A mídia brasileira desnudada: o caso CBF e a CPI das ONGs
A crise moral da grande imprensa brasileira atingiu um novo ápice com o silêncio ensurdecedor diante do escândalo que atinge a CBF. Um escândalo com todos os elementos que fariam manchetes por semanas, denúncias como desvio de finalidade, falta de transparência, lobby, censura de opinião, manipulação de poder, mas que, curiosamente, tem recebido o silêncio nos principais jornais e portais do país. A mesma imprensa que bate 24 hs em denúncias sem qualquer fundamento ou lógica, agora se cala, constrangida talvez por seus próprios vínculos com os envolvidos.
Não é a primeira vez. A omissão deliberada da grande mídia já havia ficado evidente durante a CPI das ONGs. Enquanto investigações revelavam repasses milionários sem transparência, vínculos com interesses internacionais e manipulação ideológica de lideranças indígenas, os grandes veículos simplesmente ignoravam ou tentavam desqualificar o trabalho dos parlamentares. Apenas veículos menores, independentes e muitas vezes marginalizados no debate público, ousaram romper o silêncio.
O padrão se repete: escândalos que envolvem figuras ou instituições das quais a grande imprensa é próxima ou dependente, são tratados com condescendência ou silenciados. É um jogo de interesses onde os princípios do jornalismo são descartados em nome da proteção de aliados ideológicos, patrocinadores ou "fontes".
E onde estão agora os jornalistas que outrora bradavam por ética, por "transparência", por moralidade pública? Aqueles que, em rede nacional, faziam da indignação um espetáculo diário? Estão calados. Sumiram. Preferem não expor o sistema que ajudaram a construir, ou do qual se beneficiam. Muitos desses profissionais, outrora idolatrados como paladinos da verdade, hoje se mostram cúmplices por omissão.
A CPI das ONGs e o escândalo da CBF expõem a mesma chaga: a falência ética de um setor que deveria fiscalizar o poder, mas que se tornou parte dele. A grande imprensa brasileira, ao proteger certos grupos e silenciar sobre outros, age como um agente ativo da desinformação. Censura por omissão, manipula por escolha editorial, protege os seus, mesmo que isso custe à sociedade o direito de saber.
O câncer não está apenas nas instituições como a CBF ou em ONGs de fachada que lucram com miséria e ideologia. O câncer está também na redação, nos editoriais, nos bastidores das redações onde acordos são selados em nome de interesses escusos. É preciso dizer: a grande mídia brasileira não é cúmplice apenas por omissão, mas por conveniência. E sua máscara caiu.
A verdade, esta que os pequenos veículos ainda insistem em perseguir, continuará viva, apesar deles.
A crise moral da grande imprensa brasileira atingiu um novo ápice com o silêncio ensurdecedor diante do escândalo que atinge a CBF. Um escândalo com todos os elementos que fariam manchetes por semanas, denúncias como desvio de finalidade, falta de transparência, lobby, censura de opinião, manipulação de poder, mas que, curiosamente, tem recebido o silêncio nos principais jornais e portais do país. A mesma imprensa que bate 24 hs em denúncias sem qualquer fundamento ou lógica, agora se cala, constrangida talvez por seus próprios vínculos com os envolvidos.
Não é a primeira vez. A omissão deliberada da grande mídia já havia ficado evidente durante a CPI das ONGs. Enquanto investigações revelavam repasses milionários sem transparência, vínculos com interesses internacionais e manipulação ideológica de lideranças indígenas, os grandes veículos simplesmente ignoravam ou tentavam desqualificar o trabalho dos parlamentares. Apenas veículos menores, independentes e muitas vezes marginalizados no debate público, ousaram romper o silêncio.
O padrão se repete: escândalos que envolvem figuras ou instituições das quais a grande imprensa é próxima ou dependente, são tratados com condescendência ou silenciados. É um jogo de interesses onde os princípios do jornalismo são descartados em nome da proteção de aliados ideológicos, patrocinadores ou "fontes".
E onde estão agora os jornalistas que outrora bradavam por ética, por "transparência", por moralidade pública? Aqueles que, em rede nacional, faziam da indignação um espetáculo diário? Estão calados. Sumiram. Preferem não expor o sistema que ajudaram a construir, ou do qual se beneficiam. Muitos desses profissionais, outrora idolatrados como paladinos da verdade, hoje se mostram cúmplices por omissão.
A CPI das ONGs e o escândalo da CBF expõem a mesma chaga: a falência ética de um setor que deveria fiscalizar o poder, mas que se tornou parte dele. A grande imprensa brasileira, ao proteger certos grupos e silenciar sobre outros, age como um agente ativo da desinformação. Censura por omissão, manipula por escolha editorial, protege os seus, mesmo que isso custe à sociedade o direito de saber.
O câncer não está apenas nas instituições como a CBF ou em ONGs de fachada que lucram com miséria e ideologia. O câncer está também na redação, nos editoriais, nos bastidores das redações onde acordos são selados em nome de interesses escusos. É preciso dizer: a grande mídia brasileira não é cúmplice apenas por omissão, mas por conveniência. E sua máscara caiu.
A verdade, esta que os pequenos veículos ainda insistem em perseguir, continuará viva, apesar deles.
