Forwarded from 𝓞 𝓕𝓵𝓾𝓶𝓲𝓷𝓮𝓷𝓼𝓮
Intenções de reza mais recentes e urgentes, em prol do mundo e do Brasil
>Pelas vítimas dos incidentes da ponte no Maranhão, do avião em Gramado e o caminhão em Minas, totalizando até então quase 60 mortes;
>blasfémia contra o Menino Jesus e Nossa Senhora feita em um desenho, que insinua o aborto do Menino Jesus;
>contra o aborto até 9 meses de gestação em caso de abuso de menores;
>pelos padres do Brasil
>contra a ditadura no Brasil
𝓞 𝓕𝓵𝓾𝓶𝓲𝓷𝓮𝓷𝓼𝓮
>Pelas vítimas dos incidentes da ponte no Maranhão, do avião em Gramado e o caminhão em Minas, totalizando até então quase 60 mortes;
>blasfémia contra o Menino Jesus e Nossa Senhora feita em um desenho, que insinua o aborto do Menino Jesus;
>contra o aborto até 9 meses de gestação em caso de abuso de menores;
>pelos padres do Brasil
>contra a ditadura no Brasil
𝓞 𝓕𝓵𝓾𝓶𝓲𝓷𝓮𝓷𝓼𝓮
🙏52
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
A canção mais gravada do mundo, a mais executada em celebrações Natalinas foi composta em 1808 pelo padre Joseph Mohr e o organista Franz Gruber.
Numa epoca em que a Austria estava arrasada pelas guerras napoleônicas o Padre, num desejo de levar alívio e esperança aos seus fiéis, compôs o Poema Stille Night e pediu a seu amigo para fazer a melodia.
Ela foi executada pela prineira vez na véspera de Natal, acompanhada de violão e flauta, já que os foles do órgãos tinham sido roídos pelos ratos. O padre e o organistas estavam apreensivos pela ausência do órgão, mas a simplicidade daquela execução foi o convite para que todos cantassem juntos.
E desde então, dos palácios às tricheiras, das catedrais aos lares, essa canção emociona e enche de piedade os coracoes na noite de Natal.
Numa epoca em que a Austria estava arrasada pelas guerras napoleônicas o Padre, num desejo de levar alívio e esperança aos seus fiéis, compôs o Poema Stille Night e pediu a seu amigo para fazer a melodia.
Ela foi executada pela prineira vez na véspera de Natal, acompanhada de violão e flauta, já que os foles do órgãos tinham sido roídos pelos ratos. O padre e o organistas estavam apreensivos pela ausência do órgão, mas a simplicidade daquela execução foi o convite para que todos cantassem juntos.
E desde então, dos palácios às tricheiras, das catedrais aos lares, essa canção emociona e enche de piedade os coracoes na noite de Natal.
🏆34❤6
Carta de Joseph Ratzinger do Natal de 1934 ao Menino Jesus!
Em 1934, Joseph Ratzinger tinha sete anos e escreveu uma carta ao Menino Jesus pedindo três presentes de Natal:
“Querido Menino Jesus, desça rapidamente à terra. O Senhor trará alegria às crianças. Também me traga alegria. Gostaria de um Volks-Schott (livro de acompanhamento da missa), uma casula verde e uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. Eu sempre quero ser bom. Saudações de Joseph Ratzinger”
Em 1934, Joseph Ratzinger tinha sete anos e escreveu uma carta ao Menino Jesus pedindo três presentes de Natal:
“Querido Menino Jesus, desça rapidamente à terra. O Senhor trará alegria às crianças. Também me traga alegria. Gostaria de um Volks-Schott (livro de acompanhamento da missa), uma casula verde e uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. Eu sempre quero ser bom. Saudações de Joseph Ratzinger”
❤🔥64🥰7❤5🗿3👍2
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
A porta santa foi aberta, começando oficialmente o ano de jubileu
❤🔥45❤2👏1
Forwarded from 🌻𝐉𝐚𝐫𝐝𝐢𝐦 𝐝𝐚 𝐉𝐨𝐚𝐧𝐢𝐧𝐡𝐚🐞 (joaninha🐞)
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
Feliz Véspera de Natal ❤️
❤🔥44
Ícone Tradicional da Natividade e seus significados ocultos
No centro, estão Cristo e Maria deitados; apesar de não ser bíblico é tradição desde o primeiro século que a manjedoura do Santo Nascimento era, na verdade, uma caverna. Na imagem, se vê que o Senhor está vestido com roupas de sepultamento para prefigurar que Ele nasceu para morrer, também a caverna serve para prenunciar o túmulo no qual seria enterrado e de onde ressuscitaria.
Diferente da grande maioria dos ícones, Maria NÃO está olhando para o Cristo, ao invés disso olha para São José, é um olhar intercessor. Por quê? Também é tradição do primeiro século que, alguns instantes após o nascimento do Cristo, São José tenha sido acometido de várias dúvidas: "De quem é este menino se não é meu?". No canto esquerdo e inferior da tela — a posição das tentações — o velho que "aconselha" a São José é o Diabo, mas, vê-se que, apesar das dúvidas, o halo de santidade permanece, o que deduz que mesmo sendo um homem sujeito à questões, São José JAMAIS fraquejou em sua fidelidade e perseverança.
No canto inferior direito, mostra-se um outro momento da Natividade: a ajuda das duas parteiras que teriam vindo socorrer a Sagrada Família neste momento dramático.
No canto superior esquerdo está a cena com os três reis magos, o coro dos anjos que guiam o caminho dos três homens.
No canto superior direito o anjo que anuncia o nascimento do Salvador aos pastores.
