*Liturgia Diária – 13/10/2022*
*SANTO EDUARDO, Rei e Confessor*
*Festa de 3ª Classe – Missa “Os justi”, 1ª do Comum dos Confessores, com Coleta próprias*
Último dos reis de Inglaterra antes de sua conquista pelos Normandos, teve grande caridade para com os pobres. Muito se esforçou por cultivar a fé em seus súditos.
*Páginas 861 a 864 do Missal Quotidiano (D.Gaspar Lefebvre, 1963)*
*SANTO EDUARDO, Rei e Confessor*
*Festa de 3ª Classe – Missa “Os justi”, 1ª do Comum dos Confessores, com Coleta próprias*
Último dos reis de Inglaterra antes de sua conquista pelos Normandos, teve grande caridade para com os pobres. Muito se esforçou por cultivar a fé em seus súditos.
*Páginas 861 a 864 do Missal Quotidiano (D.Gaspar Lefebvre, 1963)*
MEDITAÇÃO
*Quinta-feira*
*Da comunhão espiritual*
*Os meum aperui, et attraxi spiritum* – “Abri a minha boca, e atraí o alento” *(Sl 118, 131)*
*Sumário.* A comunhão espiritual consiste num desejo ardente de receber Jesus sacramentalmente e num amoroso amplexo, como se fosse recebido realmente. Esta devoção é um meio eficacíssimo para chegar à perfeição e ao mesmo tempo é uma devoção facílima, porque pode ser praticada todos os dias, por todos, e quantas vezes se quiser, sem ser vista ou observada por pessoa alguma. Pratica-a, pois, com frequência, em particular, na oração mental, na visita ao Santíssimo Sacramento e na assistência à Missa à hora da comunhão do sacerdote.
*I.* Segundo Santo Tomás, a comunhão espiritual consiste num desejo ardente de receber Jesus Cristo sacramentalmente e num amplexo amoroso, como se já fora recebido. O santo Concílio de Trento louva muito a comunhão espiritual e convida todos os fiéis a que a ponham em prática. E Deus mesmo, repetidas vezes, tem dado a entender às almas devotas quanto Lhe agrada esta devoção.
Um dia apareceu Jesus a Soror Paula Maresca, fundadora do convento de Santa Catarina de Sena em Nápoles, e mostrou-lhe dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que o no primeiro guardava as suas comunhões sacramentais e no segundo as espirituais. Em outra ocasião disse o Senhor também à Venerável Joana da Cruz que, sempre que comungava espiritualmente, concedia-lhe uma graça semelhante à que lhe dava na comunhão sacramental. — Mais tocante é o que um autor fidedigno *(1)* refere de outro servo de Deus. Quando este fazia na missa a comunhão espiritual, sentira a partícula consagrada levar-se-lhe aos lábios e experimentava na alma uma doçura indizível, querendo o Senhor recompensar desta forma o desejo de seu bom Servo.
Por isso todas as almas devotas costumam praticar com frequência o santo exercício da comunhão espiritual. A Bem-aventurada Angela da Cruz, dominicana, chegou a dizer que, se o confessor não lhe tivesse ensinado este modo de comungar, não teria podido viver. Fazia cem comunhões espirituais durante o dia, e outras cem durante a noite. Nem é de admirar, pois que este modo de comungar, sobre ser uma devoção muito proveitosa, é também facílimo e pode ser praticado cada dia por todos, e quantas vezes se quiser. — A já mencionada Joana da Cruz exclamava:
*“Ó meu Senhor, que bela maneira de comungar é essa! Sem ser vista por ninguém, sem ter de dar conta a meu diretor espiritual, sem dependência de ninguém senão de Vós, que alimentais minha alma na solidão e lhe falais ao coração!”*
*II.* Procura fazer com frequência a comunhão espiritual; tanto mais que ela é também um meio valiosíssimo para dispor a alma a fazer com mais fruto a comunhão sacramental. Por isso, nas tuas visitas ao Santíssimo Sacramento, na tua oração mental, em cada missa que ouvires, no momento da comunhão do celebrante, faze a comunhão espiritual.
