Forwarded from Padre Paulo Ricardo
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Em 2004, o Cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e futuro Papa Bento XVI, enviou um comunicado à Conferência Episcopal dos Estados Unidos delineando os princípios de dignidade para receber a Sagrada Comunhão na Igreja Católica. Referindo-se aos posicionamentos do comungante em matéria de moral e de política, o Cardeal Ratzinger sublinhou que, quando se trata do julgamento consciencioso de um católico, alguns assuntos têm maior peso moral que outros.
“Nem todas questões morais têm o mesmo peso moral que o aborto ou a eutanásia. Por exemplo, se um católico discordasse do Santo Padre quanto à aplicação da pena capital ou à decisão de declarar uma guerra, ele não seria considerado, por esta razão, indigno de se apresentar para receber a Sagrada Comunhão [i]. Se, por um lado, a Igreja exorta as autoridades civis a buscarem a paz ao invés da guerra e a terem moderação e misericórdia na aplicação das penas aos criminosos, por outro lado ainda se pode permitir o uso de armas para expulsar um agressor ou o recurso à pena capital. Pode haver legítima diversidade de opiniões, mesmo entre os católicos, sobre a decisão de se mover uma guerra ou de se aplicar a pena de morte, mas em nenhum caso pode havê-la sobre o aborto e a eutanásia.”
Trecho retirado do texto: Há coisas que são erradas “sempre e em todo lugar”.
Em 2004, o Cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e futuro Papa Bento XVI, enviou um comunicado à Conferência Episcopal dos Estados Unidos delineando os princípios de dignidade para receber a Sagrada Comunhão na Igreja Católica. Referindo-se aos posicionamentos do comungante em matéria de moral e de política, o Cardeal Ratzinger sublinhou que, quando se trata do julgamento consciencioso de um católico, alguns assuntos têm maior peso moral que outros.
“Nem todas questões morais têm o mesmo peso moral que o aborto ou a eutanásia. Por exemplo, se um católico discordasse do Santo Padre quanto à aplicação da pena capital ou à decisão de declarar uma guerra, ele não seria considerado, por esta razão, indigno de se apresentar para receber a Sagrada Comunhão [i]. Se, por um lado, a Igreja exorta as autoridades civis a buscarem a paz ao invés da guerra e a terem moderação e misericórdia na aplicação das penas aos criminosos, por outro lado ainda se pode permitir o uso de armas para expulsar um agressor ou o recurso à pena capital. Pode haver legítima diversidade de opiniões, mesmo entre os católicos, sobre a decisão de se mover uma guerra ou de se aplicar a pena de morte, mas em nenhum caso pode havê-la sobre o aborto e a eutanásia.”
Trecho retirado do texto: Há coisas que são erradas “sempre e em todo lugar”.
Padre Paulo Ricardo
Há coisas que são erradas “sempre e em todo lugar”
Há coisas que não são intrinsecamente más: podem ser erradas sob determinadas condições e aceitáveis em outras. Outras, no entanto, como o aborto e a eutanásia, não podem jamais ser objeto de escolha ou de apoio, nem se tornar direito ou bandeira política.
"Imagine quanta mais ciência não teria um Agostinho;
Quanto mais fervor não teria um Gregório;
Quanta mais paciência não teria uma Mônica;
Quanta mais caridade não teria um Bento;
Quanta mais esperança não teria uma Inês;
Quanta mais fortaleza não teria um Atanásio;
Quanta mais sabedoria não teria uma Escolástica;
Se em suas mãos tivesse um Rosário!
Quanto não seriam devotos, quantas lágrimas não derramariam e horas lhe dedicaram,
Se ao menos se lho tivessem dado!
E nós, que fazemos?
Somos muito ocupados;
Estamos muito cansados;
Não nos concentramos!
Temos a maior arma do mundo em nossas mãos, mas a desprezamos..."
- Um coração Dominicano
Quanto mais fervor não teria um Gregório;
Quanta mais paciência não teria uma Mônica;
Quanta mais caridade não teria um Bento;
Quanta mais esperança não teria uma Inês;
Quanta mais fortaleza não teria um Atanásio;
Quanta mais sabedoria não teria uma Escolástica;
Se em suas mãos tivesse um Rosário!
Quanto não seriam devotos, quantas lágrimas não derramariam e horas lhe dedicaram,
Se ao menos se lho tivessem dado!
E nós, que fazemos?
Somos muito ocupados;
Estamos muito cansados;
Não nos concentramos!
Temos a maior arma do mundo em nossas mãos, mas a desprezamos..."
- Um coração Dominicano
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“O Rosário é uma longa corrente que liga o Céu e a terra. Uma de suas pontas está em nossas mãos e a outra está nas mãos da Santíssima Virgem... A oração do Rosário sobe como incenso aos pés do Altíssimo. Maria responde imediatamente como um orvalho benéfico, trazendo nova vida aos homens.”
Santa Teresinha de Lisieux
Santa Teresinha de Lisieux
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Infelizmente foi divulgada pelos leigos em tal ponto que até bispos promoveram as promessas. Segue o link: https://www.vatican.va/archive/aas/index_po.htm
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Quando eu tiver um cachorro, ele se chamará Balduíno Atanásio de Tourcoing. A Guerra Santa deve continuar!
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"Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, de nada valeria! O amor é paciente, o amor é bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se junta com a injustiça, mas se junta com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará. A nossa ciência é parcial, a nossa profecia é imperfeita. Quando chegar o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá. Por ora subsistem a fé, a esperança e o amor – as três. Porém, a maior delas é o amor". - São Paulo.
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Forwarded from Legio Sancti Iosephi
A existência de um evento como o Círio de Nazaré faz perceber, na prática, como a ideia do estado laico é uma farsa.
A prática da religião é necessariamente uma coisa pública e política. É necessário fechar avenidas para uma procissão religiosa.
Os católicos não trabalham aos domingos e dias santos, a fim de santificá-los. E et cetera.
Práticas deste tipo sempre irão parecer como uma imposição aos não-católicos ou indiferentes.
A proibição destas práticas, por outro lado, sempre parecerão como uma imposição a todos aqueles que crêem na Igreja de Cristo.
Ou o estado é ateu, ou é confessional. Não há por onde escapar.
E, graças a Deus, o estado ainda tolera algo da fé católica, apesar de já ser ateu.
A prática da religião é necessariamente uma coisa pública e política. É necessário fechar avenidas para uma procissão religiosa.
Os católicos não trabalham aos domingos e dias santos, a fim de santificá-los. E et cetera.
Práticas deste tipo sempre irão parecer como uma imposição aos não-católicos ou indiferentes.
A proibição destas práticas, por outro lado, sempre parecerão como uma imposição a todos aqueles que crêem na Igreja de Cristo.
Ou o estado é ateu, ou é confessional. Não há por onde escapar.
E, graças a Deus, o estado ainda tolera algo da fé católica, apesar de já ser ateu.
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