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Erthe and Axen Records: Xanthochroid - Land of Snow and Sorrow (Folk Version) [Wintersun Cover]
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Xanthochroid - Land of Snow and Sorrow (Folk Version) [Wintersun Cover]
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As we quickly approach the 21st day of Xanthochristmas, we bring you…
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As we quickly approach the 21st day of Xanthochristmas, we bring you…
im slowly dissapearing.....maybe one day i will just not wake up anymore...and then cease to exist
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【Miku Hatsune】Rotten Girl, Grotesque Romance PV - English Subnoscripts
***Denko OP: Stalker story: http://vgperson.tumblr.com/post/21533650696/help-the-girl-i-like-wont-respond-to-my-emails
NOTHING IN THIS VIDEO BELONGS TO ME. Not the song, not the video, not even the translations, okay?
***The "LOL" parts were thrown in because…
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Dream Theater: Dream Theater - Forsaken [OFFICIAL VIDEO]
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Dream Theater - Forsaken [OFFICIAL VIDEO]
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ESTRANHO NÃO ESTAR HAVENDO REPERCUSSÃO AQUI NO FACE... FAZEM MIMIMI POR COISAS SEM SENTIDO 11 de Março de 2019.
Julgamento dos Assassinos do Pobre Menino Milionário
É hoje bebê!!! Chegou o dia tão esperado, meu amor!!
Bernardo Boldrini Uglione, em dezembro de 2013, então com 9 anos, sozinho, molhado, sujo, faminto, e exausto entrou pela porta do Centro de Defesa e Direito da Criança na cidade de Três Passos RS, reclamando de fome, falta de atenção e maus tratos. Suas palavras segundo o conselheiro, já de cara, foram exatamente essas; "lá, naquela casa ninguém me dá bola, estou sempre com fome, todo mundo come na rua, meu uniforme da escola está sempre sujo. Eu preciso de uma família que cuide de mim". E sob olhar permissivo dos inoperantes responsáveis pelo atendimento da casa, o pequeno saiu pela mesma porta, sozinho, sujo, mais faminto, mais exausto e mais desesperançoso.
Haviam lhe dito: Nada podemos fazer, vc foi examinado, não tem marcas, hematomas nem cicatrizes, não temos provas, não podemos te recolher. Por pura falta de interesse faltou exame para cicatrizes interiores e por pura conveniência foi lhe negado credibilidade. Não acreditavam que a empregada era proibida de cozinhar para Bernardo, que estrategicamente cumpria o horário na ausência do pequeno, como não acreditaram que Bernardo não fez a comunhão no Domingo anterior, pq a madrasta negou-se a comprar a roupinha branca que a igreja oferecia, assim como não acreditaram que seu quarto ficava nos fundos da bela e espaçosa casa, ornado com móveis surrados, brinquedos quebrados, sem tv nem computador, uma pequena janela e uma lâmpada fraca incandescente. Não acreditaram que Bernardo era proibido de chegar perto ou pegar no colo a irmãzinha de dois anos, nem que seu pai chamava ele pro "pau no mano a mano", não acreditaram que Bernardo ficava na casa de amiguinhos durante finais de semanas e feriados enquanto o pai, Conhecido médico levava sua nova família à passeios prolongados. Não acreditaram que o pai nunca compareceu na sua escola pra prestigiar qquer evento que ele tivesse envolvido. Nem que ele usava a mesma mochila desde o primeiro ano primário. Não acreditaram que o menino nunca andou na garupa de nenhuma das motos possantes. que o pai teve desde o seu nascimento. Muito menos acreditaram que a madrasta referia-se a sua mãe falecida como "aquela vagabunda". Melhor arrimar o descaso, no sempre vergonhoso beneficio da duvida. Ainda que para um conselheiro tutelar, isso é fato constante. Se não fosse, não teria então motivo para esse cargo existir.
Bernardo há 5 anos vinha morrendo em vida, desde o suposto suicídio misterioso de sua mãe, pedia ajuda a todo mundo, professores, vizinhos, tios, primos, comerciantes, colegas e até aos garis que viam todos os dias Bernardo vagando pelas ruas da pequena Três Passos. Todos eram solidários situacionistas do sofrimento de Bernardo, e todos deveriam hj tb ter uma cadeira de réu cúmplice no fórum de Três Passos. Todos passavam a mão em sua cabeça, lhe alcançavam um sanduiche, um brinquedo velho, uma bolacha, um moletom, uma laranja, um guarda chuva, um iogurte, uma toalha, um boné, um par de meias secas, um picolé. Ações sempre seguidas de abraços. Todos sabiam de seu desespero e a paixão que tinha por chamegos. Todos, da escola aos mercadinhos, amavam Bernardo. Sentiam sua infelicidade, lamentavam sua dor de abandono. Todos odiavam aquela situação. Todos amariam se aquilo acabasse. Mas o apego a em manter a paz em suas esferas e universos, sempre falou mais alto. A preguiça para um possível mal estar. Uma indisposição, um bate boca, um inimigo. Será? pra quê Depois tudo se encaixa e nós ficamos desconfortáveis.
