Forwarded from Terço Diário - Ao Vivo + Catolicismo ❤️🔥
🔴 Estamos ao vivo e rezando os mistérios dolorosos!
https://news.1rj.ru/str/tercoaovivo?livestream=d8e5cf3cf6060f4cb8
https://news.1rj.ru/str/tercoaovivo?livestream=d8e5cf3cf6060f4cb8
❤🔥4❤2
Terço Diário - Ao Vivo + Catolicismo ❤️🔥
🔴 Estamos ao vivo e rezando os mistérios dolorosos! https://news.1rj.ru/str/tercoaovivo?livestream=d8e5cf3cf6060f4cb8
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
❤3
Forwarded from Novenário (Garamogger)
Novena da Sagrada Face de Jesus.pdf
423.1 KB
Inicia hoje a novena à Sagrada Face de Jesus!
Muitos desejam morrer como mártires, mas rejeitam o martírio dos problemas de cada dia e dos deveres cotidianos.
❤🔥21❤3
Catolicismoposting ❤️🔥
Muitos desejam morrer como mártires, mas rejeitam o martírio dos problemas de cada dia e dos deveres cotidianos.
Ao abrir cada foto, dá pra ver a tradução. :)
❤15
Forwarded from warhorse - mental siege (warhorse)
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
❤10👍1
O Grande Erro das Igrejas: Liderar de Joelhos [1/6]
No vocabulário cristão contemporâneo, poucas expressões foram tão mal compreendidas quanto “liderança servil”. O termo, frequentemente repetido em ambientes eclesiais, especialmente quando aplicado ao homem, acabou sendo esvaziado de seu conteúdo teológico e convertido numa ética de autoanulação permanente. O resultado não é humildade cristã, mas confusão antropológica.
A tradição católica nunca ensinou que liderar seja desaparecer. Servir, no cristianismo, não é sinônimo de submissão horizontal irrestrita, mas consequência da autoridade corretamente ordenada a um fim superior. Quando essa ordem é invertida, o conceito implode.
No vocabulário cristão contemporâneo, poucas expressões foram tão mal compreendidas quanto “liderança servil”. O termo, frequentemente repetido em ambientes eclesiais, especialmente quando aplicado ao homem, acabou sendo esvaziado de seu conteúdo teológico e convertido numa ética de autoanulação permanente. O resultado não é humildade cristã, mas confusão antropológica.
A tradição católica nunca ensinou que liderar seja desaparecer. Servir, no cristianismo, não é sinônimo de submissão horizontal irrestrita, mas consequência da autoridade corretamente ordenada a um fim superior. Quando essa ordem é invertida, o conceito implode.
👏6
O Grande Erro das Igrejas: Liderar de Joelhos [2/6]
A raiz do problema está numa leitura superficial de Cristo como “servo”. Cristo é Servo, sim — mas Servo do Pai, não das expectativas humanas. Sua autoridade nasce da obediência vertical, não da adaptação emocional ao entorno. Ele não lidera pedindo permissão às multidões, nem molda sua missão para evitar escândalo. Pelo contrário: ensina com autoridade, corrige publicamente, impõe limites, confronta fariseus, expulsa profanadores do Templo e aceita conscientemente o conflito quando a verdade o exige.
Cristo lava os pés dos discípulos não para abolir a hierarquia, mas para purificá-la. Tanto que, logo depois, afirma sua autoridade: “Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou”. O gesto não elimina o senhorio; o qualifica. Transformar isso numa doutrina de liderança baseada em autoapagamento é uma distorção.
A raiz do problema está numa leitura superficial de Cristo como “servo”. Cristo é Servo, sim — mas Servo do Pai, não das expectativas humanas. Sua autoridade nasce da obediência vertical, não da adaptação emocional ao entorno. Ele não lidera pedindo permissão às multidões, nem molda sua missão para evitar escândalo. Pelo contrário: ensina com autoridade, corrige publicamente, impõe limites, confronta fariseus, expulsa profanadores do Templo e aceita conscientemente o conflito quando a verdade o exige.
Cristo lava os pés dos discípulos não para abolir a hierarquia, mas para purificá-la. Tanto que, logo depois, afirma sua autoridade: “Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou”. O gesto não elimina o senhorio; o qualifica. Transformar isso numa doutrina de liderança baseada em autoapagamento é uma distorção.
1❤5👏2
O Grande Erro das Igrejas: Liderar de Joelhos [3/6]
Quando muitas igrejas — inclusive a Católica — passaram a repetir a ideia de que o homem “lidera servindo” sem esclarecer o sentido correto desse serviço, abriram espaço para uma confusão grave: autoridade passou a ser vista com suspeita moral, enquanto passividade passou a ser exaltada como virtude. O medo do autoritarismo gerou aversão à autoridade em si.
