A cristandade católica não é uma simples exibição de absolutismo religioso, mas apresenta um quadro contínuo de autoridade e julgamento privado avançando e recuando alternadamente como o fluxo e refluxo da maré; juntos em um pela beleza e majestade de um poder sobre-humano - no que pode ser chamado de um grande reformatório ou escola de treinamento, não como se fosse um hospital ou uma prisão, não para ser mandado para a cama, não para ser enterrado vivo, mas (se posso mudar minha metáfora) reunido como se fosse uma fábrica moral, para derreter, refinar e moldar, por um processo incessante e ruidoso, da matéria-prima da natureza humana, tão excelente, tão perigoso, tão capaz de propósitos divinos.
- Apologia Pro Vita Sua
Post original: https://news.1rj.ru/str/thedailynewman/482
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John Henry Newman
Catholic Christendom is no simple exhibition of religious absolutism, but presents a continuous picture of Authority and Private Judgment alternately advancing and retreating as the ebb and flow of the tide;—it is a vast assemblage of human beings with wilful…
Forwarded from Penitência e Expiação (I. Albert Weiss y Bernardes)
"O homem tem uma bela função, a de rezar e amar. Rezem, amem: esta é a felicidade do homem na terra!
A oração é simplesmente uma união com Deus. Quem tem o coração puro e unido a Deus sente em si mesmo um bálsamo, uma doçura que embriaga, uma luz que resplandece. Nessa união íntima Deus e a alma são como dois pedaços de cera que se fundiram um no outro; não se pode mais separá-los.
Há duas vozes no homem: a voz do anjo e a voz da besta. A voz do anjo é a oração; a voz da besta é o pecado. Aqueles que não rezam curvam-se para a terra, como uma toupeira que tenta cavar um buraco para se esconder. São muito terrenos, muito embrutecidos, e só pensam nas coisas temporais: como aquele avarento a quem davam Extrema-Unção um dia; quando lhe deram um crucifixo de prata para beijar, ele disse: "Essa cruz deve pesar bem uns trezentos gramas."'
(São João Maria Vianney, Catequeses, Sobre a Oração)
A oração é simplesmente uma união com Deus. Quem tem o coração puro e unido a Deus sente em si mesmo um bálsamo, uma doçura que embriaga, uma luz que resplandece. Nessa união íntima Deus e a alma são como dois pedaços de cera que se fundiram um no outro; não se pode mais separá-los.
Há duas vozes no homem: a voz do anjo e a voz da besta. A voz do anjo é a oração; a voz da besta é o pecado. Aqueles que não rezam curvam-se para a terra, como uma toupeira que tenta cavar um buraco para se esconder. São muito terrenos, muito embrutecidos, e só pensam nas coisas temporais: como aquele avarento a quem davam Extrema-Unção um dia; quando lhe deram um crucifixo de prata para beijar, ele disse: "Essa cruz deve pesar bem uns trezentos gramas."'
(São João Maria Vianney, Catequeses, Sobre a Oração)
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Todo mundo critica a Igreja. Mas ninguém fala disso aqui:
https://pt.aleteia.org/2020/01/08/rede-de-pedofilia-na-onu-ex-alto-comissario-denunciou-60-mil-estupros-em-10-anos/
https://pt.aleteia.org/2020/01/08/rede-de-pedofilia-na-onu-ex-alto-comissario-denunciou-60-mil-estupros-em-10-anos/
Aleteia
Rede de pedofilia na ONU: ex-alto Comissário denunciou 60 mil estupros em 10 anos
Andrew MacLeod denunciou uma rede de pedofilia em pleno seio da ONU, com cerca de 3.300 funcionários envolvidos em 60 mil estupros perpetrados ao longo de 10 anos, o que configuraria um dos maiores e mais chocantes escândalos de pedofilia da história da humanidade.
Forwarded from Católicos com Jesus e Maria
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Forwarded from Fotos de carro
"O Papa F1 Racing Team não existe e não pode te machucar"
O Papa F1 Racing Team:
O Papa F1 Racing Team:
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Forwarded from Jam
A indulgência plenária de Porciúncula: o perdão de Assis - Começa hoje, dia 1° de Agosto, e vai até à meia-noite de amanhã, dia 02 de Agosto
I - ORIGEM
Numa noite do mês de Julho de 1216, como acontecia em tantas outras noites, na silenciosa solidão da pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco ajoelhado no chão, estava profundamente mergulhado nas suas orações, quando de súbito, uma luz vivíssima e fulgurante encheu todo o recinto e, no meio dela, apareceu JESUS ao lado da VIRGEM MARIA sorridente, sentados num trono e circundados por diversos Anjos. JESUS perguntou-lhe:
“Qual o melhor auxílio que desejaria receber, para conseguir a salvação eterna das almas?”
Sem hesitar Francisco respondeu: “Santíssimo PAI, peço que a todos aqueles, que, arrependidos e confessados, vierem visitar esta Igreja, se lhes conceda um amplo e generoso perdão, uma completa remissão de todas as suas culpas”.
