Forwarded from Gottesfreunde ♱ (Villian)
"Mentes deiformes tornam-se e são nomeadas deuses, pais de deuses e filhos de deuses." (São Dionísio Areopagita. De divinis nominibus, c. 2, §8.)
"Pela principal paternidade e filiação, as mentes dos Anjos são conformadas a Deus e tornam-se, pela participação dos dons divinos, e são nomeadas, nas Escrituras, como deuses e filhos de deuses e pais de deuses, por assimilação à principal paternidade e filiação." (Santo Tomás de Aquino. In librum B. Dionysii De divinis nominibus expositio, c. 2, lectio 4.)
"Pela principal paternidade e filiação, as mentes dos Anjos são conformadas a Deus e tornam-se, pela participação dos dons divinos, e são nomeadas, nas Escrituras, como deuses e filhos de deuses e pais de deuses, por assimilação à principal paternidade e filiação." (Santo Tomás de Aquino. In librum B. Dionysii De divinis nominibus expositio, c. 2, lectio 4.)
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Forwarded from Imagens Católicas
“Você existe neste Mundo para Dar e Servir.”
São Charbel Makhlouf
São Charbel Makhlouf
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"Tudo quanto existe é também símbolo. Desde a aparência corporal rosto, compleição, postura de indivíduos, classes sociais, povos - cujo simbolismo sempre se percebeu, até às formas do conhecimento pretensamente eternas e universais, tais como a Matemática e Física, expressa tudo a essência de uma alma determinada, com exclusão de qualquer outra. Na maior ou menor afinidade entre os mundos particulares, produtos das experiências de homens de uma e a mesma cultura ou de certa comunidade espiritual, reside a melhor ou pior faculdade, o que tenham plasmado no estilo do seu próprio ser, mediante os meios de expressão da linguagem, da arte e da religião, por palavras, fórmulas, sinais, que, por sua vez, são símbolos. Ao mesmo tempo depara-se-nos neste ponto o obstáculo intransponível que se opõe ao nosso esforço de comunicar-nos realmente com criaturas estranhas ou de compreender de fato as manifestações da sua vida."
~ Oswald Spengler.
~ Oswald Spengler.
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"Existe uma lógica na História? Haverá, além dos feitos avulsos, que são casuais e imprevisíveis, uma estrutura, por assim dizer, metafísica, da Humanidade histórica, e que permaneça independente das conhecidas e manifestas formações político-espirituais, que se vêem na superfície? Uma estrutura que, pelo contrário, origine essa realidade secundária? Não se apresentam as grandes linhas da História Universal aos olhos inteligentes sempre sob um aspecto que permita tirar conclusões? E se isso for assim, quais serão então os limites de tais deduções? Será possível descobrir na própria vida já que a história humana é a totalidade de enormes ciclos vitais, que a linguagem usual costuma apresentar e personificar, espontaneamente, como indivíduos de ordem superior, ativos e pensantes, chamando-os de "a Antiguidade", "a Cultura Chinesa", "a Civilização Moderna" será possível descobrir na própria vida os degraus que teremos de escalar, numa seqüência que não admite exceção? (...)"
~ Oswald Spengler
~ Oswald Spengler
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"Os conceitos fundamentais de tudo quanto é orgânico - conceitos tais como nascimento, morte, juventude, velhice, duração da vida não terão eles também nesta esfera um sentido estrito que ninguém ainda logrou perceber? (...)
Se quisermos saber de que modo se cumprirá o destino da Cultura Ocidental, deveremos antes determinar o que seja cultura, em que relação ela se ache para com a história visível, a vida, a alma, a natureza, o espírito sob que formas se manifesta, e até que ponto representem essas formas povos, idiomas e épocas, batalhas e idéias, Estados e deuses, artes e obras, ciências, direitos, organismos econômicos e concepções do mundo, grandes homens e grandes acontecimentos, símbolos, que, como tais, possam ser interpretados."
~ Oswald Spengler,
A decadência do ocidente
Se quisermos saber de que modo se cumprirá o destino da Cultura Ocidental, deveremos antes determinar o que seja cultura, em que relação ela se ache para com a história visível, a vida, a alma, a natureza, o espírito sob que formas se manifesta, e até que ponto representem essas formas povos, idiomas e épocas, batalhas e idéias, Estados e deuses, artes e obras, ciências, direitos, organismos econômicos e concepções do mundo, grandes homens e grandes acontecimentos, símbolos, que, como tais, possam ser interpretados."
~ Oswald Spengler,
A decadência do ocidente
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Forwarded from Catolicismoposting ❤️🔥 (inacio)
Foto do papa João Paulo II em sua primeira comunhão.
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"Acredito que o mundo moderno é um negócio de desnaturação do homem e da criação. Acredito [...], no mal de certas formas de liberdade, na hipocrisia da fraternidade. Acredito na força e na generosidade. Acredito em outras hierarquias além da do dinheiro. Acredito que o mundo está podre por suas ideologias. Acredito que governar é preservar a nossa independência e depois deixar-nos viver como quisermos."