Vamos ter que mudar de bairro. Vamos perder esse cliente. Nossos filhos gostam dessa escola. Minha filha trabalha naquele hospital. Eles são sócios do clube. Eles compram carros de mim. Ela faz o cabelo no meu salão.
Melhor deixar assim, vamos ajudar no que podemos.
Estaremos aqui pra ele, enquanto estiver aqui. Combinado? Sim, Claro. Combinado. Em situação de judiação de uma criaturinha, ninguém
Julgamento dos Assassinos do Pobre Menino Milionário
É hoje bebê!!! Chegou o dia tão esperado, meu amor!!
Bernardo Boldrini Uglione, em dezembro de 2013, então com 9 anos, sozinho, molhado, sujo, faminto, e exausto entrou pela porta do Centro de Defesa e Direito da Criança na cidade de Três Passos RS, reclamando de fome, falta de atenção e maus tratos. Suas palavras segundo o conselheiro, já de cara, foram exatamente essas; "lá, naquela casa ninguém me dá bola, estou sempre com fome, todo mundo come na rua, meu uniforme da escola está sempre sujo. Eu preciso de uma família que cuide de mim". E sob olhar permissivo dos inoperantes responsáveis pelo atendimento da casa, o pequeno saiu pela mesma porta, sozinho, sujo, mais faminto, mais exausto e mais desesperançoso.
Haviam lhe dito: Nada podemos fazer, vc foi examinado, não tem marcas, hematomas nem cicatrizes, não temos provas, não podemos te recolher. Por pura falta de interesse faltou exame para cicatrizes interiores e por pura conveniência foi lhe negado credibilidade. Não acreditavam que a empregada era proibida de cozinhar para Bernardo, que estrategicamente cumpria o horário na ausência do pequeno, como não acreditaram que Bernardo não fez a comunhão no Domingo anterior, pq a madrasta negou-se a comprar a roupinha branca que a igreja oferecia, assim como não acreditaram que seu quarto ficava nos fundos da bela e espaçosa casa, ornado com móveis surrados, brinquedos quebrados, sem tv nem computador, uma pequena janela e uma lâmpada fraca incandescente. Não acreditaram que Bernardo era proibido de chegar perto ou pegar no colo a irmãzinha de dois anos, nem que seu pai chamava ele pro "pau no mano a mano", não acreditaram que Bernardo ficava na casa de amiguinhos durante finais de semanas e feriados enquanto o pai, Conhecido médico levava sua nova família à passeios prolongados. Não acreditaram que o pai nunca compareceu na sua escola pra prestigiar qquer evento que ele tivesse envolvido. Nem que ele usava a mesma mochila desde o primeiro ano primário. Não acreditaram que o menino nunca andou na garupa de nenhuma das motos possantes. que o pai teve desde o seu nascimento. Muito menos acreditaram que a madrasta referia-se a sua mãe falecida como "aquela vagabunda". Melhor arrimar o descaso, no sempre vergonhoso beneficio da duvida. Ainda que para um conselheiro tutelar, isso é fato constante. Se não fosse, não teria então motivo para esse cargo existir.
Bernardo há 5 anos vinha morrendo em vida, desde o suposto suicídio misterioso de sua mãe, pedia ajuda a todo mundo, professores, vizinhos, tios, primos, comerciantes, colegas e até aos garis que viam todos os dias Bernardo vagando pelas ruas da pequena Três Passos. Todos eram solidários situacionistas do sofrimento de Bernardo, e todos deveriam hj tb ter uma cadeira de réu cúmplice no fórum de Três Passos. Todos passavam a mão em sua cabeça, lhe alcançavam um sanduiche, um brinquedo velho, uma bolacha, um moletom, uma laranja, um guarda chuva, um iogurte, uma toalha, um boné, um par de meias secas, um picolé. Ações sempre seguidas de abraços. Todos sabiam de seu desespero e a paixão que tinha por chamegos. Todos, da escola aos mercadinhos, amavam Bernardo. Sentiam sua infelicidade, lamentavam sua dor de abandono. Todos odiavam aquela situação. Todos amariam se aquilo acabasse. Mas o apego a em manter a paz em suas esferas e universos, sempre falou mais alto. A preguiça para um possível mal estar. Uma indisposição, um bate boca, um inimigo. Será? pra quê Depois tudo se encaixa e nós ficamos desconfortáveis.
