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Em meio a um clima de tensão política, o chanceler alemão Friedrich Merz declarou nesta semana que apoiaria uma retirada da Alemanha do festival de música Eurovision caso Israel fosse vetado pela União Europeia de Radiodifusão (EBU). Em entrevista recente, ele classificou como “escandaloso” que a simples discussão sobre excluir Israel do festival esteja em pauta.
A Áustria, que sediará o Eurovision 2026, também emitiu posicionamentos contrário ao boicote, afirmando que não sediaria esta edição se Israel não puder participar. Essas manifestações se somam às de outros países europeus que vieram a público para condenar tentativas de politizar o concurso.
Recentemente, um vídeo publicado nas redes sociais oficiais do Eurovision, com imagens das últimas finalistas israelenses Yuval Raphael, Noa Kirel e Eden Golan exibindo a bandeira de Israel no palco, foi apagado poucas horas após sua divulgação. Embora não esteja claro se a remoção foi resultado de denúncias de usuários ou de uma decisão interna, é nítido que os organizadores do festival precisam se posicionar de forma firme contra o antissemitismo. A música sempre deve ser um canal de diálogo e união, não de silenciamento.
Via: The Times of Israel
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A Áustria, que sediará o Eurovision 2026, também emitiu posicionamentos contrário ao boicote, afirmando que não sediaria esta edição se Israel não puder participar. Essas manifestações se somam às de outros países europeus que vieram a público para condenar tentativas de politizar o concurso.
Recentemente, um vídeo publicado nas redes sociais oficiais do Eurovision, com imagens das últimas finalistas israelenses Yuval Raphael, Noa Kirel e Eden Golan exibindo a bandeira de Israel no palco, foi apagado poucas horas após sua divulgação. Embora não esteja claro se a remoção foi resultado de denúncias de usuários ou de uma decisão interna, é nítido que os organizadores do festival precisam se posicionar de forma firme contra o antissemitismo. A música sempre deve ser um canal de diálogo e união, não de silenciamento.
Via: The Times of Israel
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Following the U.S. peace plan announcement, a message from Emily Damari, who survived 471 days as a hostage in Gaza:
"A moment to pause all the overwhelming emotions I had almost forgotten existed within me.
First and foremost, I want to say thank yo. Thank you to the Holy One, blessed be He.
Thank you to the security forces, and thank you to the soldiers of the Israel Defense Forces.
Thank you to the bereaved families who face the most painful loss every single day.
Thank you to all the wounded, who gave everything they had so that our nation could continue to exist.
Thank you for everything you have given and sacrificed. For all the hostages, and for the entire State of Israel.”
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"A moment to pause all the overwhelming emotions I had almost forgotten existed within me.
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Thank you to the bereaved families who face the most painful loss every single day.
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Minneapolis synagogue targeted with antisemitic, pro-Hamas graffiti on Oct. 7 anniversary. For more link in comments
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RT @AndreLajst: Ontem (9), o Gabinete de Segurança de Israel aprovou a fase inicial do plano de paz dos Estados Unidos, que busca encerrar a guerra iniciada com o massacre brutal do Hamas em 7 de outubro de 2023, no sul de Israel.
O plano foi posteriormente aprovado pelo governo israelense e o cessar-fogo já entrou em vigor. Saiba quais são os próximos passos.
Segue o fio 🧶
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RT @michaeldickson: Sheba Hospital in central Israel has been readied to receive the freed hostages from Gaza for immediate medical care.
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United States and Israel flags were projected on the walls of Jerusalem’s Old City in celebration of reaching the first phase of the U.S. peace plan between Israel and Hamas, which aims to secure the release of all hostages held in Gaza.
The United States and Israel - stronger together. 🇮🇱🇺🇸
via: REUTERS/Sinan Abu Mayzer – TPX IMAGES OF THE DAY
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Thousands from across Israel gathered in Tel Aviv’s Hostages Square for special and powerful Sukkot morning prayers, standing in solidarity with the families of the hostages who prepare to welcome their loved ones home to Israel. After two unimaginable years of captivity in Gaza, all hostages are finally set to return.
via: REUTERS/Elazar Riger
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United States and Israel flags were projected on the walls of Jerusalem’s Old City in celebration of reaching the first phase of the U.S. peace plan between Israel and Hamas, which aims to secure the release of all hostages held in Gaza.
