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Propagar os ideias da verdadeira direita dissidente.

Evolianismo e Tradicionalismo.
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Olavo de Carvalho fala sobre os comunistas e o erro liberal

<<Todo comunista sabe que, no vocabulário da sua ideologia, a expressãoluta pela democracia” tem um significado específico, bem diferente do que tem na linguagem corrente: designa uma etapa do processo revolucionário, a ser superada imediatamente após sua consecução e transformada o mais rápido possível em comunismo explícito. Mas, precisamente, as outras pessoas não sabem disso — e, quando se aliam aos comunistas no combate por um objetivo qualquer, por exemplo “direitos civis”, não fazem a mínima idéia de que seus esforços para a obtenção dessa meta específica já foram enquadrados na estratégia mais vasta de seus aliados, à qual acabarão servindo sem perceber.

Por isso mesmo, na luta pela redemocratização do Brasil, o retorno à normalidade democrática foi apenas uma parte dos objetivos alcançados — a parte menor e secundária. A maior e principal foi a hegemonia comunista do processo. Pelos frutos os conhecereis: hoje a esquerda detém não somente noventa por cento do eleitorado nos grandes centros, mas domina a máquina de denúncias e investigações com que destrói, com provas ou sem provas, a reputação de quem a incomode. Em resultado, a guerra contra a corrupção não diminuiu a corrupção em nada, mas fez subir até às nuvens o poder de manipulação esquerdista da opinião pública. Do mesmo modo, campanhas sentimentalóides contra a miséria — feitas com o único propósito de absorver na estratégia esquerdista o aparato nacional de assistência social — não atenuaram em nada a pobreza, mas abriram perspectivas deliciosamente ilimitadas para a dominação moral das consciências pelo “establishment” esquerdista. Pelos frutos os conhecereis.

Para fazer face ao assalto esquerdista generalizado, a direita liberal não conta senão com um recurso ideológico específico e limitado: a apologia da economia de mercado. Os liberais são tão eficientes e valorosos na luta por esse item único quanto são omissos e indefesos em tudo o mais. Ante o avanço simultâneo do adversário em todas as frentes, apegam-se à defesa de uma cidade, de um bairro, de um edifício, com o desespero de quem deu a guerra por perdida e já não deseja salvar senão esse último símbolo da sua honra guerreira.>>


📎A oportunidade dos liberais, Olavo de Carvalho, Zero Hora (Porto Alegre), 13 de agosto de 2000📎
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Civitas e Consenso: A Base da Unidade Espiritual:

O "Consensus"

<<Na Antiguidade, polis e civitas significavam uma soma de corpos. Para os cristãos, tanto como para os sincretistas da pseudomorfose, essas palavras indicam uma congregação de fiéis. Mas as pessoas entram numa comunidade por meio do consensus. A representação do consensus baseia-se no fato da não-existência de um eu mágico isolado. O homem mágico, contanto que seja mais do que apenas um corpo, terá parte no pneuma, que se acha, simultaneamente, em todos os eleitos e é, ao mesmo tempo, a verdade. A comunidade fundada no consensus será, portanto, infalível em assuntos espirituais. A mais famosa de todas é a Civitas Dei, de Santo Agostinho, a qual não é nem Estado "antigo" nem Igreja ocidental, mas exatamente o mesmo que a congregação de Mitras, do Islã, do Maniqueísmo e do Persismo; quer dizer, um conjunto de crentes, bem-aventurados e anjos. "Meu povo não pode nunca consentir num erro" disse Maomé, e Santo Agostinho faz um vaticínio igual, com relação à sua cidade de Deus. Não se refere, nem se pode referir, a nenhum eu papal infalível, como também desconhece outras instâncias suscetíveis de fixar verdades dogmáticas inabaláveis. Isso destruiria por completo o conceito mágico de consensus. No fato do consensus, visivelmente patenteado na Humanidade viva, estriba-se, para o mundo mágico, a unidade espiritual do Estado, da Igreja e da Nação.>>


— Oswald Spengler, A Decadência do Ocidente, P- 332.