Faze então um ato de fé, crendo firmemente que na Eucaristia está o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus Cristo, tão vivo como está no céu. Faze também um ato de amor, unido ao arrependimento dos teus pecados; e em seguida um ato de desejo, convidando Jesus Cristo a entrar em tua alma afim de a fazer toda sua. Agradece-lhe, afinal, como se já o tivesses recebido. — Para que essas comunhões espirituais te sejam mais proveitosas, une-as aquelas que fizeram todos os santos e em particular a tua querida Mãe Maria. Quantos frutos colherás desta forma para tua alma! Representa-te que cada uma de tuas comunhões será uma pedra preciosa que ornará a tua coroa no céu.
Ó meu Redentor amabilíssimo, agradeço-Vos o me haverdes ensinado este grande meio de santificação e com o vosso auxilio quero aproveitá-lo sempre, a começar pelo dia de hoje. Sim, meu Jesus, creio que estais presente no Santíssimo Sacramento. Amo-Vos sobre todas as coisas e desejo possuir-Vos em minha alma. Visto que não posso agora receber-Vos sacramentalmente, vinde ao menos espiritualmente ao meu coração.
*Quinta-feira*
*Da comunhão espiritual*
*Os meum aperui, et attraxi spiritum* – “Abri a minha boca, e atraí o alento” *(Sl 118, 131)*
*Sumário.* A comunhão espiritual consiste num desejo ardente de receber Jesus sacramentalmente e num amoroso amplexo, como se fosse recebido realmente. Esta devoção é um meio eficacíssimo para chegar à perfeição e ao mesmo tempo é uma devoção facílima, porque pode ser praticada todos os dias, por todos, e quantas vezes se quiser, sem ser vista ou observada por pessoa alguma. Pratica-a, pois, com frequência, em particular, na oração mental, na visita ao Santíssimo Sacramento e na assistência à Missa à hora da comunhão do sacerdote.
*I.* Segundo Santo Tomás, a comunhão espiritual consiste num desejo ardente de receber Jesus Cristo sacramentalmente e num amplexo amoroso, como se já fora recebido. O santo Concílio de Trento louva muito a comunhão espiritual e convida todos os fiéis a que a ponham em prática. E Deus mesmo, repetidas vezes, tem dado a entender às almas devotas quanto Lhe agrada esta devoção.
Um dia apareceu Jesus a Soror Paula Maresca, fundadora do convento de Santa Catarina de Sena em Nápoles, e mostrou-lhe dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que o no primeiro guardava as suas comunhões sacramentais e no segundo as espirituais. Em outra ocasião disse o Senhor também à Venerável Joana da Cruz que, sempre que comungava espiritualmente, concedia-lhe uma graça semelhante à que lhe dava na comunhão sacramental. — Mais tocante é o que um autor fidedigno *(1)* refere de outro servo de Deus. Quando este fazia na missa a comunhão espiritual, sentira a partícula consagrada levar-se-lhe aos lábios e experimentava na alma uma doçura indizível, querendo o Senhor recompensar desta forma o desejo de seu bom Servo.
Por isso todas as almas devotas costumam praticar com frequência o santo exercício da comunhão espiritual. A Bem-aventurada Angela da Cruz, dominicana, chegou a dizer que, se o confessor não lhe tivesse ensinado este modo de comungar, não teria podido viver. Fazia cem comunhões espirituais durante o dia, e outras cem durante a noite. Nem é de admirar, pois que este modo de comungar, sobre ser uma devoção muito proveitosa, é também facílimo e pode ser praticado cada dia por todos, e quantas vezes se quiser. — A já mencionada Joana da Cruz exclamava:
*“Ó meu Senhor, que bela maneira de comungar é essa! Sem ser vista por ninguém, sem ter de dar conta a meu diretor espiritual, sem dependência de ninguém senão de Vós, que alimentais minha alma na solidão e lhe falais ao coração!”*
*II.* Procura fazer com frequência a comunhão espiritual; tanto mais que ela é também um meio valiosíssimo para dispor a alma a fazer com mais fruto a comunhão sacramental. Por isso, nas tuas visitas ao Santíssimo Sacramento, na tua oração mental, em cada missa que ouvires, no momento da comunhão do celebrante, faze a comunhão espiritual.
