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Erthe and Axen Records: Xanthochroid - Land of Snow and Sorrow (Folk Version) [Wintersun Cover]
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Xanthochroid - Land of Snow and Sorrow (Folk Version) [Wintersun Cover]
FREE High quality download of this song as well as tabs here:
http://www.xanthofficial.com/loss.html
Pre-order the new album (out Aug 22, 2017) here: http://www.xanthofficial.com/store
As we quickly approach the 21st day of Xanthochristmas, we bring you…
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As we quickly approach the 21st day of Xanthochristmas, we bring you…
im slowly dissapearing.....maybe one day i will just not wake up anymore...and then cease to exist
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【Miku Hatsune】Rotten Girl, Grotesque Romance PV - English Subnoscripts
***Denko OP: Stalker story: http://vgperson.tumblr.com/post/21533650696/help-the-girl-i-like-wont-respond-to-my-emails
NOTHING IN THIS VIDEO BELONGS TO ME. Not the song, not the video, not even the translations, okay?
***The "LOL" parts were thrown in because…
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Dream Theater: Dream Theater - Forsaken [OFFICIAL VIDEO]
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ESTRANHO NÃO ESTAR HAVENDO REPERCUSSÃO AQUI NO FACE... FAZEM MIMIMI POR COISAS SEM SENTIDO 11 de Março de 2019.
Julgamento dos Assassinos do Pobre Menino Milionário
É hoje bebê!!! Chegou o dia tão esperado, meu amor!!
Bernardo Boldrini Uglione, em dezembro de 2013, então com 9 anos, sozinho, molhado, sujo, faminto, e exausto entrou pela porta do Centro de Defesa e Direito da Criança na cidade de Três Passos RS, reclamando de fome, falta de atenção e maus tratos. Suas palavras segundo o conselheiro, já de cara, foram exatamente essas; "lá, naquela casa ninguém me dá bola, estou sempre com fome, todo mundo come na rua, meu uniforme da escola está sempre sujo. Eu preciso de uma família que cuide de mim". E sob olhar permissivo dos inoperantes responsáveis pelo atendimento da casa, o pequeno saiu pela mesma porta, sozinho, sujo, mais faminto, mais exausto e mais desesperançoso.
Haviam lhe dito: Nada podemos fazer, vc foi examinado, não tem marcas, hematomas nem cicatrizes, não temos provas, não podemos te recolher. Por pura falta de interesse faltou exame para cicatrizes interiores e por pura conveniência foi lhe negado credibilidade. Não acreditavam que a empregada era proibida de cozinhar para Bernardo, que estrategicamente cumpria o horário na ausência do pequeno, como não acreditaram que Bernardo não fez a comunhão no Domingo anterior, pq a madrasta negou-se a comprar a roupinha branca que a igreja oferecia, assim como não acreditaram que seu quarto ficava nos fundos da bela e espaçosa casa, ornado com móveis surrados, brinquedos quebrados, sem tv nem computador, uma pequena janela e uma lâmpada fraca incandescente. Não acreditaram que Bernardo era proibido de chegar perto ou pegar no colo a irmãzinha de dois anos, nem que seu pai chamava ele pro "pau no mano a mano", não acreditaram que Bernardo ficava na casa de amiguinhos durante finais de semanas e feriados enquanto o pai, Conhecido médico levava sua nova família à passeios prolongados. Não acreditaram que o pai nunca compareceu na sua escola pra prestigiar qquer evento que ele tivesse envolvido. Nem que ele usava a mesma mochila desde o primeiro ano primário. Não acreditaram que o menino nunca andou na garupa de nenhuma das motos possantes. que o pai teve desde o seu nascimento. Muito menos acreditaram que a madrasta referia-se a sua mãe falecida como "aquela vagabunda". Melhor arrimar o descaso, no sempre vergonhoso beneficio da duvida. Ainda que para um conselheiro tutelar, isso é fato constante. Se não fosse, não teria então motivo para esse cargo existir.
Bernardo há 5 anos vinha morrendo em vida, desde o suposto suicídio misterioso de sua mãe, pedia ajuda a todo mundo, professores, vizinhos, tios, primos, comerciantes, colegas e até aos garis que viam todos os dias Bernardo vagando pelas ruas da pequena Três Passos. Todos eram solidários situacionistas do sofrimento de Bernardo, e todos deveriam hj tb ter uma cadeira de réu cúmplice no fórum de Três Passos. Todos passavam a mão em sua cabeça, lhe alcançavam um sanduiche, um brinquedo velho, uma bolacha, um moletom, uma laranja, um guarda chuva, um iogurte, uma toalha, um boné, um par de meias secas, um picolé. Ações sempre seguidas de abraços. Todos sabiam de seu desespero e a paixão que tinha por chamegos. Todos, da escola aos mercadinhos, amavam Bernardo. Sentiam sua infelicidade, lamentavam sua dor de abandono. Todos odiavam aquela situação. Todos amariam se aquilo acabasse. Mas o apego a em manter a paz em suas esferas e universos, sempre falou mais alto. A preguiça para um possível mal estar. Uma indisposição, um bate boca, um inimigo. Será? pra quê Depois tudo se encaixa e nós ficamos desconfortáveis.
