United States and Israel flags were projected on the walls of Jerusalem’s Old City in celebration of reaching the first phase of the U.S. peace plan between Israel and Hamas, which aims to secure the release of all hostages held in Gaza.
The United States and Israel - stronger together. 🇮🇱🇺🇸
via: REUTERS/Sinan Abu Mayzer – TPX IMAGES OF THE DAY
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Thousands from across Israel gathered in Tel Aviv’s Hostages Square for special and powerful Sukkot morning prayers, standing in solidarity with the families of the hostages who prepare to welcome their loved ones home to Israel. After two unimaginable years of captivity in Gaza, all hostages are finally set to return.
via: REUTERS/Elazar Riger
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United States and Israel flags were projected on the walls of Jerusalem’s Old City in celebration of reaching the first phase of the U.S. peace plan between Israel and Hamas, which aims to secure the release of all hostages held in Gaza.
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On October 7, 2023, joy was stolen from the Israeli people, but their spirit remains unbroken. This Simchat Torah, we remember what was lost—and what will be regained. We will dance again when all 48 hostages are home!🎗️💔
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A StandWithUs Brasil, organização educacional dedicada ao combate ao antissemitismo e à promoção da educação para a paz, lamenta profundamente o evento ocorrido no último dia 7 de outubro na sede da APEOESP — o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo —, realizado com o propósito de celebrar o massacre perpetrado pelo grupo terrorista Hamas na mesma data, dois anos atrás.
Apesar de ter se eximido publicamente, em nota, da responsabilidade pelo evento, um membro da diretoria do sindicato pode ser ouvido em vídeos que circulam nas redes sociais defendendo, em seu discurso, a exaltação da data e o ensino dela como exemplo para a “luta de todos os povos oprimidos” em escolas, sindicatos e partidos. Acreditamos que o dia 7 de Outubro deve, sim, ser abordado nas salas de aula — mas com o compromisso ético de ensinar que, neste massacre, o maior ataque contra judeus desde o Holocausto, também houve vítimas brasileiras.
Outra fala profundamente preocupante, proferida durante o evento, afirma que os brasileiros mortos pelo Hamas — Ranani Glazer, Bruna Valeanu, Karla Stelzer e Michel Nisembaum — eram “bandidos”. Na realidade, eram cidadãos brasileiros que perderam a vida em um ataque bárbaro, e tal declaração foi, lamentavelmente, seguida de aplausos.
Entristece-nos ver o salão de uma instituição que deveria zelar pelo ensino ético e humanista adornado com bandeiras do grupo terrorista Hamas e com cartazes que equiparam o sionismo ao nazismo — uma das mais cruéis formas de antissemitismo, conforme a definição prática não vinculativa elaborada pela Aliança Internacional em Memória do Holocausto (IHRA), da qual o Estado de São Paulo é signatário.
Reforçamos a importância de promover ações educacionais pautadas na tolerância, na empatia e no diálogo — especialmente em espaços de formação e representação docente. O papel dos educadores é construir pontes, não aprofundar divisões; transmitir conhecimento, não ódio. É fundamental que instituições de ensino e seus representantes estejam comprometidos com os valores democráticos, os direitos humanos e o combate a todas as formas de extremismo. A educação deve ser instrumento de paz e de respeito — jamais um palco para a celebração da violência.
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Apesar de ter se eximido publicamente, em nota, da responsabilidade pelo evento, um membro da diretoria do sindicato pode ser ouvido em vídeos que circulam nas redes sociais defendendo, em seu discurso, a exaltação da data e o ensino dela como exemplo para a “luta de todos os povos oprimidos” em escolas, sindicatos e partidos. Acreditamos que o dia 7 de Outubro deve, sim, ser abordado nas salas de aula — mas com o compromisso ético de ensinar que, neste massacre, o maior ataque contra judeus desde o Holocausto, também houve vítimas brasileiras.
Outra fala profundamente preocupante, proferida durante o evento, afirma que os brasileiros mortos pelo Hamas — Ranani Glazer, Bruna Valeanu, Karla Stelzer e Michel Nisembaum — eram “bandidos”. Na realidade, eram cidadãos brasileiros que perderam a vida em um ataque bárbaro, e tal declaração foi, lamentavelmente, seguida de aplausos.
Entristece-nos ver o salão de uma instituição que deveria zelar pelo ensino ético e humanista adornado com bandeiras do grupo terrorista Hamas e com cartazes que equiparam o sionismo ao nazismo — uma das mais cruéis formas de antissemitismo, conforme a definição prática não vinculativa elaborada pela Aliança Internacional em Memória do Holocausto (IHRA), da qual o Estado de São Paulo é signatário.
Reforçamos a importância de promover ações educacionais pautadas na tolerância, na empatia e no diálogo — especialmente em espaços de formação e representação docente. O papel dos educadores é construir pontes, não aprofundar divisões; transmitir conhecimento, não ódio. É fundamental que instituições de ensino e seus representantes estejam comprometidos com os valores democráticos, os direitos humanos e o combate a todas as formas de extremismo. A educação deve ser instrumento de paz e de respeito — jamais um palco para a celebração da violência.
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Master Sergeant (Res.) Shmuel Gad Rahamim succumbed to injuries he sustained in Gaza on October 7, 2025, before the ceasefire took effect. May his memory forever be blessing. 🕯️
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Neste sábado (11), o jornal The New York Times revelou provas incontestáveis de que os ataques de 7 de Outubro foram planejados com antecedência pela alta liderança do Hamas.
