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"Invisibilia enim ipsius a creatura mundi per ea quæ facta sunt intellecta conspiciuntur sempiterna quoque ejus virtus et divinitas ut sint inexcusabiles."
Rom 1, 20

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Forwarded from João Pedro
ideologia deixa o cérebro líquido e o pulmão preto
Forwarded from أتروسيتوس
Essa senhora não está nem um pouco interessada em argumentos apologéticos. Não quer saber das acusações dos protestantes, nem das críticas dos Ortodoxos.

Pra ela tanto faz se a Missa não é em latim, se não tem órgão, se o padre está de frente ou de costas. Ela talvez nem sequer saiba o que é Vaticano II, muito menos ousa criticar a liderança da Igreja.

Mas ela sabe uma coisa: é Jesus quem está ali naquela Hóstia. E isso, juntamente com todos os crucifixos, mostra para ela que ele não despreza seu sofrimento.

Ela sabe que Nossa Senhora, nos seus mais diversos títulos, é uma Mãe que cuida de seus filhos. Sabe que Deus a ama, e que Ele a quer totalmente.

Ela é apenas mais uma daquelas simples senhoras que demonstra, com sua vida, que não precisamos de muito conhecimento para amarmos a Deus.

“…exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.” (Mat 11,25)

(por Gabriel Tavares)
"O patriotismo, quando bem entendido, é um dever de caridade imposto pelo quarto mandamento da lei de Deus. É dever amar o próximo como a si mesmo. Ora, a proximidade é algo relativo: alguns são mais próximos que outros. É evidente que pai e mãe são nossos primeiros "próximos". Daí, o primeiro mandamento para com o próximo ser o que ordena honrar pai e mãe. Nesse mandamento está incluído também o amor à pátria, porque a ela pertencemos de modo particular, recebendo dela a cultura e a personalidade própria a cada povo.

Assim como cada pessoa tem uma personalidade particular, cada povo tem seus valores particulares, dados por Deus, para que cada povo realize na História a sua missão providencial, para a qual Deus o criou. Essa vocação da pátria temos obrigação de ajudar a cumpri-la, amando os valores que Deus concedeu a cada pátria. O patriotismo verdadeiro e legítimo consiste nisso: amar os valores e a vocação providencial da pátria em que nascemos."

Orlando Fedeli
"São dois grandes amores que, em última análise, decidem da sorte do homem. Já o vira o gênio de Agostinho. Na sua Obra, De Civitate Dei, que fundou a filosofia da história, ele divide o mundo das almas em duas grandes cidades, não separadas pelas fronteiras políticas ou raias geográficas, mas fundadas por duas atitudes da vontade, dois grandes amores: o amor de Deus, levado até o desprezo de si, o amor de si levado até o desprezo de Deus.
(...)
O amor de si levado até o desprezo de Deus e das exigências de sua verdade soberana: eis a raiz moral da incredulidade e o princípio de todas as infelicidades humanas.
Mas o homem é matéria e espírito, corpo e alma, animal e racional. O egoísmo funesto e anárquico pode, portanto, segundo as diversidades individuais dos temperamentos, apresentar-se sob duas formas, não digo isoladas ou exclusivas, mas nitidamente distintas.
Em alguns, o amor de si, que pode levar ao descaso de Deus, apega-se às parte superior do homem, ao espírito, ao racional: é a impaciência de qualquer submissão, é a pretensão a uma independência sem limites, é o orgulho.
Em outros, o amor desordenado orienta as suas preferências para o corpo e para os bens da vida animal: é a escravidão da carne, a febre do prazer, a sensualidade infrene.
Aqui e lá, uma mesma desordem fundamental que inverte o valor interno das coisas; uma tentativa frustrada de resolver o problema da felicidade fora da ordem essencial dos seres: o homem, que não sendo o Ser primeiro, ama-se a si mesmo acima de todas as coisas. O orgulho, impureza da alma; a sensualidade, orgulho do corpo. Orgulho e sensualidade, duas manifestações profundas de um mesmo egoísmo que atira o homem fora de sua trajetória natural em cujo termo se encontra a paz definitiva de seus verdadeiros destinos."
Padre Leonel Franca