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Forwarded from Padre Paulo Ricardo
Anote aí os ingredientes:

→ Abobrinha
→ Queijo muçarela em fatias
→ Molho de tomate
→ Sal
→ Pimenta-do-reino
→ Orégano

Agora, o modo de fazer:

1. Fatie a abobrinha em rodelas bem finas.
2. Unte com azeite um refratário.
3. Espalhe as rodelas de abobrinha fazendo duas camadas.
4. Tempere com uma pitada de sal e outra de pimenta.
5. Espalhe o molho de tomate, pondo por cima o queijo e, depois, o orégano.
6. Leve ao forno por 15 minutos e sirva a seguir.

Pronto. Ei-lo diante de um prato que a dona Peppa (Maria Giuseppa), mãe do Padre Pio, adorava servir para ele na adolescência…

Pelo menos até o dia que ela descobriu que Francesco não era muito fã de abobrinha.

O fato se deu quando o Padre Pio tinha 14 anos, e ele o contava com frequência:

Uma vez, dona Peppa quis fazer uma surpresa a Francesco quando ele chegasse da escola: preparou um belo prato de abobrinhas à parmegiana, junto a um belo cacho de uvas. O menino chegou, abraçou a mãe, sentou-se à mesa… mas afastou delicadamente o prato cheio de abobrinhas e começou a comer as uvas.

A mãe, que ficara observando discretamente a reação do filho, não conseguiu conter as lágrimas.

“Se eu soubesse que a minha mãe ia ficar tão amargurada”, comentava Padre Pio, “teria comido todas as abobrinhas numa garfada. Infelizmente, só percebi quando ela desatou a chorar”.

Pois é, todo o mundo tem uma “abobrinha” na vida: aquele alimento que não agrada muito e que custa “descer”. Nesses casos, é uma ótima penitência comer sem reclamar, ficar satisfeito com o que há à disposição — principalmente quando outras pessoas fizeram a caridade de nos preparar o alimento. (Se essa pessoa é a nossa mãe, então, o dever de gratidão é ainda maior!)

São coisas simples que aprendemos no seio do lar, mas que vão nos preparando para a vida. Afinal, como vamos encarar bem os percalços que Deus permite em nosso caminho, se nos recusamos a suportar um jiló no prato, uma uva passa no salpicão ou, até, um dia da semana sem comer carne?
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Forwarded from Men Among the Ruins
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Forwarded from Inspirações Santas
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Media is too big
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Forwarded from Tradwives 🌹 (Jam)
Para meditação dos Mistérios Gozosos
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"Maria é aquela que sabe transformar um curral de animais na casa de Jesus, com uns pobres paninhos e uma montanha de ternura. Ela é a serva humilde do Pai, que transborda de alegria no louvor. É a amiga sempre solícita para que não falte o vinho na nossa vida. É aquela que tem o coração trespassado pela espada, que compreende todas as penas. Como Mãe de todos, é sinal de esperança para os povos que sofrem as dores do parto até que germine a justiça. Ela é a missionária que Se aproxima de nós, para nos acompanhar ao longo da vida, abrindo os corações à fé com o seu afecto materno. Como uma verdadeira mãe, caminha connosco, luta connosco e aproxima-nos incessantemente do amor de Deus. Através dos diferentes títulos marianos, geralmente ligados aos santuários, compartilha as vicissitudes de cada povo que recebeu o Evangelho e entra a formar parte da sua identidade histórica. Muitos pais cristãos pedem o Baptismo para seus filhos num santuário mariano, manifestando assim a fé na acção materna de Maria que gera novos filhos para Deus. É lá, nos santuários, que se pode observar como Maria reúne ao seu redor os filhos que, com grandes sacrifícios, vêm peregrinos para A ver e deixar-se olhar por Ela. Lá encontram a força de Deus para suportar os sofrimentos e as fadigas da vida. Como a São João Diego, Maria oferece-lhes a carícia da sua consolação materna e diz-lhes: «Não se perturbe o teu coração. (...) Não estou aqui eu, que sou tua Mãe?»"
Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, Papa Franciso, 285
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