O Rodrigo Bostantino deu o recado gente: o Dória pode mandar a população inteira de São Paulo pro caralho, mas você não pode botar uma plaquinha dizendo que vai dar churrasco grátis pra quem matar o Dória.
Caso contrário, você está se colocando como um mandante que está a procura de um assassino de aluguél, e isso é crime. Devemos apenas criticar o Dória. Isso sim é jogo democrático. Afinal, não podemos nos tornar os monstros que nós combatemos.
Dá pra imaginar o Bostantino num campo deconcentração re-educação falando pros outros detentos não tentarem fugir, porque isso vai contra as leis que (democraticamente) os botaram lá e iriam danificar o campo, que é patrimônio público construido com o dinheiro do contribuinte, e isso é coisa de vândalo. Provavelmente iria arrumar uma caixa pra usar como palanque e pedir pros detentos não desejarem a morte de quem os botaram lá, mesmo que por brincadeira. Isso não é coisa de liberal conservador.
Caso contrário, você está se colocando como um mandante que está a procura de um assassino de aluguél, e isso é crime. Devemos apenas criticar o Dória. Isso sim é jogo democrático. Afinal, não podemos nos tornar os monstros que nós combatemos.
Dá pra imaginar o Bostantino num campo de
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Sobre o Instituto Mises da China:
"Se for pra zelar pelo programa deles (do pardidão comunista), então tem que fechar mesmo."
Ainda acham que ancaps devem se manter só no jogo democrático, em grupos de estudos, e no máximo uma desobediência civil aqui e ali?
Esses dois não são só dois malucos que por acaso leram livros que continham informações e conhecimentos errados. É intencional. Eles fazem a cabeça de muita gente, e eles sabem disso. Especialmente de universitários, de quem faz ativismo político, de quem vai assumir carguinhos com poder no futuro. E vão achar corretíssimo abusar desse poder se for pra avançar a causa.
Sim, ao contrário do que o Rafael Hide quer que você acredite, existem estatistas que querem a sua morte por você ter idéias diferentes, por apenas querer ser deixado em paz, por apenas não querer uma vida cheia de coerção estatal.
Essas confissões de intenção, públicas para todos ouvirem, servem sim como justificativa pra você tomar medidas mais drásticas contra qualquer comunista.
"Se for pra zelar pelo programa deles (do pardidão comunista), então tem que fechar mesmo."
Ainda acham que ancaps devem se manter só no jogo democrático, em grupos de estudos, e no máximo uma desobediência civil aqui e ali?
Esses dois não são só dois malucos que por acaso leram livros que continham informações e conhecimentos errados. É intencional. Eles fazem a cabeça de muita gente, e eles sabem disso. Especialmente de universitários, de quem faz ativismo político, de quem vai assumir carguinhos com poder no futuro. E vão achar corretíssimo abusar desse poder se for pra avançar a causa.
Sim, ao contrário do que o Rafael Hide quer que você acredite, existem estatistas que querem a sua morte por você ter idéias diferentes, por apenas querer ser deixado em paz, por apenas não querer uma vida cheia de coerção estatal.
Essas confissões de intenção, públicas para todos ouvirem, servem sim como justificativa pra você tomar medidas mais drásticas contra qualquer comunista.
Olhem a cara de felicidade e os risos dele quando fala que não existe mais Instituto Mises na China.
Isso não é coisa de gente que tá aí pra debate, diálogo, conversa, ou qualquer abertura pra mudar de idéia.
Esqueçam debatezinho com esse tipo de pessoa.
Enquanto ancaps ficarem só no jogo intelectual enquanto os comunistas jogam o jogo do poder, sempre perderemos e sempre iremos tomar no cu.
Isso não é coisa de gente que tá aí pra debate, diálogo, conversa, ou qualquer abertura pra mudar de idéia.
Esqueçam debatezinho com esse tipo de pessoa.
Enquanto ancaps ficarem só no jogo intelectual enquanto os comunistas jogam o jogo do poder, sempre perderemos e sempre iremos tomar no cu.
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Comunistas são humanistas...
... até que não seja mais conveniente.
Vai lá tentar o diálogo pacífico com a escória humana e ver se resulta em alguma coisa. Vai lá tentar manter o "convívio dos contrários" pra ver quanto tempo isso dura até você levar um tiro nas costas.
Quem defende assassinato não merece nada.
... até que não seja mais conveniente.