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A time to tear, And a time to sew; A time to keep silence, And a time to speak; A time to love, And a time to hate; A time of war, And a time of peace.

Ecclesiastes 3:7-8
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O Racionalismo

<<Mas no Puritanismo já se oculta o Racionalismo, que, algumas gerações de entusiastas após, assoma e predomina em toda parte. Racionalismo significa acreditar exclusivamente nos resultados da intelecção crítica, isto é, da "razão". A nova religião, desprovida de mistérios, chama-se, nas suas possibilidades supremas, sabedoria, σοφία; seu sacerdote é o filósofo, e seus sequazes são os homens cultos. Somente para os incultos, é indispensável a religião tradicional, opinou Aristóteles, 1 e com ele concordam inteiramente Confúcio, Gautama Buda, Lessing e Voltaire.>>

(1) Met. XI, 8.


~ Oswald Spengler, A Decadência do Ocidente, P. 337-338.
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A Oposição de Olavo de Carvalho a Filosofia de Maquiavel e Hegel

«Em sua crítica a Maquiavel, Olavo destaca que o filósofo italiano oficializa a distância entre ética (virtú) e atuação (práxis) – distância esta que se torna infranqueável a partir dele – iniciando um novo modelo de pensamento que era de todo incompreensível e incomunicável com o que se entendia por “filosofia política” antes dele. Há diálogo entre Aristóteles e São Tomás, com quase um milênio de separação. Entre Marsílio de Pádua e Maquiavel, separados por pouco mais de um século, a linguagem, o objetivo, o método são alienígenas.

Maquiavel fora o primeiro. Viriam muitos depois dele. Hegel talvez seja o exemplo mais notável e conhecido: um “filósofo oficial”, cuja palavra, no mais das vezes hermética e pernóstica, tornava-se praticamente política de Estado – é difícil analisar sua filosofia sem analisar em conjunto o Estado moderno e a política alemã no século XIX: “Hegel e o Estado” é o nome de um livro de Eric Weil, e também de um de Franz Rosenzweig.

Porém, poderosos em vida ou não, estes filósofos vão formando um cânone que hoje estudamos. O aluno que chega aos 18 anos em uma faculdade de filosofia, via de regra, quer conhecer o filósofo que descobriu a verdade – e em não muito tempo o testemunharemos aderindo a um “-ismo” moderno e sendo mais um marxista, kantiano, foucaultiano – ou termos coletivos, variando de um impreciso “pós-moderno” até algo francamente engraçado, como o tipicamente europeu “filósofo continental” (sic).»


Senso Incomum, ''A Curiosa posição de Olavo de Carvalho no Cânone Filosófico.

[Texto de Flavio Morgenstern]

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🇦🇶- Niko Intelectual Brigade -🪖

Eu quero um Brasil celta;
Eu quero um Brasil visigodo;
Eu quero um Brasil suevo;
Eu quero um Brasil íbero;
Eu quero um Brasil romano;
Eu quero um Brasil diferente, eu quero um Brasil além do Brasil‼️
🇧🇷⚡️Eu quero um Hy-Bræzil⚡️🇧🇷

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🇦🇶 [𝙉𝙞𝙠𝙤 𝙄𝙣𝙩𝙚𝙡𝙚𝙘𝙩𝙪𝙖𝙡 𝘽𝙧𝙞𝙜𝙖𝙙𝙚] 🪖
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Um feliz Natal a todos os membros do canal. Que Deus abençoe a vida de todos vocês, e a família de vocês também. 🎅🏻❄️⚡️⚡️

Desculpem pela demora.
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Neoconservadorismo é comunismo travestido de direita!
(Parte um)

