Forwarded from warhorse - mental siege (warhorse)
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⚜️“São José, a cuja autoridade Jesus estava sujeito na terra, obtém o que deseja de seu Filho adotivo real no Céu." ⚜️
São Tomás de Aquino
São Tomás de Aquino
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Rezando o Angelus, Terço a São José e o terço mariano, nos mistérios gloriososo!!! Chega mais!
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Forwarded from Imagens Católicas
"É bom meditar sobre o conhecimento da Bondade de Deus dentro de nós. Mas permanecer apenas no conhecimento de Deus não seria bom, pois a Alma sucumbiria à presunção e ao orgulho."
Santa Catarina de Siena, Doutora da Igreja
Santa Catarina de Siena, Doutora da Igreja
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ESTAMOS AO VIVO!!!
VEM REZAR O TERCO AGORA COM A GENTE!!! VAI MUDAR SUA VIDA!!
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Rezamos o terço mariano diariamente.
Dias úteis: 18h15 e 22h15
Sábado e Domingo às 20h
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Da Cavalaria Cristã à Idolatria Cortesã [1/3]
À luz da tradição católica, o fenômeno que mais tarde seria chamado de amor cortês não representa o ápice do ideal cavaleiresco, mas antes sua lenta deformação. A cavalaria, tal como se consolidou entre os séculos IX e XI, nasceu num mundo rude e violento, e tinha uma função clara: submeter a força bruta do guerreiro à ordem moral cristã. Honra, fidelidade, coragem, autocontrole e defesa dos fracos não eram gestos teatrais, mas exigências objetivas de um homem que sabia responder diante de Deus por seus atos.
O cavaleiro cristão não servia à mulher como ídolo, mas a respeitava como pessoa criada à imagem e semelhança de Deus. Seu dever era proteger, não adorar; honrar, não rastejar; amar com retidão, não com idolatria sentimental. O amor, para a cosmovisão católica medieval autêntica, era ordenado: subordinado à verdade, à virtude e, em última instância, à caridade cristã.
À luz da tradição católica, o fenômeno que mais tarde seria chamado de amor cortês não representa o ápice do ideal cavaleiresco, mas antes sua lenta deformação. A cavalaria, tal como se consolidou entre os séculos IX e XI, nasceu num mundo rude e violento, e tinha uma função clara: submeter a força bruta do guerreiro à ordem moral cristã. Honra, fidelidade, coragem, autocontrole e defesa dos fracos não eram gestos teatrais, mas exigências objetivas de um homem que sabia responder diante de Deus por seus atos.
O cavaleiro cristão não servia à mulher como ídolo, mas a respeitava como pessoa criada à imagem e semelhança de Deus. Seu dever era proteger, não adorar; honrar, não rastejar; amar com retidão, não com idolatria sentimental. O amor, para a cosmovisão católica medieval autêntica, era ordenado: subordinado à verdade, à virtude e, em última instância, à caridade cristã.
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Da Cavalaria Cristã à Idolatria Cortesã [2/3]
Entre os séculos XII e XIV, porém, esse ethos começa a ser corroído nas cortes aristocráticas, especialmente no sul da França. O amor cortês desloca o centro moral da vida do cavaleiro: a fidelidade a Deus, à palavra dada e à comunidade cede espaço a uma devoção estética e emocional a uma dama idealizada, muitas vezes inacessível, intocável e deliberadamente separada da realidade concreta do matrimônio, da família e da responsabilidade moral.
Aqui ocorre o erro fundamental: a mulher deixa de ser vista como sujeito moral pleno — capaz de virtude, pecado, decisão e sacrifício — e passa a ser tratada como símbolo, musa ou abstração. Não é elevação verdadeira; é uma forma elegante de desumanização. Quando se transforma a mulher em “deusa”, ela deixa de ser pessoa. E quando o homem abdica da própria autoridade moral para se tornar servo ritualizado, ele trai tanto sua vocação quanto a dela.
Entre os séculos XII e XIV, porém, esse ethos começa a ser corroído nas cortes aristocráticas, especialmente no sul da França. O amor cortês desloca o centro moral da vida do cavaleiro: a fidelidade a Deus, à palavra dada e à comunidade cede espaço a uma devoção estética e emocional a uma dama idealizada, muitas vezes inacessível, intocável e deliberadamente separada da realidade concreta do matrimônio, da família e da responsabilidade moral.