Vai lá tentar o diálogo pacífico com a escória humana e ver se resulta em alguma coisa. Vai lá tentar manter o "convívio dos contrários" pra ver quanto tempo isso dura até você levar um tiro nas costas.
Quem defende assassinato não merece nada.
Aaaaaaaaaahh, Bostantino...
Quer dizer então que se a Petrobras fosse uma empresa privada, ela estaria livre de pressões políticas e também da sequer possibilidade do governo interferir nela?
Mas guri, então por que reclamas tanto da camaradagem do governo americano com as Big Techs, que também são empresas privadas?
Me contaram que liberais entendiam dessas coisas... Será que mentiram pra mim?
Quer dizer então que se a Petrobras fosse uma empresa privada, ela estaria livre de pressões políticas e também da sequer possibilidade do governo interferir nela?
Mas guri, então por que reclamas tanto da camaradagem do governo americano com as Big Techs, que também são empresas privadas?
Me contaram que liberais entendiam dessas coisas... Será que mentiram pra mim?
Mas que merda, heim?
Todo mundo parece que para só na privatização. Fez isso com alguma estatal, acabou todos os problemas.
NÃO!
Tem que privatizar, abrir o mercado, e extinguir regulações. Somente a privatização não pode ser o objetivo final. Pelo menos essas 3 coisas devem acontecer.
Inclusive, se você parar por aí, podemos acabar num cenário pior que se ela fosse uma simples estatal. Sem a abertura do mercado, ela continua um monopólio, e não iremos ver a eficiência do setor privado florescer. E sem a extinção das regulações, ela ainda terá as patinhas do estado sobre ela e não veremos tanta redução dos preços quanto seria possível. E como empresa privada, é mais difícil exigir transparência do que se fosse uma estatal. Se ela, privada mas monopolista, decidir usar o seu poder econômico ímpar pra apoiar políticos que irão apoia-la, gera um ciclo vicioso de acumulo de capital e poder.
Se fosse uma estatal, basta pressão política pra pedir satisfações pro executivo, que pelo menos em teoria tem a obrigação de ser transparente com o público. Como privada, você precisa passar por todo o processo judicial, o inquérito, a denúncia, a investigação, o julgamento, etc. Você estaria dando todos os direitos de uma empresa privada para uma empresa que na prática ainda é estatal. Essa é a consequência de não terminar o serviço. Seria fácil fácil uma Petrobras privada se tornar mais uma Odebretch da vida.
Acredito que a ordem correta das coisas seria:
1. Abertura de mercado (des-monopolização)
2. Des-regulamentação (livre concorrência)
3. Enfim, a privatização (des-estatização)
Todo mundo parece que para só na privatização. Fez isso com alguma estatal, acabou todos os problemas.
NÃO!
Tem que privatizar, abrir o mercado, e extinguir regulações. Somente a privatização não pode ser o objetivo final. Pelo menos essas 3 coisas devem acontecer.
Inclusive, se você parar por aí, podemos acabar num cenário pior que se ela fosse uma simples estatal. Sem a abertura do mercado, ela continua um monopólio, e não iremos ver a eficiência do setor privado florescer. E sem a extinção das regulações, ela ainda terá as patinhas do estado sobre ela e não veremos tanta redução dos preços quanto seria possível. E como empresa privada, é mais difícil exigir transparência do que se fosse uma estatal. Se ela, privada mas monopolista, decidir usar o seu poder econômico ímpar pra apoiar políticos que irão apoia-la, gera um ciclo vicioso de acumulo de capital e poder.
Se fosse uma estatal, basta pressão política pra pedir satisfações pro executivo, que pelo menos em teoria tem a obrigação de ser transparente com o público. Como privada, você precisa passar por todo o processo judicial, o inquérito, a denúncia, a investigação, o julgamento, etc. Você estaria dando todos os direitos de uma empresa privada para uma empresa que na prática ainda é estatal. Essa é a consequência de não terminar o serviço. Seria fácil fácil uma Petrobras privada se tornar mais uma Odebretch da vida.
Acredito que a ordem correta das coisas seria:
1. Abertura de mercado (des-monopolização)
2. Des-regulamentação (livre concorrência)
3. Enfim, a privatização (des-estatização)
Pro Izzy Nobre qualquer bosta é apito de cachorro pra RECRUTAMENTO de supremacistas brancos.
É incrível essa porra. Parece que ele tem um puta medo dessas coisas, daqueles que ativam o instinto de lutar ou fugir.