Mas a fé católica é estruturalmente hierárquica. Deus governa. Cristo reina. Os apóstolos recebem autoridade. Os bispos ensinam, corrigem e governam. Pais lideram famílias. Pastores conduzem rebanhos. Em nenhum desses níveis a liderança se reduz a agradar ou ceder continuamente. Onde não há autoridade clara, não há ordem; há desorientação.
Quando muitas igrejas — inclusive a Católica — passaram a repetir a ideia de que o homem “lidera servindo” sem esclarecer o sentido correto desse serviço, abriram espaço para uma confusão grave: autoridade passou a ser vista com suspeita moral, enquanto passividade passou a ser exaltada como virtude. O medo do autoritarismo gerou aversão à autoridade em si.
Mas a fé católica é estruturalmente hierárquica. Deus governa. Cristo reina. Os apóstolos recebem autoridade. Os bispos ensinam, corrigem e governam. Pais lideram famílias. Pastores conduzem rebanhos. Em nenhum desses níveis a liderança se reduz a agradar ou ceder continuamente. Onde não há autoridade clara, não há ordem; há desorientação.
❤6👏2
O Grande Erro das Igrejas: Liderar de Joelhos [4/6]
A Escritura é explícita nesse ponto.
Moisés não consulta o povo para libertá-lo; obedece a Deus e suporta a murmuração.
Josué declara “eu e minha casa serviremos ao Senhor” sem assembleia deliberativa.
Davi governa como rei responsável, não como facilitador emocional.
São Paulo exerce autoridade apostólica dura, corrige comunidades inteiras, exorta bispos e não hesita em dizer que quem não trabalha não coma.
Nenhum deles lidera “servindo” no sentido moderno de se colocar sempre abaixo, nunca contrariar, nunca impor direção. Eles servem à missão, não ao conforto psicológico dos liderados.
A tradição da Igreja confirma isso. Basta olhar para os grandes santos pastores:
Santo Atanásio, enfrentando o mundo inteiro por causa da verdade.
São Gregório Magno, servo dos servos de Deus — mas governante firme.
São Pio X, que combateu o modernismo sem pedir desculpas.
Nenhum deles confundiu humildade com fraqueza.
A Escritura é explícita nesse ponto.
Moisés não consulta o povo para libertá-lo; obedece a Deus e suporta a murmuração.
Josué declara “eu e minha casa serviremos ao Senhor” sem assembleia deliberativa.
Davi governa como rei responsável, não como facilitador emocional.
São Paulo exerce autoridade apostólica dura, corrige comunidades inteiras, exorta bispos e não hesita em dizer que quem não trabalha não coma.
Nenhum deles lidera “servindo” no sentido moderno de se colocar sempre abaixo, nunca contrariar, nunca impor direção. Eles servem à missão, não ao conforto psicológico dos liderados.
A tradição da Igreja confirma isso. Basta olhar para os grandes santos pastores:
Santo Atanásio, enfrentando o mundo inteiro por causa da verdade.
São Gregório Magno, servo dos servos de Deus — mas governante firme.
São Pio X, que combateu o modernismo sem pedir desculpas.
Nenhum deles confundiu humildade com fraqueza.
1❤6👏2
O Grande Erro das Igrejas: Liderar de Joelhos [5/6]
A liderança masculina, do ponto de vista católico, nasce da paternidade. E paternidade não é submissão ao filho. O pai serve, sim: trabalha, protege, se sacrifica. Mas ele decide, corrige, orienta e, quando necessário, frustra. Um pai que apenas serve e nunca lidera não ama bem; ele abandona.
O problema da “liderança servil” mal ensinada é que ela forma homens incapazes de assumir o peso da decisão. Homens treinados para evitar conflito, terceirizar responsabilidade e chamar isso de caridade. Isso não gera virtude. Gera imaturidade moral.
A autoridade, para o catolicismo, não é violência, mas participação na ordem divina. Negá-la por medo de abuso é tão errado quanto abusá-la. A solução não é dissolver a liderança masculina, mas purificá-la.
Servir, no cristianismo, não é o ponto de partida da liderança — é seu fruto. O líder cristão serve porque lidera; não lidera porque serve.
A liderança masculina, do ponto de vista católico, nasce da paternidade. E paternidade não é submissão ao filho. O pai serve, sim: trabalha, protege, se sacrifica. Mas ele decide, corrige, orienta e, quando necessário, frustra. Um pai que apenas serve e nunca lidera não ama bem; ele abandona.