«O ponto de ruptura final para muitos daqueles marxistas que dentro de algumas décadas ganhariam uma posição no movimento conservador americano provavelmente veio com a ascensão do antissemitismo sob Stalin imediatamente antes e depois da Segunda Guerra Mundial na Rússia (por exemplo, o infame “complô dos médicos” e os expurgos stalinistas da intelligentsia comunista, alguns dos quais eram judeus). Horrorizados e desiludidos com o que consideravam ser a perversão da revolução socialista, esses “peregrinos da esquerda comunista” – que eram em grande parte de origem judaica – se moveram em direção a um anticomunismo explícito. Entre eles, destacam-se Norman Podhoretz e Irving Kristol , ambos com filhos que se destacariam no atual establishment neoconservador.

Esses ex-marxistas logo começaram a ser conhecidos como “neoconservadores”, um rótulo que vários deles aceitaram prontamente, devido à sua posição sobre a ameaça comunista da Guerra Fria. Kristol chegou a ser autor de dois livros, Reflections of a Neo-Conservative: Looking Back, Looking Forward (1983) e The Neo-Conservative Persuasion: Selected Essays, 1942-2009 (2011), nos quais orgulhosamente reivindicava esse título. No entanto, ele também reconheceu suas raízes na versão trotskista da ideologia comunista [Ver, por exemplo, seu ensaio “Reflexões de um trotskista”, incluído em Reflections of a Neo-Conservative, também publicado na revista The New York Times, 23 de janeiro de 1977].

Endossados por uma geração mais velha de conservadores, e convidados a escrever para publicações conservadoras, os neoconservadores logo começaram a ocupar posições de liderança e importância.Mais significativamente, eles alteraram posições que haviam sido associadas ao antigo movimento conservador, muitas vezes chamado de “paleoconservadorismo”, para espelhar sua própria visão. Pois, embora repelidos pelos efeitos do comunismo soviético, eles trouxeram consigo uma visão de mundo extraída da esquerda. E trouxeram consigo um zelo implacável para promover sua própria forma de globalismo.»


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Neoconservadorismo: uma visão globalista secularizada que destruirá a civilização ocidental 🔗

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• Neoconservadorismo é comunismo travestido de ''direita''! •
(Parte dois)

Uma admissão notável dessa genealogia veio em 2007, nas páginas da National Review Online. Aqui se encontra a expressão de simpatias claramente importadas da antiga extrema-esquerda e apresentadas numa publicação da antiga direita. Como explica o colaborador Stephen Schwartz:

“Até o meu último suspiro, defenderei Trotsky que, sozinho e perseguido de país em país, finalmente se deitou em seu próprio sangue em uma casa terrivelmente quente na Cidade do México, disse não ao apego soviético ao hitlerismo, aos expurgos de Moscou e à traição da República Espanhola, e que teve a capacidade de admitir que estava errado sobre a imposição de um Estado de partido único, bem como sobre o destino do povo judeu. Até o meu último suspiro, e sem desculpas. Que os neofascistas e stalinistas de sua segunda infância façam disso o que quiserem.”

[—Stephen Schwartz]

No final da década de 1990, os neoconservadores haviam assumido a maioria dos principais órgãos conservadores de opinião, revistas e think tanks. Eles também, significativamente, exerceram tremenda influência política no Partido Republicano (e até certo ponto dentro do Partido Democrata, pelo menos durante a presidência de Bill Clinton). Kristol cuidadosamente distinguiu sua doutrina do conservadorismo tradicional da Velha Direita. Era “voltado para o futuro” e progressista em sua atitude em relação a questões sociais como os direitos civis, em vez de reacionário como o conservadorismo anterior. Seus adeptos se alegraram com os projetos de lei de Direitos Civis da década de 1960, ao contrário da National Review de Buckley naquela época (que, é claro, se alinhou depois). Os neoconservadores também eram favoráveis aos esforços para legislar mais igualdade para as mulheres e para outros grupos que, acreditavam, até então haviam sido impedidos de realizar o sonho americano.


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