Forwarded from Imagens Católicas
"Tenha coragem e seja paciente consigo mesmo quando cair."
São Pio de Pietrelcina
São Pio de Pietrelcina
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Forwarded from Imagens Católicas
"Sem humildade não pode haver Virtude alguma."
Santa Maria Maravilhas de Jesus
Santa Maria Maravilhas de Jesus
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Forwarded from Imagens Católicas
Quando aprendemos a servir, cada gesto de atenção e cuidado, cada expressão de ternura, cada obra de misericórdia torna-se um reflexo do amor de Deus.
Papa Francisco, 12 de Novembro de 2024
Papa Francisco, 12 de Novembro de 2024
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Forwarded from Helkein
A virtude é certa disposição psicológica congruente com o modo de ser intelectivo-volitivo da pessoa humana, razão pela qual a virtude é uma espécie de bondade, visto ser bom algo alcançar o fim ao qual tende, dadas as suas potências. O vício é justamente o oposto: uma disposição contrária ao modo de ser da natureza da pessoa. Mas entre uma virtude e o seu vício oposto há, muitas vezes, tanta semelhança que é quase impossível distingui-los. Existe pusilanimidade parecida com prudência, prodigalidade com aparência de liberalidade, imprudência com fumos de coragem, avareza semelhante a equilíbrio nos gastos, adulação com ares de afabilidade, etc. Para julgar com retidão em cada caso, é preciso perceber os atos correlatos ao vício ou virtude em questão, pois estes nunca vêm sozinhos.
Sidney Silveira – Cosmogonia da Desordem p.164
Sidney Silveira – Cosmogonia da Desordem p.164
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Forwarded from San’s Anthology🎅🎄 (San)
O Fio pendurado entre o Infinito e o Nada
“Somos fios pendurados entre o infinito e o nada”, diz Dom Bernardo Bonowitz. Esse “fio” é o que mantém todos os seres na existência; ele é o caminho luminoso refletido na água pelos raios do Sol poente, dos índios norte-americanos; e, no simbolismo hindu, é o fio pelo qual cada indivíduo particular está diretamente ligado ao seu princípio. Aqui se encontra a doutrina do “espírito-fio” (sūtrātman), base da inteligência da doutrina da onisciência e da divina providência; é graças a esse fio que o Eu (Ātman) está ligado a todas as coisas; é, portanto, o Caminho Divino mencionado na passagem da Sūrah de Hūd: “Não existe um ser vivo a quem Ele [Allāh] não segure por um fio [...]”; e é esse fio que constitui o tecido de todo o universo: “todo o universo está ligado a Mim, como fileiras de pedras preciosas montadas em um fio” (Bhagavad Gītā, VII. 7).
“Somos fios pendurados entre o infinito e o nada”, diz Dom Bernardo Bonowitz. Esse “fio” é o que mantém todos os seres na existência; ele é o caminho luminoso refletido na água pelos raios do Sol poente, dos índios norte-americanos; e, no simbolismo hindu, é o fio pelo qual cada indivíduo particular está diretamente ligado ao seu princípio. Aqui se encontra a doutrina do “espírito-fio” (sūtrātman), base da inteligência da doutrina da onisciência e da divina providência; é graças a esse fio que o Eu (Ātman) está ligado a todas as coisas; é, portanto, o Caminho Divino mencionado na passagem da Sūrah de Hūd: “Não existe um ser vivo a quem Ele [Allāh] não segure por um fio [...]”; e é esse fio que constitui o tecido de todo o universo: “todo o universo está ligado a Mim, como fileiras de pedras preciosas montadas em um fio” (Bhagavad Gītā, VII. 7).
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Forwarded from UNIÃO CATÓLICA PORTUGUESA
Hoje, afastam a ideia da morte como se fôssemos todos imortais.
É mister esquecer os defuntos, deixá-los no túmulo, evitar esta preocupação doentia da morte e da eternidade.
Morreu… acabou-se! Vamos rir, vamos dançar e cantar. Deixemos que a vida corra alegre e feliz. Não pensemos mais na morte e muito menos em mortos.
Não é assim que fala e age o mundo louco e materialista de hoje?
Ai! como são esquecidos os mortos! O materialismo estúpido não compreende nem a beleza, nem a consolação, e o culto da memória dos mortos como o tem a Igreja Católica.
Para nós, eles não morreram, mudou-se lhes a condição da vida: Vita mutator, non tollitur.
Na sepultura não se acaba para sempre o homem. Cremos no que dizemos cada dia no Credo: — Eu creio na ressurreição da carne e creio na vida eterna.
– Mons. Ascânio Brandão, Tende Compaixão das Pobres Almas, 9 de Novembro
É mister esquecer os defuntos, deixá-los no túmulo, evitar esta preocupação doentia da morte e da eternidade.
Morreu… acabou-se! Vamos rir, vamos dançar e cantar. Deixemos que a vida corra alegre e feliz. Não pensemos mais na morte e muito menos em mortos.
Não é assim que fala e age o mundo louco e materialista de hoje?