Vamos ter que mudar de bairro. Vamos perder esse cliente. Nossos filhos gostam dessa escola. Minha filha trabalha naquele hospital. Eles são sócios do clube. Eles compram carros de mim. Ela faz o cabelo no meu salão.
Melhor deixar assim, vamos ajudar no que podemos.
Estaremos aqui pra ele, enquanto estiver aqui. Combinado? Sim, Claro. Combinado. Em situação de judiação de uma criaturinha, ninguém
mete a colherinha. E assim, nenhum espectador foi capaz de acompanha-lo e testemunhar os maus tratos escancarados. Bastaria um único adulto no circuíto, para Bernardo estar hj perto de comemorar os 15 anos, ainda que fosse, no tão sonhado paraíso, abrigo de menores abandonados.
Em fevereiro de 2014, então com 10 anos, Bernardo Ugulini filho de pai algoz, milionário e influente, passou pela segunda vez pelas portas do conselho tutelar da cidade, Nessa ocasião porém, munido de um celular, que até hj ninguém sabe de onde surgiu, com imagens gravadas de maus tratos, escárnio e deboche. O pequeno então apresentou em vídeo o sofrimento infernal que era submetido diariamente por um pai verdugo e uma madrasta tirana. Ainda assim , por pura conveniência foi lhe negado respeito. Bernardo nesse dia, pela mesma porta que entrou, saiu acompanhado pelo pai que foi chamado. Uma semana depois, Bernardo, o pobre menino rico, na presença de um juiz, relapso o suficiente para dispensar o uso de testemunhas, sentou-se frente a frente com um pai debochado e visivelmente tranquilo, tentando vender a situação corriqueira de um pré adolescente revoltado com a perda da mãe, com ciúmes da irmãzinha, e de dificil tolerância com a madrasta.
E como um pequeno adulto, completamente tolido das das despreocupações da infância, Bernardo revindicou humildemente uma chave de casa, ou pelo menos um toldo, para que não mais ficasse no sol e na chuva depois que chegasse da escola, até que os malditos adultos daquela casa chegassem dos seus compromissos de trabalho, jantares chiques e baladas da moda.. Assim com a chave, poderia entrar e se alimentar, com a mesma refeição de sempre, que ele mesmo fazia, miojo, pão tostado, alguma sobra e pipoca, ao invés de ficar perambulando pela cidade. O pai monstro disse sim, e o levou para casa, Bernardo nunca ganhou aquela chave. Ao invés disso um mês depois, Bernardo ganhou um buraco num barranco sujo. Foi ali que o menino rico que brincava com papelão, latas e brinquedos doados, foi enterrado ainda vivo, foi ali que o menino rico que não tomava banho ia sujo para escola e ficava até a noite só com a merenda, teve seu corpo ainda pulsante comido por 7 kls de soda cáustica. Foi ali que o menino rico que ha 5 anos não comemorava aniversários, nunca havia ido no Mac Donalds, nunca havia visto o mar nem ganhado uma bola, e apesar de morar em uma casa com piscina era proibido de entrar, foi jogado com doses cavalares de anestésicos injetados pela madrasta enfermeira do pai, cirurgião plástico renomado no estado do Rio grande do Sul.
Hoje começou em Três Passos o julgamento do pai cirurgião cheirador de cocaína Leandro Ugulini, que administrou as doses cavalares de anestésicos, premeditada, fria e matematicamente, divididas em três seringas. Da madrasta baladeira socialyte Graciele Uguline que injetou os anestésicos. Dos irmão interesseiros comercializados ao demônio por seis mil dinheiros, Edelvânea Wirganovicz que enterrou o menino e Evandro Wirganovicz que cavou o buraco.
Bernardo naquela tarde, foi atraído pela madrasta para o passeio final, achando que ganharia uma tv para no futuro instalar um video game, o sonho que nunca realizou.
A noite daquele mesmo dia, Leandro e Graciele foram para uma balada a fantasia com o tema dos anos 80, Edelvânea foi visitar parentes na cidade vizinha e fazer compras, e Evandro subiu a serra gaucha para uma noite romântica com a namorada.
Poderíamos estar escrevendo aqui, mais no minimo 100 nomes. Os cúmplices que se omitiram. Os cúmplices que hoje aliviam seus remorsos, nomeando praças e ruas com o nome de um anjo, com bichinhos de pelúcia no buraco, com camisetas brancas nas datas e com a mórbida manifestação nos aniversários que esse anjo nunca teve, com bolo, velas, e balões em frente da casa com piscina, a qual Bernardo não era merecedor de se banhar. A morada mais bela do bairro, de gramado impecável onde Bernardo nunca rolou uma bola.
Onde Bernardo foi tão infeliz.
Onde foi indigno de uma festa de aniversário vivo, e pelo lado de dentro da grade.
