Estou iniciando um projeto muito especial que é a criação de uma biografia de Mauá voltada para o público jovem, especialmente estudantes do ensino médio, entre 15 e 18 anos, mas que também desperte o interesse dos adultos.
A proposta é apresentar a trajetória de Mauá de forma acessível e inspiradora, destacando não apenas seu espírito empreendedor, mas também seu profundo amor pelo país. Acredito que essas duas virtudes, o empreendedorismo e o patriotismo, devem caminhar juntas, e Mauá foi um exemplo extraordinário disso.
O verdadeiro desafio é encontrar o equilíbrio certo e tornar essa história “palatável” para o jovem de hoje, sem perder a essência e a grandeza de quem foi um dos maiores visionários do Brasil.
A proposta é apresentar a trajetória de Mauá de forma acessível e inspiradora, destacando não apenas seu espírito empreendedor, mas também seu profundo amor pelo país. Acredito que essas duas virtudes, o empreendedorismo e o patriotismo, devem caminhar juntas, e Mauá foi um exemplo extraordinário disso.
O verdadeiro desafio é encontrar o equilíbrio certo e tornar essa história “palatável” para o jovem de hoje, sem perder a essência e a grandeza de quem foi um dos maiores visionários do Brasil.
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O que explode no Rio é sintoma de um país doente. Do Amapá ao Rio Grande do Sul, o crime organizado ocupou o vácuo que o Estado cedeu. Em muitos municípios da Amazônia nem há mais conflito: há domínio completo do crime. E quando político faz campanha em território de facção como se fosse normal, quando prisões são relaxadas e a indústria cultural glamouriza droga e arma, a mensagem é uma só: vale tudo. Vale para quem financia campanha com dinheiro sujo e para quem finge não ver, vale para quem vota contra aumentar penas para crimes hediondos e também para quem diz que traficante são vítimas.
Se seguirmos assim, teremos cada vez mais deputados patrocinados pelo crime e em pouco tempo serão maioria. Estamos no ponto de não retorno: ou o Brasil retoma o monopólio da força como deve ser, aplica a lei sem contorcionismos e chama as coisas pelo nome, facções são terroristas, ou abre mão da normalidade completa. Segurança pública é pré-requisito de civilização.
Se seguirmos assim, teremos cada vez mais deputados patrocinados pelo crime e em pouco tempo serão maioria. Estamos no ponto de não retorno: ou o Brasil retoma o monopólio da força como deve ser, aplica a lei sem contorcionismos e chama as coisas pelo nome, facções são terroristas, ou abre mão da normalidade completa. Segurança pública é pré-requisito de civilização.
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"Tem muito intelectualzinho de esquerda que ganha a vida defendendo vagabundo. O pior é que estes caras fazem a cabeça de muita gente." (Nascimento, Capitão, 2010)
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Fronteiras Estaduais: o conceito que pode virar o jogo contra o tráfico
O Brasil insiste em olhar apenas para suas fronteiras internacionais quando fala em combate às armas e às drogas. Mas a verdade é que o crime não respeita divisas, tampouco placas de jurisdição. É hora de discutir um novo conceito, o de fronteiras estaduais, com atuação plena das polícias locais em todas as rodovias dentro de seus territórios.
As polícias estaduais deveriam ter autonomia para realizar operações em qualquer rodovia, seja federal, estadual ou municipal, sempre que o objetivo for interceptar armas, drogas ou criminosos em trânsito. Hoje, a limitação de competência acaba criando “zonas de sombra”, principalmente em rodovias federais, onde o tráfico circula livremente entre uma força de segurança e outra.
Enquanto isso, as fronteiras nacionais seguem escancaradas, sem fiscalização adequada e com poucos recursos tecnológicos. O país precisa reequilibrar suas estratégias. Se o controle externo falha, as fronteiras internas, entre os próprios estados, devem se tornar linhas de contenção eficazes, com ações coordenadas nas rodovias, portos e aeroportos regionais. O que o Governo Federal quer em seu plano de segurança é totalmente contrário esta ideia, piorando ainda mais um conceito falido, centralizando em Brasília as ações de Segurança Pública.
