Forwarded from Nihilismo Heroico
«"Aristocracia", […] tomada en su sentido etimológico, significa precisamente el poder de la élite. La élite, por definición, sólo puede estar formada por unos pocos, y su poder, o más bien su autoridad, que deriva de su superioridad intelectual, no tiene nada en común con la fuerza numérica en que se basa la democracia, una fuerza cuya tendencia inherente es sacrificar la minoría a la mayoría, y, por tanto, la calidad a la cantidad y la élite a las masas».
—René Guénon, La crisis del mundo moderno
—René Guénon, La crisis del mundo moderno
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Gustavo Barroso fala sobre as Sagas (Eddas)
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<<De há muito os eruditos se preocupam com os interessantes poemas primitivos da Europa setentrional, nascidos entre os escaldões escandinavos e vulgarmente denominados sagas. Essas epopeias antigas, compostas No século XI ao XVI, contém tradições, lendas mitológicas e mesmo notáveis episódios históricos, narrados muitas vezes com grande clareza. Eles gravaram a vida antiga da Dinamarca, da Suécia, da Noruega e da Islândia, fazendo desfilar ante nossos olhos as aventuras dos vikings que devassaram os mares e os varégues vararam as terras, levando do Labrador a Constantinopla o boato das suas armas bárbaras. A maioria das sagas históricas de maior interesse, como a de Ragnar Lodbrog, um Hervara, um Jomsvikinga e um Knytlinga, lòiívrn recolhidas por Soemund Sigfusson. E, em Copenhague, na terceira década do século XIX, se publicaram quase todos, umas na rude língua original, outras em latim, sob o título geral Scripita Islandorum de gestis veterum Borealium.Gustavo Barroso, Aquem da Atlântida, 1931, P. 133-134
Entre as sagas mitológicas, as mais famosas são a Goettersaga, consubstanciadora dos mitos divinos, a Vilmmgasaga, que mostra Sigurd ou Siegfried como filho do deus Odin, e a Siegfriedsaga, contendo integralmente a lenda do matador do dragão Fafner. Numa unia nota de seu livro sobre Ricardo Wagner, Schuré estabelece até a relação de mútua dependência existente entre esses poemas heroicos do mesmo ciclo religioso.
Como documentação histórica, as sagas que relatam guerras, navegações, descobrimentos e conquistas delas e as mais curiosas são, na maior parte, admiráveis. A imensa riqueza delas e as mais curiosas, parece, são as de origem islandesa. A Islândia é a verdadeira pátria das sagas. Sabe-se que essa ilha vulcânica , povoada por escandinavos, teve no início da era medieval grande importância pelo seu comércio, pelas suas pescarias, pela sua população e pelo saber de seus clérigos, importância que está longe de possuir na época presente.>>
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Evolianismo e Tradicionalismo.
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Gustavo Barroso e a origem do nome Brasil
Gustavo Barroso, Aquem da Atlântida, p. 175(169 no livro normal)
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''Houve verdadeira intercorrencia entre a lenda e a historia. O Brasil do pau côr de brasa, ou melhor verzino, berzino e berzil, confundiu-se com o Brasil da ilha Bem aventurada, da terra Feliz, do Ó-Brasil celtico. E pela força moral do ultimo motivo é que, na nossa opinião prevaleceu. Assim, a mania comum de ir buscar para o nome Brasil um berço na madeira de tinturaria se vê prejudicada pela existência da lenda vetusta, a que por fim aludem Alf Torp e Moltke Moe, derivando o nome Bresail de bress, bôa sorte, felicidade, prosperidade, etimologia tão aceitavel, de qualquer ponto de vista, ui não mais do que a outra. Do ponto de vista poético, simbolico, mesmo historico e sobretudo tradicional, não fia hesitação possível. Brasil pode vir tanto de brasa como de Brasail ou Bressail, terra Afortunada. E a simples semelhança do vocábulo irlandês dado á ilha lendaria do oceano sob as varias formas que já vimos com o do pau-brasil, berzil ou verzino talvez tenha trazido a confusão de que resultou se pensar fosse do nome da madeira que nasceu o do país. Tanto que á ilha de onde primeiro o levaram para a Europa, deste lado do inundo, não se deu o nome de Brasil, mas o de Madeira, que ainda lhe resta.''
