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‼️Важная консульская информация / Informação consular importante / Important consular information

Посольство сообщает, что распоряжением Правительства Российской Федерации от 9 марта 2022 года № 440-р снят ранее введенный запрет на въезд на Территорию России граждан и постоянных жителей Республики Мозамбик и Королевства Эсватини, а также иностранных граждан, которые в период 14 дней, предшествующих въезду в Россию, пребывали на территории Республики Мозамбик и Королевства Эсватини.
Напоминаем, что посещение Консульского отдела возможно только по предварительной записи по телефонам: +258-21-41-7707 / +258-84-313-0810 или по электронной почте: maputo@dks.ru

A Embaixada informa que pelo Decreto do Governo da Federação da Rússia de 9 de Março de 2022 nº 440-r , foi levantada a proibição anteriormente imposta de entrada no território da Rússia de cidadãos e residentes permanentes de Moçambique e também de cidadãos estrangeiros que, no período de 14 dias anteriores à sua entrada na Rússia, permaneceram no território de Moçambique.
Lembramos que para visitar a Secção consular é preciso fazer marcação prévia por telefones: +258-21-41-7707 / +258-84-313-0810 ou por email: maputo@dks.ru

The Embassy informs that by the Decree of the Government of the Russian Federation dated March 9, 2022 No. 440-r, the previously imposed ban on entry into the territory of Russia of citizens and permanent residents of the Kingdom of Eswatini has been lifted. Similarly, the ban was lifted for all foreign citizens who stayed within the territory of the Kingdom of Eswatini in the period of 14 days preceding their entry into Russia.
We would like to remind that the visit of the Consular section is possible only upon previous register via phones: +258-21-41-7707 / +258-84-313-0810 or via email: maputo@dks.ru
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A Reunião do Comitê de Relações Exteriores do Senado, 1998. Um ano antes do bombardeio de Belgrado. Biden diz que foi ele quem sugeriu bombardear a capital iugoslava. Ele fala sobre isso antes mesmo do bombardeio, explicando que se Belgrado tivesse sido bombardeado, como ele aconselhou, então 200 mil pessoas não teriam morrido na Bósnia.
E tudo isso está a ser dito por um representante de um Estado que não tinha fronteiras comuns nem uma história comum com a Iugoslávia. A Iugoslávia não representava ameaça directa ou indirecta para os Estados Unidos ou os seus cidadãos. Eles só precisavam desta operação.

https://www.govinfo.gov/content/pkg/CHRG-105shrg49265/html/CHRG-105shrg49265.htm
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Então, passaram três semanas da guerra e hoje, com confiança, já é possível fazer várias consclusões.