A Polícia Rodoviária Federal apreende cerca de 100 fuzis por ano, um número que, diante da dimensão do tráfico de armas, é quase simbólico. O combate real exige inteligência, integração e autonomia estadual.
Treinar policiais civis e militares para operar com foco em inteligência e análise de rotas do crime pode ser a inovação que o Brasil precisa para conter o poder dos narcotraficantes.
Enquanto insistirmos em enxergar fronteiras apenas nos mapas, continuaremos reféns de um modelo ineficaz.
A segurança pública brasileira precisa evoluir e isso começa reconhecendo que, no combate ao crime, as verdadeiras fronteiras são internas.
O Brasil insiste em olhar apenas para suas fronteiras internacionais quando fala em combate às armas e às drogas. Mas a verdade é que o crime não respeita divisas, tampouco placas de jurisdição. É hora de discutir um novo conceito, o de fronteiras estaduais, com atuação plena das polícias locais em todas as rodovias dentro de seus territórios.
As polícias estaduais deveriam ter autonomia para realizar operações em qualquer rodovia, seja federal, estadual ou municipal, sempre que o objetivo for interceptar armas, drogas ou criminosos em trânsito. Hoje, a limitação de competência acaba criando “zonas de sombra”, principalmente em rodovias federais, onde o tráfico circula livremente entre uma força de segurança e outra.
Enquanto isso, as fronteiras nacionais seguem escancaradas, sem fiscalização adequada e com poucos recursos tecnológicos. O país precisa reequilibrar suas estratégias. Se o controle externo falha, as fronteiras internas, entre os próprios estados, devem se tornar linhas de contenção eficazes, com ações coordenadas nas rodovias, portos e aeroportos regionais. O que o Governo Federal quer em seu plano de segurança é totalmente contrário esta ideia, piorando ainda mais um conceito falido, centralizando em Brasília as ações de Segurança Pública.
A Polícia Rodoviária Federal apreende cerca de 100 fuzis por ano, um número que, diante da dimensão do tráfico de armas, é quase simbólico. O combate real exige inteligência, integração e autonomia estadual.
Treinar policiais civis e militares para operar com foco em inteligência e análise de rotas do crime pode ser a inovação que o Brasil precisa para conter o poder dos narcotraficantes.
Enquanto insistirmos em enxergar fronteiras apenas nos mapas, continuaremos reféns de um modelo ineficaz.
A segurança pública brasileira precisa evoluir e isso começa reconhecendo que, no combate ao crime, as verdadeiras fronteiras são internas.
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Bárbara saiu da Ilha do Governador em um carro de aplicativo e foi assassinada ao chegar na Linha Amarela território controlado por facções.
A Ilha do Governador abriga o Aeroporto Internacional do Galeão. Para sair dali, qualquer pessoa é obrigada a cruzar a Linha Vermelha, a Linha Amarela ou a Avenida Brasil todas rotas sob domínio do crime organizado.
Mesmo ciente desse cenário, o prefeito do Rio insistiu em 2023 e 2024 em forçar a migração dos voos do Santos Dumont, no Centro, para o Galeão, expondo milhares de passageiros a essa região de insegurança. A decisão não teve fundamento técnico, apenas econômico e político.
Voos partindo de Brasília, por exemplo, continuam chegando ao Santos Dumont, o mesmo aeroporto utilizado por aviões oficiais e do governo. Já o cidadão comum é obrigado a enfrentar, por interesse político, um trajeto que se tornou um dos mais perigosos do país.
A Ilha do Governador abriga o Aeroporto Internacional do Galeão. Para sair dali, qualquer pessoa é obrigada a cruzar a Linha Vermelha, a Linha Amarela ou a Avenida Brasil todas rotas sob domínio do crime organizado.