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On October 7, 2023, joy was stolen from the Israeli people, but their spirit remains unbroken. This Simchat Torah, we remember what was lost—and what will be regained. We will dance again when all 48 hostages are home!🎗️💔
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A StandWithUs Brasil, organização educacional dedicada ao combate ao antissemitismo e à promoção da educação para a paz, lamenta profundamente o evento ocorrido no último dia 7 de outubro na sede da APEOESP — o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo —, realizado com o propósito de celebrar o massacre perpetrado pelo grupo terrorista Hamas na mesma data, dois anos atrás.
Apesar de ter se eximido publicamente, em nota, da responsabilidade pelo evento, um membro da diretoria do sindicato pode ser ouvido em vídeos que circulam nas redes sociais defendendo, em seu discurso, a exaltação da data e o ensino dela como exemplo para a “luta de todos os povos oprimidos” em escolas, sindicatos e partidos. Acreditamos que o dia 7 de Outubro deve, sim, ser abordado nas salas de aula — mas com o compromisso ético de ensinar que, neste massacre, o maior ataque contra judeus desde o Holocausto, também houve vítimas brasileiras.
Outra fala profundamente preocupante, proferida durante o evento, afirma que os brasileiros mortos pelo Hamas — Ranani Glazer, Bruna Valeanu, Karla Stelzer e Michel Nisembaum — eram “bandidos”. Na realidade, eram cidadãos brasileiros que perderam a vida em um ataque bárbaro, e tal declaração foi, lamentavelmente, seguida de aplausos.
Entristece-nos ver o salão de uma instituição que deveria zelar pelo ensino ético e humanista adornado com bandeiras do grupo terrorista Hamas e com cartazes que equiparam o sionismo ao nazismo — uma das mais cruéis formas de antissemitismo, conforme a definição prática não vinculativa elaborada pela Aliança Internacional em Memória do Holocausto (IHRA), da qual o Estado de São Paulo é signatário.
Reforçamos a importância de promover ações educacionais pautadas na tolerância, na empatia e no diálogo — especialmente em espaços de formação e representação docente. O papel dos educadores é construir pontes, não aprofundar divisões; transmitir conhecimento, não ódio. É fundamental que instituições de ensino e seus representantes estejam comprometidos com os valores democráticos, os direitos humanos e o combate a todas as formas de extremismo. A educação deve ser instrumento de paz e de respeito — jamais um palco para a celebração da violência.
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Apesar de ter se eximido publicamente, em nota, da responsabilidade pelo evento, um membro da diretoria do sindicato pode ser ouvido em vídeos que circulam nas redes sociais defendendo, em seu discurso, a exaltação da data e o ensino dela como exemplo para a “luta de todos os povos oprimidos” em escolas, sindicatos e partidos. Acreditamos que o dia 7 de Outubro deve, sim, ser abordado nas salas de aula — mas com o compromisso ético de ensinar que, neste massacre, o maior ataque contra judeus desde o Holocausto, também houve vítimas brasileiras.
Outra fala profundamente preocupante, proferida durante o evento, afirma que os brasileiros mortos pelo Hamas — Ranani Glazer, Bruna Valeanu, Karla Stelzer e Michel Nisembaum — eram “bandidos”. Na realidade, eram cidadãos brasileiros que perderam a vida em um ataque bárbaro, e tal declaração foi, lamentavelmente, seguida de aplausos.
Entristece-nos ver o salão de uma instituição que deveria zelar pelo ensino ético e humanista adornado com bandeiras do grupo terrorista Hamas e com cartazes que equiparam o sionismo ao nazismo — uma das mais cruéis formas de antissemitismo, conforme a definição prática não vinculativa elaborada pela Aliança Internacional em Memória do Holocausto (IHRA), da qual o Estado de São Paulo é signatário.
Reforçamos a importância de promover ações educacionais pautadas na tolerância, na empatia e no diálogo — especialmente em espaços de formação e representação docente. O papel dos educadores é construir pontes, não aprofundar divisões; transmitir conhecimento, não ódio. É fundamental que instituições de ensino e seus representantes estejam comprometidos com os valores democráticos, os direitos humanos e o combate a todas as formas de extremismo. A educação deve ser instrumento de paz e de respeito — jamais um palco para a celebração da violência.