Gustavo Barroso, Aquem da Atlântida, p. 175
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Forwarded from 𝕮𝖔𝖓𝖙𝖗𝖆𝖉𝖎𝖈̧𝖔̃𝖊𝖘 𝖁𝖊𝖗𝖒𝖊𝖑𝖍𝖆𝖘
🇩🇪🇷🇺 Segue agora a análise de Oswald Spengler a respeito da Rússia e o porquê dela ser um perigo aos valores ocidentais.
https://telegra.ph/An%C3%A1lise-de-Oswald-Spengler-da-R%C3%BAssia-01-24
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Forwarded from Senador Denny BR
3 anos da partida do professor.
“Morto serei ainda mais perigoso do que sou agora."
— Olavo de Carvalho
“Morto serei ainda mais perigoso do que sou agora."
— Olavo de Carvalho
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Senador Denny BR
3 anos da partida do professor. “Morto serei ainda mais perigoso do que sou agora." — Olavo de Carvalho
''Não parar, não precipitar e não retroceder.''
-Olavo de Carvalho
-Olavo de Carvalho
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Forwarded from Folkish Croatia (Kajzer)
“Already, Islam is making inroads through the breach, offering to fill the spiritual void of Europe. Yet this hypothesis – which may well become reality – is dangerous. Because of its extreme dogmatism Islam would risk destroying the creativity and inventiveness of the European soul, its Faustian free spirit. On the other hand, the Machiavellian plans of certain American strategists has led them to encourage the penetration and entrenchment of Islam in Europe in such a way as to induce paralysis.”
—Guillaume Faye, Croatian soldiers with a captured Mujahideen flag
@FolkishCroatia
—Guillaume Faye, Croatian soldiers with a captured Mujahideen flag
@FolkishCroatia
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Forwarded from Filemôn Psicologia - Salvatti
O ateísmo, o ódio a Deus e até o satanismo são tentações permanentes com que o fiel cristão se confronta diariamente, e com tanto mais intensidade ainda se for um santo. Na alma do ateísta militante, no entanto, a santidade e até a simples devoção são experiências inimagináveis, que ele só pode conceber de maneira invertida e caricatural, se tanto. O ateísta é um pedacinho da alma do crente, mas a alma do crente transcende infinitamente, em riqueza e abrangência, o horizonte de consciência do ateísta. Qualquer cristão pode compreender a alma de Karl Marx ou de Lenin, mas nenhum ateísta compreenderá jamais nem mesmo uma fração infinitesimal da alma do Pe. Pio.
E, se tentar compreendê-la, virará crente.
(Olavo de Carvalho, Diário Filosófico, Volume 1)
Via @traditiumetcetera
E, se tentar compreendê-la, virará crente.
(Olavo de Carvalho, Diário Filosófico, Volume 1)
Via @traditiumetcetera
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A farsa do Plano Thomas A. Mann: a desinformação comunista e a ''intervenção americana'' em 1964:
Olavo de Carvalho, Sugestão aos Colegas, Época, 17 de Fevereiro de 2001.
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«Por que ninguém entrevista Ladislav Bittman, o ex-espião tcheco que sabe tudo sobre 1964?
Milhões de crianças brasileiras, nas escolas oficiais, são adestradas para repetir que o golpe militar de 1964 foi obra dos Estados Unidos, como parte de um projeto de endurecimento geral da política exterior ianque na América Latina.
Sabem quem inventou essa história e a disseminou na imprensa deste país? Foi o serviço secreto da Tchecoslováquia, que naquele tempo subsidiava numerosos jornalistas e jornais brasileiros. O próprio chefe do serviço tcheco de desinformação, Ladislav Bittman, veio inspecionar as fases finais do engenhoso empreendimento que se chamou “Operação Thomas Mann”. O nome não aludia ao romancista, mas ao então secretário-adjunto de Estado, Thomas A. Mann, que deveria constar como responsável por uma “nova política exterior” de incentivo aos golpes de Estado.
A safadeza foi realizada através da distribuição anônima de documentos falsificados, que a imprensa e os políticos brasileiros, sem o menor exame, engoliram como “provas” do intervencionismo americano. O primeiro lance foi dado em fevereiro de 1964: um documento com timbre e envelope copiados da Agência de Informação dos EUA no Rio de Janeiro, que resumia os princípios gerais da “nova política”.
A coisa chegou aos jornais junto com uma carta de um anônimo funcionário americano, investido, como nos filmes, do papel do herói obscuro que, por julgar que “o povo tem o direito de saber”, divulgava o segredo que seus chefes o haviam mandado esconder.