Falou que a comunidade negra americana comete 50% dos crimes violentos sendo apenas 13% da população? Parabéns, você é um neo-nazista que está tentando chamar jovens gamers pra causa branca.
Aliás... Pera um minutinho aí...
"Essa estatística é misleading. Tem que analizar em contexto. Ver que eles foram libertos mas soltos ao vento sem amparo."
Os afro-americanos hoje são a diáspora negra mais rica e mais próspera do mundo. Estaria o Izzy Nobre falando que mesmo representando o que há de melhor da raça, os afro-americanos são incapazes de consertarem as suas comunidades sem a ajuda do homem branco?
E não é só porque são pobres que isso os tornaria automaticamente criminosos. É o crime que gera pobreza, não o contrário.
Quem é o neo-nazista agora, senhor Izzy "Der Nordosten" Nobre?
É incrível essa porra. Parece que ele tem um puta medo dessas coisas, daqueles que ativam o instinto de lutar ou fugir.
Falou que a comunidade negra americana comete 50% dos crimes violentos sendo apenas 13% da população? Parabéns, você é um neo-nazista que está tentando chamar jovens gamers pra causa branca.
Aliás... Pera um minutinho aí...
"Essa estatística é misleading. Tem que analizar em contexto. Ver que eles foram libertos mas soltos ao vento sem amparo."
Os afro-americanos hoje são a diáspora negra mais rica e mais próspera do mundo. Estaria o Izzy Nobre falando que mesmo representando o que há de melhor da raça, os afro-americanos são incapazes de consertarem as suas comunidades sem a ajuda do homem branco?
E não é só porque são pobres que isso os tornaria automaticamente criminosos. É o crime que gera pobreza, não o contrário.
Quem é o neo-nazista agora, senhor Izzy "Der Nordosten" Nobre?
"Ah, mas é só botar tudo em Bitcoin que o estado não tem mais como me roubar! Sem a minha senha, ninguém pode entrar na minha carteira!"
O controle financeiro que o estado tem sobre você não se resume a apenas simples transferência de dinheiro teu pra ele. O estado já tem a impressora, ele já tem dinheiro infinito em tese. Ele não precisa do seu dinheiro especificamente.
Do ponto de vista do estado, é o suficiente impedir você de acessar e usar o seu dinheiro. Ou, se ele quiser, puni-lo de alguma forma quando você usa canais que não são convenientes pra ele. Do que adianta ter uma fortuna em criptoativos em geral, super seguros e exclusivos, se você não pode usa-los ou sequer toca-los? Ou se toda vez que você for usar eles significar um alto risco de levar uma patada estatal na cara?
Não há dúvidas que criptoativos são uma boa forma de esconder o seu patrimônio de ser confiscado pelo estado, mas não adianta nada se você não fica quieto sobre ele e fica contando pra todo mundo. Um simples pente fino da Receita Federal e você já vai ter que prestar explicações, e o jeito mais fácil de cair no pente fino é abertamente falar que tem mais dinheiro do que declarou ter.
O controle financeiro que o estado tem sobre você não se resume a apenas simples transferência de dinheiro teu pra ele. O estado já tem a impressora, ele já tem dinheiro infinito em tese. Ele não precisa do seu dinheiro especificamente.
Do ponto de vista do estado, é o suficiente impedir você de acessar e usar o seu dinheiro. Ou, se ele quiser, puni-lo de alguma forma quando você usa canais que não são convenientes pra ele. Do que adianta ter uma fortuna em criptoativos em geral, super seguros e exclusivos, se você não pode usa-los ou sequer toca-los? Ou se toda vez que você for usar eles significar um alto risco de levar uma patada estatal na cara?
Não há dúvidas que criptoativos são uma boa forma de esconder o seu patrimônio de ser confiscado pelo estado, mas não adianta nada se você não fica quieto sobre ele e fica contando pra todo mundo. Um simples pente fino da Receita Federal e você já vai ter que prestar explicações, e o jeito mais fácil de cair no pente fino é abertamente falar que tem mais dinheiro do que declarou ter.
O não-tão curioso caso do liberal desarmamentista.
Até ter um treis-oitinho de bosta ele já encara com maus olhos.
Até ter um treis-oitinho de bosta ele já encara com maus olhos.
