os memes se tornaram. Desejamos ser engraçados mais do que ser justificados? Pensamos mais em piadas do que em Deus? A Lei é resumida pela palavra “amor” ou pela palavra “based”? E como todos os ídolos, se venerarmos demais os memes, nos tornamos formados à imagem deles. Nós nos tornamos, no final, uma piada.
E não é uma engraçada.
Resposta
Em Filipenses 4:8, São Paulo diz: "Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos."
Foi o que um colega festeiro me disse quando perguntei por que ele era cristão. Depois daquela noite, nos tornamos amigos no facebook e vi que ele frequentemente postava memes cristãos em sua página. Ficamos nos conhecendo mais e descobri que, ao contrário do que ele disse antes, ele na verdade não frequentava a igreja e fumava maconha regularmente. O pior, essa pessoa regularmente debatia com outros cristãos no facebook sobre como sua denominação (deixo para o leitor decidir qual) era a única Igreja verdadeira.
Infelizmente, conheci muito mais pessoas assim, especialmente pelas conexões feitas por meio de meu canal e blog.
Eu chamo isso de "Cristianismo meme"
À medida que a cultura ocidental se torna cada vez mais ateísta e moralmente degenerada, o cristianismo conservador se tornou o novo punk. Os podcasters cristãos são nossas estrelas do rock. Ícones ortodoxos orientais e arte sacra medieval são a nossa declaração de moda. E, como qualquer subcultura, temos nossas próprias frases de efeito: (por exemplo, 'based', 'cringe', 'protex', 'orto-bro' e 'radtrad').
O problema é que muitas pessoas se identificam publicamente como cristãs e passam inúmeras horas nas redes sociais discutindo sobre a teologia cristã, apenas porque percebem o cristianismo como o movimento contracultural mais “based” e punk com o qual podem se alinhar. O cristianismo tem os “melhores memes”, a estética mais “tradicional” e as figuras públicas mais "based (!)”.
Mas o que está faltando? Que palavra eu não disse até agora?
Jesus.
Lembro-me de conversar com outro amigo meu que constantemente postava memes cristãos nas redes sociais. Eu disse as palavras:
"Eu amo Jesus"
E, com o canto do olho, notei que ele se encolheu. Pedi-lhe que me contasse sobre seu próprio relacionamento com Jesus e o amor que ele tinha por Deus e pro meu pesar... Ele não tinha nada a dizer. Perguntei-lhe por que ele se aproximou à fé, e ele definiu o cristianismo pelo que não era (degenerado, ateu, marxista) e não pelo que era. E então descobri que ele havia lido apenas algumas passagens da Bíblia. Mais tarde naquele dia, ele postou um meme que dizia:
“Um cristão deve argumentar com um blasfemador apenas enfiando a espada em suas entranhas o máximo que puder.”
Eu olhei para aquele meme, e parecia errado. A fé do meu amigo estava sendo moldada mais por memes do que pelas Escrituras? Quais são as consequências de ser apresentado ao Cristianismo através de memes em vez da Palavra? E o 'Jesus' que supostamente encontramos nos memes é real? E foi aí que me perguntei se há um certo ponto em que os memes se tornam blasfêmia.
Eu não quero ser chato. Ter senso de humor é ótimo, e não há razão para os cristãos não terem piadas internas, mas o problema é quando passamos muito mais tempo diante de uma tela olhando e postando piadas do que de joelhos diante do Deus vivo.
Além disso, existem alguns tópicos sobre os quais não se deve brincar. Rir sobre como os incrédulos vão para o inferno não é aceitável aos olhos daquele que disse “ame seus inimigos e ore por eles”. Provocar companheiros cristãos sobre como eles deveriam ser queimados na fogueira como seus ancestrais heréticos eram é flagrante na religião que nos ensina a ser “Um”.
Você acha que o Noivo acha engraçado que Seu povo O rejeite? Você acha que Ele sorri sobre as divisões em Seu Corpo?
Qualquer coisa pode se tornar um ídolo, e acho que para muitas pessoas é exatamente isso que os memes se tornaram. Desejamos ser engraçados mais do que ser justificados? Pensamos mais em piadas do que em Deus? A Lei é resumida pela palavra “amor” ou pela palavra “based”? E como todos os ídolos, se venerarmos demais os memes, nos tornamos formados à imagem deles. Nós nos tornamos, no final, uma piada.
E não é uma engraçada.
Resposta
Em Filipenses 4:8, São Paulo diz: "Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos."
