Boa tarde, como dito anteriormente, o nome do Canal mudou e alterei para ficar igual do perfil do Twitter @LogInfra. Os administradores continuam o mesmo e o motivo foi explicado em postagens anteriores. Um abraço a todos e obrigado por acompanhar o perfil.
👍122🤝12👏7🔥3❤2
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
24 de outubro de 2003: o último voo de uma lenda.
Neste dia ocorreu o último voo comercial do Concorde, operado pela British Airways, no trecho Nova York (JFK) – Londres (Heathrow).
Neste dia ocorreu o último voo comercial do Concorde, operado pela British Airways, no trecho Nova York (JFK) – Londres (Heathrow).
❤56👏35👍15
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
Fernando Falcão, Maranhão, 24 de outubro de 2025.
Logística e Infraestrutura brasileira atual.
Logística e Infraestrutura brasileira atual.
😭98😱49💩14😢7👍4🤬4🔥3🙏2❤1
Media is too big
VIEW IN TELEGRAM
A vaquinha para pavimentar rua na cidade dos bilhões da COP30.
😎62👍42🤬10😱5❤1
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
Aconteceu em 25 de outubro. Ano 2007.
O Airbus A380 faz o seu voo inaugural entre Singapura e Sydney.
O Airbus A380 faz o seu voo inaugural entre Singapura e Sydney.
👏63👍18❤8🔥3
De um lado, a dança no esgoto.
Do outro, o povo cobrando o político que prometeu acabar com ele.
Enquanto uns se acostumam com o descaso, outros ainda têm coragem de exigir o que é básico: saneamento.
A escolha de qual vídeo representa o Brasil, fica com você.
Do outro, o povo cobrando o político que prometeu acabar com ele.
Enquanto uns se acostumam com o descaso, outros ainda têm coragem de exigir o que é básico: saneamento.
A escolha de qual vídeo representa o Brasil, fica com você.
👍82👏18🔥5😁2
Achei muito bacana o texto e o fato de alguém lembrar de Mauá. Apenas uma observação: há um ponto que pode gerar um pequeno mal-entendido. Mauá quitou todas as suas dívidas com os credores, chegando a vender até seus utensílios pessoais para honrar cada compromisso. Esses objetos, porém, foram comprados por amigos que, em gesto de lealdade e admiração, acabaram devolvendo-os posteriormente.
https://www.poder360.com.br/opiniao/maua-deixou-licao-para-um-brasil-que-teima-em-nao-ser-moderno/
https://www.poder360.com.br/opiniao/maua-deixou-licao-para-um-brasil-que-teima-em-nao-ser-moderno/
Poder360
Marcus Vinícius Furtado Coêlho | Mauá deixou lição para um Brasil que teima em não ser moderno
Ainda persiste no país a ideia de que “os empresários devem perder para que o negócio seja bom para o Estado”. Leia o artigo no Poder360
👍64👏22❤1
Estou iniciando um projeto muito especial que é a criação de uma biografia de Mauá voltada para o público jovem, especialmente estudantes do ensino médio, entre 15 e 18 anos, mas que também desperte o interesse dos adultos.
A proposta é apresentar a trajetória de Mauá de forma acessível e inspiradora, destacando não apenas seu espírito empreendedor, mas também seu profundo amor pelo país. Acredito que essas duas virtudes, o empreendedorismo e o patriotismo, devem caminhar juntas, e Mauá foi um exemplo extraordinário disso.
O verdadeiro desafio é encontrar o equilíbrio certo e tornar essa história “palatável” para o jovem de hoje, sem perder a essência e a grandeza de quem foi um dos maiores visionários do Brasil.
A proposta é apresentar a trajetória de Mauá de forma acessível e inspiradora, destacando não apenas seu espírito empreendedor, mas também seu profundo amor pelo país. Acredito que essas duas virtudes, o empreendedorismo e o patriotismo, devem caminhar juntas, e Mauá foi um exemplo extraordinário disso.