Forwarded from Sociedade Alternativa Libertária
Canal da página Sociedade Alternativa Libertária
https://news.1rj.ru/str/salibertaria
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Dédalo, de Atenas, era um hábil arquiteto, inventor, artesão, artista, inovador em vários campos, e sempre reconhecido como um símbolo de sabedoria e conhecimento, a ser seguido, admirado e respeitado por todos os engenheiros e construtores.
Certa vez, foi convidado a ir para Creta, a pedido do Rei Minos, que era um semi-deus filho de Zeus e Europa. Dédalo, ainda criando e mentorando seu filho Ícarus, decidiu leva-lo junto para Creta.
Minos pediu para Dédalo desenhar e construir uma prisão um tanto incomum para ele, em formato de um labirinto quase sem fim. Não deu mais informações do que isso, apenas que Dédalo seria generosamente recompensado.
Mesmo confuso e intrigado, Dédalo aceitou a proposta. Acreditou que o projeto seria uma ótima oportunidade para trabalhar junto com seu filho Ícarus, e ensina-lo várias coisas. Tanto sobre arquitetura e construção, mas também valores para a vida.
Ao término da obra, Dédalo foi comunicar o fato ao rei Minos. Perguntou que tipos de prisoneiros precisavam de uma prisão tão incomum, mas Minos se recusou a responder. Nos dias seguintes em Creta, aproveitou pra indagar e fazer sua própria investigação.
Descobriu que o Labirinto era pra conter a besta chamada Minotauro, metade touro e metade homem, que se alimentava de seres humanos. O rei Minos utilizaria o Labirinto para executar não só dissidentes, mas qualquer um, já que o Minotauro era tecnicamente seu filho.
Para impedir Dédalo de contar a todos sobre o objetivo do Labirinto e sobre o Minotauro, o rei Minos decidiu prender Dédalo e seu filho Ícarus na torre mais alta do seu castelo, sob forte guarda, e também impediu que qualquer navio saísse da ilha sem ser revistado.
Durante os meses presos, Dédalo se acostumou a observar pela janela os vários pássaros que voavam pelos céus. Imaginou que talvez não tivessem peso algum, como se fossem mais leves que o ar, como se voar fosse um esforço para não subir, ao invés de um esforço para não cair.
Dédalo decidiu que não iria ver o seu filho crescer e envelhecer nessa prisão miserável por causa de seus erros, que Ícarus merecia muito mais que isso. Como Minos controlava a terra e o mar, só restava uma via: os céus.
As suas observações e estudos dos pássaros, que fazia todos os dias de sua janela, junto com a sua mente de artesão e inventor, lhe fez perceber um plano. E ele precisava de asas.
Dédalo usou sobras de comida para atrair pássaros para a sua janela. Gentilmente e pacientemente foi coletando e acumulando penas deles, para que eles continuassem a voltar. Por mais alguns meses, foi estocando uma grande quantia delas.
Penas minúsculas, penas normais, penas grandes. Penas de todos os tamanhos, igual pássaros de verdade possuem. Dédalo, como bom engenheiro e arquiteto, sabia que precisava imitar a natureza de forma mais fiél possível.
Depois de obter penas o suficiente, tratou de começar a construir o par de asas, como bom artesão que era. Utilizava a cera de uma vela com o fogo de outra para grudar e firmar as penas nos seus lugares. Primeiro as pequenas, depois as médias, e depois as grandes.
Depois de meses de paciência e trabalho diligente, Dédalo terminou o seu par de asas. Com um pouco mais de cera, Dédalo pediu a Ícarus que botasse as assas nas suas costas. Com um simples movimento, Dédalo percebeu que estava sem peso, igual os pássaros que tanto observava.
Percebendo o sucesso da sua criação, e o quão impressionado estava Ícarus, Dédalo começou imediatamente a confeccionar um igual par de asas para seu filho. O sonho de voltar para Atenas finalmente se parecia menos com um sonho e mais como uma realidade.
Dali mais inúmeros meses de igual trabalho, Ícarus também obteve o seu par de asas. Se só a possibilidade de poder voar já o impressionava, poder voar de fato o deixou sem palavras.
Dédalo percebeu as emoções exaltadas de seu filho, e achou prudente permanecer na prisão por enquanto, para ensina-lo e educa-lo por mais um tempo antes dos seus saltos para a tão aguardada liberdade.
Certa vez, foi convidado a ir para Creta, a pedido do Rei Minos, que era um semi-deus filho de Zeus e Europa. Dédalo, ainda criando e mentorando seu filho Ícarus, decidiu leva-lo junto para Creta.