O problema da “liderança servil” mal ensinada é que ela forma homens incapazes de assumir o peso da decisão. Homens treinados para evitar conflito, terceirizar responsabilidade e chamar isso de caridade. Isso não gera virtude. Gera imaturidade moral.
A autoridade, para o catolicismo, não é violência, mas participação na ordem divina. Negá-la por medo de abuso é tão errado quanto abusá-la. A solução não é dissolver a liderança masculina, mas purificá-la.
Servir, no cristianismo, não é o ponto de partida da liderança — é seu fruto. O líder cristão serve porque lidera; não lidera porque serve.
❤4👏2
O Grande Erro das Igrejas: Liderar de Joelhos [6/6]
No fim, a questão é teológica antes de ser cultural:
ou a autoridade vem de Deus e ordena o mundo,
ou o homem se ajoelha diante das pressões humanas e chama isso de virtude.
A liderança masculina católica não consiste em desaparecer para não incomodar, mas em permanecer firme na verdade, assumir responsabilidade e carregar o fardo do comando com temor de Deus. Não é confortável. Nunca foi.
Cristo não chamou homens para serem agradáveis.
Chamou-os para segui-lo.
E isso, quase sempre, exige ficar de pé quando todos preferem se ajoelhar.
No fim, a questão é teológica antes de ser cultural:
ou a autoridade vem de Deus e ordena o mundo,
ou o homem se ajoelha diante das pressões humanas e chama isso de virtude.
A liderança masculina católica não consiste em desaparecer para não incomodar, mas em permanecer firme na verdade, assumir responsabilidade e carregar o fardo do comando com temor de Deus. Não é confortável. Nunca foi.
Cristo não chamou homens para serem agradáveis.
Chamou-os para segui-lo.
E isso, quase sempre, exige ficar de pé quando todos preferem se ajoelhar.
🗿14❤3👏1
É com grande alegria que recebemos a notícia de que o Venerável Fulton J. Sheen teve oficialmente autorizado pelo Vaticano o avanço de sua causa para a beatificação.
A Santa Sé comunicou à Diocese de Peoria, nos Estados Unidos, que o processo pode seguir para a próxima etapa, na qual o arcebispo Fulton Sheen será declarado Beato. Trata-se de um momento histórico para a Igreja, especialmente para todos aqueles que foram formados e evangelizados por sua voz firme, clara e profundamente mariana.
Fulton Sheen foi uma das maiores figuras da evangelização católica no século XX. Bispo, pregador, comunicador e missionário, levou o Evangelho a milhões de pessoas por meio do rádio, da televisão e de incontáveis conferências públicas, sempre com profunda devoção à Eucaristia e à Virgem Maria. Seu anúncio da fé não era abstrato: era direto, acessível e profundamente enraizado na verdade cristã.
Em sua maturidade espiritual, destacou-se também por seu trabalho missionário, recordando à Igreja que sua vocação é universal e que o Evangelho deve alcançar todos, especialmente os que mais necessitam e os que ainda não o conhecem. Seu testemunho continua a tocar consciências e a conduzir almas a um encontro real com Cristo.
Unimo-nos em ação de graças à Igreja e aguardamos com esperança a celebração de sua beatificação, certos de que o exemplo e os escritos do futuro Beato Fulton Sheen continuarão a iluminar o caminho de muitos fiéis.
Texto da Editora Ecclesiae
A Santa Sé comunicou à Diocese de Peoria, nos Estados Unidos, que o processo pode seguir para a próxima etapa, na qual o arcebispo Fulton Sheen será declarado Beato. Trata-se de um momento histórico para a Igreja, especialmente para todos aqueles que foram formados e evangelizados por sua voz firme, clara e profundamente mariana.
Fulton Sheen foi uma das maiores figuras da evangelização católica no século XX. Bispo, pregador, comunicador e missionário, levou o Evangelho a milhões de pessoas por meio do rádio, da televisão e de incontáveis conferências públicas, sempre com profunda devoção à Eucaristia e à Virgem Maria. Seu anúncio da fé não era abstrato: era direto, acessível e profundamente enraizado na verdade cristã.
Em sua maturidade espiritual, destacou-se também por seu trabalho missionário, recordando à Igreja que sua vocação é universal e que o Evangelho deve alcançar todos, especialmente os que mais necessitam e os que ainda não o conhecem. Seu testemunho continua a tocar consciências e a conduzir almas a um encontro real com Cristo.
Unimo-nos em ação de graças à Igreja e aguardamos com esperança a celebração de sua beatificação, certos de que o exemplo e os escritos do futuro Beato Fulton Sheen continuarão a iluminar o caminho de muitos fiéis.
Texto da Editora Ecclesiae
❤28❤🔥13