~ Maurice Bardéche
~ Maurice Bardéche
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"Herdamos a destruição e as suas consequências. Na vida moderna, o mundo pertence aos estúpidos, insensíveis e desequilibrados. O direito de viver e ter sucesso é alcançado hoje com as mesmas condições que são necessárias para ser admitido em um hospital psiquiátrico: amoralidade, hipomania e incapacidade de pensar."
~ Fernando Pessoa
~ Fernando Pessoa
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Forwarded from San’s Anthology🎅🎄 (San)
Durante muito tempo eu me perguntava por que Deus tinha preferências, por todas as almas não recebiam a mesma medida de graças. Estranhava ao vê-lo prodigalizar favores extraordinários aos santos que o haviam ofendido, como são Paulo ou santo Agostinho, a quem forçava, por assim dizer, a receber suas graças; e quando lia a vida daqueles santos a quem o Senhor acariciou desde o berço até a sepultura, retirando de seu caminho todos os obstáculos que os impedisse de se elevar até Ele e provendo essas almas com tais benefícios para que nada lhes ofuscasse o brilho imaculado de suas vestes batismais, eu me perguntava por que tantos pobres selvagens, por exemplo, morriam antes mesmo de ouvir ou sequer pronunciar o nome de Deus...
Jesus quis instruir-me a respeito deste mistério. Pôs diante dos meus olhos o livro da natureza e compreendi que todas as flores por ele criadas são belas, e que o esplendor da rosa e a brancura do lírio não tiram o perfume da humilde violeta nem a simplicidade encantadora da margarida... Compreendi que se todas as flores quisessem ser rosas, a natureza perderia sua pompa primaveril e os campos já não seriam salpicados de florzinhas...
O mesmo ocorre no mundo das almas, o jardim de Jesus. Ele quis criar grandes santos, que podem ser comparados aos lírios e às rosas; mas criou também outros menores, e estes devem se conformar em ser margaridas ou violetas destinadas a alegrar os olhos de Deus quando contempla seus pés. A perfeição consiste em fazer sua vontade, em ser aquilo que Ele quer que sejamos...
Compreendi também que o amor de Nosso Senhor se manifesta tanto na alma mais simples, que não coloca nenhuma resistência a sua graça, quanto na alma mais sublime. É próprio do amor abaixar-se. Se todas as almas se parecessem às dos santos doutores que iluminaram a Igreja com a luz de sua doutrina, parece que Deus não teria que se abaixar bastante para vir a seus corações. Mas criou a criança, que nada sabe e só balbucia fracos gemidos, criou o pobre selvagem, que só tem a lei natural para guiá-lo. E também a seus corações ele se abaixa! São suas flores campestres, cuja simplicidade o encanta...
Assim se abaixando, Deus mostra sua grandeza infinita. Assim como o sol ilumina os cedros e cada florzinha, como se somente ela existisse sobre a terra, da mesma forma Deus cuida pessoalmente de cada alma, como se não existisse outra além dela. E assim como na natureza todas as estações estão de tal modo organizadas que no momento certo se abre até a mais humilde margarida, da mesma forma tudo concorre para o bem de cada alma.
(Santa Teresa de Lisieux, História de uma Alma.)
Jesus quis instruir-me a respeito deste mistério. Pôs diante dos meus olhos o livro da natureza e compreendi que todas as flores por ele criadas são belas, e que o esplendor da rosa e a brancura do lírio não tiram o perfume da humilde violeta nem a simplicidade encantadora da margarida... Compreendi que se todas as flores quisessem ser rosas, a natureza perderia sua pompa primaveril e os campos já não seriam salpicados de florzinhas...
O mesmo ocorre no mundo das almas, o jardim de Jesus. Ele quis criar grandes santos, que podem ser comparados aos lírios e às rosas; mas criou também outros menores, e estes devem se conformar em ser margaridas ou violetas destinadas a alegrar os olhos de Deus quando contempla seus pés. A perfeição consiste em fazer sua vontade, em ser aquilo que Ele quer que sejamos...
Compreendi também que o amor de Nosso Senhor se manifesta tanto na alma mais simples, que não coloca nenhuma resistência a sua graça, quanto na alma mais sublime. É próprio do amor abaixar-se. Se todas as almas se parecessem às dos santos doutores que iluminaram a Igreja com a luz de sua doutrina, parece que Deus não teria que se abaixar bastante para vir a seus corações. Mas criou a criança, que nada sabe e só balbucia fracos gemidos, criou o pobre selvagem, que só tem a lei natural para guiá-lo. E também a seus corações ele se abaixa! São suas flores campestres, cuja simplicidade o encanta...
Assim se abaixando, Deus mostra sua grandeza infinita. Assim como o sol ilumina os cedros e cada florzinha, como se somente ela existisse sobre a terra, da mesma forma Deus cuida pessoalmente de cada alma, como se não existisse outra além dela. E assim como na natureza todas as estações estão de tal modo organizadas que no momento certo se abre até a mais humilde margarida, da mesma forma tudo concorre para o bem de cada alma.
(Santa Teresa de Lisieux, História de uma Alma.)
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