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“Filipe, o presbítero e legado da Sé Apostólica, disse: Não há dúvida, e de fato é sabido em todas as épocas, que o santo e bendito Pedro, príncipe (ἔξαρχος) e cabeça dos Apóstolos, pilar da fé e fundamento (θεμέλιος) da Igreja Católica, recebeu as chaves do reino de nosso Senhor Jesus Cristo, o Salvador e Redentor da raça humana, e que a ele foi dado o poder de desligar e ligar os pecados: que até hoje e para sempre vive e julga em seus sucessores. O santo e bendito papa Celestino, segundo a devida ordem, é seu sucessor e ocupa seu lugar...”
Atos do Concílio de Éfeso, 431 AD.
Atos do Concílio de Éfeso, 431 AD.
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A filosofia, para que atinja plenamente seu fim próprio, supõe o uso sábio do talento natural, que acompanha a participação fecunda nos bens da vida cristã. Enquanto permaneça dentro de seus próprios limites, o filósofo, cristão ou não, só conseguirá que seu espírito se realize ao máximo, quando raciocinar realisticamente em ordem, analisando com penetração e sintetizando com coerência.
Quando um filósofo chega a viver realmente como cristão às bem-aventuranças do Sermão da Montanha, o mesmo cristianismo apresenta-se como condição fundamental fecunda e enriquecedora da vida cultural e afetiva com ressonâncias no campo intelectual. A visão cristã da vida, os valores e as virtudes que ela cultiva, criam condições para que o filósofo, mesmo nos dias de hoje, tão imediatistas, pragmáticos, passionais e sentimentais.
— Pe. Stanislavs Ladusãns
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