Minos pediu para Dédalo desenhar e construir uma prisão um tanto incomum para ele, em formato de um labirinto quase sem fim. Não deu mais informações do que isso, apenas que Dédalo seria generosamente recompensado.
Mesmo confuso e intrigado, Dédalo aceitou a proposta. Acreditou que o projeto seria uma ótima oportunidade para trabalhar junto com seu filho Ícarus, e ensina-lo várias coisas. Tanto sobre arquitetura e construção, mas também valores para a vida.
Ao término da obra, Dédalo foi comunicar o fato ao rei Minos. Perguntou que tipos de prisoneiros precisavam de uma prisão tão incomum, mas Minos se recusou a responder. Nos dias seguintes em Creta, aproveitou pra indagar e fazer sua própria investigação.
Descobriu que o Labirinto era pra conter a besta chamada Minotauro, metade touro e metade homem, que se alimentava de seres humanos. O rei Minos utilizaria o Labirinto para executar não só dissidentes, mas qualquer um, já que o Minotauro era tecnicamente seu filho.
Para impedir Dédalo de contar a todos sobre o objetivo do Labirinto e sobre o Minotauro, o rei Minos decidiu prender Dédalo e seu filho Ícarus na torre mais alta do seu castelo, sob forte guarda, e também impediu que qualquer navio saísse da ilha sem ser revistado.
Durante os meses presos, Dédalo se acostumou a observar pela janela os vários pássaros que voavam pelos céus. Imaginou que talvez não tivessem peso algum, como se fossem mais leves que o ar, como se voar fosse um esforço para não subir, ao invés de um esforço para não cair.
Dédalo decidiu que não iria ver o seu filho crescer e envelhecer nessa prisão miserável por causa de seus erros, que Ícarus merecia muito mais que isso. Como Minos controlava a terra e o mar, só restava uma via: os céus.
As suas observações e estudos dos pássaros, que fazia todos os dias de sua janela, junto com a sua mente de artesão e inventor, lhe fez perceber um plano. E ele precisava de asas.
Dédalo usou sobras de comida para atrair pássaros para a sua janela. Gentilmente e pacientemente foi coletando e acumulando penas deles, para que eles continuassem a voltar. Por mais alguns meses, foi estocando uma grande quantia delas.
Penas minúsculas, penas normais, penas grandes. Penas de todos os tamanhos, igual pássaros de verdade possuem. Dédalo, como bom engenheiro e arquiteto, sabia que precisava imitar a natureza de forma mais fiél possível.
Depois de obter penas o suficiente, tratou de começar a construir o par de asas, como bom artesão que era. Utilizava a cera de uma vela com o fogo de outra para grudar e firmar as penas nos seus lugares. Primeiro as pequenas, depois as médias, e depois as grandes.
Depois de meses de paciência e trabalho diligente, Dédalo terminou o seu par de asas. Com um pouco mais de cera, Dédalo pediu a Ícarus que botasse as assas nas suas costas. Com um simples movimento, Dédalo percebeu que estava sem peso, igual os pássaros que tanto observava.
Percebendo o sucesso da sua criação, e o quão impressionado estava Ícarus, Dédalo começou imediatamente a confeccionar um igual par de asas para seu filho. O sonho de voltar para Atenas finalmente se parecia menos com um sonho e mais como uma realidade.
Dali mais inúmeros meses de igual trabalho, Ícarus também obteve o seu par de asas. Se só a possibilidade de poder voar já o impressionava, poder voar de fato o deixou sem palavras.
Dédalo percebeu as emoções exaltadas de seu filho, e achou prudente permanecer na prisão por enquanto, para ensina-lo e educa-lo por mais um tempo antes dos seus saltos para a tão aguardada liberdade.
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Dédalo ensinou sobre os perigos de cair em falsos sensos de segurança. Por isso, Ícarus não deveria voar muito baixo, perto da água, erroneamente acreditando que se algo desse errado a queda seria inofensiva. A humidade do mar iria encharcar as penas e ele iria perder suas asas.
Dédalo também ensinou sobre os perigos da ambição. Por isso, Ícarus não deveria voar muito alto, pois o calor do Sol iria derreter a cera que mantinha as penas no lugar, e iria perder suas asas.
Finalmente chegou o dia do vôo. Os dois pularam da janela. E como esperado, começaram a voar de forma graciosa acima do Mediterrâneo. Dédalo voava em linha reta, mas o jovem Ícarus ainda estava impressionado pela sua nova habilidade, e voava de forma a brincar no ar.
