Cabo Das Tormentas – Telegram
Forwarded from A Esfera Armilar
𝔄 𝔈𝔰𝔣𝔢𝔯𝔞 𝔄𝔯𝔪𝔦𝔩𝔞𝔯
Não há nada para se celebrar, também não há nada para se arrepender:

   Hoje, dia 20 de novembro de 2023, celebra-se em um tom jocoso para não dizer de outra forma, o dia da consciência negra graças a lei promulgada em 2011.

   Grande parte das personalidades do movimento negro no Brasil, possui Zumbi dos Palmares, o negro responsável pela liderança nos quilombos de Olinda, como um herói. Ignorando de forma conveniente o fato de que grande parte desses quilombos não só praticavam massacres coletivos contra os colonos brancos na região de Pernambuco, como também estupros contra as colonas.

   Neste dia, é oportuno dizer que com a destruição dos quilombos e a morte de Zumbi, nada temos a nos arrepender, tendo em vista que se tratava de um ato de legítima defesa e de que aqueles quilombos estavam enegrecendo a paz dos luso-brasileiros.

   A história nada mais é do que a autopreservação e continuidade de um povo pela sua existência.

   Viva Jorge Velho, morte a Zumbi.

@AEsferaArmilar
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Que Deus tenha o Caudilho.
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🇪🇸 - Francisco Franco died on this day 48 years ago.
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Forwarded from chiaroscuro
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Pesadelo do Cabo das Tormentas
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Feliz dia de Cristo Rei ❤️‍🔥👑
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Com os recentes episódios bélicos se desvelando na região do Levante, a entrada abrupta dos “houthis” no conflito, anunciada com o bombardeio da cidade portuária de Eilat situada no mar vermelho pode ter passado despercebida pelos olhos de muitos, por vezes sendo categorizada como um "delírio", "radicalismo islâmico irracional" ou até mesmo como algo "irrelevante". No entanto, os houthis que controlam uma grande porção do território iemenita estenderam seus ataques a embarcações israelenses que transitam no golfo de Aden e nas imediações do mar vermelho, tais ataques representam uma grave ameaça ao frágil sistema logístico global e pode representar o início de uma nova "era de ouro da pirataria".
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Primordialmente, é necessário contextualizar a situação, mencionar piratas, saqueadores do mar, pirataria, é de certo reviver no imaginário de muitos um passado distante, do início da colonização das Américas, de barbas negras, de piratas chineses combatendo portugueses no extremo oriente ou até mesmo piratas da Somália com suas rústicas embarcações tentando saquear navios desavisados que transitam pelas costas do caótico país, porém, essa realidade é mais próxima do que parece e nunca a pirataria esteve tão viva, com constantes ataques de piratas no golfo da Guiné e até mesmo em regiões altamente movimentadas e famosas como o estreito de Malaca, onde a maior parte do comércio global perpassa, a média é de 115 ataques de piratas a navios anualmente, o número que parece modesto aos olhos mais leigos no entanto esconde uma realidade frágil,
[Continua na próxima postagem]
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com o aumento de ataques a complexa cadeia de logística entra em pane com o aumento exponencial de preços e seguro, fazendo com que o preço se reflita diretamente nos mercados globais, tais “panes” não são incomuns à exemplo de quando o cargueiro “Ever Given” encalhou no canal de Suez causando caos em todo os mercados globais.
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Destarte, com os recentes ataques iemenitas contra embarcações israelenses transitando no mar vermelho a segurança numa das passagens mais estratégicas e essenciais para o comércio global se torna instável, o “Ansar-Allah” (Houthis) não é apenas um grupo insurgente como o Hamas, mas sim um estado militarizado e fortemente armado que pode semear o terror pela região com certa facilidade, sem a intervenção da toda poderosa armada americana, ocupada com conflitos na Ásia e no mediterrâneo e pouco interessada em proteger um comércio global o qual os Estados Unidos a cada dia tomam menos parte, as chamas podem facilmente sair de controle, a pirataria é altamente lucrativa e viciante, a região fortemente dependente do comércio energético a torna presa fácil e de especial lucratividade para aventureiros e grupos terroristas que desejam se alimentar da situação complexa da região.
[Continua na próxima postagem]
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Contudo, não podemos reduzir a pirataria apenas ao Oriente Médio, a própria China, utiliza suas frotas-cidades com o fim de realizar pescaria ilegal em zonas econômicas exclusivas de países que não possuem meios de se defender.
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Forwarded from PARVVS LVPVS (Úlfilas)
Dom Sebastião na Ilha Encoberta
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🇦🇶 Feliz dia da Antártica 🇦🇶

01/12/1959
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Há leituras de que a Ascenção dos Avis à Coroa foi uma "Burguesificação Precoce" de Portugal em razão do apoio desta classe à João I e pela "eleição" deste rei.


Em nosso ver, esta é uma leitura materialista. Dom João I de Avis era filho do rei Pedro I de Portugal, sendo sua sucessão legítima. Governava Portugal à época a rainha Leonor Telles, que se casou com o Rei escravoceta Fernando I após aquela anular seu casamento com outro fidalgo em sua ambição pelo poder. Com a morte do rei, Leonor assume o trono.

A Nobreza decide então apontar Dom João, Mestre da Ordem de Avis (uma Ordem de Cavalaria), num Golpe de Estado contra a rainha louca. Num ato de fraticídio e Lesa-Pátria, Leonor convida Castela a invadir Portugal.

Com o auxílio de um Santo, São Nuno Álvares, e de cruzados ingleses, Portugal derrota os espanhóis em Aljubarrota, fundando uma dinastia que transformaria Portugal numa Talassocracia e mudaria a História mundial. Não foi uma burguesificação, mas uma restauração aristocrática cavaleiresca.
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"O vencedor Joane esteve os dias
Costumados no campo, em grande glória;
Com ofertas, despois, e romarias,
As graças deu a Quem lhe deu vitória.
Mas Nuno, que não quer por outras vias
Entre as gentes deixar de si memória
Senão por armas sempre soberanas,
Pera as terras se passa Transtaganas.

Ajuda-o seu destino de maneira
Que fez igual o efeito ao pensamento,
Porque a terra dos Vândalos, fronteira,
Lhe concede o despojo e o vencimento.
Já de Sevilha a Bética bandeira,
E de vários senhores, num momento
Se lhe derriba aos pés, sem ter defesa,
Obrigados da força Portuguesa."

Lusíadas, Canto IV, versos 45 e 46
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