Faze então um ato de fé, crendo firmemente que na Eucaristia está o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus Cristo, tão vivo como está no céu. Faze também um ato de amor, unido ao arrependimento dos teus pecados; e em seguida um ato de desejo, convidando Jesus Cristo a entrar em tua alma afim de a fazer toda sua. Agradece-lhe, afinal, como se já o tivesses recebido. — Para que essas comunhões espirituais te sejam mais proveitosas, une-as aquelas que fizeram todos os santos e em particular a tua querida Mãe Maria. Quantos frutos colherás desta forma para tua alma! Representa-te que cada uma de tuas comunhões será uma pedra preciosa que ornará a tua coroa no céu.
Ó meu Redentor amabilíssimo, agradeço-Vos o me haverdes ensinado este grande meio de santificação e com o vosso auxilio quero aproveitá-lo sempre, a começar pelo dia de hoje. Sim, meu Jesus, creio que estais presente no Santíssimo Sacramento. Amo-Vos sobre todas as coisas e desejo possuir-Vos em minha alma. Visto que não posso agora receber-Vos sacramentalmente, vinde ao menos espiritualmente ao meu coração.
Abraço-Vos, como se já tivesses vindo, e me uno inteiramente a Vós; não permitais que jamais me aparte de Vós.
Ó Maria, vós que tanto desejais ver vosso Filho amado de todos, se me amais, eis aí a graça que vos peço e que me haveis de alcançar: obtende-me um grande amor a Jesus. Obtende-me também um grande amor a vós, que sois a criatura mais amante, a mais amável e a mais amada de Deus. O amor para convosco é uma graça que Deus não concede senão a quem deseja salvar.
*Referências:*
*(1) P. J. Bider O. P.*
*Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo III: Desde a Décima Segunda Semana depois de Pentecostes até o fim do ano eclesiástico. Friburgo: Herder & Cia, 1922, p. 144-146.*
Ó Maria, vós que tanto desejais ver vosso Filho amado de todos, se me amais, eis aí a graça que vos peço e que me haveis de alcançar: obtende-me um grande amor a Jesus. Obtende-me também um grande amor a vós, que sois a criatura mais amante, a mais amável e a mais amada de Deus. O amor para convosco é uma graça que Deus não concede senão a quem deseja salvar.
*Referências:*
*(1) P. J. Bider O. P.*
*Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo III: Desde a Décima Segunda Semana depois de Pentecostes até o fim do ano eclesiástico. Friburgo: Herder & Cia, 1922, p. 144-146.*
❤1
Oração de uma camponesa de Mandagascar.
Senhor! Dono das panelas e marmitas! Não posso ser santa que medita aos vossos pés. Não posso bordar toalhas para o vosso altar. Então, que eu seja santa ao pé do meu fogão. Que o vosso amor esquenta a chama que acendi e faça calar minha vontade de gemer a minha miséria.
Eu tenho as mãos de Marta. Mas quero também a alma de Maria.
Nem sempre a pobreza produz revolta.
A sabedoria traz felicidade.
Quando eu lavar o chão, lavai, Senhor, os meus pecados.
Quando eu puser na mesa a comida, comei também, Senhor, junto conosco.
É o meu Senhor que eu sirvo, servindo a minha família.
Senhor! Dono das panelas e marmitas! Não posso ser santa que medita aos vossos pés. Não posso bordar toalhas para o vosso altar. Então, que eu seja santa ao pé do meu fogão. Que o vosso amor esquenta a chama que acendi e faça calar minha vontade de gemer a minha miséria.
