Forwarded from Portal Ibis
Wall painting: Perseus and Andromeda in landscape, from the imperial villa at Boscotrecase, Roman, last decade of the 1st century BCE, The Metropolitan Museum
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À luz dessas passagens, temos a impressão de que a individualidade — aquilo que distingue um homem do outro — diz respeito ao corpo e à alma irracional, enquanto a alma racional ou o espírito é divino e impessoal. Um homem gosta de ostras, e outro, de abacaxis; isso os diferencia. Quando, porém, pensam na tabuada de multiplicar, não há entre eles diferença alguma, contanto que pensem corretamente. O irracional nos separa, o racional nos une.
Por conseguinte, a imortalidade do espírito ou da razão não é uma imortalidade pessoal de cada um, mas uma participação na imortalidade de Deus. Não parece que Aristóteles acreditasse numa imortalidade pessoal no sentido pleno. Tudo o que ele afirmava era que os homens, na medida em que racionais, participam do divino, que é imortal. Cabe aos homens aumentar o elemento divino em sua natureza, e fazê-lo é a mais elevada de todas as virtudes. No entanto, se isso se realizasse por completo, cada qual deixaria de existir como pessoa isolada.
– Bertrand russell
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O "perdedor por princípio" (principled loser), é filho das teologias pós-folclóricas. Cristianismo, platonismo, várias vertentes do hinduísmo pós-védico, etc.
Todas dizem alguma versão de "nós não somos deste mundo": o eu verdadeiro, o eu superior, esse pertence ao reino da transcendência.
"De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Marcos 8:36)
Não. Ganhe o mundo ou morra na tentativa. Do contrário, será julgado como covarde e entregue à serpente devoradora.
"É melhor sofrer uma injustiça do que cometê-la." (Platão, Górgias)
Não. Seus inimigos estão fora de toda moralidade. Você não lhes deve nada.
As teologias folclóricas (folkish theologies), exigem vitória neste mundo. Perder é um fracasso moral. Perder por princípio é simplesmente perder. Porque o folclórico (folkish), não tem consideração por princípios. Apenas por tabus.
– Texto traduzido de: @folkishworldview
Todas dizem alguma versão de "nós não somos deste mundo": o eu verdadeiro, o eu superior, esse pertence ao reino da transcendência.
"De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Marcos 8:36)
Não. Ganhe o mundo ou morra na tentativa. Do contrário, será julgado como covarde e entregue à serpente devoradora.
"É melhor sofrer uma injustiça do que cometê-la." (Platão, Górgias)
Não. Seus inimigos estão fora de toda moralidade. Você não lhes deve nada.
As teologias folclóricas (folkish theologies), exigem vitória neste mundo. Perder é um fracasso moral. Perder por princípio é simplesmente perder. Porque o folclórico (folkish), não tem consideração por princípios. Apenas por tabus.
– Texto traduzido de: @folkishworldview
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Forwarded from Hexis Aristokratika
"A grandeza nunca é em vão. As virtudes conquistadas através da dor e do sacrifício são mais fortes que o ódio e a morte. Como o sol que nasce das noites profundas, mais cedo ou mais tarde elas brilharão."
~ Leon Degrelle
~ Leon Degrelle
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Forwarded from Instituto Baldur
Lançamos um artigo pancada sobre poder, com 20 horas de live (as principais sobre poder) do Newman disponível.
Agradecimentos especiais ao Spayk Cezár do @scientiaca pela ótima introdução!
https://open.substack.com/pub/institutobaldur/p/poder-tecnotenentismo-esoterico?r=4jc4dz&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=true
Agradecimentos especiais ao Spayk Cezár do @scientiaca pela ótima introdução!
https://open.substack.com/pub/institutobaldur/p/poder-tecnotenentismo-esoterico?r=4jc4dz&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=true
– A tradição de decorar a árvore de Natal tem raízes antigas em festas "pagãs" do inverno na Europa setentrional. Povos germânicos, nórdicos e bálticos adornavam árvores perenes, especialmente pinheiros, como símbolo da vitalidade da natureza durante o rigoroso inverno, representando a continuidade da vida, a fertilidade e a esperança pela renovação na primavera.
Esses ramos ou árvores também serviam para afastar espíritos malignos e celebrar o solstício de inverno.
No século XVI, na Alemanha (particularmente nas regiões da Alsácia e Livônia), surgiu o hábito de trazer árvores inteiras para o interior das residências, enfeitando-as com maçãs, nozes, doces, rosas de papel e velas, que proporcionavam iluminação e um ambiente festivo. 🎄
Esses ramos ou árvores também serviam para afastar espíritos malignos e celebrar o solstício de inverno.