“O que você pede Frei Francisco, é um benefício muito grande”, disse-lhe o SENHOR, “muito embora você seja digno e merecedor de muitas coisas. Assim, acolho o seu pedido, com uma condição, você deverá solicitar essa indulgência ao meu Vigário na Terra”.
No dia seguinte, bem cedinho, Francisco acompanhado de Frei Nassau, seguiu para Perugia, a fim de se encontrar com o Papa Honório III. Diante de sua Santidade, falou:
“Santo Padre, há algum tempo, com o auxílio de DEUS, restaurei uma Igreja em honra de Santa Maria dos Anjos. Venho pedir a Sua Santidade colocar nesta Igreja uma indulgência para quem visitá-la, sem a obrigação de a pessoa oferecer qualquer coisa em pagamento (naquela época, toda indulgência concedida a uma pessoa estava ligada à obrigação dessa pessoa fazer uma oferta), a partir do dia da dedicação dessa mesma igreja”.
O Papa ficou surpreso e comoveu-se com o incomum pedido. Depois perguntou: “Por quantos anos você quer esta indulgência?”.
“Santo Padre, não peço anos, mas penso em almas”, respondeu Francisco.
“O que você quer dizer com isto?”
“Se Sua Santidade estiver de acordo, eu queria que todas as pessoas que visitassem Porciúncula, contritos de seus pecados, em estado de graça, tendo confessado e recebido a absolvição sacramental, obtenham a remissão de todos os seus pecados, na pena e na culpa, no Céu e na Terra, desde o dia de seu batismo até o dia em que entrarem na Igreja”.
“Mas não é um costume da Cúria Romana conceder tal indulgência!”
“Senhor, falou o Poverello, este pedido, não o faço por mim, mas por ordem de JESUS CRISTO. É da parte dEle que estou aqui”.
Ouvindo isto, o Papa, cheio de amor, respondeu três vezes seguidamente:
“Em nome de DEUS, meu filho, concedo-lhe esta indulgência”.
Como alguns Cardeais presentes quisessem interferir, o Papa confirmou:
“Já concedi a indulgência. Todo aquele que entrar na Igreja de Santa Maria dos Anjos, sinceramente arrependido de suas faltas e tendo confessado, seja absolvido de toda pena e de toda culpa. Esta indulgência valerá somente durante um dia, em cada ano, in perpetuo, a começar das primeiras vésperas, incluída a noite, até as vésperas do dia seguinte”.
A “consagração” da Igrejinha aconteceu no dia 2 de Agosto do mesmo ano de 1216. Assim sendo, a mencionada indulgência começa às 12 horas do dia 1 de Agosto até o entardecer do dia 2 de Agosto, todos os anos. A indulgência é conhecida com o nome: “DIA DO PERDÃO”.
Para recebê-la, o fiel deve achar-se em "estado de graça", rezar um CREDO, um PAI NOSSO, fazer o pedido da Indulgência Plenária, e rezar um PAI NOSSO, uma AVE MARIA e um GLÓRIA pelas intenções de Sua Santidade o Papa.
II - ENTRE A TARDE DO DIA 1 AGOSTO E O PÔR-DO-SOL DO DIA 2 AGOSTO, VÁLIDO PARA QUALQUER TEMPLO DA IGREJA CATÓLICA NO MUNDO, SEGUNDO AS CONDIÇÕES REQUERIDAS.
A Indulgência da Porciúncula somente era concedida a quem visitasse a Igreja de Santa Maria dos Anjos, entre à tarde do dia 1 agosto e o pôr-do-sol do dia 2 agosto.
I - ORIGEM
Numa noite do mês de Julho de 1216, como acontecia em tantas outras noites, na silenciosa solidão da pequena Igreja da Porciúncula, São Francisco ajoelhado no chão, estava profundamente mergulhado nas suas orações, quando de súbito, uma luz vivíssima e fulgurante encheu todo o recinto e, no meio dela, apareceu JESUS ao lado da VIRGEM MARIA sorridente, sentados num trono e circundados por diversos Anjos. JESUS perguntou-lhe:
“Qual o melhor auxílio que desejaria receber, para conseguir a salvação eterna das almas?”
Sem hesitar Francisco respondeu: “Santíssimo PAI, peço que a todos aqueles, que, arrependidos e confessados, vierem visitar esta Igreja, se lhes conceda um amplo e generoso perdão, uma completa remissão de todas as suas culpas”.
“O que você pede Frei Francisco, é um benefício muito grande”, disse-lhe o SENHOR, “muito embora você seja digno e merecedor de muitas coisas. Assim, acolho o seu pedido, com uma condição, você deverá solicitar essa indulgência ao meu Vigário na Terra”.
No dia seguinte, bem cedinho, Francisco acompanhado de Frei Nassau, seguiu para Perugia, a fim de se encontrar com o Papa Honório III. Diante de sua Santidade, falou:
“Santo Padre, há algum tempo, com o auxílio de DEUS, restaurei uma Igreja em honra de Santa Maria dos Anjos. Venho pedir a Sua Santidade colocar nesta Igreja uma indulgência para quem visitá-la, sem a obrigação de a pessoa oferecer qualquer coisa em pagamento (naquela época, toda indulgência concedida a uma pessoa estava ligada à obrigação dessa pessoa fazer uma oferta), a partir do dia da dedicação dessa mesma igreja”.