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Esses devem ser o nosso foco, porque São Paulo não diz isso:
"O que quer que seja based, o que for engraçado, o que não for cringe, o que for trad, o que for punk, o que for polêmico..."
Pense nessas coisas.
Veja, não há nada de novo sob o sol, e desde que as colinas existiram pessoas sem uma verdadeira fé em Deus conseguiram transformar a religião em uma cultura. Sempre haverá ervas daninhas no campo que não amam verdadeiramente a Deus e que, em vez disso, sequestram nossas doutrinas, linguagem e estética para seus próprios fins. O maior problema é quando isso afeta os verdadeiros crentes.
Como líder de jovens adultos, já vi isso muitas vezes: alguém chega à fé em Jesus e, a princípio, é profundamente pessoal e afetuoso, mas uma vez imerso na nova contracultura punk do cristianismo online, sua espiritualidade está desgastada. Os jovens costumam me procurar perguntando o que podem fazer para restaurar a intimidade tranquila que sua fé já teve. Minha resposta mais comum? Deixe a mídia social por um tempo e veja o que acontece. O resultado? Seu amor por Deus retorna.
Caro amado, não há problema em brincar. Não há problema em ter um grupo. Mas não é bom que nosso relacionamento com Jesus ou nosso amor por nossos irmãos seja prejudicado. Não polua sua alma com coisas que envenenam seu amor. E lembre-se, você não será salvo por ser “based”, não será recompensado por chamar as pessoas de hereges. A sua salvação eterna depende apenas disso: você conhece Jesus?
https://newkingdom.home.blog/2021/10/21/against-meme-christianity/
"O que quer que seja based, o que for engraçado, o que não for cringe, o que for trad, o que for punk, o que for polêmico..."
Pense nessas coisas.
Veja, não há nada de novo sob o sol, e desde que as colinas existiram pessoas sem uma verdadeira fé em Deus conseguiram transformar a religião em uma cultura. Sempre haverá ervas daninhas no campo que não amam verdadeiramente a Deus e que, em vez disso, sequestram nossas doutrinas, linguagem e estética para seus próprios fins. O maior problema é quando isso afeta os verdadeiros crentes.
Como líder de jovens adultos, já vi isso muitas vezes: alguém chega à fé em Jesus e, a princípio, é profundamente pessoal e afetuoso, mas uma vez imerso na nova contracultura punk do cristianismo online, sua espiritualidade está desgastada. Os jovens costumam me procurar perguntando o que podem fazer para restaurar a intimidade tranquila que sua fé já teve. Minha resposta mais comum? Deixe a mídia social por um tempo e veja o que acontece. O resultado? Seu amor por Deus retorna.
Caro amado, não há problema em brincar. Não há problema em ter um grupo. Mas não é bom que nosso relacionamento com Jesus ou nosso amor por nossos irmãos seja prejudicado. Não polua sua alma com coisas que envenenam seu amor. E lembre-se, você não será salvo por ser “based”, não será recompensado por chamar as pessoas de hereges. A sua salvação eterna depende apenas disso: você conhece Jesus?
https://newkingdom.home.blog/2021/10/21/against-meme-christianity/
New Kingdom
Against Meme-Christianity
“Because it’s based!” That’s what a fellow partygoer said when I asked him why he was a Christian. After that night, we became friends on facebook and I saw that he frequently posted Christian meme…
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Forwarded from Catholic Arena
The Catholic victory over the Aztecs and the end of human sacrifice in Mexico.
https://www.catholicarena.com/latest/aztecsspanish500years130821
https://www.catholicarena.com/latest/aztecsspanish500years130821
Catholic Arena
The Defeat of Tenochtitlan and the End of Aztec Human Sacrifice — Catholic Arena
Today marks 500 years since the defeat of the Aztecs.
Forwarded from Catholics IRL🇻🇦
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Forwarded from Antiga Aurora (Jhonny)
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
—Venerável Fulton Sheen
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
O padre na minha paróquia indicou dois livros a serem lidos durante esse tempo de Natal e advento: O Século do Nada, de Gustavo Corção, e Meditações Para o Advento e Para o Natal, de São Tomás de Aquino.
Postaremos o PDF do livro do Gustavo Corção e todo dia uma meditação de São Tomás tirada do site da editora Permanência. Porém, se você tiver a oportunidade, é ainda melhor obter a cópia física.
Postaremos o PDF do livro do Gustavo Corção e todo dia uma meditação de São Tomás tirada do site da editora Permanência. Porém, se você tiver a oportunidade, é ainda melhor obter a cópia física.