Mesmo ciente desse cenário, o prefeito do Rio insistiu em 2023 e 2024 em forçar a migração dos voos do Santos Dumont, no Centro, para o Galeão, expondo milhares de passageiros a essa região de insegurança. A decisão não teve fundamento técnico, apenas econômico e político.
Voos partindo de Brasília, por exemplo, continuam chegando ao Santos Dumont, o mesmo aeroporto utilizado por aviões oficiais e do governo. Já o cidadão comum é obrigado a enfrentar, por interesse político, um trajeto que se tornou um dos mais perigosos do país.
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A Ryanair, empresa aérea de baixo custo, economiza milhões de dólares por ano em taxas aeroportuárias ao operar em aeroportos secundários e utilizar equipamentos mais simples e eficientes como este.
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Você acha que o IBAMA daria licença ambiental para a construção da Rodovia dos Imigrantes nos dias de hoje?
📹dronebauxadasp
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Para mendigar esmolas de países ricos, o Brasil se abstém de levar desenvolvimento à Amazônia e ao seu povo, mantém indígenas em um “zoológico humano”, nega condições básicas como saneamento, e ainda precisa ouvir o sincericídio daqueles a quem bajula, se subordina e se curva.
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Hoje esta sendo inaugurada a Ponte entre Xambioá e São Geraldo, uma obra que em dezembro de 2022 estava praticamente pronta, conforme publicação abaixo do DNIT com:
100% da infraestrutura em lamina d´água.
93,93% da mesoestrutura
84,73% da superestrutura
Demorou quase 3 anos desde de 2022 para concluir enquanto balseiros lucravam todo este tempo.
https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/noticias/dnit-avanca-com-obra-da-ponte-que-vai-ligar-as-cidades-de-xambioa-to-e-sao-geraldo-do-araguaia-pa
100% da infraestrutura em lamina d´água.
93,93% da mesoestrutura
84,73% da superestrutura
Demorou quase 3 anos desde de 2022 para concluir enquanto balseiros lucravam todo este tempo.
https://www.gov.br/dnit/pt-br/assuntos/noticias/dnit-avanca-com-obra-da-ponte-que-vai-ligar-as-cidades-de-xambioa-to-e-sao-geraldo-do-araguaia-pa
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes
DNIT avança com obra da ponte que vai ligar as cidades de Xambioá (TO) e São Geraldo do Araguaia (PA)
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Estou fazendo um gráfico do atendimento de coleta de esgoto por cada capital do País. Acredito que amanhã já posto para podermos discutir o tema. Vou colocar também informações de como cidades conseguiram atender quase a totalidade de coleta de esgoto.
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Vocês podem ver dados de diversas cidades sobre saneamento básico pelo link: https://www.aguaesaneamento.org.br/municipios-e-saneamento/
IAS - Instituto Água e Saneamento
Municípios e Saneamento | Instituto Água e Saneamento
Acesse os dados mais recentes sobre o saneamento nos municípios brasileiros. Política Municipal, Abastecimento de Água, Esgoto, Resíduos Sólidos e Drenagem.
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Estes depoimentos são devastadores.
Gente humilde, pobre, pequenos produtores expulsos de suas casas. Seu gado, única renda de R$ 3 mil, tomado e desaparecido sem explicação.
Essas pessoas ficam expostas, vulneráveis e fáceis de serem cooptadas pelo crime e pelo tráfico.
Gente humilde, pobre, pequenos produtores expulsos de suas casas. Seu gado, única renda de R$ 3 mil, tomado e desaparecido sem explicação.
Essas pessoas ficam expostas, vulneráveis e fáceis de serem cooptadas pelo crime e pelo tráfico.
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Bud Light x Havaianas
A história recente do marketing tem dois casos que mostram como uma campanha mal planejada pode sair muito mais cara do que qualquer publicidade bem executada, a Bud Light nos EUA e agora a Havaianas no Brasil.