Eu tenho as mãos de Marta. Mas quero também a alma de Maria.
Nem sempre a pobreza produz revolta.
A sabedoria traz felicidade.
Quando eu lavar o chão, lavai, Senhor, os meus pecados.
Quando eu puser na mesa a comida, comei também, Senhor, junto conosco.
É o meu Senhor que eu sirvo, servindo a minha família.
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Forwarded from Mariae Rádio
Salve Maria, pessoal.
Mais uma vez pedimos que se você ouve e gosta do nosso trabalho, nos ajude a permanecer no ar.
Só podemos continuar com seu apoio e cada vez mais nosso apoio tem diminuído.
Com a sua ajuda podemos continuar com uma programação de qualidade e melhorar.
Se possível, doe em apoiocoletivo.com/mariaeradio ou no nosso pix tipa.ai/mariaeradio
Deus lhes pague.
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Deus lhes pague.
Forwarded from Ο Τemplvm (Diogo)
1. Ao mestre de canto. Com flautas. Salmo de Davi.*
1. in finem pro ea quæ hereditatem consequitur psalmus David
2. Senhor, ouvi minhas palavras, escutai meus gemidos.
2. verba mea auribus percipe Domine intellege clamorem meum
3. Atendei à voz de minha prece, ó meu rei, ó meu Deus.
3. intende voci orationis meæ rex meus et Deus meus
4. É a vós que eu invoco, Senhor, desde a manhã; escutai a minha voz, porque, desde o raiar do dia, vos apresento minha súplica e espero.
4. quoniam ad te orabo Domine mane exaudies vocem meam
5. Pois vós não sois um Deus a quem agrade o mal, o mau não poderia morar junto de vós;
5. mane adstabo tibi et videbo quoniam non deus volens iniquitatem tu es
1. in finem pro ea quæ hereditatem consequitur psalmus David
2. Senhor, ouvi minhas palavras, escutai meus gemidos.
2. verba mea auribus percipe Domine intellege clamorem meum
3. Atendei à voz de minha prece, ó meu rei, ó meu Deus.
3. intende voci orationis meæ rex meus et Deus meus
4. É a vós que eu invoco, Senhor, desde a manhã; escutai a minha voz, porque, desde o raiar do dia, vos apresento minha súplica e espero.
4. quoniam ad te orabo Domine mane exaudies vocem meam
5. Pois vós não sois um Deus a quem agrade o mal, o mau não poderia morar junto de vós;
5. mane adstabo tibi et videbo quoniam non deus volens iniquitatem tu es
Forwarded from Ο Τemplvm (Diogo)
Ο Τemplvm
1. Ao mestre de canto. Com flautas. Salmo de Davi.* 1. in finem pro ea quæ hereditatem consequitur psalmus David 2. Senhor, ouvi minhas palavras, escutai meus gemidos. 2. verba mea auribus percipe Domine intellege clamorem meum 3. Atendei à voz de minha…
6. os ímpios não podem resistir ao vosso olhar. Detestais a todos os que praticam o mal,
6. neque habitabit juxta te malignus neque permanebunt iniusti ante oculos tuos
7. fazeis perecer aqueles que mentem, o homem cruel e doloso vos é abominável, ó Senhor.
7. odisti omnes qui operantur iniquitatem perdes omnes qui loquuntur mendacium virum sanguinum et dolosum abominabitur Dominus
8. Mas eu, graças à vossa grande bondade, entrarei em vossa casa. Irei prostrar-me em vosso santuário, com o respeito que vos é devido, Senhor.
