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Propagar os ideias da verdadeira direita dissidente.

Evolianismo e Tradicionalismo.
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Nem todo verme é comunista, mas todos os comunistas são vermes!
JULIUS EVOLA E O CATOLICISMO
por Yves Chinon (parte 1)

<< Em "O Mistério do Graal e a Tradição Gibelina do Império", Evola se recusa a fazer um relacionamento que traria o superior para o inferior; e todo o seu trabalho testemunha que o julgamento que ele trouxe sobre o cristianismo e suas conquistas históricas nunca foi uma abordagem reducionista ou positivista. Pelo contrário, no plano ético, por exemplo, lamentou que o cristianismo não meça a sua ambição: "(...) O erro do cristianismo consistiu em querer colocar os valores ascéticos na base de uma moral destinada a todos". ? Como pode uma concepção do homem e da história tradicional, que pede ao homem que se supere a si mesmo, que tende a uma realização mais elevada do homem, pretender ser universalista e pretender dirigir-se a todos e a cada um? Essa é talvez a maior fraqueza do cristianismo de acordo com Evola. É esse mesmo problema de abertura e acesso que está em jogo no caráter esotérico ou não esotérico do cristianismo: Guénon negou ainda mais fortemente a existência de um "cristianismo esotérico" (isto é, um cristianismo cujo único significado e valor estava no esoterismo). Essa distinção, para não ser obsoleta, não nos parece, no entanto, satisfatória, pois mostra melhor que a determinação do caráter tradicional do cristianismo não deve residir em suas supostas valências esotéricas e em sua capacidade de encontrá-las, mas, de maneira mais geral, nos valores e na ética que o cristianismo havia proposto. e foi CAPAZ de apresentar.>>

JULIUS EVOLA E O CATOLICISMO

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JULIUS EVOLA E O CATOLICISMO
por Yves Chinon (parte 2)

[...] <<Evola, além disso, no debate sobre o universalismo pregado pelo cristianismo, não coloca a necessidade de um esoterismo, no sentido do conhecimento oculto, para salvaguardar a doutrina tradicional do cristianismo, mas sim a eleição daqueles que são chamados a TRANSMITIR essa doutrina tradicional.

Para concluir, só podemos fazer nosso próprio voto de Evola em "O Rosto e a Máscara do Espiritismo Contemporâneo", um voto que teme que não seja nada mais do que um sonho:

"Um catolicismo que se eleva ao nível de uma tradição verdadeiramente universal, mínima e perene, na dúvida a fé poderia ser integrada em uma realização metafísica, o símbolo em uma forma de despertar, o rito e o sacramento em uma ação de poder, o dogma na expressão de um conhecimento absoluto e infalível, porque não é humano, e, como tal, vivendo em seres, livres de amarras terrenas por meio de uma ascese, onde o pontificado investiu sua função mediadora primordial; Tal catolicismo poderia então suplantar todo o 'espiritualismo' presente e futuro''.

Em sua precisão e grande exatidão, essas linhas nos parecem definir perfeitamente o que poderia caracterizar uma restauração do catolicismo. A restauração, desde o cristianismo da Idade Média ou o da contra-reforma do século XVII, não estavam tão longe do voto de Evola.>>

JULIUS EVOLA E O CATOLICISMO

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Olavo de Carvalho fala sobre os comunistas e o erro liberal

<<Todo comunista sabe que, no vocabulário da sua ideologia, a expressãoluta pela democracia” tem um significado específico, bem diferente do que tem na linguagem corrente: designa uma etapa do processo revolucionário, a ser superada imediatamente após sua consecução e transformada o mais rápido possível em comunismo explícito. Mas, precisamente, as outras pessoas não sabem disso — e, quando se aliam aos comunistas no combate por um objetivo qualquer, por exemplo “direitos civis”, não fazem a mínima idéia de que seus esforços para a obtenção dessa meta específica já foram enquadrados na estratégia mais vasta de seus aliados, à qual acabarão servindo sem perceber.

Por isso mesmo, na luta pela redemocratização do Brasil, o retorno à normalidade democrática foi apenas uma parte dos objetivos alcançados — a parte menor e secundária. A maior e principal foi a hegemonia comunista do processo. Pelos frutos os conhecereis: hoje a esquerda detém não somente noventa por cento do eleitorado nos grandes centros, mas domina a máquina de denúncias e investigações com que destrói, com provas ou sem provas, a reputação de quem a incomode. Em resultado, a guerra contra a corrupção não diminuiu a corrupção em nada, mas fez subir até às nuvens o poder de manipulação esquerdista da opinião pública. Do mesmo modo, campanhas sentimentalóides contra a miséria — feitas com o único propósito de absorver na estratégia esquerdista o aparato nacional de assistência social — não atenuaram em nada a pobreza, mas abriram perspectivas deliciosamente ilimitadas para a dominação moral das consciências pelo “establishment” esquerdista. Pelos frutos os conhecereis.