Ai! como são esquecidos os mortos! O materialismo estúpido não compreende nem a beleza, nem a consolação, e o culto da memória dos mortos como o tem a Igreja Católica.
Para nós, eles não morreram, mudou-se lhes a condição da vida: Vita mutator, non tollitur.
Na sepultura não se acaba para sempre o homem. Cremos no que dizemos cada dia no Credo: — Eu creio na ressurreição da carne e creio na vida eterna.
– Mons. Ascânio Brandão, Tende Compaixão das Pobres Almas, 9 de Novembro
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"Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: «Fui eu?»
Deus sabe, porque o escreveu."
~ Fernando Pessoa
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: «Fui eu?»
Deus sabe, porque o escreveu."
~ Fernando Pessoa
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Eu
"Sou louco e tenho por memória
Uma longínqua e infiel lembrança
De qualquer dita transitória
Que sonhei ter quando criança.
Depois, malograda trajetória
Do meu destino sem esperança,
Perdi, na névoa da noite inglória
O saber e o ousar da aliança.
Só guardo como um anel pobre
Que a todo o herdado só faz rico
Um frio perdido que me cobre
Como um céu dossel de mendigo,
Na curva inútil em que fico
Da estrada certa que não sigo."
~ Fernando pessoa
"Sou louco e tenho por memória
Uma longínqua e infiel lembrança
De qualquer dita transitória
Que sonhei ter quando criança.
Depois, malograda trajetória
Do meu destino sem esperança,
Perdi, na névoa da noite inglória
O saber e o ousar da aliança.
Só guardo como um anel pobre
Que a todo o herdado só faz rico
Um frio perdido que me cobre
Como um céu dossel de mendigo,
Na curva inútil em que fico
Da estrada certa que não sigo."
~ Fernando pessoa
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Forwarded from Padaria Perene | 🍞
«As palavras que Deus pronuncia expressamente para nós, são as que, propriamente falando, nos instruem bem. Não é pelos livros, nem pela investigação curiosa das histórias que nos tornamos sábios na ciência de Deus. Esses meios não produzem, por si mesmos, senão uma ciência vã e confusa, capaz somente de ensoberbecer. O que nos instrui é o que hora a hora, momento a momento, nos vai sucedendo; isso é o que forma em nós a ciência experimental, que Jesus Cristo quis adquirir antes de ensinar. Era de fato a única em que podia crescer, segundo a expressão do Evangelho, pois, como Deus, não há grau algum de ciência especulativa que Ele não possuísse. Mas se esta ciência foi útil ao próprio Verbo Encarnado, a nós é-nós absolutamente necessária para falarmos ao coração das pessoas que Deus manda ao nosso encontro.» (Pe. Jean de Caussade, O abandono à Providência Divina)
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de mim, pecador!
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de mim, pecador!
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É importante ter o conhecimento sobre o estado maleável da mente. - Assim é possível ter uma perspectiva de evolução. - Muitos se identificam com os seus pensamentos, impondo uma limitação contra si mesmos:
"Eu sou ruim", "Eu sou fraco", "Eu sou preguiçoso". Essa identificação ocorre por causa do seu modo de vida, essa impressão existe por conta daquilo que é cultivado todos os dias. Isso também é suscetível de mudanças.
A vida é uma jornada espiritual, uma aventura metafísica e excêntrica nesse era de profunda degenerescência. É preciso travar uma guerra de insurreição contra a própria fraqueza, buscando evoluir e trilhar o nobre caminho da Verdade. Precisamos renunciar ao personagem decaído que outrora nos identificamos para conseguir renascer como o protagonista e herói da nossa própria vida.
-Hexis Aristokratika
"Eu sou ruim", "Eu sou fraco", "Eu sou preguiçoso". Essa identificação ocorre por causa do seu modo de vida, essa impressão existe por conta daquilo que é cultivado todos os dias. Isso também é suscetível de mudanças.
A vida é uma jornada espiritual, uma aventura metafísica e excêntrica nesse era de profunda degenerescência. É preciso travar uma guerra de insurreição contra a própria fraqueza, buscando evoluir e trilhar o nobre caminho da Verdade. Precisamos renunciar ao personagem decaído que outrora nos identificamos para conseguir renascer como o protagonista e herói da nossa própria vida.
-Hexis Aristokratika
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Forwarded from Imagens Católicas
"A Tentação de Santo Antão (c. 1645)
Por David Teniers, o Jovem (Flamengo, 1610 - 1690)
"Eu vi todas as ciladas do Diabo espalhadas sobre a Terra, e eu gemi e disse: 'Quem pode passar por elas?' E ouvi uma Voz que me dizia: 'Humildade'"
Santo Antão, o Grande
Por David Teniers, o Jovem (Flamengo, 1610 - 1690)
"Eu vi todas as ciladas do Diabo espalhadas sobre a Terra, e eu gemi e disse: 'Quem pode passar por elas?' E ouvi uma Voz que me dizia: 'Humildade'"
Santo Antão, o Grande
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