Após a morte de Mohammad Sinwar, em maio deste ano, forças israelenses encontraram um computador desconectado da rede em um bunker subterrâneo com um memorando memorando de seis páginas, escrito à mão, datado de agosto de 2022 e atribuído a Yahya Sinwar, irmão de Mohammad e líder máximo do grupo na Faixa de Gaza.
O documento, cuja cópia foi obtida e analisada pelo The Times, orientava que membros do Hamas atacassem tanto comunidades civis quanto soldados e que incendiassem casas — tudo com o objetivo de filmar e divulgar as imagens para evocar medo em Israel e desestabilizar o país.
Embora o documento não mencione explicitamente planos para "sequestrar ou matar civis", ele dá ordens para que o Hamas entre em bairros residenciais e os incendeiem; o que seria impossível de acontecer sem que civis israelenses fossem atingidos. Além do documento, interceptações do exército israelense confirmam que, no dia 7 de Outubro, comandantes do Hamas ordenaram: "Quero que o kibutz inteiro esteja em chamas", "Comecem a incendiar as casas", “Ponha fogo em qualquer coisa”.
Esses dados ajudam a entender como o Hamas pensou e executou este que foi o ataque mais brutal contra os judeus desde o Holocausto, resultando em 1200 mortes e no sequestro de 250 pessoas, das quais 48 podem retornar a qualquer momento como parte da primeira fase do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas.
Via: The New York Times
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Após a morte de Mohammad Sinwar, em maio deste ano, forças israelenses encontraram um computador desconectado da rede em um bunker subterrâneo com um memorando memorando de seis páginas, escrito à mão, datado de agosto de 2022 e atribuído a Yahya Sinwar, irmão de Mohammad e líder máximo do grupo na Faixa de Gaza.
O documento, cuja cópia foi obtida e analisada pelo The Times, orientava que membros do Hamas atacassem tanto comunidades civis quanto soldados e que incendiassem casas — tudo com o objetivo de filmar e divulgar as imagens para evocar medo em Israel e desestabilizar o país.
Embora o documento não mencione explicitamente planos para "sequestrar ou matar civis", ele dá ordens para que o Hamas entre em bairros residenciais e os incendeiem; o que seria impossível de acontecer sem que civis israelenses fossem atingidos. Além do documento, interceptações do exército israelense confirmam que, no dia 7 de Outubro, comandantes do Hamas ordenaram: "Quero que o kibutz inteiro esteja em chamas", "Comecem a incendiar as casas", “Ponha fogo em qualquer coisa”.
Esses dados ajudam a entender como o Hamas pensou e executou este que foi o ataque mais brutal contra os judeus desde o Holocausto, resultando em 1200 mortes e no sequestro de 250 pessoas, das quais 48 podem retornar a qualquer momento como parte da primeira fase do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas.
Via: The New York Times
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RT @RozRothstein: Here is how some people are celebrating the ceasefire in Gaza. By promising more violence in the future.
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In Gaza, people are celebrating the deal and took to the streets chanting, “Khaybar, Khaybar, ya Yehud — the people of Gaza will return.”
It's basically an Arab chant calling to k*ll all Jews. - Israel News Pulse StandWithUs
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RT @Ostrov_A: Israel’s @N12News reports that Hamas has begun to “fatten” hostages ahead of their release.
Two points:
1. They had food all along, but manufacture a ‘famine’;
2. It was always pure propaganda for the sick bastards Hamas.
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We have reached 2 million followers on Facebook, and we couldn't have done it without YOU! Thanks to you, our followers, for Standing With Us! 👏🥳🇮🇱 bit.ly/3L4Ilau
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RT @michaeldickson: The murderer of Dafna Meir, an Israeli nurse in her 30’s and a mother of 6, brutally killed by a Palestinian jihadi in front of her children - will be released, one of the 2,000 or so Palestinian terrorists in return for 20 living Israeli hostages. May Dafna’s memory be an eternal blessing.
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RT @mdubowitz: Split screen today 📺
Tel Aviv - hundreds of thousands support peace.
London - hundreds of thousands support terror.
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Tel Aviv - hundreds of thousands support peace.
London - hundreds of thousands support terror.
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Stay up-to-date about the upcoming hostage release 🇮🇱
As we are all praying for the upcoming hostage release today, we are here to keep you informed and bring all updates directly to you via telegram.
JOIN StandWithUs UK’s Telegram channel, the central hub for real-time updates, videos, images, and analysis, all in one place.
If you already have Telegram, just CLICK here to join: t.me/swuwarupdates
If you don’t, download the app and then click the link. It only takes a few seconds.
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Today we are praying. They're coming home🎗️
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Israel se prepara para receber os 48 reféns ainda mantidos pelo Hamas na Faixa de Gaza a qualquer momento a partir de agora, como parte da primeira fase do cessar-fogo mediado pelos EUA e apoiado por Turquia, Egito e Catar. Entre eles, estima-se que 22 sobreviveram e encontrarão finalmente aqueles que amam; os outros 26, infelizmente, foram assassinados, podendo ter só agora uma despedida digna de suas famílias.
Cada nome representa uma história interrompida, uma família que esperou, uma nação que não esqueceu. O retorno desses reféns — vivos e mortos — é um marco da força de Israel, que não deixa nenhum filho para trás.
Hoje, o luto e a esperança caminham juntos, na certeza de que a vida sempre vencerá o terror.
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Cada nome representa uma história interrompida, uma família que esperou, uma nação que não esqueceu. O retorno desses reféns — vivos e mortos — é um marco da força de Israel, que não deixa nenhum filho para trás.
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