O verdadeiro desafio é encontrar o equilíbrio certo e tornar essa história “palatável” para o jovem de hoje, sem perder a essência e a grandeza de quem foi um dos maiores visionários do Brasil.
👏103👍21❤5🎉4
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
O que explode no Rio é sintoma de um país doente. Do Amapá ao Rio Grande do Sul, o crime organizado ocupou o vácuo que o Estado cedeu. Em muitos municípios da Amazônia nem há mais conflito: há domínio completo do crime. E quando político faz campanha em território de facção como se fosse normal, quando prisões são relaxadas e a indústria cultural glamouriza droga e arma, a mensagem é uma só: vale tudo. Vale para quem financia campanha com dinheiro sujo e para quem finge não ver, vale para quem vota contra aumentar penas para crimes hediondos e também para quem diz que traficante são vítimas.
Se seguirmos assim, teremos cada vez mais deputados patrocinados pelo crime e em pouco tempo serão maioria. Estamos no ponto de não retorno: ou o Brasil retoma o monopólio da força como deve ser, aplica a lei sem contorcionismos e chama as coisas pelo nome, facções são terroristas, ou abre mão da normalidade completa. Segurança pública é pré-requisito de civilização.
Se seguirmos assim, teremos cada vez mais deputados patrocinados pelo crime e em pouco tempo serão maioria. Estamos no ponto de não retorno: ou o Brasil retoma o monopólio da força como deve ser, aplica a lei sem contorcionismos e chama as coisas pelo nome, facções são terroristas, ou abre mão da normalidade completa. Segurança pública é pré-requisito de civilização.
❤91👍80👏21🔥3🤡2
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
"Tem muito intelectualzinho de esquerda que ganha a vida defendendo vagabundo. O pior é que estes caras fazem a cabeça de muita gente." (Nascimento, Capitão, 2010)
👍118❤14
Fronteiras Estaduais: o conceito que pode virar o jogo contra o tráfico
O Brasil insiste em olhar apenas para suas fronteiras internacionais quando fala em combate às armas e às drogas. Mas a verdade é que o crime não respeita divisas, tampouco placas de jurisdição. É hora de discutir um novo conceito, o de fronteiras estaduais, com atuação plena das polícias locais em todas as rodovias dentro de seus territórios.
As polícias estaduais deveriam ter autonomia para realizar operações em qualquer rodovia, seja federal, estadual ou municipal, sempre que o objetivo for interceptar armas, drogas ou criminosos em trânsito. Hoje, a limitação de competência acaba criando “zonas de sombra”, principalmente em rodovias federais, onde o tráfico circula livremente entre uma força de segurança e outra.
Enquanto isso, as fronteiras nacionais seguem escancaradas, sem fiscalização adequada e com poucos recursos tecnológicos. O país precisa reequilibrar suas estratégias. Se o controle externo falha, as fronteiras internas, entre os próprios estados, devem se tornar linhas de contenção eficazes, com ações coordenadas nas rodovias, portos e aeroportos regionais. O que o Governo Federal quer em seu plano de segurança é totalmente contrário esta ideia, piorando ainda mais um conceito falido, centralizando em Brasília as ações de Segurança Pública.
A Polícia Rodoviária Federal apreende cerca de 100 fuzis por ano, um número que, diante da dimensão do tráfico de armas, é quase simbólico. O combate real exige inteligência, integração e autonomia estadual.
Treinar policiais civis e militares para operar com foco em inteligência e análise de rotas do crime pode ser a inovação que o Brasil precisa para conter o poder dos narcotraficantes.
Enquanto insistirmos em enxergar fronteiras apenas nos mapas, continuaremos reféns de um modelo ineficaz.
A segurança pública brasileira precisa evoluir e isso começa reconhecendo que, no combate ao crime, as verdadeiras fronteiras são internas.
O Brasil insiste em olhar apenas para suas fronteiras internacionais quando fala em combate às armas e às drogas. Mas a verdade é que o crime não respeita divisas, tampouco placas de jurisdição. É hora de discutir um novo conceito, o de fronteiras estaduais, com atuação plena das polícias locais em todas as rodovias dentro de seus territórios.
