Tal qual a sua sombra, o peso de suas ações nunca lhe deixarão.
Quando o monge ateia-se fogo, por mais que ele esteja completamento desapegado da carne e não sofra, o seu corpo ainda se torma cinzas.
Você quer aturar esse queimar por toda a eternidade?
Quando o monge ateia-se fogo, por mais que ele esteja completamento desapegado da carne e não sofra, o seu corpo ainda se torma cinzas.
Você quer aturar esse queimar por toda a eternidade?
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"É um homem de ação aquele que é louvado porque aumenta os ganhos da própria empresa, viajando para os países subdesenvolvidos e aproveitando-se dos seus habitantes? Na nossa época são geralmente estes vulgares dejetos sociais a serem julgados homens de ação. Atolados nesta sujidade estamos obrigados a assistir à decadência e à morte do modelo de Herói, que exala já um fétido odor."
~ Yukio Mishima
~ Yukio Mishima
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Forwarded from O Medievalista ❤️🔥
Fato pitoresco: uma lenda diz que os monges em Roma pregaram uma peça em São Jerônimo: eles trocaram o hábito do lado de sua cama por um vestido azul de mulher. Quando ele acordou sonolentamente para as Matinas, no escuro ele trajou o vestido. No lado esquerdo da imagem vemos os monges fofocando sobre a roupa escandalosa de São Jerônimo, e no lado direito o monge plantando a roupa feminina.
Os monges pregaram essa peça pela oposição que São Jerônimo fazia ao comportamento lascivo e da defesa de uma estrita disciplina que o santo defendia. Depois disso, a lenda diz que ele saiu de Roma para nunca mais voltar.
Foto: Belles Heures de Jean de France, do duque de Berry, século XV
Os monges pregaram essa peça pela oposição que São Jerônimo fazia ao comportamento lascivo e da defesa de uma estrita disciplina que o santo defendia. Depois disso, a lenda diz que ele saiu de Roma para nunca mais voltar.
Foto: Belles Heures de Jean de France, do duque de Berry, século XV
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Forwarded from O Medievalista ❤️🔥
"E tant' ouv' ela en si omildade
que dos çeos, u era sa morada,
o fez deçer na sa santivigada
carne comprida de toda bondade,
en que el pose tan gran beçion
e deu sa graça e dema[i]s tal don,
que quantos o dem' enfermar fazia
reçebes[s]en per ela sãydade."
Cantigas de Santa Maria, CDXIV
que dos çeos, u era sa morada,
o fez deçer na sa santivigada
carne comprida de toda bondade,
en que el pose tan gran beçion
e deu sa graça e dema[i]s tal don,
que quantos o dem' enfermar fazia
reçebes[s]en per ela sãydade."
Cantigas de Santa Maria, CDXIV
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Forwarded from Gottesfreunde ♱ (Villian)
Não convinha a Cristo as riquezas, por isso veio em pobreza. Não convinha a Cristo as pompas, por isso veio em humildade.
Mas convinha a Ele a santidade, por isso veio da Mãe mais santa, a criatura que nunca se apartou de Deus.
"A santidade convém à tua casa, Senhor." (Sl 92,5)
Mas convinha a Ele a santidade, por isso veio da Mãe mais santa, a criatura que nunca se apartou de Deus.
"A santidade convém à tua casa, Senhor." (Sl 92,5)
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Forwarded from Hagia Sophia
Nós estamos ocupados com tudo ao nosso redor, olhando para fora, não para dentro de nós mesmos. Enquanto olhamos para fora, não nos preocupamos com o "eu". Olhando para o espelho ainda vemos apenas a visão externa de nós mesmos.
Porém, se você puder olhar para dentro de si mesmo, encontrará outra coisa: o universo que você recebeu dentro de você — e verá que é como uma pequena gota no oceano. Esse é o seu coração, a coisa mais profunda em você, a sua personalidade na Presença Divina.
Nada pode conter o Senhor, nem os mundos nem o céu podem conter o Todo-Poderoso, apenas o seu coração. Isso significa que não há limites para o seu coração.
— Shaykh Nazim al-Haqqani, O Reino Divino, Vol 1, pag. 34.
Porém, se você puder olhar para dentro de si mesmo, encontrará outra coisa: o universo que você recebeu dentro de você — e verá que é como uma pequena gota no oceano. Esse é o seu coração, a coisa mais profunda em você, a sua personalidade na Presença Divina.
Nada pode conter o Senhor, nem os mundos nem o céu podem conter o Todo-Poderoso, apenas o seu coração. Isso significa que não há limites para o seu coração.
— Shaykh Nazim al-Haqqani, O Reino Divino, Vol 1, pag. 34.
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Forwarded from Filemôn Psicologia - Salvatti
“... uma religiosidade autêntica é o melhor remédio para todos os sofrimentos psíquicos. O difícil é transmitir às pessoas um conceito de religiosidade autêntica. Tive a experiência de que a terminologia religiosa assusta ainda mais essas pessoas, por isso tive de trilhar o caminho da ciência e da experiência, não importa de qual tradição, para levar os meus pacientes ao conhecimento de verdades espirituais. [...] na psique das pessoas cultas de hoje [sem religiosidade] há apenas um buraco negro. Este fato obrigou-me a construir uma psicologia que descobrisse novamente o acesso às experiências de cunho espiritual.
A Igreja Católica deve agarrar-se ao que ainda existe de vivo da religiosidade primitiva; eu, porém, preciso fazer o trabalho pioneiro num mundo onde desapareceu tudo o que se refere ao originário.”
(Carl Gustav Jung, Cartas Volume 1 (1906-1945), pp. 133-134)
Via @traditiumetcetera
A Igreja Católica deve agarrar-se ao que ainda existe de vivo da religiosidade primitiva; eu, porém, preciso fazer o trabalho pioneiro num mundo onde desapareceu tudo o que se refere ao originário.”
(Carl Gustav Jung, Cartas Volume 1 (1906-1945), pp. 133-134)
Via @traditiumetcetera
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