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40 maiores erros de português que você tem que deixar de cometer
Para você não errar mais, confira 40 dos maiores erros de português mais comuns que tiram a credibilidade do seu texto. Se você prestar atenção, terá mais chance de gabaritar na prova de redação no Enem e no Vestibular. Então, vamos lá! 1. Precisa-se ou Precisam…
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ROMA INVICTA
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Continuação das notas de "Como aprendi o português e outras aventuras"
Não há nenhum ramo de estudos que se possa abranger com materiais em português apenas, nem se pode conseguir ampla perspectiva artística ou intelectual quanto se está confinado nos limites da língua pátria.
- Geração sem palavras
"A quem os deuses odeiam, fazem-no pedagogo"
Todo professor consegue identificar dois tipos de atenção nos alunos: passiva e ativa. Na passiva, as palavras passam como fantasmas. Na ativa, o esforço de compreender é notável.
O fato de os alunos aprenderem história ou até mesmo português sem o vocabulário necessário é digno de admiração e compaixão.
Há não muito tempo, um bom vocabulário não era algo exclusivo de uma elite intelectual, mas indispensável a expressão e pensamentos de todos, visto que especialmente a operação do pensamento é inseparavelmente ligada às palavras. Portanto, uma pobreza de vocabulário implica em uma pobreza de ideias.
E a pobreza de vocabulário está diretamente ligada à falta de leitura.
A substituição dos livros pelos quadrinhos, cinema e passatempos parecidos, por exemplo, empobrece as almas, visto que as imagens fornecem todo o contexto necessário para a compreensão, podendo até mesmo pular boa parte das palavras.
Vivemos em um mundo em que cada vez há mais sugestões, porém cada vez menos percepção dessas sugestões devido à falta de vocabulário.
Não há nenhum ramo de estudos que se possa abranger com materiais em português apenas, nem se pode conseguir ampla perspectiva artística ou intelectual quanto se está confinado nos limites da língua pátria.
- Geração sem palavras
"A quem os deuses odeiam, fazem-no pedagogo"
Todo professor consegue identificar dois tipos de atenção nos alunos: passiva e ativa. Na passiva, as palavras passam como fantasmas. Na ativa, o esforço de compreender é notável.
O fato de os alunos aprenderem história ou até mesmo português sem o vocabulário necessário é digno de admiração e compaixão.
Há não muito tempo, um bom vocabulário não era algo exclusivo de uma elite intelectual, mas indispensável a expressão e pensamentos de todos, visto que especialmente a operação do pensamento é inseparavelmente ligada às palavras. Portanto, uma pobreza de vocabulário implica em uma pobreza de ideias.
E a pobreza de vocabulário está diretamente ligada à falta de leitura.
A substituição dos livros pelos quadrinhos, cinema e passatempos parecidos, por exemplo, empobrece as almas, visto que as imagens fornecem todo o contexto necessário para a compreensão, podendo até mesmo pular boa parte das palavras.
Vivemos em um mundo em que cada vez há mais sugestões, porém cada vez menos percepção dessas sugestões devido à falta de vocabulário.
"Alguém já disse que nenhum livro deve ser lido uma única vez; só merecem a leitura os que valem a pena de ser relidos. Mas a verdade é que nunca se relê o mesmo livro. De uma leitura à outra, a obra pode modificar-se totalmente, sobretudo quando entre as duas medra grande espaço de tempo."
Paulo Rónai
Paulo Rónai
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