O não-tão curioso caso do liberal desarmamentista.
Até ter um treis-oitinho de bosta ele já encara com maus olhos.
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https://news.1rj.ru/str/salibertaria
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Dédalo, de Atenas, era um hábil arquiteto, inventor, artesão, artista, inovador em vários campos, e sempre reconhecido como um símbolo de sabedoria e conhecimento, a ser seguido, admirado e respeitado por todos os engenheiros e construtores.
Certa vez, foi convidado a ir para Creta, a pedido do Rei Minos, que era um semi-deus filho de Zeus e Europa. Dédalo, ainda criando e mentorando seu filho Ícarus, decidiu leva-lo junto para Creta.
Minos pediu para Dédalo desenhar e construir uma prisão um tanto incomum para ele, em formato de um labirinto quase sem fim. Não deu mais informações do que isso, apenas que Dédalo seria generosamente recompensado.
Mesmo confuso e intrigado, Dédalo aceitou a proposta. Acreditou que o projeto seria uma ótima oportunidade para trabalhar junto com seu filho Ícarus, e ensina-lo várias coisas. Tanto sobre arquitetura e construção, mas também valores para a vida.
Ao término da obra, Dédalo foi comunicar o fato ao rei Minos. Perguntou que tipos de prisoneiros precisavam de uma prisão tão incomum, mas Minos se recusou a responder. Nos dias seguintes em Creta, aproveitou pra indagar e fazer sua própria investigação.
Descobriu que o Labirinto era pra conter a besta chamada Minotauro, metade touro e metade homem, que se alimentava de seres humanos. O rei Minos utilizaria o Labirinto para executar não só dissidentes, mas qualquer um, já que o Minotauro era tecnicamente seu filho.
Para impedir Dédalo de contar a todos sobre o objetivo do Labirinto e sobre o Minotauro, o rei Minos decidiu prender Dédalo e seu filho Ícarus na torre mais alta do seu castelo, sob forte guarda, e também impediu que qualquer navio saísse da ilha sem ser revistado.
Durante os meses presos, Dédalo se acostumou a observar pela janela os vários pássaros que voavam pelos céus. Imaginou que talvez não tivessem peso algum, como se fossem mais leves que o ar, como se voar fosse um esforço para não subir, ao invés de um esforço para não cair.
Dédalo decidiu que não iria ver o seu filho crescer e envelhecer nessa prisão miserável por causa de seus erros, que Ícarus merecia muito mais que isso. Como Minos controlava a terra e o mar, só restava uma via: os céus.
As suas observações e estudos dos pássaros, que fazia todos os dias de sua janela, junto com a sua mente de artesão e inventor, lhe fez perceber um plano. E ele precisava de asas.
Dédalo usou sobras de comida para atrair pássaros para a sua janela. Gentilmente e pacientemente foi coletando e acumulando penas deles, para que eles continuassem a voltar. Por mais alguns meses, foi estocando uma grande quantia delas.
Penas minúsculas, penas normais, penas grandes. Penas de todos os tamanhos, igual pássaros de verdade possuem. Dédalo, como bom engenheiro e arquiteto, sabia que precisava imitar a natureza de forma mais fiél possível.
Depois de obter penas o suficiente, tratou de começar a construir o par de asas, como bom artesão que era. Utilizava a cera de uma vela com o fogo de outra para grudar e firmar as penas nos seus lugares. Primeiro as pequenas, depois as médias, e depois as grandes.
Depois de meses de paciência e trabalho diligente, Dédalo terminou o seu par de asas. Com um pouco mais de cera, Dédalo pediu a Ícarus que botasse as assas nas suas costas. Com um simples movimento, Dédalo percebeu que estava sem peso, igual os pássaros que tanto observava.
Percebendo o sucesso da sua criação, e o quão impressionado estava Ícarus, Dédalo começou imediatamente a confeccionar um igual par de asas para seu filho. O sonho de voltar para Atenas finalmente se parecia menos com um sonho e mais como uma realidade.
Dali mais inúmeros meses de igual trabalho, Ícarus também obteve o seu par de asas. Se só a possibilidade de poder voar já o impressionava, poder voar de fato o deixou sem palavras.
Dédalo percebeu as emoções exaltadas de seu filho, e achou prudente permanecer na prisão por enquanto, para ensina-lo e educa-lo por mais um tempo antes dos seus saltos para a tão aguardada liberdade.