As polícias estaduais deveriam ter autonomia para realizar operações em qualquer rodovia, seja federal, estadual ou municipal, sempre que o objetivo for interceptar armas, drogas ou criminosos em trânsito. Hoje, a limitação de competência acaba criando “zonas de sombra”, principalmente em rodovias federais, onde o tráfico circula livremente entre uma força de segurança e outra.
Enquanto isso, as fronteiras nacionais seguem escancaradas, sem fiscalização adequada e com poucos recursos tecnológicos. O país precisa reequilibrar suas estratégias. Se o controle externo falha, as fronteiras internas, entre os próprios estados, devem se tornar linhas de contenção eficazes, com ações coordenadas nas rodovias, portos e aeroportos regionais. O que o Governo Federal quer em seu plano de segurança é totalmente contrário esta ideia, piorando ainda mais um conceito falido, centralizando em Brasília as ações de Segurança Pública.
A Polícia Rodoviária Federal apreende cerca de 100 fuzis por ano, um número que, diante da dimensão do tráfico de armas, é quase simbólico. O combate real exige inteligência, integração e autonomia estadual.
Treinar policiais civis e militares para operar com foco em inteligência e análise de rotas do crime pode ser a inovação que o Brasil precisa para conter o poder dos narcotraficantes.
Enquanto insistirmos em enxergar fronteiras apenas nos mapas, continuaremos reféns de um modelo ineficaz.
A segurança pública brasileira precisa evoluir e isso começa reconhecendo que, no combate ao crime, as verdadeiras fronteiras são internas.
👏85👍23
Bárbara saiu da Ilha do Governador em um carro de aplicativo e foi assassinada ao chegar na Linha Amarela território controlado por facções.
A Ilha do Governador abriga o Aeroporto Internacional do Galeão. Para sair dali, qualquer pessoa é obrigada a cruzar a Linha Vermelha, a Linha Amarela ou a Avenida Brasil todas rotas sob domínio do crime organizado.
Mesmo ciente desse cenário, o prefeito do Rio insistiu em 2023 e 2024 em forçar a migração dos voos do Santos Dumont, no Centro, para o Galeão, expondo milhares de passageiros a essa região de insegurança. A decisão não teve fundamento técnico, apenas econômico e político.
Voos partindo de Brasília, por exemplo, continuam chegando ao Santos Dumont, o mesmo aeroporto utilizado por aviões oficiais e do governo. Já o cidadão comum é obrigado a enfrentar, por interesse político, um trajeto que se tornou um dos mais perigosos do país.
A Ilha do Governador abriga o Aeroporto Internacional do Galeão. Para sair dali, qualquer pessoa é obrigada a cruzar a Linha Vermelha, a Linha Amarela ou a Avenida Brasil todas rotas sob domínio do crime organizado.
Mesmo ciente desse cenário, o prefeito do Rio insistiu em 2023 e 2024 em forçar a migração dos voos do Santos Dumont, no Centro, para o Galeão, expondo milhares de passageiros a essa região de insegurança. A decisão não teve fundamento técnico, apenas econômico e político.
Voos partindo de Brasília, por exemplo, continuam chegando ao Santos Dumont, o mesmo aeroporto utilizado por aviões oficiais e do governo. Já o cidadão comum é obrigado a enfrentar, por interesse político, um trajeto que se tornou um dos mais perigosos do país.
🤬100😱22😭9👍8❤3
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
A Ryanair, empresa aérea de baixo custo, economiza milhões de dólares por ano em taxas aeroportuárias ao operar em aeroportos secundários e utilizar equipamentos mais simples e eficientes como este.
👍131👏25🤬3❤2🔥2
This media is not supported in your browser
VIEW IN TELEGRAM
Você acha que o IBAMA daria licença ambiental para a construção da Rodovia dos Imigrantes nos dias de hoje?
📹dronebauxadasp
📹dronebauxadasp
👍132🤡34🔥12😱7😁4❤3