O brilho azul no topo central é a representação da Presença e da Glória de Deus, e toma o tradicional nome de Mandorla. É também a representação da Estrela de Belém.
O boi e o burro dentro da caverna são dois dos símbolos mais antigos que aparecem nos ícones, imagens e esculturas da natividade; possuem várias camadas de interpretação, sendo representações dos judeus e gentios, dos dois apetites, da inteligência e vontade caídas, entre outros.
Cristo foi o maior mistério de todos os tempos, foi o mistério escondido de todas as eras — e por isso "esconder" seu advento na caverna mostra como os mistérios de Deus são escondidos da maioria das pessoas. Desse modo, o símbolo da caverna também representa o coração humano. As cavernas, com todas as suas camadas de mistério e câmaras de escuridão, retorcidas, refletem o coração humano e o senso de mistério que reside em nós. Temos em nós o jumento e boi, ora selvagens, ora domesticados. Se na porta da caverna o diabo nos planta dúvidas, temos também a Mãe de Deus olhando por e para nós. Todas as distrações existem para nos puxar e nos fazer sair de nossos corações; portanto, todo esforço espiritual é um esforço de retorno e reencontro interior onde se descobre que Cristo está lá, já está lá, sempre esteve lá: o verdadeiro lugar onde o Senhor nasce é no nosso íntimo (João 4.20-23): não é assim que o ícone nos mostra que São José agiu?
"Cansei de suas mentiras", disse ele ao maldito velho, então rezou, recobrou as forças e levantou-se, retornou à caverna e lá reencontrou Cristo e a Mãe de Deus: o Santo Nascimento também é o princípio da descida ao próprio coração, os primórdios da caçada ao mistério escondido de todas as eras, mas encetado em nossos corações: "Um menino nos nasceu, um Filho nos foi dado" (Isaías 9.5), e aqui principia, para nós, a Eternidade.
No centro, estão Cristo e Maria deitados; apesar de não ser bíblico é tradição desde o primeiro século que a manjedoura do Santo Nascimento era, na verdade, uma caverna. Na imagem, se vê que o Senhor está vestido com roupas de sepultamento para prefigurar que Ele nasceu para morrer, também a caverna serve para prenunciar o túmulo no qual seria enterrado e de onde ressuscitaria.
Diferente da grande maioria dos ícones, Maria NÃO está olhando para o Cristo, ao invés disso olha para São José, é um olhar intercessor. Por quê? Também é tradição do primeiro século que, alguns instantes após o nascimento do Cristo, São José tenha sido acometido de várias dúvidas: "De quem é este menino se não é meu?". No canto esquerdo e inferior da tela — a posição das tentações — o velho que "aconselha" a São José é o Diabo, mas, vê-se que, apesar das dúvidas, o halo de santidade permanece, o que deduz que mesmo sendo um homem sujeito à questões, São José JAMAIS fraquejou em sua fidelidade e perseverança.
No canto inferior direito, mostra-se um outro momento da Natividade: a ajuda das duas parteiras que teriam vindo socorrer a Sagrada Família neste momento dramático.
No canto superior esquerdo está a cena com os três reis magos, o coro dos anjos que guiam o caminho dos três homens.
No canto superior direito o anjo que anuncia o nascimento do Salvador aos pastores.
O brilho azul no topo central é a representação da Presença e da Glória de Deus, e toma o tradicional nome de Mandorla. É também a representação da Estrela de Belém.
O boi e o burro dentro da caverna são dois dos símbolos mais antigos que aparecem nos ícones, imagens e esculturas da natividade; possuem várias camadas de interpretação, sendo representações dos judeus e gentios, dos dois apetites, da inteligência e vontade caídas, entre outros.
Cristo foi o maior mistério de todos os tempos, foi o mistério escondido de todas as eras — e por isso "esconder" seu advento na caverna mostra como os mistérios de Deus são escondidos da maioria das pessoas. Desse modo, o símbolo da caverna também representa o coração humano. As cavernas, com todas as suas camadas de mistério e câmaras de escuridão, retorcidas, refletem o coração humano e o senso de mistério que reside em nós. Temos em nós o jumento e boi, ora selvagens, ora domesticados. Se na porta da caverna o diabo nos planta dúvidas, temos também a Mãe de Deus olhando por e para nós. Todas as distrações existem para nos puxar e nos fazer sair de nossos corações; portanto, todo esforço espiritual é um esforço de retorno e reencontro interior onde se descobre que Cristo está lá, já está lá, sempre esteve lá: o verdadeiro lugar onde o Senhor nasce é no nosso íntimo (João 4.20-23): não é assim que o ícone nos mostra que São José agiu?
"Cansei de suas mentiras", disse ele ao maldito velho, então rezou, recobrou as forças e levantou-se, retornou à caverna e lá reencontrou Cristo e a Mãe de Deus: o Santo Nascimento também é o princípio da descida ao próprio coração, os primórdios da caçada ao mistério escondido de todas as eras, mas encetado em nossos corações: "Um menino nos nasceu, um Filho nos foi dado" (Isaías 9.5), e aqui principia, para nós, a Eternidade.
❤🔥19🕊3
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
Este poema, Noël, foi escrito por J.R.R. Tolkien, em 1936 (anos antes de O Hobbit e os livros O Senhor dos Anéis trazerem fama a Tolkien), e só foi descoberto em 2013, num diário antigo. Agora, foi configurado para música! Giorgio Navarini compôs esta peça mágica de música, trazendo à vida o belo poema de Tolkien sobre o nascimento do Salvador do mundo.
A linguagem e o estilo do poema escutam para a Terra Média, iluminando a história de Natal com imagens evocando o mítico e fantástico mundo do Senhor dos Anéis.
❤🔥22