Certa vez, foi convidado a ir para Creta, a pedido do Rei Minos, que era um semi-deus filho de Zeus e Europa. Dédalo, ainda criando e mentorando seu filho Ícarus, decidiu leva-lo junto para Creta.
Minos pediu para Dédalo desenhar e construir uma prisão um tanto incomum para ele, em formato de um labirinto quase sem fim. Não deu mais informações do que isso, apenas que Dédalo seria generosamente recompensado.
Mesmo confuso e intrigado, Dédalo aceitou a proposta. Acreditou que o projeto seria uma ótima oportunidade para trabalhar junto com seu filho Ícarus, e ensina-lo várias coisas. Tanto sobre arquitetura e construção, mas também valores para a vida.
Ao término da obra, Dédalo foi comunicar o fato ao rei Minos. Perguntou que tipos de prisoneiros precisavam de uma prisão tão incomum, mas Minos se recusou a responder. Nos dias seguintes em Creta, aproveitou pra indagar e fazer sua própria investigação.
Descobriu que o Labirinto era pra conter a besta chamada Minotauro, metade touro e metade homem, que se alimentava de seres humanos. O rei Minos utilizaria o Labirinto para executar não só dissidentes, mas qualquer um, já que o Minotauro era tecnicamente seu filho.
Para impedir Dédalo de contar a todos sobre o objetivo do Labirinto e sobre o Minotauro, o rei Minos decidiu prender Dédalo e seu filho Ícarus na torre mais alta do seu castelo, sob forte guarda, e também impediu que qualquer navio saísse da ilha sem ser revistado.
Durante os meses presos, Dédalo se acostumou a observar pela janela os vários pássaros que voavam pelos céus. Imaginou que talvez não tivessem peso algum, como se fossem mais leves que o ar, como se voar fosse um esforço para não subir, ao invés de um esforço para não cair.
Dédalo decidiu que não iria ver o seu filho crescer e envelhecer nessa prisão miserável por causa de seus erros, que Ícarus merecia muito mais que isso. Como Minos controlava a terra e o mar, só restava uma via: os céus.
As suas observações e estudos dos pássaros, que fazia todos os dias de sua janela, junto com a sua mente de artesão e inventor, lhe fez perceber um plano. E ele precisava de asas.
Dédalo usou sobras de comida para atrair pássaros para a sua janela. Gentilmente e pacientemente foi coletando e acumulando penas deles, para que eles continuassem a voltar. Por mais alguns meses, foi estocando uma grande quantia delas.
Penas minúsculas, penas normais, penas grandes. Penas de todos os tamanhos, igual pássaros de verdade possuem. Dédalo, como bom engenheiro e arquiteto, sabia que precisava imitar a natureza de forma mais fiél possível.
Depois de obter penas o suficiente, tratou de começar a construir o par de asas, como bom artesão que era. Utilizava a cera de uma vela com o fogo de outra para grudar e firmar as penas nos seus lugares. Primeiro as pequenas, depois as médias, e depois as grandes.
Depois de meses de paciência e trabalho diligente, Dédalo terminou o seu par de asas. Com um pouco mais de cera, Dédalo pediu a Ícarus que botasse as assas nas suas costas. Com um simples movimento, Dédalo percebeu que estava sem peso, igual os pássaros que tanto observava.
Percebendo o sucesso da sua criação, e o quão impressionado estava Ícarus, Dédalo começou imediatamente a confeccionar um igual par de asas para seu filho. O sonho de voltar para Atenas finalmente se parecia menos com um sonho e mais como uma realidade.
Dali mais inúmeros meses de igual trabalho, Ícarus também obteve o seu par de asas. Se só a possibilidade de poder voar já o impressionava, poder voar de fato o deixou sem palavras.
Dédalo percebeu as emoções exaltadas de seu filho, e achou prudente permanecer na prisão por enquanto, para ensina-lo e educa-lo por mais um tempo antes dos seus saltos para a tão aguardada liberdade.
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Dédalo ensinou sobre os perigos de cair em falsos sensos de segurança. Por isso, Ícarus não deveria voar muito baixo, perto da água, erroneamente acreditando que se algo desse errado a queda seria inofensiva. A humidade do mar iria encharcar as penas e ele iria perder suas asas.
Dédalo também ensinou sobre os perigos da ambição. Por isso, Ícarus não deveria voar muito alto, pois o calor do Sol iria derreter a cera que mantinha as penas no lugar, e iria perder suas asas.
