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𝐎 𝐇𝐨𝐦𝐞𝐦 𝐝𝐨 𝐒𝐮𝐛𝐬𝐨𝐥𝐨
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Devaneios envoltos em arte, literatura, filosofia e metafísica.
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"Christmas Eve in the Studio", by Mary Fairchild Low (1911)



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7
Quando a simplicidade de caráter e a soberania das idéias são quebradas pela prevalência de desejos secundários, o desejo de riquezas, de prazer, de poder e de louvor - e a duplicidade e a falsidade tomam lugar da simplicidade e da verdade, o poder sobre a natureza como intérprete da vontade, está até certo ponto perdido. 🙎‍♀️

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8
"Sir Galahad sees the Grail“ by William Hatherell, (1900).



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🌟Feliz 2024

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3
"Somos moldados pelos nossos pensamentos; nos tornamos aquilo que pensamos. Quando a mente é pura, a alegria segue-nos como uma sombra que nunca vai embora."
- Buda Shakyamuni


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🗿18👍6
"O que surgiu entre nós não foi deleite, nem admiração, foi a paz do céu. Mil vezes eu disse a ela e a mim mesmo: o mais belo é também o mais sagrado. E assim era tudo nela. Como seu canto, assim também era sua vida."
- Friedrich Hölderlin


Pintura: "Spring", por Louise Abbéma.


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16👍1
"Love, the Comforter of Night", by Phoebe Anna Traquair.


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'DIONÍSIA' - Pierre Auguste Cot, 1870


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"As virtudes elogiadas por Homero não são morais, mas estéticas. Ele acredita na unidade do ser humano definida pelo seu estilo e pelos seus atos. Assim, os homens se definem com referência ao belo e ao feio, ao nobre e ao vil, não ao bom ou o mal. Ou, dito de outra forma, a luta pelo belo é a condição do bem."
- Dominique Venner



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“Se o romantismo já percebera a falsidade da ideia de progresso, entre fins do século XIX e início do século XX, essa consciência vai se disseminando cada vez mais. No campo filológico, assistimos à desconstrução do conceito de tempo e de história tais quais eram entendidos até aquele momento, de Nietzsche, o primeiro a questionar a concepção linear do tempo em favor da concepção cíclica dos antigos, a Bergson, Benjamin e Bloch, que discutem a ‘história’ enquanto tal. Para este último, em particular, não existe uma ‘história’ unitária, mas um conjunto de ‘histórias’, todas igualmente válidas, configurando um multiversum à semelhança de uma polifonia de vozes. Assim, além da concepção de história como linha unitária, entra em crise a própria ideia de progresso e, portanto, a noção de modernidade. O desenvolvimento técnico levado a extremos nos mostrou que o conceito de progresso é vazio, pois seu valor final consiste em propiciar condições nas quais sempre seja possível continuar progredindo: sem um objetivo último, o percurso em si deixa de ter significado. Por experiência própria, vivemos numa situação de finitude da história entendida como ´ir adiante´: à expectativa de um crepúsculo do mundo ocidental, junta-se uma espécie de estranhamento devido justamente à fase extrema da evolução técnica a que chegamos e que nos dá a sensação, por um lado, de correr em círculos, sem rumo nenhum, e, por outro, de permanecer imóveis.”
- Chiara Nejrotti

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"A arquitetura é música petrificada." - Friedrich Schelling


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