Nos Estados Unidos, a Bud Light entrou em uma crise gigantesca após uma ação com a influenciadora trans Dylan Mulvaney. A reação negativa foi tão forte que a marca perdeu vendas, perdeu espaço para concorrentes e se tornou alvo de um boicote nacional.
Resultado?
Centenas de milhões de dólares gastos em contenção de danos com campanhas patrióticas, descontos, reembolsos, apoio a distribuidores e um reposicionamento emergencial para tentar recuperar o público perdido.
Agora, vemos um movimento parecido no Brasil com a Havaianas. A tentativa de transformar a marca em um símbolo de disputa ideológica gerou ruído imediato, dividiu consumidores e fez a marca, antes unanimidade, virar tema de debate político.
E ainda nem vimos o prejuízo total.
O ponto em comum?
Tanto Bud Light quanto Havaianas esqueceram o básico, que
marca popular não é palco para guerras culturais.
Quando uma empresa que sempre foi universal decide abraçar uma narrativa que exclui parte do público, ela corre risco real de perder aquilo que demorou décadas para construir.
E recuperar isso custa caro. Muito caro.
Se a Bud Light gastou milhões para apagar incêndios, não se surpreenda se a Havaianas tiver que trilhar o mesmo caminho oferecendo descontos, reformulando campanhas, mudando discurso e tentando reconquistar quem só queria um chinelo, não uma bandeira ideológica.
A lição é simples e parece esquecida nos cursos de Propaganda e Marketing de que
quem força pauta política em produto de massa acaba pagando a conta.
A história recente do marketing tem dois casos que mostram como uma campanha mal planejada pode sair muito mais cara do que qualquer publicidade bem executada, a Bud Light nos EUA e agora a Havaianas no Brasil.
Nos Estados Unidos, a Bud Light entrou em uma crise gigantesca após uma ação com a influenciadora trans Dylan Mulvaney. A reação negativa foi tão forte que a marca perdeu vendas, perdeu espaço para concorrentes e se tornou alvo de um boicote nacional.
Resultado?
Centenas de milhões de dólares gastos em contenção de danos com campanhas patrióticas, descontos, reembolsos, apoio a distribuidores e um reposicionamento emergencial para tentar recuperar o público perdido.
Agora, vemos um movimento parecido no Brasil com a Havaianas. A tentativa de transformar a marca em um símbolo de disputa ideológica gerou ruído imediato, dividiu consumidores e fez a marca, antes unanimidade, virar tema de debate político.
E ainda nem vimos o prejuízo total.
O ponto em comum?
Tanto Bud Light quanto Havaianas esqueceram o básico, que
marca popular não é palco para guerras culturais.
Quando uma empresa que sempre foi universal decide abraçar uma narrativa que exclui parte do público, ela corre risco real de perder aquilo que demorou décadas para construir.
E recuperar isso custa caro. Muito caro.
Se a Bud Light gastou milhões para apagar incêndios, não se surpreenda se a Havaianas tiver que trilhar o mesmo caminho oferecendo descontos, reformulando campanhas, mudando discurso e tentando reconquistar quem só queria um chinelo, não uma bandeira ideológica.
A lição é simples e parece esquecida nos cursos de Propaganda e Marketing de que
quem força pauta política em produto de massa acaba pagando a conta.
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Concessão de rodovia em Governo de Direita (Rio-São Paulo): tarifas reduzidas, moto não paga.
Concessão de rodovia no Governo de Esquerda (BH - São Paulo): aumento mais que o dobro na tarifa. De R$ 3,20 para mais de R$ 6,77 para cada 8 praças de pedágio.
Concessão de rodovia no Governo de Esquerda (BH - São Paulo): aumento mais que o dobro na tarifa. De R$ 3,20 para mais de R$ 6,77 para cada 8 praças de pedágio.
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