Vamos ter que mudar de bairro. Vamos perder esse cliente. Nossos filhos gostam dessa escola. Minha filha trabalha naquele hospital. Eles são sócios do clube. Eles compram carros de mim. Ela faz o cabelo no meu salão.
Melhor deixar assim, vamos ajudar no que podemos.
Estaremos aqui pra ele, enquanto estiver aqui. Combinado? Sim, Claro. Combinado. Em situação de judiação de uma criaturinha, ninguém
Julgamento dos Assassinos do Pobre Menino Milionário
É hoje bebê!!! Chegou o dia tão esperado, meu amor!!
Bernardo Boldrini Uglione, em dezembro de 2013, então com 9 anos, sozinho, molhado, sujo, faminto, e exausto entrou pela porta do Centro de Defesa e Direito da Criança na cidade de Três Passos RS, reclamando de fome, falta de atenção e maus tratos. Suas palavras segundo o conselheiro, já de cara, foram exatamente essas; "lá, naquela casa ninguém me dá bola, estou sempre com fome, todo mundo come na rua, meu uniforme da escola está sempre sujo. Eu preciso de uma família que cuide de mim". E sob olhar permissivo dos inoperantes responsáveis pelo atendimento da casa, o pequeno saiu pela mesma porta, sozinho, sujo, mais faminto, mais exausto e mais desesperançoso.
Haviam lhe dito: Nada podemos fazer, vc foi examinado, não tem marcas, hematomas nem cicatrizes, não temos provas, não podemos te recolher. Por pura falta de interesse faltou exame para cicatrizes interiores e por pura conveniência foi lhe negado credibilidade. Não acreditavam que a empregada era proibida de cozinhar para Bernardo, que estrategicamente cumpria o horário na ausência do pequeno, como não acreditaram que Bernardo não fez a comunhão no Domingo anterior, pq a madrasta negou-se a comprar a roupinha branca que a igreja oferecia, assim como não acreditaram que seu quarto ficava nos fundos da bela e espaçosa casa, ornado com móveis surrados, brinquedos quebrados, sem tv nem computador, uma pequena janela e uma lâmpada fraca incandescente. Não acreditaram que Bernardo era proibido de chegar perto ou pegar no colo a irmãzinha de dois anos, nem que seu pai chamava ele pro "pau no mano a mano", não acreditaram que Bernardo ficava na casa de amiguinhos durante finais de semanas e feriados enquanto o pai, Conhecido médico levava sua nova família à passeios prolongados. Não acreditaram que o pai nunca compareceu na sua escola pra prestigiar qquer evento que ele tivesse envolvido. Nem que ele usava a mesma mochila desde o primeiro ano primário. Não acreditaram que o menino nunca andou na garupa de nenhuma das motos possantes. que o pai teve desde o seu nascimento. Muito menos acreditaram que a madrasta referia-se a sua mãe falecida como "aquela vagabunda". Melhor arrimar o descaso, no sempre vergonhoso beneficio da duvida. Ainda que para um conselheiro tutelar, isso é fato constante. Se não fosse, não teria então motivo para esse cargo existir.
Bernardo há 5 anos vinha morrendo em vida, desde o suposto suicídio misterioso de sua mãe, pedia ajuda a todo mundo, professores, vizinhos, tios, primos, comerciantes, colegas e até aos garis que viam todos os dias Bernardo vagando pelas ruas da pequena Três Passos. Todos eram solidários situacionistas do sofrimento de Bernardo, e todos deveriam hj tb ter uma cadeira de réu cúmplice no fórum de Três Passos. Todos passavam a mão em sua cabeça, lhe alcançavam um sanduiche, um brinquedo velho, uma bolacha, um moletom, uma laranja, um guarda chuva, um iogurte, uma toalha, um boné, um par de meias secas, um picolé. Ações sempre seguidas de abraços. Todos sabiam de seu desespero e a paixão que tinha por chamegos. Todos, da escola aos mercadinhos, amavam Bernardo. Sentiam sua infelicidade, lamentavam sua dor de abandono. Todos odiavam aquela situação. Todos amariam se aquilo acabasse. Mas o apego a em manter a paz em suas esferas e universos, sempre falou mais alto. A preguiça para um possível mal estar. Uma indisposição, um bate boca, um inimigo. Será? pra quê Depois tudo se encaixa e nós ficamos desconfortáveis.
Vamos ter que mudar de bairro. Vamos perder esse cliente. Nossos filhos gostam dessa escola. Minha filha trabalha naquele hospital. Eles são sócios do clube. Eles compram carros de mim. Ela faz o cabelo no meu salão.
Melhor deixar assim, vamos ajudar no que podemos.
Estaremos aqui pra ele, enquanto estiver aqui. Combinado? Sim, Claro. Combinado. Em situação de judiação de uma criaturinha, ninguém