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Master Sergeant (Res.) Shmuel Gad Rahamim succumbed to injuries he sustained in Gaza on October 7, 2025, before the ceasefire took effect. May his memory forever be blessing. 🕯️
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Neste sábado (11), o jornal The New York Times revelou provas incontestáveis de que os ataques de 7 de Outubro foram planejados com antecedência pela alta liderança do Hamas.
Após a morte de Mohammad Sinwar, em maio deste ano, forças israelenses encontraram um computador desconectado da rede em um bunker subterrâneo com um memorando memorando de seis páginas, escrito à mão, datado de agosto de 2022 e atribuído a Yahya Sinwar, irmão de Mohammad e líder máximo do grupo na Faixa de Gaza.
O documento, cuja cópia foi obtida e analisada pelo The Times, orientava que membros do Hamas atacassem tanto comunidades civis quanto soldados e que incendiassem casas — tudo com o objetivo de filmar e divulgar as imagens para evocar medo em Israel e desestabilizar o país.
Embora o documento não mencione explicitamente planos para "sequestrar ou matar civis", ele dá ordens para que o Hamas entre em bairros residenciais e os incendeiem; o que seria impossível de acontecer sem que civis israelenses fossem atingidos. Além do documento, interceptações do exército israelense confirmam que, no dia 7 de Outubro, comandantes do Hamas ordenaram: "Quero que o kibutz inteiro esteja em chamas", "Comecem a incendiar as casas", “Ponha fogo em qualquer coisa”.
Esses dados ajudam a entender como o Hamas pensou e executou este que foi o ataque mais brutal contra os judeus desde o Holocausto, resultando em 1200 mortes e no sequestro de 250 pessoas, das quais 48 podem retornar a qualquer momento como parte da primeira fase do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas.
Via: The New York Times
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Após a morte de Mohammad Sinwar, em maio deste ano, forças israelenses encontraram um computador desconectado da rede em um bunker subterrâneo com um memorando memorando de seis páginas, escrito à mão, datado de agosto de 2022 e atribuído a Yahya Sinwar, irmão de Mohammad e líder máximo do grupo na Faixa de Gaza.
O documento, cuja cópia foi obtida e analisada pelo The Times, orientava que membros do Hamas atacassem tanto comunidades civis quanto soldados e que incendiassem casas — tudo com o objetivo de filmar e divulgar as imagens para evocar medo em Israel e desestabilizar o país.
Embora o documento não mencione explicitamente planos para "sequestrar ou matar civis", ele dá ordens para que o Hamas entre em bairros residenciais e os incendeiem; o que seria impossível de acontecer sem que civis israelenses fossem atingidos. Além do documento, interceptações do exército israelense confirmam que, no dia 7 de Outubro, comandantes do Hamas ordenaram: "Quero que o kibutz inteiro esteja em chamas", "Comecem a incendiar as casas", “Ponha fogo em qualquer coisa”.
Esses dados ajudam a entender como o Hamas pensou e executou este que foi o ataque mais brutal contra os judeus desde o Holocausto, resultando em 1200 mortes e no sequestro de 250 pessoas, das quais 48 podem retornar a qualquer momento como parte da primeira fase do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas.
Via: The New York Times
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RT @RozRothstein: Here is how some people are celebrating the ceasefire in Gaza. By promising more violence in the future.
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In Gaza, people are celebrating the deal and took to the streets chanting, “Khaybar, Khaybar, ya Yehud — the people of Gaza will return.”
It's basically an Arab chant calling to k*ll all Jews. - Israel News Pulse StandWithUs
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RT @Ostrov_A: Israel’s @N12News reports that Hamas has begun to “fatten” hostages ahead of their release.
Two points:
1. They had food all along, but manufacture a ‘famine’;
2. It was always pure propaganda for the sick bastards Hamas.
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We have reached 2 million followers on Facebook, and we couldn't have done it without YOU! Thanks to you, our followers, for Standing With Us! 👏🥳🇮🇱 bit.ly/3L4Ilau
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