Aqui ocorre o erro fundamental: a mulher deixa de ser vista como sujeito moral pleno — capaz de virtude, pecado, decisão e sacrifício — e passa a ser tratada como símbolo, musa ou abstração. Não é elevação verdadeira; é uma forma elegante de desumanização. Quando se transforma a mulher em “deusa”, ela deixa de ser pessoa. E quando o homem abdica da própria autoridade moral para se tornar servo ritualizado, ele trai tanto sua vocação quanto a dela.
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Da Cavalaria Cristã à Idolatria Cortesã [3/3]
A Igreja nunca ensinou que a dignidade feminina nasce da fragilidade ou da intocabilidade. Pelo contrário: a mulher é digna porque é criatura racional, chamada à santidade, à responsabilidade e à cooperação real na ordem moral. Colocá-la num pedestal não a protege; a infantiliza. É um paternalismo meloso que parece piedoso, mas fede a covardia moral.
Esse desvio se consolida no final da Idade Média e reaparece, ainda mais empobrecido, na literatura galante dos séculos XVII e XVIII. O que antes era disciplina da força vira etiqueta; o que era honra vira adulação; o que era virtude vira pose. A cavalaria sem Deus degenera em galanteria, e galanteria é só vaidade.
Do ponto de vista católico, portanto, o verdadeiro ideal não é o cavaleiro que se ajoelha diante da mulher como se fosse uma divindade, mas o homem que permanece de pé diante de Deus — e, justamente por isso, é capaz de amar a mulher com justiça, verdade e responsabilidade. Sem idolatria. Sem teatro.
A Igreja nunca ensinou que a dignidade feminina nasce da fragilidade ou da intocabilidade. Pelo contrário: a mulher é digna porque é criatura racional, chamada à santidade, à responsabilidade e à cooperação real na ordem moral. Colocá-la num pedestal não a protege; a infantiliza. É um paternalismo meloso que parece piedoso, mas fede a covardia moral.
Esse desvio se consolida no final da Idade Média e reaparece, ainda mais empobrecido, na literatura galante dos séculos XVII e XVIII. O que antes era disciplina da força vira etiqueta; o que era honra vira adulação; o que era virtude vira pose. A cavalaria sem Deus degenera em galanteria, e galanteria é só vaidade.
Do ponto de vista católico, portanto, o verdadeiro ideal não é o cavaleiro que se ajoelha diante da mulher como se fosse uma divindade, mas o homem que permanece de pé diante de Deus — e, justamente por isso, é capaz de amar a mulher com justiça, verdade e responsabilidade. Sem idolatria. Sem teatro.
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Forwarded from Terço Diário - Ao Vivo + Catolicismo ❤️🔥
O Papa: "reze o terço, meu filho! Você tá precisando!"
Enquanto isso, você 🫵😑🫵 aí não tá rezando com a gente!!!
👉 Clica aqui para rezar ao vivo com a gente!
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Catolicismoposting ❤️🔥
Hoje é sexta-feira, com abstinência de carne.
Lembrando que É PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DO MÊS! COMUNGUE!
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Forwarded from Catolicismoposting ❤️🔥 (Garamog)
Santa Margarida Maria Alacoque recebeu do próprio Jesus doze promessas para aqueles que se devotassem ao Seu Sagrado Coração. Essas promessas são um chamado à devoção e oferecem grande consolo e esperança aos fiéis:
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Forwarded from Catolicismoposting ❤️🔥 (Garamog)
1 – Darei às almas dedicadas ao meu Coração todas as graças necessárias ao seu estado de vida.
2 – Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias.
3 – Consolá-las-ei em todas as suas aflições.
4 – Serei seu refúgio seguro na vida e, sobretudo, na hora da morte.
5 – Derramarei abundantes bênçãos sobre todas as suas empresas.
6 – Os pecadores encontrarão em meu Coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
7 – As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
8 – As almas fervorosas elevar-se-ão rapidamente a uma grande perfeição.
9 – Abençoarei as casas em que a imagem do meu Sagrado Coração for exposta e venerada.
10 – Darei aos sacerdotes o dom de tocar os corações mais endurecidos.
11 – As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes escritos no meu Coração e dele nunca serão apagados.
12 – Prometo, na excessiva misericórdia do meu Coração, que o meu amor todo-poderoso concederá a graça da perseverança final a todos aqueles que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos.
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