Finalmente chegou o dia do vôo. Os dois pularam da janela. E como esperado, começaram a voar de forma graciosa acima do Mediterrâneo. Dédalo voava em linha reta, mas o jovem Ícarus ainda estava impressionado pela sua nova habilidade, e voava de forma a brincar no ar.
Ícarus então olhou para cima e ficou intrigado. Questionou se podia voar até o Sol, ou quem sabe voar acima dele. Começou a subir e subir, voando cada vez mais alto.
Dédalo viu o que Ícarus estava fazendo e gritou para ele descer, mas seu filho já estava longe demais. Ícarus não conseguia mais ouvi-lo, e Dédalo sabia que não podia voar tão alto para puxa-lo de volta para altitudes mais seguras.
Ícarus subia e subia. Voava cada vez mais alto. Fazia uma linha reta em direção ao Sol. Teve que cobrir seus olhos para não queima-los, mas isso não o impedia. Teve que tirar as suas roupas para ajudar com o calor, mas isso também não o impedia.
Até quando o que Dédalo previu começou a acontecer. Tão perto do Sol, a cera começou a derreter. Penas caiam, penas pegavam fogo, e a cera fervente escorria pelo seu corpo. Ícarus começou a gritar de dor enquanto era queimado vivo.
Pena por pena, eventualmente suas asas se desfizeram completamente enquanto Ícarus agonizava nos céus mais altos. O que era uma subida em linha reta se transformou numa queda em linha reta. E não havia nada que Ícarus podia fazer.
Dédalo assistiu tudo com horror nos seus olhos e agonia no seu coração. Com Ícarus em queda livre, não podia fazer nada sobre isso. Suas asas não eram fortes o suficiente para segura-lo.
Ícarus caiu nas águas rasas de um litoral rochoso de uma pequena ilha, e morreu imediatamente. Dédalo recolheu e enterrou o corpo do seu filho, e batizou a ilha de Icaria em sua memória.
Dédalo voou até a Sicília onde ficaria não só de luto, mas também melancólico por falhar em educar seu filho e ter criado o instrumento da sua própria auto-destruição. A deusa Atena o visitou e lhe deu um par de asas de verdade, para que ele pudesse voar tão bem quanto um deus.
Dédalo também ensinou sobre os perigos da ambição. Por isso, Ícarus não deveria voar muito alto, pois o calor do Sol iria derreter a cera que mantinha as penas no lugar, e iria perder suas asas.
Finalmente chegou o dia do vôo. Os dois pularam da janela. E como esperado, começaram a voar de forma graciosa acima do Mediterrâneo. Dédalo voava em linha reta, mas o jovem Ícarus ainda estava impressionado pela sua nova habilidade, e voava de forma a brincar no ar.
Ícarus então olhou para cima e ficou intrigado. Questionou se podia voar até o Sol, ou quem sabe voar acima dele. Começou a subir e subir, voando cada vez mais alto.
Dédalo viu o que Ícarus estava fazendo e gritou para ele descer, mas seu filho já estava longe demais. Ícarus não conseguia mais ouvi-lo, e Dédalo sabia que não podia voar tão alto para puxa-lo de volta para altitudes mais seguras.
Ícarus subia e subia. Voava cada vez mais alto. Fazia uma linha reta em direção ao Sol. Teve que cobrir seus olhos para não queima-los, mas isso não o impedia. Teve que tirar as suas roupas para ajudar com o calor, mas isso também não o impedia.
Até quando o que Dédalo previu começou a acontecer. Tão perto do Sol, a cera começou a derreter. Penas caiam, penas pegavam fogo, e a cera fervente escorria pelo seu corpo. Ícarus começou a gritar de dor enquanto era queimado vivo.
Pena por pena, eventualmente suas asas se desfizeram completamente enquanto Ícarus agonizava nos céus mais altos. O que era uma subida em linha reta se transformou numa queda em linha reta. E não havia nada que Ícarus podia fazer.
Dédalo assistiu tudo com horror nos seus olhos e agonia no seu coração. Com Ícarus em queda livre, não podia fazer nada sobre isso. Suas asas não eram fortes o suficiente para segura-lo.
Ícarus caiu nas águas rasas de um litoral rochoso de uma pequena ilha, e morreu imediatamente. Dédalo recolheu e enterrou o corpo do seu filho, e batizou a ilha de Icaria em sua memória.