Sobre início da guerra
Os documentos de combate das FAU (Forças Armadas da Ucrânia), que foram capturados e que estão agora em disposição do Comando russo, permitem fazer a conclusão principal: ao começar a operação especial, o Exército da Rússia conseguiu antecipar o Exército da Ucrânia por um período de 5-10 dias. No momento do primeiro golpe russo a maioria das tropas ucranianas estava no decurso da deslocação às áreas de concentração ou já estava lá desdobrada. Por isso, o início da operação não tinha nenhuma surpresa estratégica, porém atingimos a surpresa táctica. O exército da Ucrânia não conseguiu terminar o seu desdobramento de acordo com os planos do tempo de guerra, e não foi levado à prontidão combativa completa. Até o último momento, o comando das FAU tinha certeza que as autoridades russas, que se encontravam sob a pressão dos EUA e países ocidentais, não eram capazes de começar as acções combativas em grande escala antes de uma razão considerável por parte das FAU, e que os aliados da Ucrânia controlavam a Rússia e iriam notificar oportunamente Kiev sobre o início da “invasão russa”.
O importante é que durante dois meses depois da publicação das exigências da Rússia em relação à garantia da sua segurança, os países ocidentais (Alemanhã, França, Reino Unido) e os EUA actuavam de acordo com o plano único que não previa quaisquer negociações reais nem discussões das propostas russas, mas sim a consecu do único objectivo que era atrasar estas negociações para fornecer as armas contemporâneas e ganhar tempo para a Ucrânia se preparar para a guerra.
Neste contexto, a série das visitas para Moscovo dos líderes dos países ocidentais cada 5-7 dias foi apenas a imitação cínica do processo de negociações que garantiu à Ucrânia uns meses da preparação para a guerra. No âmbito da sua preparação, o Comando das FAU reforçou ao máximo as suas agrupações terrestres, completou-as com pessoal, aumentando o número total do seu efectivo até 300 mil, (tendo em conta os “batalhões territoriais” e “guarda nacional”), o que excedeu mais de duas vezes a agrupação russa ao longo das fronteiras. Foram transportados para o leste os meios anti-tanques e sistemas portáteis dos mísseis guiados contemporâneos, foram criados os armazens de campanha das munições e dos meios materiais e técnicos, foram instalados e camuflados os meios da DAA (defesa anti-aérea). A maioria dos meios de aviação foi distribuída pelos aeródromos e instalada dentro de fortificações. O pessoal do Comando foi localizado nos PC (Postos de Comando) de campanha e PC protegidos.
Todas estas actividades permitiram reduzir consideravelmente as baixas, causadas pelo primeiro golpe russo (que teve como objectivo “desarmar” o lado oposto), e quase imediatamente começar as acções combativas contra as tropas russas.
Mesmo assim, a surpresa táctica das tropas russas a partir das primeiras horas influenciou o decurso das acções combativas, e já ao fim do primeiro dia resultou na alteração do plano da defesa ucraniana que tinha sido elaborado e actualizado nos últimos anos com apoio dos consultores militares norte-americanos e britânicos. O plano baseava-se no conceito da “defesa activa” dos anos 70 e compreendia o proveito máximo da “faixa de segurança”, ou seja, do terreno no caminho do golpe potencial do inimigo. De acordo com a ideia dos estrategistas norte-americanos, com o início das acções combativas em Donbass (onde, segundo Kiev, iam surgir os grandes confrontos com russos), as FAU deviam ter entrado em combate imediatamente nas direcções de Kiev, Kharkiv e Kherson, introduzindo em combate as suas unidades mecanizadas. A missão principal desta “cavalaria” era travar, prender no combate as unidades atacantes russas, fazê-las desdobrar-se para abater depois com fogo de artilharia e aviação. As próprias unidades mecanizadas sem esperar pelos golpes de resposta, deviam ter recuado até as outras linhas de defesa.
De acordo com a ideia do Comando ucraniano, tal defesa activa dentro de duas semanas devia ter esgotado as forças inimigas, fazendo o inimigo parar a sua ofensiva e passar à defensiva. Depois disso, deviam ser realizados contra-golpes que visariam esgotar completamente as agrupações russas e fariam que as futuras acções combativas não teriam sentido.
Ao mesmo tempo, na direcção de Donetsk o “escudo do leste” da agrupação militar mais forte das FAU, na zona de Mariupol a Starobelsk, devia ter contido todas as tentativas dos corpos de RPL (República Popular de Lugansk) e RPD (República Popular de Donetsk) de romper a defesa e progredir para cidades de Mariupol e Kramatorsk.
A resposta ao plano elaborado pelos ucranianos e norte-americanos foi o nosso próprio plano do avanço estratégico cujo cumprimento foi garantido pela surpresa táctica do início das acções combativas. Enquanto as FAU realizavam as preparações, o exército da Rússia sem demora desferiu golpes oportunos contra todas as direcções estratégicas. Sendo assim, em vez das tropas blindadas, que as FAU estavam preparadas para encontrar, foram empregues as unidades “ligeiras” de infantaria e tropas de desembarque, cuja missão era avançar sem entrar em combate; contornando as cidades, ocupar objectos importantes para ameaçar os centros-chaves políticos, económicos e estratégico-militares da Ucrânia, assim como Kiev, Kharkov, Nikolaev, Kherson. Este salto de surpresa para a retaguarda inimiga obrigou o Comando das FAU a recusar-se do plano da “defesa activa” e empregar as suas unidades mais capazes contra agrupamentos russos para enfrentar as ameaças de emergência. Nos próximos 5 dias de combate contínuo, nas condições da supremacia russa no espaço aéreo, as brigadas ucranianas sofreram muitas baixas e foram obrigadas a recuar para a protecção da população civil nas cidades. Isto significativamente reduziu o nível das baixas, mas ao mesmo tempo tirou dos ucranianos a possibilidade de conduzir as acções combativas activas e transformou as cidades em pontosfortificados.
