Forwarded from Padaria Perene | 🍞
«Costumava dizer o pio monarca Fernando II: Já há muito que moléstias e cuidados me teriam consumido, se me não entregara à Providência Divina. As suas orações quotidianas eram: Senhor: se quereis que seja maior do que sou, exaltai-me, e Vos glorificarei; se quereis conservar-me no que sou, amparai-me, e Vos glorificarei; e, se quereis que seja menos, ou nada do que sou, abatei-me e desfazei-me, e Vos glorificarei.» (pe. Manoel Bernardes)
Domine Iesu Christe, Fili Dei, miserere mei, peccatoris!
Domine Iesu Christe, Fili Dei, miserere mei, peccatoris!
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sou colecionador de canais extintos: estou em dezenas de canais em que o último post foi em 2019
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a "mulher tradicional" simplesmente quer um homem provedor e não quer ser "tradicional" de volta
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Baú do Nope🎄
a "mulher tradicional" simplesmente quer um homem provedor e não quer ser "tradicional" de volta
Nos raros momentos no mundo moderno em que fala-se dos papéis dos sexos é sempre totalmente focado no homem protetor, respeitoso, gentil, forte e provedor, enquanto a mulher só precisa não ser hiperputa. (não se fala em ser casta, só não ser HIPERputa)
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o cara do medievalista
Forwarded from New Alternative Right Channel
A metáfora de cavalgar o tigre
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A imagem de cavalgar o tigre tem uma origem oriental. Origina-se de um provérbio extremo-oriental que diz que "aquele que cavalga o tigre não pode descer" porque, naturalmente, o animal o atacaria. Em vez disso, se ele mantiver o controle, poderá prosseguir em sua cavalgada. Símbolos semelhantes, porém, podem ser encontrados em outros lugares no mesmo domínio religioso. Nos antigos mistérios de Mitra, dos quais conhecemos a grande difusão que tiveram no Império Romano, especialmente entre as legiões, Mitra, o herói divino, foi retratado como aquele que agarra um touro furioso pelos chifres, deixa-se arrastar por ele em uma corrida louca e não abandona a presa até que o animal, exausto, pare. Então ele o mata.
Um paralelo característico pode ser encontrado no chamado Zen, uma doutrina reputada como sendo a dos samurais, ou seja, da aristocracia guerreira japonesa. Também aqui, em uma sequência muito difundida e muito antiga de dez imagens simbólicas, o touro aparece. Entretanto, o episódio da execução final está faltando. Ao invés disso, no final, o animal exausto segue docilmente a pessoa que o montou sem se permitir ser ultrapassado.
🏴☠New Alternative Right Channel 🏴☠
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