Dédalo voou até a Sicília onde ficaria não só de luto, mas também melancólico por falhar em educar seu filho e ter criado o instrumento da sua própria auto-destruição. A deusa Atena o visitou e lhe deu um par de asas de verdade, para que ele pudesse voar tão bem quanto um deus.
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Deixa eu ver se eu entendi...
Joel Pinheiro é contra o AI-5. Até aí tudo bem. Mas quando alguém sofre uma AI-5zada, ele comemora e tira sarro? Falou até que ele mereceu a prisão.
Liberal tem cérebro?
Da próxima vez que esse liberal vier com aquele papo de "posso discordar de tudo que você falar, mas vou lutar até a morte pelo direito de você poder falar", cobrem essa hipocrisia dele. Ou não, já que não resultar em nada. Ele ele vai arrumar alguma desculpa pra considerar isso um crime, um "ataque", como se criticar uns ministros do STF fosse comparável a descer alguém na porrada no meio da rua.
O não-tão curioso caso do liberal que é contra a liberdade de expressão. O que diabos é um "ataque contra a democracia"? Fala até em prisão em flagrante, puta que pariu.
Liberal é MERDA mesmo. Reclamam do AI-5 pra depois inventarem e forçarem desculpas pra prender gente que eles discordam ou não gostam. Tá dada a dica: não é AI-5 quando são eles que fazem.
Joel Pinheiro é contra o AI-5. Até aí tudo bem. Mas quando alguém sofre uma AI-5zada, ele comemora e tira sarro? Falou até que ele mereceu a prisão.
Liberal tem cérebro?
Da próxima vez que esse liberal vier com aquele papo de "posso discordar de tudo que você falar, mas vou lutar até a morte pelo direito de você poder falar", cobrem essa hipocrisia dele. Ou não, já que não resultar em nada. Ele ele vai arrumar alguma desculpa pra considerar isso um crime, um "ataque", como se criticar uns ministros do STF fosse comparável a descer alguém na porrada no meio da rua.
O não-tão curioso caso do liberal que é contra a liberdade de expressão. O que diabos é um "ataque contra a democracia"? Fala até em prisão em flagrante, puta que pariu.
Liberal é MERDA mesmo. Reclamam do AI-5 pra depois inventarem e forçarem desculpas pra prender gente que eles discordam ou não gostam. Tá dada a dica: não é AI-5 quando são eles que fazem.
A história original: o policial Brian Sicknick foi brutalmente linchado durante a invasão do Capitólio. Levou um extintor de incêndio na cabeça e morreu ainda no hospital.
A história de verdade: o policial Brian Sicknick morreu um dia depois na UTI por causa de um coágulo sanguíneo. Antes, ainda no leito normal, ele trocou mensagens com o seu irmão e disse que se sentia bem. A família reclamou que a mídia já estava escrevendo matérias sobre sua morte antes deles mesmos serem comunicados pela polícia.
Mas não tem problema, o cão de guarda do estado serviu o seu propósito. Deu a vida pra proteger políticos que nem sabiam que ele existia, e seu corpo foi usado pra fazer um showzinho cheio de hipocrisia pra conquistarem uns pontinhos políticos. De repente, um policial morto é a pior coisa do mundo.
David Dorn por exemplo não recebeu o mesmo tratamento. Pois era um negro obviamente traidor da raça, por decidir enfrentar os "manifestantes" do Black Lives Matter que estavam roubando uma joalheria e foi baleado.
A história de verdade: o policial Brian Sicknick morreu um dia depois na UTI por causa de um coágulo sanguíneo. Antes, ainda no leito normal, ele trocou mensagens com o seu irmão e disse que se sentia bem. A família reclamou que a mídia já estava escrevendo matérias sobre sua morte antes deles mesmos serem comunicados pela polícia.
Mas não tem problema, o cão de guarda do estado serviu o seu propósito. Deu a vida pra proteger políticos que nem sabiam que ele existia, e seu corpo foi usado pra fazer um showzinho cheio de hipocrisia pra conquistarem uns pontinhos políticos. De repente, um policial morto é a pior coisa do mundo.
David Dorn por exemplo não recebeu o mesmo tratamento. Pois era um negro obviamente traidor da raça, por decidir enfrentar os "manifestantes" do Black Lives Matter que estavam roubando uma joalheria e foi baleado.
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O que você tem quando você pega uma criança e dá poder pra ela?
Um político.
Um político.