Além disso, a derrota da agrupação ucraniana no sul, na linha Kherson-Nova Kakhovka, obrigou os restos desta agrupação a recuar para cidades de Nikolaev e Odessa e passar à defensiva, abrindo o caminho para as tropas russas para a agrupação de Donetsk, bloqueio de Mariupol, e aos grandes territórios de Kherson e Zaporozhie.
Mesmo na primeira etapa, sofremos o máximo de baixas das nossas tropas. De facto, estávamos a avançar através das formações combativas das FAU, baseando-nos apenas na velocidade alta e factor de surpresa. Mas logo os ucranianos recuperaram-se e assim começaram os confrontos mais violentos. Não todos os nossos comandantes conseguiram se adaptar ao decurso da “operação especial”, por isso pagamos um preço com vidas dos nossos soldados e nossa técnica militar.
Hoje em dia, as nossas forças e as forças de RPL e RPD são completamente adaptadas à operação, obtiveram uma certa experiência combativa e esmagam o inimigo firmemente.
A única área onde o plano das FAU funcionou era “Onda do leste” em Donbass. Naquela área a agrupação ucraniana lutava ferozmente e habilmente. Era necessário pra nós realizar sucessivamente os golpes masiços de fogo de artilharia e aviação e finalmente abater e romper as posições inimigas no norte, na direcção de Mariupol, onde nos encontramos com as forças do Corpo de Donetsk para cercar o inimigo. Depois disso, prosseguimos para o abatimento das posições do sul da “Onde do leste”.
Hoje
Então, qual é a situação actual? Na perspectiva estratégica, a Ucrânia encontra-se no beco sem saída. Tendo ainda a superioridade numérica no efectivo, depois das três semanas de combate as FAU perderam quase completamente a sua capacidade de conduzir acções combativas activas, a maioria da técnica blindada. As principais unidades mecanizadas são derrotadas ou sofreram tantas baixas que no momento apenas servem para o seu emprego na defensiva. As próprias FAU estão separadas em partes diferentes: agrupações em Kiev, Kharkov, Donetsk, bem como nos arredores de Nikolaev-Odessa.
Não existe nenhuma via de comunicação entre elas, o transporte das tropas não é possível por causa da supremacia completa da aviação russa no espaço aéreo. A Força Aérea da Ucrânia esta praticamente eliminada e não está capaz de apoiar as suas Tropas Terrestres. As tropas da DAA das FAU tem o caracter pontual e compreendem apenas o emprego dos sistemas portáteis dos mísseis guiados. Todas as agrupações ucranianas foram introduzidas em combate e constantemente sofrem baixas. Mesmo depois dos 26 dias de combate, o Comando das FAU não conseguiu organizar nenhum contra-golpe do nível operativo. Todas as tentativas de progredir na ofensiva foram rechaçadas, resultando nas grandes baixas para as FAU.
A agrupação de elite das unidades de nacionalistas em Mariupol gradualmente perde a sua capacidade combativa, está sob pressão e será destruída brevemente.
“A Fortaleza do Leste” no triângulo das cidades de Kramatorsk-Avdeevka-Severodonetsk está sob impacto do fogo permanente e está a destruir-se com tempo, sem perspectiva do recuo organizado.
A sua destruição e conquista de Mariupol não deixará nenhum sentido para a continuação da resistência de Kiev.
As forças da Rússia e Donbass, depois de cumprir as suas missões, podem ser empregues nas direcções de Nikolaev e Odessa para privar a Ucrânia da saída aos mares. Há poucas esperanças de ter reforço dos territórios ocidentais. A formação do novo exército foi apenas um blefe. A população masculina local esquiva-se à incorporação e foge para o estrangeiro. A quantidade dos já inscritos não é suficiente para complectar um corpo. Há até mais problemas com equipamento e armamento deste corpo. Embora os problemas com armas ligeiras e meios anti-tanques sejam resolvidos com apoio dos países ocidentais, a situação com técnica pesada e artilharia continuará a mesma. Para além dos problemas acima mencionados, é necessário dizer que também existe o problema do transporte deste corpo para a área das acções combativas, o que será extremamente complicado, tendo em contra a superioridade aérea da Rússia. Os países ocidentais também recusaram-se da iniciativa de criar zona de exclusão aérea sobre a Ucrânia.
Por enquanto Kiev consegue manter a estabilidade interna da população por meio da propaganda forte sobre “perdas drásticas” do exército russo, falta de projécteis e mísseis, sucesso maravilhoso das FAU, “avanços potentes”, entrada da OTAN na guerra, etc. Resumindo e concluindo, depois da queda de Mariupol e destruição da agrupação das FAU nos arredores de Donetsk, convencer o povo ucraniano sobre o sucesso da guerra será impossível. Na minha opinião, isto acontecerá na próxima semana...
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🗣Ministro da Defesa da Rússia Serguei Shoigu: As tarefas da operação militar especial da Ucrânia são geralmente atingidas. Foi significativamente reduzida a capacidade combativa das Forças Armadas ucranianas. Isto permite concentrar os esforços na tarefa primordial: libertação de Donbass.

