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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
O padre na minha paróquia indicou dois livros a serem lidos durante esse tempo de Natal e advento: O Século do Nada, de Gustavo Corção, e Meditações Para o Advento e Para o Natal, de São Tomás de Aquino.

Postaremos o PDF do livro do Gustavo Corção e todo dia uma meditação de São Tomás tirada do site da editora Permanência. Porém, se você tiver a oportunidade, é ainda melhor obter a cópia física.
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
O Século do Nada, Gustavo Corção.pdf
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
27 de novembro: A imensidão do amor de Deus
Porque Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu filho Unigênito, para que todo o que crê nele, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16)

A causa de todos nosso bens é o Senhor e o amor divino. Amar, propriamente, é querer o bem a alguém. Portanto, por ser a vontade de Deus causa das coisas, e porque Ele nos ama, sobrevem-nos o bem. 

O amor de Deus é causa do bem da natureza. Também o é do bem da graça: “Eu amei-te com amor eterno; por isso te atrai” (Jr 31), isto é, pela graça.

Mas, que seja também o que dá o bem da graça, resulta de grande caridade. Demonstra-se aqui ser máxima esta caridade de Deus, por quatro motivos:

1. Pela pessoa que ama, pois é Deus quem ama e o faz imensamente. Por isso diz: Porque Deus amou.
     
2. Pela condição de quem é amado, pois é ao homem que se ama, mundano, carnal, isto é, vivendo em pecado. “sendo nós inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu filho” (Rom 5, 10). Por isso diz: mundo.
   
3. Pela grandeza do dom, pois o amor prova-se pelo que se dá. Como diz Gregório, a prova do amor é a revelação da obra. Ora, de Deus recebemos o maior dos dons, pois deu seu filho Unigênito.
Seu filho, isto é, natural, consubstancial a si, não adotivo. Unigênito, para demonstrar que Deus não dirigiu seu divino amor a múltiplos filhos, mas dirigiu-o todo ao Filho que nos deu como prova de seu imenso amor.
    
4. Pela grandeza do fruto, pois por ele temos a vida eterna. Por isso diz: Para que todo o que crê nele, não pereça, mas tenha a vida eterna, que conquistou para nós morrendo na cruz.
Diz-se de alguém que pereceu porque foi impedido de alcançar o fim ao qual estava ordenado. O homem está ordenado a vida eterna e, quando peca, desvia-se deste mesmo fim. Enquanto vive, não perece de todo, pois pode restaurar; quando morre em pecado, então perece de todo.

Com estas palavras, “tenha a vida eterna”, verifica-se a imensidão do amor divino; pois, ao dar a vida eterna, da-se a si mesmo. Ora, a vida eterna nada mais é do que o gozo de Deus. Dar-se a si mesmo é indício de grande amor.

(In Joan. 3)

https://permanencia.org.br/drupal/node/3308
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Forwarded from Tradwives 🌹 (Jam)
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🇧🇷 - "É devastador para um homem dizer: 'você é livre para escolher seu sexo', É na verdade, estar livre Destruir a si mesmo."

- Cardeal Robert Sarah

🇬🇧 - "It's devastating for a man to say 'you are free to choose your sex' is actually being free to destroy yourself."

- Cardinal Robert Sarah

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-GLÓRIAS DE MARIA-
Santo Afonso de Ligório

8. Obediência

Mas sobretudo deu provas da sua heroica obediência quando, para obedecer à divina vontade, ofereceu à morte o seu Filho, com tanta constância, que, como pondera S. Ildefonso, estaria disposta a crucificar o seu Filho, se faltassem os algozes. Por onde sobre aquelas palavras que aquela mulher do Evangelho quando exclamou: Bem-aventurado o seio que te trouxe, disse o Redentor, isto é, antes, bem-aventurados aqueles que escutam a palavra de Deus e a observam (Lc 27, 27), escreve o venerável Beda que Maria foi mais feliz pela obediência à vontade de Deus do que por ser Mãe do próprio Deus.

É por isso que muito agradam à Virgem aqueles que são amantes da obediência. Apareceu ela uma vez a um religioso franciscano, chamado Acorso, na sua cela. Mas ele, por ter sido chamado pela obediência para ir confessar um enfermo, se retirou; mas ao voltar, viu que Maria o estava
esperando, e louvou muito a sua obediência. Ao contrário, repreendeu severamente a outro religioso, que, dado o sinal de ir para o refeitório, se deixou ficar a fazer certas devoções.

Falando a Virgem a S. Brígida da segurança que há em obedecer ao padre espiritual, lhe disse: A obediência introduz a todos na glória.

Pois que dizia S. Filipe Néri, que Deus, do que fazemos por obediência nos não pede contas, porque ele mesmo disse: Quem a vós ouve, a mim ouve, quem a vós despreza a mim despreza (Lc 10, 16). Revelou a mesma Mãe de Deus a S. Brígida que pelo mérito da sua obediência obteve do Senhor que todos os pecadores que a ela recorram arrependidos sejam perdoados.

Ah, Rainha e Mãe nossa, rogai por nós, alcançai-nos pelos méritos da vossa obediência a graça de obedecermos à sua vontade e aos preceitos dos nossos diretores espirituais. Amém.