De onde saiu p
Em fevereiro de 2014, então com 10 anos, Bernardo Ugulini filho de pai algoz, milionário e influente, passou pela segunda vez pelas portas do conselho tutelar da cidade, Nessa ocasião porém, munido de um celular, que até hj ninguém sabe de onde surgiu, com imagens gravadas de maus tratos, escárnio e deboche. O pequeno então apresentou em vídeo o sofrimento infernal que era submetido diariamente por um pai verdugo e uma madrasta tirana. Ainda assim , por pura conveniência foi lhe negado respeito. Bernardo nesse dia, pela mesma porta que entrou, saiu acompanhado pelo pai que foi chamado. Uma semana depois, Bernardo, o pobre menino rico, na presença de um juiz, relapso o suficiente para dispensar o uso de testemunhas, sentou-se frente a frente com um pai debochado e visivelmente tranquilo, tentando vender a situação corriqueira de um pré adolescente revoltado com a perda da mãe, com ciúmes da irmãzinha, e de dificil tolerância com a madrasta.
E como um pequeno adulto, completamente tolido das das despreocupações da infância, Bernardo revindicou humildemente uma chave de casa, ou pelo menos um toldo, para que não mais ficasse no sol e na chuva depois que chegasse da escola, até que os malditos adultos daquela casa chegassem dos seus compromissos de trabalho, jantares chiques e baladas da moda.. Assim com a chave, poderia entrar e se alimentar, com a mesma refeição de sempre, que ele mesmo fazia, miojo, pão tostado, alguma sobra e pipoca, ao invés de ficar perambulando pela cidade. O pai monstro disse sim, e o levou para casa, Bernardo nunca ganhou aquela chave. Ao invés disso um mês depois, Bernardo ganhou um buraco num barranco sujo. Foi ali que o menino rico que brincava com papelão, latas e brinquedos doados, foi enterrado ainda vivo, foi ali que o menino rico que não tomava banho ia sujo para escola e ficava até a noite só com a merenda, teve seu corpo ainda pulsante comido por 7 kls de soda cáustica. Foi ali que o menino rico que ha 5 anos não comemorava aniversários, nunca havia ido no Mac Donalds, nunca havia visto o mar nem ganhado uma bola, e apesar de morar em uma casa com piscina era proibido de entrar, foi jogado com doses cavalares de anestésicos injetados pela madrasta enfermeira do pai, cirurgião plástico renomado no estado do Rio grande do Sul.
Hoje começou em Três Passos o julgamento do pai cirurgião cheirador de cocaína Leandro Ugulini, que administrou as doses cavalares de anestésicos, premeditada, fria e matematicamente, divididas em três seringas. Da madrasta baladeira socialyte Graciele Uguline que injetou os anestésicos. Dos irmão interesseiros comercializados ao demônio por seis mil dinheiros, Edelvânea Wirganovicz que enterrou o menino e Evandro Wirganovicz que cavou o buraco.
Bernardo naquela tarde, foi atraído pela madrasta para o passeio final, achando que ganharia uma tv para no futuro instalar um video game, o sonho que nunca realizou.
A noite daquele mesmo dia, Leandro e Graciele foram para uma balada a fantasia com o tema dos anos 80, Edelvânea foi visitar parentes na cidade vizinha e fazer compras, e Evandro subiu a serra gaucha para uma noite romântica com a namorada.
Poderíamos estar escrevendo aqui, mais no minimo 100 nomes. Os cúmplices que se omitiram. Os cúmplices que hoje aliviam seus remorsos, nomeando praças e ruas com o nome de um anjo, com bichinhos de pelúcia no buraco, com camisetas brancas nas datas e com a mórbida manifestação nos aniversários que esse anjo nunca teve, com bolo, velas, e balões em frente da casa com piscina, a qual Bernardo não era merecedor de se banhar. A morada mais bela do bairro, de gramado impecável onde Bernardo nunca rolou uma bola.
Onde Bernardo foi tão infeliz.
Onde foi indigno de uma festa de aniversário vivo, e pelo lado de dentro da grade.
De onde saiu p
ra ganhar uma tv, mas encontrou no caminho um buraco pra morrer.
E pensar que essa história pode ficar ainda mais triste, em razão da tolerância com o avesso, a flexibilidade da justiça alicerçada em um código penal roto e mormente o desserviço e a ganância desmedida da advocacia criminal prostituta de bolsos fartos e garimpeira de brechas fáceis.
By Naira Lutckmeyer Mueller.
E pensar que essa história pode ficar ainda mais triste, em razão da tolerância com o avesso, a flexibilidade da justiça alicerçada em um código penal roto e mormente o desserviço e a ganância desmedida da advocacia criminal prostituta de bolsos fartos e garimpeira de brechas fáceis.
By Naira Lutckmeyer Mueller.