Forwarded from Cabo Das Tormentas (AR)
"2 E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.
3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
4 E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem."
-Atos dos Apóstolos, Capítulo 2, Versículos 2 a 4.
Feliz Domingo de Pentecostes 🕊🔥
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Forwarded from Western Heritage
Marcus Larsson's "Shipwreck in the Bohuslän Archipelago (detail)" (c'1856)
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Forwarded from O Último Arconte ♄
O Esquecimento da Forma Humana
A metafísica [sic ], base da fundação do biologismo do século XIX e da psicanálise, mais precisamente, a metafísica do completo esquecimento do ser, é a fonte de um total desconhecimento das leis do ser, cuja última consequência é uma hominização desproporcional da “criatura”, isto é, do animal, e a correspondente animalização do homem.
- Heidegger, Parmênides, §8, d.
A metafísica [
- Heidegger, Parmênides, §8, d.
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Forwarded from O Último Arconte ♄
O Homem e o Cosmos como Altares de Deus Divinizados por Seus Nomes
Em uma cosmovisão tradicional, o antropocentrismo e o teocentrismo são a mesma coisa, por que? Pois o homem é imagem e semelhança de Deus, pois ele é a joia da criação, aquele que unifica o céu e a terra e a criatura pela que, sob aspecto limitado, manifesta o Deus ilimitado. Possuindo em si todo o Cosmos, a totalidade divina manifesta em totalidade corpórea, exaltar o Homem é exaltar o Cosmos, exaltar o Homem ou o Cosmos é exaltar a Deus, pois todos os seus nomes que foram revelados de manifestam neles, e sendo o Cosmos um Deus, também o é o Homem.
Essa é a verdade do Homem Universal, para a qual Guénon chamou atenção, e a qual Charles Upton alertou estar sendo perdida com a modernidade.
Antes do esquecimento do Ser, há o esquecimento do Homem, da sacralidade do mundo e da correspondência entre Macrocósmo e Microcósmo. Ora, mesmo os que quiseram vencer o niilismo acreditavam em alguma sacralidade, acreditavam que o Ser estava, ao menos, oculto no Devir, por que não conseguiram? Por que sua lembrança é senão um deslumbramento infantil de uma beleza incompreendida? Porque se esqueceram da sacralidade do altar dessa Divindade, que reduziram ao Devir.
Em uma cosmovisão tradicional, o antropocentrismo e o teocentrismo são a mesma coisa, por que? Pois o homem é imagem e semelhança de Deus, pois ele é a joia da criação, aquele que unifica o céu e a terra e a criatura pela que, sob aspecto limitado, manifesta o Deus ilimitado. Possuindo em si todo o Cosmos, a totalidade divina manifesta em totalidade corpórea, exaltar o Homem é exaltar o Cosmos, exaltar o Homem ou o Cosmos é exaltar a Deus, pois todos os seus nomes que foram revelados de manifestam neles, e sendo o Cosmos um Deus, também o é o Homem.
Essa é a verdade do Homem Universal, para a qual Guénon chamou atenção, e a qual Charles Upton alertou estar sendo perdida com a modernidade.
Antes do esquecimento do Ser, há o esquecimento do Homem, da sacralidade do mundo e da correspondência entre Macrocósmo e Microcósmo. Ora, mesmo os que quiseram vencer o niilismo acreditavam em alguma sacralidade, acreditavam que o Ser estava, ao menos, oculto no Devir, por que não conseguiram? Por que sua lembrança é senão um deslumbramento infantil de uma beleza incompreendida? Porque se esqueceram da sacralidade do altar dessa Divindade, que reduziram ao Devir.
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Forwarded from Tradición y shock futuro México
El componente mortal puede vivir "sólo de pan", pero nuestro Hombre Interior vive de Mito; y si los verdaderos mitos son reemplazados por los mitos de propaganda de "raza", "elevación", "progreso" y "misión civilizadora", el Hombre Interior morirá de hambre.