No século XVI, na Alemanha (particularmente nas regiões da Alsácia e Livônia), surgiu o hábito de trazer árvores inteiras para o interior das residências, enfeitando-as com maçãs, nozes, doces, rosas de papel e velas, que proporcionavam iluminação e um ambiente festivo. 🎄
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A tradição ganhou projeção global no século XIX graças à rainha Vitória do Reino Unido e ao príncipe Albert, de origem alemã. Uma famosa ilustração de 1848, mostrando a família real ao redor de uma árvore decorada, popularizou o costume na Inglaterra e, posteriormente, em outros países.
Atualmente, luzes, bolas, laços e outros ornamentos simbolizam alegria, renovação cíclica da natureza e prosperidade, preservando uma herança de antigos costumes "pagãos" que se tornou um ícone universal das celebrações de fim de ano.
Atualmente, luzes, bolas, laços e outros ornamentos simbolizam alegria, renovação cíclica da natureza e prosperidade, preservando uma herança de antigos costumes "pagãos" que se tornou um ícone universal das celebrações de fim de ano.
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Encaminhem imagens de papai Noel e de pinheiros, e enfeite árvores!
Forwarded from Instituto Baldur
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Feliz Natal
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Feliz ano novo a todos.
2025 foi, ao menos para mim, um ano de grandes mudanças, e 2026 acredito que será um ano de muita evolução. Hoje, eu adm kombo, renuncio meu cargo para que possa seguir meu próprio caminho e me encontrar. Espero que tenham tirado algum proveito desse um ano e meio que passamos juntos, que todas as vezes que traduzi textos do Evola a mão ou meditei por horas pra fazer algum post aqui tenha sido de alguma maneira útil para vocês. Como minha ultima mensagem como adm gostaria apenas de dizer que, independente de como as coisas estejam pra vocês, nunca parem de se mover. Enfim, espero que em 2026 vocês encham os seus coração de vida e conquistem tudo que almejam. Então é isso, nos vemos no topo, até lá.
2025 foi, ao menos para mim, um ano de grandes mudanças, e 2026 acredito que será um ano de muita evolução. Hoje, eu adm kombo, renuncio meu cargo para que possa seguir meu próprio caminho e me encontrar. Espero que tenham tirado algum proveito desse um ano e meio que passamos juntos, que todas as vezes que traduzi textos do Evola a mão ou meditei por horas pra fazer algum post aqui tenha sido de alguma maneira útil para vocês. Como minha ultima mensagem como adm gostaria apenas de dizer que, independente de como as coisas estejam pra vocês, nunca parem de se mover. Enfim, espero que em 2026 vocês encham os seus coração de vida e conquistem tudo que almejam. Então é isso, nos vemos no topo, até lá.
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A música sempre foi entendida, em diversas tradições, como algo que age diretamente sobre o estado interior, não apenas sobre a emoção superficial.
Pitágoras já afirmava que o som obedece a proporções que estruturam a própria ordem do real. Muito mais tarde, Schopenhauer diria que a música não representa o mundo — ela expressa a Vontade em si, atingindo o núcleo metafísico do ser sem mediações conceituais.
Nietzsche, por sua vez, via na música uma força dionisíaca capaz de alterar profundamente a consciência, conduzindo o homem a estados de expansão ou dissolução.
No campo simbólico, Jung observa que ritmos e sons funcionam como gatilhos arquetípicos, capazes de mobilizar conteúdos profundos do inconsciente.
Já em tradições iniciáticas como as de Gurdjieff, a música é utilizada de modo técnico para produzir estados específicos de presença e atenção, não sendo jamais neutra. 🎶
Pitágoras já afirmava que o som obedece a proporções que estruturam a própria ordem do real. Muito mais tarde, Schopenhauer diria que a música não representa o mundo — ela expressa a Vontade em si, atingindo o núcleo metafísico do ser sem mediações conceituais.
Nietzsche, por sua vez, via na música uma força dionisíaca capaz de alterar profundamente a consciência, conduzindo o homem a estados de expansão ou dissolução.
No campo simbólico, Jung observa que ritmos e sons funcionam como gatilhos arquetípicos, capazes de mobilizar conteúdos profundos do inconsciente.
Já em tradições iniciáticas como as de Gurdjieff, a música é utilizada de modo técnico para produzir estados específicos de presença e atenção, não sendo jamais neutra. 🎶
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Xamãs, sufis e tradições orientais sempre souberam: o som organiza ou desorganiza o interior do homem.
A música não apenas acompanha um estado — ela o instala.
Por isso, a pergunta decisiva não é “o que você escuta?”, mas:
“em que estado de ser essa música te fixa?”
O ouvido é um instrumento de transformação — ou de dispersão...
A música não apenas acompanha um estado — ela o instala.
Por isso, a pergunta decisiva não é “o que você escuta?”, mas:
“em que estado de ser essa música te fixa?”
O ouvido é um instrumento de transformação — ou de dispersão...
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