Foram abatidos cerca de 4 mil objetos da infraestrutura militar ucraniana, há supremacia aérea, a força aérea e defesa antiaérea são destrudestruídos por completo.

Estamos a analisar as declarações de líderes de alguns países da OTAN acerca das intenções de fornecer aviões e sistemas antiaéreos à Ucrânia. No caso de sua realização vamos reagir devidamente. Consideramos irresponsável a posição do Ocidente que fornece armamentos letais à Ucrânia.

No resultado de ataques dos centros de preparação de mercenários com armamentos de alta precisão notamos sua redução no território ucraniano. Durante as últimas duas semanas 600 mercenários foram mortos, 500 fugiram da Ucrânia.

As Forças Armadas da Rússia continuarão a operação militar especial até completar todas as tarefas.

📸 ria.ru
❗️ Em desenvolvimento

Portavoz do Ministério da Defesa da Rússia Igor Konashenkov:
Desde o início da operação militar especial na Ucrânia as tropas russas destruíram:

1738 tanques e veículos blindados de transporte de pessoal;
1592 veículos militares especiais;
726 peças de artilharia;
311 drones aéreos;
181 lançadores múltiplos de foguetes;
123 aviões militares;
73 helicópteros militares.

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📸 ria.ru
🗣Representante Permanente da Rússia na ONU Vasily Nebenzya: Enquanto da Rússia à Ucrânia chegam toneladas de alimentos, o Ocidente fornece armamentos e munições. Estamos a ouvir sobre a iminente crise alimentar global. O Ocidente considera que tem a ver apenas com a operação militar especial russa na Ucrânia.

Colocando esta tese, não dizem a verdade. A razão genuína erradica não das ações da Rússia, mas na histeria desenfreada de sanções desatadas pelo Ocidente contra a Rússia. Sem pensar na população do Sul Global, nem nos seus próprios cidadãos. As tentativas de isolar a Rússia dos canais tradicionais de cooperação económica- financial- e logisticamente já levam à crise económica de escala histórica.

Para diminuir a tensão e estabilizar os mercados internacionais alimentares é possível só recusando-se das restrições unilaterais ilegais. As reservas alimentares da Rússia não diminuíram. São os países do Ocidente que podem prevenir fome, apesar de todas as tentativas de imputar isto à Rússia.
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Mais um crime militar dos nazistas ucranianos - 2 mortos e 4 feridos entre civis em Donetsk.

Hoje, 30 de Março, as forças ucranianas abateram premiditadamente um prédio residencial na cidade de Donetsk com lançador múltiplo de foguetes. Isto mais uma vez comprova que o verdadeiro alvo do regime ucraniano são pessoas pacíficas de Donbass
Hoje no jornal Savana foi publicado o artigo do Embaixador Alexander Surikov, onde ele explica com quem é que alguns países pedem aos moçambicanos para expressarem a solidariedade.
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‼️Kiev rejeita aderência à Convenção de Genebra sobre os Prisioneiros de Guerra:

O Serviço de Inteligência Estrangeiro (SIE) da Rússia tem dados credíveis que após a publicação nos média internacionais de vídeos chocantes com torturas de militares russos na Ucrânia, o regime de Kiev empenha trabalhos a fim de prevenir a circulação destes factos no futuro.