Ananda Kumaraswamy,
"El prejuicio de la alfabetización"
Ananda Kumaraswamy,
"El prejuicio de la alfabetización"
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Forwarded from O Último Arconte ♄
Διος Φως
Enquanto as estrelas brilhantes dos céus antigos correrem em seus cursos; enquanto Oceano circunda a terra aprisionada com suas águas; enquanto a Lua cheia [Selene, a lua] reune novamente seu esplendor perdido; enquanto Lúcifer [Eósforo, a estrela da manhã] anuncia o amanhecer, e enquanto as majestosas Ursas [constelações Ursae] não conhecem nada do caerúleo Nereu; por tanto tempo adoraremos o rosto brilhante do belo Lieu [Dionísio]."
- Sêneca, Édipo, 401ss.
Enquanto as estrelas brilhantes dos céus antigos correrem em seus cursos; enquanto Oceano circunda a terra aprisionada com suas águas; enquanto a Lua cheia [Selene, a lua] reune novamente seu esplendor perdido; enquanto Lúcifer [Eósforo, a estrela da manhã] anuncia o amanhecer, e enquanto as majestosas Ursas [constelações Ursae] não conhecem nada do caerúleo Nereu; por tanto tempo adoraremos o rosto brilhante do belo Lieu [Dionísio]."
- Sêneca, Édipo, 401ss.
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Forwarded from O Último Arconte ♄
Νοῦς Διός
Resta-nos agora ascender à hyparxis ou mônada de todos os Deuses mundanos, Dioniso, em cuja divindade todos eles subsistem e estão enraizados, de forma semelhante às estrelas fixas na esfera inerrática. Pois, desta maneira, cada mônada contém analogamente sua multidão coordenada. Dioniso, portanto, é o intelecto mundano, do qual a alma e o corpo do mundo se originam.
-- Thomas Taylor, in Proclo, Theologia Platonica, VII, 23.
Resta-nos agora ascender à hyparxis ou mônada de todos os Deuses mundanos, Dioniso, em cuja divindade todos eles subsistem e estão enraizados, de forma semelhante às estrelas fixas na esfera inerrática. Pois, desta maneira, cada mônada contém analogamente sua multidão coordenada. Dioniso, portanto, é o intelecto mundano, do qual a alma e o corpo do mundo se originam.
-- Thomas Taylor, in Proclo, Theologia Platonica, VII, 23.
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Forwarded from Hexis Aristokratika
"Tudo neste mundo se resume a interpretar significados, desvendar mitos e símbolos. A vida em si não tem sentido. O sentido é dado pela alma, pelo coração e pelo espírito. O sentido é dado pelo amor."
~ Miguel Serrano
~ Miguel Serrano
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Forwarded from Dark & Fascinating Art (Vin's Favourite Artwork Archive)
Konstantinos Volanakis
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Em Tule vivia um rei,
Que, fiel, a sua dama,
Uma taça de ouro em lei
Deixou-lhe na eterna cama.
Nada mais amava tanto,
E em cada festa a esvaziava;
Cada gole um novo pranto,
Sobre a taça lagrimava.
Quando sentiu vir a morte.
Todo seu reino cortou
Para os filhos, sul ao norte,
Mas a taça não doou.
E em sua mesa real,
Cavaleiros fez chamar,
Ao mais nobre e antigo Hall,
De seu paço sobre o mar.
Lá ergue-se o bebedor,
Bebe o gole derradeiro,
A sacra taça, co'amor,
Atira à água, ligeiro.
Viu-a boiar e se encher,
E ao mar descer ainda mais.
Sentiu a vista escurecer
E não bebeu nunca mais
O Rei de Thule - Johann Wolfgang von Goethe
Tradução de Raphael Soares
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Forwarded from Dark & Fascinating Art (Vin's Favourite Artwork Archive)
Shipwrecked on High Seas by Théodore Gudin
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