Ícarus então olhou para cima e ficou intrigado. Questionou se podia voar até o Sol, ou quem sabe voar acima dele. Começou a subir e subir, voando cada vez mais alto.
Dédalo viu o que Ícarus estava fazendo e gritou para ele descer, mas seu filho já estava longe demais. Ícarus não conseguia mais ouvi-lo, e Dédalo sabia que não podia voar tão alto para puxa-lo de volta para altitudes mais seguras.
Ícarus subia e subia. Voava cada vez mais alto. Fazia uma linha reta em direção ao Sol. Teve que cobrir seus olhos para não queima-los, mas isso não o impedia. Teve que tirar as suas roupas para ajudar com o calor, mas isso também não o impedia.
Até quando o que Dédalo previu começou a acontecer. Tão perto do Sol, a cera começou a derreter. Penas caiam, penas pegavam fogo, e a cera fervente escorria pelo seu corpo. Ícarus começou a gritar de dor enquanto era queimado vivo.
Pena por pena, eventualmente suas asas se desfizeram completamente enquanto Ícarus agonizava nos céus mais altos. O que era uma subida em linha reta se transformou numa queda em linha reta. E não havia nada que Ícarus podia fazer.
Dédalo assistiu tudo com horror nos seus olhos e agonia no seu coração. Com Ícarus em queda livre, não podia fazer nada sobre isso. Suas asas não eram fortes o suficiente para segura-lo.
Ícarus caiu nas águas rasas de um litoral rochoso de uma pequena ilha, e morreu imediatamente. Dédalo recolheu e enterrou o corpo do seu filho, e batizou a ilha de Icaria em sua memória.
Dédalo voou até a Sicília onde ficaria não só de luto, mas também melancólico por falhar em educar seu filho e ter criado o instrumento da sua própria auto-destruição. A deusa Atena o visitou e lhe deu um par de asas de verdade, para que ele pudesse voar tão bem quanto um deus.
Dédalo também ensinou sobre os perigos da ambição. Por isso, Ícarus não deveria voar muito alto, pois o calor do Sol iria derreter a cera que mantinha as penas no lugar, e iria perder suas asas.
Finalmente chegou o dia do vôo. Os dois pularam da janela. E como esperado, começaram a voar de forma graciosa acima do Mediterrâneo. Dédalo voava em linha reta, mas o jovem Ícarus ainda estava impressionado pela sua nova habilidade, e voava de forma a brincar no ar.
Ícarus então olhou para cima e ficou intrigado. Questionou se podia voar até o Sol, ou quem sabe voar acima dele. Começou a subir e subir, voando cada vez mais alto.
Dédalo viu o que Ícarus estava fazendo e gritou para ele descer, mas seu filho já estava longe demais. Ícarus não conseguia mais ouvi-lo, e Dédalo sabia que não podia voar tão alto para puxa-lo de volta para altitudes mais seguras.
Ícarus subia e subia. Voava cada vez mais alto. Fazia uma linha reta em direção ao Sol. Teve que cobrir seus olhos para não queima-los, mas isso não o impedia. Teve que tirar as suas roupas para ajudar com o calor, mas isso também não o impedia.
Até quando o que Dédalo previu começou a acontecer. Tão perto do Sol, a cera começou a derreter. Penas caiam, penas pegavam fogo, e a cera fervente escorria pelo seu corpo. Ícarus começou a gritar de dor enquanto era queimado vivo.
Pena por pena, eventualmente suas asas se desfizeram completamente enquanto Ícarus agonizava nos céus mais altos. O que era uma subida em linha reta se transformou numa queda em linha reta. E não havia nada que Ícarus podia fazer.
Dédalo assistiu tudo com horror nos seus olhos e agonia no seu coração. Com Ícarus em queda livre, não podia fazer nada sobre isso. Suas asas não eram fortes o suficiente para segura-lo.
Ícarus caiu nas águas rasas de um litoral rochoso de uma pequena ilha, e morreu imediatamente. Dédalo recolheu e enterrou o corpo do seu filho, e batizou a ilha de Icaria em sua memória.
Dédalo voou até a Sicília onde ficaria não só de luto, mas também melancólico por falhar em educar seu filho e ter criado o instrumento da sua própria auto-destruição. A deusa Atena o visitou e lhe deu um par de asas de verdade, para que ele pudesse voar tão bem quanto um deus.
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