O SIE tem informações concretas que as autoridades ucranianas tentam convencer os seus patrões ocidentais persuadir o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e diversas ONGs humanitárias de abster-se das tentativas de conseguir acesso aos militares russos capturados. Muitos deles, mesmo estando feridos, não recebem tratamento médico urgente e alimentação suficientes sob o pretexto que “muitos ucranianos estão privados disto também”.

A liderança ucraniana informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido que não tem intenção de cumprir as normas de Convenção de Genebra sobre os Prisioneiros de Guerra. Os britânicos, em resposta, recomendaram aos ucranianos organizar as visitas do CICV aos alguns “russos nas condições de referência”.

📸 rbc.ru
Sobre materiais gráficos falsificados na Ucrânia:

O Ministério da Defesa da Rússia nega as acusações do regime de Kiev sobre o alegado assassinato de civis na cidade de Bucha, região de Kiev.
Todas as fotografias e vídeos publicados pelo regime de Kiev alegadamente atestando alguns "crimes" cometidos por militares russos na cidade de Bucha são mais uma provocação.

Durante o tempo em que esta localidade esteve sob o controlo das Forças Armadas da Rússia, nem um único residente local sofreu quaisquer acções violentas. Os militares russos entregaram e distribuíram 452 toneladas de ajuda humanitária a civis na região de Kiev.

Quando a cidade esteve sob o controlo das Forças Armadas da Rússia e ainda mais depois, até 3 de Abril, os residentes de Bucha circulavam livremente pela cidade e utilizavam a rede celular.

As saídas de Bucha não foram bloqueadas. Todos os residentes puderam abandonar livremente a povoação na direcção norte, inclusive para a República da Bielorrússia. No entanto, a periferia austral da cidade, incluindo as zonas residenciais, foram bombardeadas 24/7 por tropas ucranianas com artilharia de grande calibre, tanques e lançadores múltiplos de foguetes.
Em particular salientamos que todas as unidades russas se retiraram completamente de Bucha já em 30 de Março, um dia após a ronda de conversações cara-a-cara entre a Rússia e a Ucrânia na Turquia.

Além disso, em 31 de Março, o presidente da câmara municipal de Bucha, Anatoliy Fedoruk, confirmou na videomensagem que não havia militares russos na cidade, mas nem sequer mencionou civis fuzilados com as mãos atadas.

Por conseguinte, não é surpreendente que todas as chamadas "provas de crimes" em Bucha só tenham aparecido no quarto dia após a retirada das forças da Rússia, quando à cidade chegaram agentes do Serviço de Segurança da Ucrânia e jornalistas da televisão ucraniana.

Particularmente preocupante é o facto de todos os corpos das pessoas, cujas imagens foram publicadas pelo regime de Kiev, após suposta morte há quarto dias não mostram manchas características de cadávers, e sangue nas suas feridas não foi coagulada.

Tudo isto confirma irrefutavelmente que as fotos e vídeos de Bucha são mais uma falsificação do regime de Kiev para os media ocidentais. Mesmo como foi o caso em Mariupol com a maternidade, bem como noutras cidades.
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Conferência de imprensa do Representante Permanente da Rússia na ONU Vassily Nebenzia acerca das falsificações do regime de Kiev sobre a situação na cidade de Bucha. https://russiaun.ru/en/news/pressconf_040422?fbclid=IwAR0lqbGn3o-M2hOMEL-GyTNacnR_ZX1wfaPa6ko05zr7NiAcsxLuIcWw4ac
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Porta-voz do Minisério dos Negócios Estrangeiros da Rússia Maria Zakharova:

O apoio pelo Ocidente da provocação na cidade de Bucha é de facto participação direta neste crime.

É uma provocação de caráter criminal e tem importância global. Lá participaram nem só jagunços que operam fora das normas do Direito, mas também tal chamados "países civilizados" que pintaram tudo como factos e imediatamente apoiaram-na, ficando de facto cúmplices desta ação criminosa.
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