O Papa ficou surpreso e comoveu-se com o incomum pedido. Depois perguntou: “Por quantos anos você quer esta indulgência?”.
“Santo Padre, não peço anos, mas penso em almas”, respondeu Francisco.
“O que você quer dizer com isto?”
“Se Sua Santidade estiver de acordo, eu queria que todas as pessoas que visitassem Porciúncula, contritos de seus pecados, em estado de graça, tendo confessado e recebido a absolvição sacramental, obtenham a remissão de todos os seus pecados, na pena e na culpa, no Céu e na Terra, desde o dia de seu batismo até o dia em que entrarem na Igreja”.
“Mas não é um costume da Cúria Romana conceder tal indulgência!”
“Senhor, falou o Poverello, este pedido, não o faço por mim, mas por ordem de JESUS CRISTO. É da parte dEle que estou aqui”.
Ouvindo isto, o Papa, cheio de amor, respondeu três vezes seguidamente:
“Em nome de DEUS, meu filho, concedo-lhe esta indulgência”.
Como alguns Cardeais presentes quisessem interferir, o Papa confirmou:
“Já concedi a indulgência. Todo aquele que entrar na Igreja de Santa Maria dos Anjos, sinceramente arrependido de suas faltas e tendo confessado, seja absolvido de toda pena e de toda culpa. Esta indulgência valerá somente durante um dia, em cada ano, in perpetuo, a começar das primeiras vésperas, incluída a noite, até as vésperas do dia seguinte”.
A “consagração” da Igrejinha aconteceu no dia 2 de Agosto do mesmo ano de 1216. Assim sendo, a mencionada indulgência começa às 12 horas do dia 1 de Agosto até o entardecer do dia 2 de Agosto, todos os anos. A indulgência é conhecida com o nome: “DIA DO PERDÃO”.
Para recebê-la, o fiel deve achar-se em "estado de graça", rezar um CREDO, um PAI NOSSO, fazer o pedido da Indulgência Plenária, e rezar um PAI NOSSO, uma AVE MARIA e um GLÓRIA pelas intenções de Sua Santidade o Papa.
II - ENTRE A TARDE DO DIA 1 AGOSTO E O PÔR-DO-SOL DO DIA 2 AGOSTO, VÁLIDO PARA QUALQUER TEMPLO DA IGREJA CATÓLICA NO MUNDO, SEGUNDO AS CONDIÇÕES REQUERIDAS.
A Indulgência da Porciúncula somente era concedida a quem visitasse a Igreja de Santa Maria dos Anjos, entre à tarde do dia 1 agosto e o pôr-do-sol do dia 2 agosto.
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Forwarded from Jam
Em 9 de julho de 1910, o Papa São Pio X concedeu autorização aos bispos de todo o mundo, só naquele ano de 1910, para que designassem qualquer igreja pública de suas Dioceses, a fim de que, também nelas, as pessoas recebessem a Indulgência da Porciúncula. (Acta Apostolicae Sedis,
II, 1910, 443 sq.; Acta Ord. Frat. Min., XXIX, 1910, 226).
Por último, este privilégio foi renovado por um tempo indefinido por decreto da Sagrada Congregação de Indulgências, em 26 março de 1911 (Acta Apostolicae Sedis, III, 1911, 233-4).
Significa dizer, que atualmente, qualquer Igreja Católica de qualquer país, tem o benefício da Indulgência que São Francisco conseguiu de JESUS para toda humanidade.
Assim, ganharão a Indulgência todas as pessoas que, em "estado de graça", visitarem uma Igreja nos dias mencionados, rezarem um CREDO, um PAI NOSSO e um GLÓRIA, suplicando a DEUS o benefício da indulgência, e rezando também, um PAI NOSSO, uma AVE MARIA e um GLÓRIA, pelas intenções do Santo Padre o Papa.
Poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, ou em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de serem ajudadas na conversão do coração.
II, 1910, 443 sq.; Acta Ord. Frat. Min., XXIX, 1910, 226).
Por último, este privilégio foi renovado por um tempo indefinido por decreto da Sagrada Congregação de Indulgências, em 26 março de 1911 (Acta Apostolicae Sedis, III, 1911, 233-4).
Significa dizer, que atualmente, qualquer Igreja Católica de qualquer país, tem o benefício da Indulgência que São Francisco conseguiu de JESUS para toda humanidade.
Assim, ganharão a Indulgência todas as pessoas que, em "estado de graça", visitarem uma Igreja nos dias mencionados, rezarem um CREDO, um PAI NOSSO e um GLÓRIA, suplicando a DEUS o benefício da indulgência, e rezando também, um PAI NOSSO, uma AVE MARIA e um GLÓRIA, pelas intenções do Santo Padre o Papa.
Poderão utilizar a Indulgência em seu próprio benefício, ou em favor de pessoas falecidas ou daquelas que necessitam de serem ajudadas na conversão do coração.
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