8. ego autem in multitudine misericordiæ tuæ introibo in domum tuam adorabo ad templum sanctum tuum in timore tuo
9. Conduzi-me pelas sendas da justiça, por causa de meus inimigos; aplainai, para mim, vosso caminho.
9. Domine deduc me in justitia tua propter inimicos meos dirige in conspectu meo viam tuam
10. Porque em seus lábios não há sinceridade, seus corações só urdem projetos ardilosos. A garganta deles é como um sepulcro escancarado, com a língua distribuem lisonjas.*
10. quoniam non est in ore eorum veritas cor eorum vanum est
11. Deixai-os, Senhor, prender-se nos seus erros, que suas maquinações malogrem! Por causa do número de seus crimes, rejeitai-os, pois é contra vós que se revoltaram.
11. sepulchrum patens est guttur eorum linguis suis dolose agebant judica illos Deus decidant a cogitationibus suis secundum multitudinem impietatum eorum expelle eos quoniam inritaverunt te Domine
12. Regozijam-se, pelo contrário, os que em vós confiam, permanecem para sempre na alegria. Protegei-os e triunfarão em vós os que amam vosso nome.
12. et lætentur omnes qui sperant in te in æternum exultabunt et habitabis in eis et gloriabuntur in te omnes qui diligunt nomen tuum
13. Pois, vós, Senhor, abençoais o justo; vossa benevolência, como um escudo, o cobrirá.
13. quoniam tu benedices justo Domine ut scuto bonæ voluntatis coronasti nos
Salmos, 5
6. neque habitabit juxta te malignus neque permanebunt iniusti ante oculos tuos
7. fazeis perecer aqueles que mentem, o homem cruel e doloso vos é abominável, ó Senhor.
7. odisti omnes qui operantur iniquitatem perdes omnes qui loquuntur mendacium virum sanguinum et dolosum abominabitur Dominus
8. Mas eu, graças à vossa grande bondade, entrarei em vossa casa. Irei prostrar-me em vosso santuário, com o respeito que vos é devido, Senhor.
8. ego autem in multitudine misericordiæ tuæ introibo in domum tuam adorabo ad templum sanctum tuum in timore tuo
9. Conduzi-me pelas sendas da justiça, por causa de meus inimigos; aplainai, para mim, vosso caminho.
9. Domine deduc me in justitia tua propter inimicos meos dirige in conspectu meo viam tuam
10. Porque em seus lábios não há sinceridade, seus corações só urdem projetos ardilosos. A garganta deles é como um sepulcro escancarado, com a língua distribuem lisonjas.*
10. quoniam non est in ore eorum veritas cor eorum vanum est
11. Deixai-os, Senhor, prender-se nos seus erros, que suas maquinações malogrem! Por causa do número de seus crimes, rejeitai-os, pois é contra vós que se revoltaram.
11. sepulchrum patens est guttur eorum linguis suis dolose agebant judica illos Deus decidant a cogitationibus suis secundum multitudinem impietatum eorum expelle eos quoniam inritaverunt te Domine
12. Regozijam-se, pelo contrário, os que em vós confiam, permanecem para sempre na alegria. Protegei-os e triunfarão em vós os que amam vosso nome.
12. et lætentur omnes qui sperant in te in æternum exultabunt et habitabis in eis et gloriabuntur in te omnes qui diligunt nomen tuum
13. Pois, vós, Senhor, abençoais o justo; vossa benevolência, como um escudo, o cobrirá.
13. quoniam tu benedices justo Domine ut scuto bonæ voluntatis coronasti nos
Salmos, 5
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Forwarded from Ο Τemplvm (Diogo)
“Chega de silêncio; prolongá-lo seria um crime. É o tempo de arrancar a máscara desses homens (modernistas) e mostrá-lós à Igreja inteira tais como eles são na realidade”.
- São Pio X
- São Pio X
Forwarded from >Como que tankakkkk (Ricardo)
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Forwarded from Homines
«Quando oramos, falamos com Deus; mas quando lemos, é Deus quem fala conosco.»
Santo Agostinho de Hipona.
Santo Agostinho de Hipona.
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Forwarded from Catolicismoposting ❤️🔥 (Gabriel Μiranda)
16 de outubro. Santa Edwiges, Alta Duquesa da Polônia. Padroeira dos endividados.
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