Forwarded from Virtualfilosofia | Psicologia
Não há cura para quem se recusa a abandonar o que o adoece.
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Forwarded from Gottesfreunde ♱ (Villian)
"Se retiram-na [a vida contemplativa] dos monastérios, ela irá de novo aos desertos e às catacumbas, e então ao retiro íntimo dos corações, onde verdadeiramente está o reino de Deus, e onde nenhum profano pode penetrar."
— Pe. J. G. Arintero, O.P. (La Evolución Mística, p. 473.)
— Pe. J. G. Arintero, O.P. (La Evolución Mística, p. 473.)
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Forwarded from San’s Anthology🎅🎄 (San)
"Um dos problemas do mundo moderno é que ele aumenta o valor psicológico do dinheiro tanto quanto diminui seu valor real. Como está todo mundo na merda, vivendo em completa ignorância do que seja uma vida humana normal, a única diferença perceptível para todos é que os ricos podem comprar drogas e bugigangas para se distrair de sua vida de merda. Isso faz do amor à riqueza mais de uma tentação quase irresistível, faz dele um dever moral, quase um imperativo categórico. Já se tornou quase impossível criticar os ricos sem ter que ouvir algum palhaço dizer que "é inveja'" (Luiz Gonzaga de Carvalho, via Facebook).
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Forwarded from Senza Pagare
O Papa Gregório XIII e o dia das mentiras
Foi graças ao Papa Gregório XIII que o ano civil começou a começar no dia 1 de Janeiro. Em 1582 o Papa reformou o calendário Juliano, instaurando, através da bula "Inter Gravissimas" o calendário Gregoriano, que usamos hoje em dia.
O calendário Juliano tinha originado uma diferença de 10 dias entre o equinócio da Primavera e o dia 21 de Março. Para resolver esse problema a reforma incluiu um salto de 10 dias no calendário: o dia 4 de Outubro de 1582 (Quinta-Feira) foi seguido pelo dia 15 de Outubro (Sexta-Feira).
O início do ano civil passou de dia 1 de Abril, ou últimos dias de Março, para o dia 1 de Janeiro.
A reforma foi adoptada imediatamente por Portugal, Espanha, Itália e Polónia; e seguidamente por França e os outros países católicos europeus.
Os países protestantes adiaram essa reforma, preferindo "estar em desacordo com o Sol a estar de acordo com o Papa". Os mais apegados à tradição juliana, que continuaram a celebrar a passagem do ano no dia 1 de Abril, foram alvo de chacota e de algumas partidas, e daí surgiu a tradição do Dia das Mentiras (Poisson d'Avril ou April Fool’s).
Foi graças ao Papa Gregório XIII que o ano civil começou a começar no dia 1 de Janeiro. Em 1582 o Papa reformou o calendário Juliano, instaurando, através da bula "Inter Gravissimas" o calendário Gregoriano, que usamos hoje em dia.
O calendário Juliano tinha originado uma diferença de 10 dias entre o equinócio da Primavera e o dia 21 de Março. Para resolver esse problema a reforma incluiu um salto de 10 dias no calendário: o dia 4 de Outubro de 1582 (Quinta-Feira) foi seguido pelo dia 15 de Outubro (Sexta-Feira).
O início do ano civil passou de dia 1 de Abril, ou últimos dias de Março, para o dia 1 de Janeiro.
A reforma foi adoptada imediatamente por Portugal, Espanha, Itália e Polónia; e seguidamente por França e os outros países católicos europeus.
Os países protestantes adiaram essa reforma, preferindo "estar em desacordo com o Sol a estar de acordo com o Papa". Os mais apegados à tradição juliana, que continuaram a celebrar a passagem do ano no dia 1 de Abril, foram alvo de chacota e de algumas partidas, e daí surgiu a tradição do Dia das Mentiras (Poisson d'Avril ou April Fool’s).
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Forwarded from MÍSTICA CATÓLICA
"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes."
~ Efésios 6:11-13
~ Efésios 6:11-13
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Forwarded from Clube Carvalho
O segredo de Santo Tomás para que uma oração seja infalível:
(II-II, 83, 15, ad 2)
"São quatro as condições que, estando reunidas, alguém sempre consegue o que pede: a saber, (1) que peça para si mesmo, (2) coisas necessárias à salvação, (3) piedosamente e (4) com perseverança"
(II-II, 83, 15, ad 2)
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Forwarded from Padaria Perene | 🍞
«Eu nunca conheci uma pessoa sem vida religiosa e cosmovisão correta [...] que amasse verdadeiramente. [...] Por que você acha que, em 7 anos, 40-50% dos casamentos acabam? Por que você acha que, se aumentar essa escala para 20 anos, 80% dos casamentos acabam? Porque as pessoas não se amam. Se você for num casamento, dificilmente vai encontrar um dos dois que amam. O ser humano não é capaz nem de aprender a andar sozinho, nem de aprender a falar sozinho, nem de aprender a comer sozinho, nem de aprender a respirar sozinho [...], você acha que ele é capaz de aprender a amar, que é uma coisa profunda?[...] Sem vida religiosa e uma cosmovisão correta — porque a vida religiosa é neutralizada por uma cosmovisão torpe —, não dá para aprender a amar, assim como não dá pra aprender a conhecer.»
— Tales de Carvalho
— Tales de Carvalho
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