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https://www.editorasantacruz.com.br/livros/glorias-de-maria-santo-afonso-maria-de-ligorio
Forwarded from Abusos Litúrgicos 💀
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"Religiões de matriz africana"
Os africanos:
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
MEDITAÇÕES PARA O ADVENTO E PARA O NATAL, de São Tomás de Aquino
28 de novembro: A conveniência da Encarnação

I. - Convenientíssimo parece que as coisas invisíveis de Deus se manifestem elas visíveis; pois, para tal foi feito todo o mundo, segundo as palavras do Apóstolo (Rom 1, 20): "As coisas invisíveis de Deus se vêem consideradas pelas obras que foram feitas". Ora, como diz Damasceno, pelo mistério da Encarnação se manifesta ao mesmo tempo a bondade, a sabedoria, a justiça e o poder ou virtude de Deus. A bondade, pois não desprezou a fraqueza da sua própria criatura; a justiça porque não deu a outrem senão ao homem o poder de vencer o tirano, nem livrou o homem da morte pela violência; a sabedoria, porque deu a mais cabal solução a um problema dificilimo; o poder enfim ou a virtude infinita, pois nada há de maior ao fato de Deus ter-se feito homem. Logo, foi conveniente Deus ter-se encarnado.

II. - A cada coisa é conveniente o que lhe cabe segundo à essência da sua própria natureza; assim, convém ao homem raciocinar por ser de natureza racional. Ora, a natureza mesma de Deus é a bondade, como está claro em Dionísio. Por onde, tudo o que pertence essencialmente ao bem convém a Deus. Ora pertence essencialmente ao bem o comunicar-se aos outros, como está claro em Dionísio. Por onde, pertence à essência do sumo bem comunicar-se de maneira suma à criatura. O que sobretudo se realiza por ter-se a si mesmo unido a natureza criada, de modo a fazer uma só pessoa dos três, o Verbo, a alma e a carne, como diz Agostinho. Por onde, é manifesto que foi conveniente que Deus se tivesse encarnado.

III. - Ser unida a Deus, na unidade de pessoa, não era conveniente à carne humana, pela condição da sua natureza, porque isso lhe sobrepujava a dignidade dela. Mas, foi conveniente a Deus, pela infinita excelência da sua bondade uní-la a si, para a salvação humana.

Diz Agostinho: "Deus é grande, não como uma mole, mas, pela sua virtude. Por isso, a grandeza da sua virtude não se comprimiu com a exiguidade local. Não é, portanto, incrível ao passo que o verbo transitório do homem, seja total e simultaneamente ouvido por muitos e por cada um, que o Verbo Deus, permanente, esteja total e simultaneamente em toda parte. Por onde, nenhum inconveniente resulta para Deus encarnado."

IIIa., q. 1, a. 1

https://permanencia.org.br/drupal/node/3311
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Forwarded from ☩Катюша Sænatorium☩ (☩Katyusha Monarca☩)
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
MEDITAÇÕES PARA O ADVENTO E PARA O NATAL, de São Tomás de Aquino
29 de novembro: Da necessidade da Encarnação

De dois modos pode uma coisa ser considerada necessária para um determinado fim. Primeiro, como aquilo sem o que o fim não pode existir; assim, o alimento é necessário à conservação da vida humana. De outro modo, como o meio pelo qual melhor e mais convenientemente se chega ao fim: assim, o cavalo é necessário para viajar. Do primeiro modo não era necessário, para a reparação da natureza humana, que Deus se encarnasse. Pois, pela sua onipotente virtude, Deus podia reparar por muitos outros modos a natureza humana. Do segundo, modo, era necessário que Deus se encarnasse, para a reparação da natureza humana. por isso, Agostinho diz: mostremos que não faltava a Deus nenhum outro modo possível, a cujo poder todas as coisas estão igualmente sujeitas; mas, não existia nenhum outro modo mais conveniente para obviar à nossa miséria. E isto podemos considerar relativamente à promoção do homem no bem:

1. Quanto à fé, que mais se certifica por crer na palavra mesma de Deus, Donde o dizer Agostinho: Para que o homem mais confiadamente trilhasse o caminho da verdade, a própria Verdade, o Filho de Deus, assumindo a humanidade, constituiu e fundou, a fé.

2. Quanto à esperança, que assim por excelência se exalça. Donde o dizer Agostinho: Nada foi tão necessário para exalçar a nossa esperança, do que a demonstração de quanto Deus nos ama. Pois, que indício mais manifesto desse amor do que ter-se o Filho de Deus dignado entrar em consórcio com a nossa natureza.

3. Quanto à caridade, que assim sobremaneira se excita. Por isso, diz Agostinho: Que maior causa do advento do Senhor do que mostrar Deus o seu amor para conosco? E depois acrescenta: Se nos custava amá-lo, que ao menos não custe corresponder-lhe ao amor.

4. Quanto a obrar retamente, do que se nos deu como exemplo. Donde o dizer Agostinho: Não se devia seguir o homem que podia ser visto; devia-se seguir a Deus, que não podia ser visto. Pois, para que se manifestasse ao homem e fosse visto do homem e o seguisse o homem, Deus fez-se homem.

5. Quanto à participação da divindade, que é a Verdadeira beatitude do homem e o fim da vida humana. O que nos foi conferido pela humanidade de Cristo; assim, diz Agostinho: Deus se fez homem para o homem fazer-se Deus.

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Forwarded from Aristotelian-Thomist
An amusing excerpt from a document describing a food test by Patriarch Timothy of Alexandria (end of the 4th Century): "There is a class of Manichaeans who are known as ‘hearers’ (Arab. sammakini), and they eat fish because it is not a sacrifice; but they forbid the ‘eating of meat’ because it is a sacrifice. They who have replaced meat with fish are in error. Our lord Christ ate meat. It follows necessarily then that everyone who confesses the Christian religion eats (i.e. must eat) meat too like Christ, to be precise at least once a year; in order to repudiate any suspicion of heresy and to renounce Manichaeism publicly."
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