Para fazer face ao assalto esquerdista generalizado, a direita liberal não conta senão com um recurso ideológico específico e limitado: a apologia da economia de mercado. Os liberais são tão eficientes e valorosos na luta por esse item único quanto são omissos e indefesos em tudo o mais. Ante o avanço simultâneo do adversário em todas as frentes, apegam-se à defesa de uma cidade, de um bairro, de um edifício, com o desespero de quem deu a guerra por perdida e já não deseja salvar senão esse último símbolo da sua honra guerreira.>>


📎A oportunidade dos liberais, Olavo de Carvalho, Zero Hora (Porto Alegre), 13 de agosto de 2000📎
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Civitas e Consenso: A Base da Unidade Espiritual:

O "Consensus"

<<Na Antiguidade, polis e civitas significavam uma soma de corpos. Para os cristãos, tanto como para os sincretistas da pseudomorfose, essas palavras indicam uma congregação de fiéis. Mas as pessoas entram numa comunidade por meio do consensus. A representação do consensus baseia-se no fato da não-existência de um eu mágico isolado. O homem mágico, contanto que seja mais do que apenas um corpo, terá parte no pneuma, que se acha, simultaneamente, em todos os eleitos e é, ao mesmo tempo, a verdade. A comunidade fundada no consensus será, portanto, infalível em assuntos espirituais. A mais famosa de todas é a Civitas Dei, de Santo Agostinho, a qual não é nem Estado "antigo" nem Igreja ocidental, mas exatamente o mesmo que a congregação de Mitras, do Islã, do Maniqueísmo e do Persismo; quer dizer, um conjunto de crentes, bem-aventurados e anjos. "Meu povo não pode nunca consentir num erro" disse Maomé, e Santo Agostinho faz um vaticínio igual, com relação à sua cidade de Deus. Não se refere, nem se pode referir, a nenhum eu papal infalível, como também desconhece outras instâncias suscetíveis de fixar verdades dogmáticas inabaláveis. Isso destruiria por completo o conceito mágico de consensus. No fato do consensus, visivelmente patenteado na Humanidade viva, estriba-se, para o mundo mágico, a unidade espiritual do Estado, da Igreja e da Nação.>>


— Oswald Spengler, A Decadência do Ocidente, P- 332.

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A time to tear, And a time to sew; A time to keep silence, And a time to speak; A time to love, And a time to hate; A time of war, And a time of peace.

Ecclesiastes 3:7-8
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O Racionalismo

<<Mas no Puritanismo já se oculta o Racionalismo, que, algumas gerações de entusiastas após, assoma e predomina em toda parte. Racionalismo significa acreditar exclusivamente nos resultados da intelecção crítica, isto é, da "razão". A nova religião, desprovida de mistérios, chama-se, nas suas possibilidades supremas, sabedoria, σοφία; seu sacerdote é o filósofo, e seus sequazes são os homens cultos. Somente para os incultos, é indispensável a religião tradicional, opinou Aristóteles, 1 e com ele concordam inteiramente Confúcio, Gautama Buda, Lessing e Voltaire.>>

(1) Met. XI, 8.


~ Oswald Spengler, A Decadência do Ocidente, P. 337-338.
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A Oposição de Olavo de Carvalho a Filosofia de Maquiavel e Hegel

«Em sua crítica a Maquiavel, Olavo destaca que o filósofo italiano oficializa a distância entre ética (virtú) e atuação (práxis) – distância esta que se torna infranqueável a partir dele – iniciando um novo modelo de pensamento que era de todo incompreensível e incomunicável com o que se entendia por “filosofia política” antes dele. Há diálogo entre Aristóteles e São Tomás, com quase um milênio de separação. Entre Marsílio de Pádua e Maquiavel, separados por pouco mais de um século, a linguagem, o objetivo, o método são alienígenas.

Maquiavel fora o primeiro. Viriam muitos depois dele. Hegel talvez seja o exemplo mais notável e conhecido: um “filósofo oficial”, cuja palavra, no mais das vezes hermética e pernóstica, tornava-se praticamente política de Estado – é difícil analisar sua filosofia sem analisar em conjunto o Estado moderno e a política alemã no século XIX: “Hegel e o Estado” é o nome de um livro de Eric Weil, e também de um de Franz Rosenzweig.

Porém, poderosos em vida ou não, estes filósofos vão formando um cânone que hoje estudamos. O aluno que chega aos 18 anos em uma faculdade de filosofia, via de regra, quer conhecer o filósofo que descobriu a verdade – e em não muito tempo o testemunharemos aderindo a um “-ismo” moderno e sendo mais um marxista, kantiano, foucaultiano – ou termos coletivos, variando de um impreciso “pós-moderno” até algo francamente engraçado, como o tipicamente europeu “filósofo continental” (sic).»


Senso Incomum, ''A Curiosa posição de Olavo de Carvalho no Cânone Filosófico.

[Texto de Flavio Morgenstern]

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🇦🇶- Niko Intelectual Brigade -🪖

Eu quero um Brasil celta;
Eu quero um Brasil visigodo;
Eu quero um Brasil suevo;
Eu quero um Brasil íbero;
Eu quero um Brasil romano;
Eu quero um Brasil diferente, eu quero um Brasil além do Brasil‼️
🇧🇷⚡️Eu quero um Hy-Bræzil⚡️🇧🇷

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