O escândalo explodiu nas manchetes e os planos sinistros do senhor Mann foram denunciados no Congresso. O embaixador americano desmentiu que os planos existissem, mas era tarde: toda a imprensa e a intelectualidade esquerdistas das Américas já tinham sido mobilizadas para confirmar a balela tcheca. A mentira penetrou tão fundo que, três décadas e meia depois, o nome de Thomas A. Mann ainda é citado como símbolo vivo do imperialismo intervencionista.
A essa primeira falsificação seguiram-se várias outras, para dar-lhe credibilidade, entre as quais uma lista de “agentes da CIA” infiltrados nos meios diplomáticos, empresariais e políticos brasileiros, que circulou pelos jornais sob a responsabilidade de um “Comitê de Luta Contra o Imperialismo Americano”, o qual nunca existiu fora da cabeça dos agentes tchecos. Na verdade, confessou Bittman, “não conhecíamos nem um único agente da CIA em ação no Brasil”. Mas a mais linda forjicação foi uma carta de 15 de abril de 1964, com assinatura decalcada de J. Edgar Hoover, na qual o chefe do FBI cumprimentava seu funcionário Thomas Brady pelo sucesso de uma determinada “operação”, que, pelo contexto, qualquer leitor identificava imediatamente como o golpe que derrubara João Goulart.»
Olavo de Carvalho, Sugestão aos Colegas, Época, 17 de Fevereiro de 2001.
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Forwarded from 𝕯𝖎𝖛𝖎𝖘𝖆̃𝖔 𝕷𝖚𝖘𝖔́𝖋𝖔𝖓𝖆 (ᚱᚽᐯᛊᚱ)
[🇵🇹 DIVISÃO LUSÓFONA 🇧🇷]O casamento interracial não é senso comum, não é um pecado, não é necessariamente uma ofensa contra Deus. Mas pode, muitas vezes, ser UMA OFENSA AO BOM SENSO, porque há diferenças excessivas entre pessoas de diferentes raças.
~ Dom Richard Williamson 🇬🇧 (🇻🇦)
📁 - QUARTA HUMANIDADE - 🇧🇷
📁 - TUPINIVIKINGWAFFEN - 🏴☠️
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Julius Evola não era fascista:
Le Chemin du Cinabre, Archi-Arktos, Milão-Carmagnole, 1982, tradução de Philippe Baillet, p. 164.
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«Atribuir-me ideias “fascistas” era um absurdo. Eu podia ter defendido e continuar a defender certas concepções em matéria de doutrina do Estado, não enquanto elas eram “Fascistas”, mas apenas enquanto elas representavam, no fascismo, o reaparecimento de princípios da grande tradição política europeia de Direita»
Le Chemin du Cinabre, Archi-Arktos, Milão-Carmagnole, 1982, tradução de Philippe Baillet, p. 164.
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Forwarded from 🇦🇶 [𝙉𝙞𝙠𝙤 𝙄𝙣𝙩𝙚𝙡𝙚𝙘𝙩𝙪𝙖𝙡 𝘽𝙧𝙞𝙜𝙖𝙙𝙚] 🪖
🇦🇶- Niko Intelectual Brigade -🪖
Ele está nos deixando sonhar...
Sabemos que nao vai ocorrer...
Mas vá...
Vá Capitão, e DESTRUA TUDO‼️
Siga o Niko Intelectual Brigade!
Leia a Vanguarda!
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Forwarded from ♱𝑫𝒊𝒗𝒊𝒏𝒂 𝑽𝒊𝒓𝒕𝒖𝒅𝒆⚡ (🥀DomNRX🗡️)
Schimitt entende que se o estado atribui a si mesmo uma limitação de soberania isso quer dizer que a forma estatal não consegue compreender a força de uma legitimidade territorial do seu Nomos, o Nomos para Schimitt é uma característica central da legitimidade, aquele que circunda a medida do espaço de poder apresenta em si uma relação direta com a sua legitimidade de exercício do poder, um estado que relativiza o seu poder a partir de um contrato torna o próprio estado uma contradição em termos, porque o estado se mantém por meio da força, por meio da sua capacidade de imposição. O Nomos para Schimitt é um complexo em que se apresenta na mesma forma de medida o espaço geográfico de poder e o espaço político de poder.
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