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As teorias de clima são um grande mercado que pseudos Estudos em conjunto com alarmes proféticos de fim do mundo através de aquecimento global se torna um grande mercado onde por um lado se ganha dinheiro na Academia com pesquisas e no outro mantém países como o Brasil submissos a políticas internacionais contra o desenvolvimento.
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Vai chegar o momento em que, se um caminhoneiro parar no acostamento, vai ser cercado por saqueadores. Desta vez, aconteceu em Serrinha (BA), mais um retrato da insegurança nas estradas brasileiras e de uma parte da populacão sem um mínimo de caráter.
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Boa tarde, como dito anteriormente, o nome do Canal mudou e alterei para ficar igual do perfil do Twitter @LogInfra. Os administradores continuam o mesmo e o motivo foi explicado em postagens anteriores. Um abraço a todos e obrigado por acompanhar o perfil.
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24 de outubro de 2003: o último voo de uma lenda.
Neste dia ocorreu o último voo comercial do Concorde, operado pela British Airways, no trecho Nova York (JFK) – Londres (Heathrow).
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Fernando Falcão, Maranhão, 24 de outubro de 2025.
Logística e Infraestrutura brasileira atual.
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A vaquinha para pavimentar rua na cidade dos bilhões da COP30.
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Aconteceu em 25 de outubro. Ano 2007.
O Airbus A380 faz o seu voo inaugural entre Singapura e Sydney.
O Airbus A380 faz o seu voo inaugural entre Singapura e Sydney.
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De um lado, a dança no esgoto.
Do outro, o povo cobrando o político que prometeu acabar com ele.
Enquanto uns se acostumam com o descaso, outros ainda têm coragem de exigir o que é básico: saneamento.
A escolha de qual vídeo representa o Brasil, fica com você.
Do outro, o povo cobrando o político que prometeu acabar com ele.
Enquanto uns se acostumam com o descaso, outros ainda têm coragem de exigir o que é básico: saneamento.
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Achei muito bacana o texto e o fato de alguém lembrar de Mauá. Apenas uma observação: há um ponto que pode gerar um pequeno mal-entendido. Mauá quitou todas as suas dívidas com os credores, chegando a vender até seus utensílios pessoais para honrar cada compromisso. Esses objetos, porém, foram comprados por amigos que, em gesto de lealdade e admiração, acabaram devolvendo-os posteriormente.
https://www.poder360.com.br/opiniao/maua-deixou-licao-para-um-brasil-que-teima-em-nao-ser-moderno/
https://www.poder360.com.br/opiniao/maua-deixou-licao-para-um-brasil-que-teima-em-nao-ser-moderno/
Poder360
Marcus Vinícius Furtado Coêlho | Mauá deixou lição para um Brasil que teima em não ser moderno
Ainda persiste no país a ideia de que “os empresários devem perder para que o negócio seja bom para o Estado”. Leia o artigo no Poder360
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Estou iniciando um projeto muito especial que é a criação de uma biografia de Mauá voltada para o público jovem, especialmente estudantes do ensino médio, entre 15 e 18 anos, mas que também desperte o interesse dos adultos.
A proposta é apresentar a trajetória de Mauá de forma acessível e inspiradora, destacando não apenas seu espírito empreendedor, mas também seu profundo amor pelo país. Acredito que essas duas virtudes, o empreendedorismo e o patriotismo, devem caminhar juntas, e Mauá foi um exemplo extraordinário disso.
O verdadeiro desafio é encontrar o equilíbrio certo e tornar essa história “palatável” para o jovem de hoje, sem perder a essência e a grandeza de quem foi um dos maiores visionários do Brasil.
A proposta é apresentar a trajetória de Mauá de forma acessível e inspiradora, destacando não apenas seu espírito empreendedor, mas também seu profundo amor pelo país. Acredito que essas duas virtudes, o empreendedorismo e o patriotismo, devem caminhar juntas, e Mauá foi um exemplo extraordinário disso.
O verdadeiro desafio é encontrar o equilíbrio certo e tornar essa história “palatável” para o jovem de hoje, sem perder a essência e a grandeza de quem foi um dos maiores visionários do Brasil.
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O que explode no Rio é sintoma de um país doente. Do Amapá ao Rio Grande do Sul, o crime organizado ocupou o vácuo que o Estado cedeu. Em muitos municípios da Amazônia nem há mais conflito: há domínio completo do crime. E quando político faz campanha em território de facção como se fosse normal, quando prisões são relaxadas e a indústria cultural glamouriza droga e arma, a mensagem é uma só: vale tudo. Vale para quem financia campanha com dinheiro sujo e para quem finge não ver, vale para quem vota contra aumentar penas para crimes hediondos e também para quem diz que traficante são vítimas.
Se seguirmos assim, teremos cada vez mais deputados patrocinados pelo crime e em pouco tempo serão maioria. Estamos no ponto de não retorno: ou o Brasil retoma o monopólio da força como deve ser, aplica a lei sem contorcionismos e chama as coisas pelo nome, facções são terroristas, ou abre mão da normalidade completa. Segurança pública é pré-requisito de civilização.
Se seguirmos assim, teremos cada vez mais deputados patrocinados pelo crime e em pouco tempo serão maioria. Estamos no ponto de não retorno: ou o Brasil retoma o monopólio da força como deve ser, aplica a lei sem contorcionismos e chama as coisas pelo nome, facções são terroristas, ou abre mão da normalidade completa. Segurança pública é pré-requisito de civilização.
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