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
27 de novembro: A imensidão do amor de Deus
“Porque Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu filho Unigênito, para que todo o que crê nele, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16)
A causa de todos nosso bens é o Senhor e o amor divino. Amar, propriamente, é querer o bem a alguém. Portanto, por ser a vontade de Deus causa das coisas, e porque Ele nos ama, sobrevem-nos o bem.
O amor de Deus é causa do bem da natureza. Também o é do bem da graça: “Eu amei-te com amor eterno; por isso te atrai” (Jr 31), isto é, pela graça.
Mas, que seja também o que dá o bem da graça, resulta de grande caridade. Demonstra-se aqui ser máxima esta caridade de Deus, por quatro motivos:
1. Pela pessoa que ama, pois é Deus quem ama e o faz imensamente. Por isso diz: Porque Deus amou.
2. Pela condição de quem é amado, pois é ao homem que se ama, mundano, carnal, isto é, vivendo em pecado. “sendo nós inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu filho” (Rom 5, 10). Por isso diz: mundo.
3. Pela grandeza do dom, pois o amor prova-se pelo que se dá. Como diz Gregório, a prova do amor é a revelação da obra. Ora, de Deus recebemos o maior dos dons, pois deu seu filho Unigênito.
Seu filho, isto é, natural, consubstancial a si, não adotivo. Unigênito, para demonstrar que Deus não dirigiu seu divino amor a múltiplos filhos, mas dirigiu-o todo ao Filho que nos deu como prova de seu imenso amor.
4. Pela grandeza do fruto, pois por ele temos a vida eterna. Por isso diz: Para que todo o que crê nele, não pereça, mas tenha a vida eterna, que conquistou para nós morrendo na cruz.
Diz-se de alguém que pereceu porque foi impedido de alcançar o fim ao qual estava ordenado. O homem está ordenado a vida eterna e, quando peca, desvia-se deste mesmo fim. Enquanto vive, não perece de todo, pois pode restaurar; quando morre em pecado, então perece de todo.
Com estas palavras, “tenha a vida eterna”, verifica-se a imensidão do amor divino; pois, ao dar a vida eterna, da-se a si mesmo. Ora, a vida eterna nada mais é do que o gozo de Deus. Dar-se a si mesmo é indício de grande amor.
(In Joan. 3)
https://permanencia.org.br/drupal/node/3308
“Porque Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu filho Unigênito, para que todo o que crê nele, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16)
A causa de todos nosso bens é o Senhor e o amor divino. Amar, propriamente, é querer o bem a alguém. Portanto, por ser a vontade de Deus causa das coisas, e porque Ele nos ama, sobrevem-nos o bem.
O amor de Deus é causa do bem da natureza. Também o é do bem da graça: “Eu amei-te com amor eterno; por isso te atrai” (Jr 31), isto é, pela graça.
Mas, que seja também o que dá o bem da graça, resulta de grande caridade. Demonstra-se aqui ser máxima esta caridade de Deus, por quatro motivos:
1. Pela pessoa que ama, pois é Deus quem ama e o faz imensamente. Por isso diz: Porque Deus amou.
2. Pela condição de quem é amado, pois é ao homem que se ama, mundano, carnal, isto é, vivendo em pecado. “sendo nós inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu filho” (Rom 5, 10). Por isso diz: mundo.
3. Pela grandeza do dom, pois o amor prova-se pelo que se dá. Como diz Gregório, a prova do amor é a revelação da obra. Ora, de Deus recebemos o maior dos dons, pois deu seu filho Unigênito.
Seu filho, isto é, natural, consubstancial a si, não adotivo. Unigênito, para demonstrar que Deus não dirigiu seu divino amor a múltiplos filhos, mas dirigiu-o todo ao Filho que nos deu como prova de seu imenso amor.
4. Pela grandeza do fruto, pois por ele temos a vida eterna. Por isso diz: Para que todo o que crê nele, não pereça, mas tenha a vida eterna, que conquistou para nós morrendo na cruz.
Diz-se de alguém que pereceu porque foi impedido de alcançar o fim ao qual estava ordenado. O homem está ordenado a vida eterna e, quando peca, desvia-se deste mesmo fim. Enquanto vive, não perece de todo, pois pode restaurar; quando morre em pecado, então perece de todo.
Com estas palavras, “tenha a vida eterna”, verifica-se a imensidão do amor divino; pois, ao dar a vida eterna, da-se a si mesmo. Ora, a vida eterna nada mais é do que o gozo de Deus. Dar-se a si mesmo é indício de grande amor.
(In Joan. 3)
https://permanencia.org.br/drupal/node/3308
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