Forwarded from Hagia Sophia
Nós estamos ocupados com tudo ao nosso redor, olhando para fora, não para dentro de nós mesmos. Enquanto olhamos para fora, não nos preocupamos com o "eu". Olhando para o espelho ainda vemos apenas a visão externa de nós mesmos.
Porém, se você puder olhar para dentro de si mesmo, encontrará outra coisa: o universo que você recebeu dentro de você — e verá que é como uma pequena gota no oceano. Esse é o seu coração, a coisa mais profunda em você, a sua personalidade na Presença Divina.
Nada pode conter o Senhor, nem os mundos nem o céu podem conter o Todo-Poderoso, apenas o seu coração. Isso significa que não há limites para o seu coração.
— Shaykh Nazim al-Haqqani, O Reino Divino, Vol 1, pag. 34.
Porém, se você puder olhar para dentro de si mesmo, encontrará outra coisa: o universo que você recebeu dentro de você — e verá que é como uma pequena gota no oceano. Esse é o seu coração, a coisa mais profunda em você, a sua personalidade na Presença Divina.
Nada pode conter o Senhor, nem os mundos nem o céu podem conter o Todo-Poderoso, apenas o seu coração. Isso significa que não há limites para o seu coração.
— Shaykh Nazim al-Haqqani, O Reino Divino, Vol 1, pag. 34.
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Forwarded from Filemôn Psicologia - Salvatti
“... uma religiosidade autêntica é o melhor remédio para todos os sofrimentos psíquicos. O difícil é transmitir às pessoas um conceito de religiosidade autêntica. Tive a experiência de que a terminologia religiosa assusta ainda mais essas pessoas, por isso tive de trilhar o caminho da ciência e da experiência, não importa de qual tradição, para levar os meus pacientes ao conhecimento de verdades espirituais. [...] na psique das pessoas cultas de hoje [sem religiosidade] há apenas um buraco negro. Este fato obrigou-me a construir uma psicologia que descobrisse novamente o acesso às experiências de cunho espiritual.
A Igreja Católica deve agarrar-se ao que ainda existe de vivo da religiosidade primitiva; eu, porém, preciso fazer o trabalho pioneiro num mundo onde desapareceu tudo o que se refere ao originário.”
(Carl Gustav Jung, Cartas Volume 1 (1906-1945), pp. 133-134)
Via @traditiumetcetera
A Igreja Católica deve agarrar-se ao que ainda existe de vivo da religiosidade primitiva; eu, porém, preciso fazer o trabalho pioneiro num mundo onde desapareceu tudo o que se refere ao originário.”
(Carl Gustav Jung, Cartas Volume 1 (1906-1945), pp. 133-134)
Via @traditiumetcetera
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Forwarded from San’s Anthology🎅🎄 (San)
Os termos que tanto valorizamos — como o “progresso”, “liberdade” ou “ciência” — adquiriram uma espécie de aura mística. Como nos diz Martin Lings, elas se tornaram “palavras de conjuração”, vocabulário encantados “cuja proferição faz com que multidões de almas caiam prostradas em adoração submental”. A psicose da “civilização” e do “progresso” dá farto testemunho disso.
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"Falamos dos animais selvagens; mas a verdade é que o homem é o único animal selvagem da criação. O homem foi o único animal que fugiu. Os outros animais são todos domésticos; todos eles acatam a inflexível respeitabilidade da tribo e da espécie. os outros animais são todos domesticados; o homem é o único animal que permanece por domesticar, que pode ser um devasso ou um monge."
~ G.K. Chesterton
~ G.K. Chesterton